3.2 Forskningsdesign
3.2.3 Intervjuguide og analyseprosess
Ao investigar o processo de Ambientalização Curricular dos cursos de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) oferecidos nos campi de Patos, Cajazeiras e Cuité, buscou-se contribuir para o campo das pesquisas que se voltam para a investigação da inserção da temática ambiental na educação superior, assim como, para problematização da presença dessa temática nos currículos dos cursos de Ciências Biológicas e possíveis contribuições para elaboração de currículos ambientalizados na formação inicial docente. O estudo teve como objetivo compreender o processo de ambientalização curricular nos cursos de Ciências Biológicas oferecidos pela Universidade Federal de Campina Grande/PB e, de maneira específica, identificar as características de Ambientalização Curricular elaboradas pela Red Aces, que estão presente nesses cursos.
Foi analisada a inserção da temática ambiental nos Projetos Pedagógicos dos cursos (PPC), nos programas das disciplinas selecionadas e, através de entrevistas semiestruturadas, desenvolvidas com os professores que lecionam esses componentes curriculares e com os atuais e primeiros coordenadores dos cursos. A partir da análise observou-se que em sua maioria, a temática ambiental se concentra, predominantemente, em componentes curriculares optativos na estrutura curricular e compreendem as disciplinas de “Etnobotânica”; “Etnozoologia”; “Fundamentos de etnoecologia”; “Sociedade, ambiente e desenvolvimento sustentável”; “Educação Ambiental”; “Ecologia do semiárido”; “Biologia da conservação”; “Ecologia humana”; “Educação para convivência no semiárido”; “Gestão e conservação de recursos ambientais”; “Ecoturismo” e “Gerenciamento de resíduos”. Já os componentes curriculares obrigatórios são quatro ao total, a saber: “Ecologia geral”, “Ecologia de populações e comunidades”, “Ecologia de Comunidades” e “Meio ambiente e Sociedade”.
A concentração desses elementos nas disciplinas optativas pode ser interpretada como uma expressão da secundarização da temática ambiental, a qual, mesmo presente na estrutura curricular, sugere que as questões que suscita, provavelmente, não são avaliadas como constituintes prioritárias na formação desses profissionais.
Algumas temáticas ambientais são contempladas nesses componentes curriculares, dentre as quais se evidenciam as questões voltadas para a sustentabilidade e o desenvolvimento sustentável, a conservação do ambiente, a interferência das atividades humanas na natureza, a relação sociedade-natureza e o conhecimento ecológico tradicional.
Quanto à presença de aspectos referentes à característica de contextualização nos documentos analisados, apenas algumas disciplinas apresentam elementos da relação
sociedade-natureza e do contexto do semiárido ou Caatinga, sendo elas: “Educação para convivência no semiárido”, “Ecologia do semiárido”, “Educação Ambiental”, “Ecologia geral” e “Biologia da conservação”. Dentre as temáticas abordadas nesses componentes, destacam-se a educação para convivência no semiárido, a escassez da água e, a partir de alguns relatos de professores, o conhecimento ecológico tradicional. Essas temáticas fazem referência às particularidades desse contexto. Ainda com base no relato dos professores, percebeu-se uma preocupação em discutir a importância de uma educação e ações que se voltem para essa região, além de questões relacionadas ao acesso e distribuição dos recursos naturais, principalmente da água, em uma região semiárida, e também algum interesse no uso da biodiversidade no cotidiano de “comunidades rurais”.
A partir da análise do processo de Ambientalização Curricular da UFCG, percebeu-se que esse não pode ser compreendido enquanto um movimento linear, mas, sim, contraditório, no qual a incorporação das temáticas ambientais tanto pode ser decorrente das políticas nacionais ou internacionais, influenciadas por grupos com perspectivas mais críticas, quanto podem refletir posicionamentos menos críticos relativos à problematização da realidade.
Nesse contexto, entende-se que os cursos de Ciências Biológicas oferecidos pela Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, têm incorporado a temática ambiental em seus currículos, assim como tem contemplado o contexto regional do semiárido ou Caatinga. Esse último, embora pouco contemplado nos documentos analisados, pode ser compreendido enquanto particularidade que representa uma forma de resistência ao conhecimento dominante no currículo dos cursos.
A partir da análise da inserção dessas temáticas, compreende-se que o processo (de disputas de diferentes forças e interesses) configura a inserção da temática ambiental nos currículos enquanto um campo de conflitos, tendo em vista que esse processo não se restringe à inserção da temática ambiental, mas envolve a construção do conhecimento nos espaços educacionais, tal como na Universidade, a partir da organização e seleção que legitima determinados conhecimentos atrelados a algumas visões de mundo na sociedade.
Destacam-se, a seguir, algumas questões significativas para o processo de Ambientalização Curricular nos cursos investigados que podem se constituir em desafios para a efetivação desse processo.
A ênfase em determinadas temáticas nos PPC, tais como a questão da sustentabilidade e do desenvolvimento sustentável, possibilita a compreensão do campo de disputa entre sujeitos com distintos interesses para o processo de seleção do conhecimento, mais especificamente de temáticas que passam a representar ou influenciar a compreensão de
elementos referentes à relação sociedade-natureza em um determinado contexto. Essas temáticas tanto podem ser entendidas a partir de um viés econômico, como parte de um paradigma hegemônico, quanto um enfrentamento a esse processo, propondo uma crítica ao paradigma dominante e a uma pretensa neutralidade.
Outra questão que merece ser destacada, refere-se aos conflitos estabelecidos entre as orientações e as disputas em torno do currículo como, por exemplo, as exigências oficiais para os cursos de formação inicial de professores e as relações estabelecidas por esses, relativas a essas orientações. Nesse sentido, o currículo passa a caracterizar um campo de disputa no qual as exigências de políticas oficiais e institucionais influenciam a atuação docente, que não se configura como neutra. Disputas essas que também estão presentes no caráter disciplinar que a temática ambiental assume nos PPC e programas das disciplinas investigados.
As críticas e consequências da disciplinarização e fragmentação do conhecimento estão presentes nos relatos de alguns professores. De acordo com tais relatos, a fragmentação é bastante presente, não apenas nas estruturas curriculares, mas também nas relações dos professores com o conhecimento, bem como, nas relações profissionais estabelecidas, constituindo-se como um dos desafios que se impõem ao processo de inserção da temática ambiental no currículo. Essa fragmentação se estabelece também na visão de mundo dos docentes e pode dificultar o reconhecimento e a problematização dos diferentes aspectos que envolvem as iniciativas necessárias para se trabalhar com as questões voltadas à problemática ambiental.
Além dessas questões, considera-se que algumas condições influenciam a Ambientalização Curricular nos cursos de Ciências Biológicas investigados, como a formação inicial e continuada dos docentes que atuam nos cursos, assim como as ações de pesquisa e extensão desenvolvidas a partir dos interesses desses. A influência da formação docente está presente nas ações cotidianas e em processos onde prevalecem e marcam a identidade e, consequentemente, o perfil de formação do curso, tal como a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso pela equipe responsável. Nessa perspectiva, cabe destacar que a formação do docente e a não compreensão da importância da articulação entre as áreas que constituem o curso durante a elaboração do PPC, por exemplo, podem contribuir para a descaracterização da formação do licenciado, na medida em que se enfatiza a formação de profissionais bacharéis, tal como relatado por alguns professores participantes da pesquisa. Condições essas que podem privilegiar algumas compreensões sobre as questões ambientais nas quais o processo educativo não seja valorizado.
A ação conjunta entre professores e alunos pode favorecer a inserção da temática ambiental, tendo em vista a importância da participação do aluno tanto em sala de aula quanto em atividades em outros espaços da Universidade, tais como grupos de pesquisas, atividades de extensão e pesquisas coordenadas pelos docentes. Assim, iniciativas que privilegiem um planejamento articulado entre docentes e alunos podem possibilitar o enfrentamento à fragmentação do conhecimento e contribuir para a compreensão da complexidade que envolve as questões referentes à relação sociedade-natureza.
A necessidade de se conhecer com maior profundidade o contexto da caatinga também é uma questão importante para o processo de Ambientalização Curricular da UFCG, segundo relatos de alguns dos professores entrevistados, tanto no que diz respeito à abordagem dessa temática em sala de aula, quanto no desenvolvimento de pesquisas que busquem contemplar esse contexto.
Outra questão que merece atenção é a institucionalização formal tanto da relação sociedade-natureza quanto de elementos referentes ao semiárido ou Caatinga nos documentos que orientam e fundamentam o curso, como o PPC. Mesmo com a compreensão de que o conhecimento presente, nesses documentos, é resultante também da ação docente, a qual envolve processos de seleção a partir das orientações e exigências oficiais, a institucionalização dessas temáticas se faz necessária.
Assim, compreende-se que o processo de Ambientalização Curricular, nos cursos de Ciências Biológicas investigados, não se restringe apenas à incorporação da temática ambiental nas ementas das disciplinas, mas, como um fenômeno complexo exige envolvimento e articulação das iniciativas que se voltam para essa temática entre docentes, alunos e direção dos centros universitários. Nesse processo, mesmo existindo exigências e diferentes influências em distintas escalas para inserção dessas temáticas, essas também envolvem processos de resistências que reformulam esse processo no currículo provocando permanências e rupturas.
REFERÊNCIAS
AB’SÁBER, A. N. Sertões e sertanejos: uma geografia humana sofrida. In: Estudos avançados, n° 13,
v.36, p. 7-59, 1999.
ACSELRAD, H; LEROY, J. Novas premissas de sustentabilidade democrática. Rio de Janeiro: Projeto Brasil Sustentável e Democrático. FASE, 1999.
ADH, Altas do Desenvolvimento Humano no Brasil, 2010. Disponível em: <http://www.atlasbrasil.org.br/2010/>. Acesso em: 20/11/2015.
ADORNO, T.W. e HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos, tradução Guido Antonio de Almeida, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985.
ANDRADE-LIMA, D. Vegetação. Atlas Nacional do Brasil, vol. II: 11. IBGE. Conselho Nacional de Geografia, Rio de Janeiro, 1966.
ANDRÉ, M. O que é um estudo de caso qualitativo em Educacão? In: Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 22, n. 40, p. 95-103, 2013.
ANTUNES, R. O caracol e sua concha: ensaios sobre a nova morfologia do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2005.
APPLE, M.W. Podem pedagogias críticas sustar as políticas de direita?In: Cadernos de Pesquisa, n.116, p.107-142, 2002.
ARBAT, E.B. Apresentación. In: ARBAT, E; GELI, M. Ambientalización Curricular de los Estudios Superiores: Aspectos ambientales de las universidades. Girona: Universitat de Girona, v.1, 2002. BAPTISTA, G. C. S; EL-HANI, C. N. Diálogo entre modos de conhecer no ensino de Biologia: Estudo de caso numa escola pública do estado da Bahia.. In: VI ENPEC, 2007, Florianópolis-SC. Anais do VI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPEC). Minas Gerais-MG: ABRAPEC, 2007.
BARBA, C.H. Ambientalização curricular no ensino superior: o caso da Universidade Federal de Rondônia- campus de Porto Velho. 2011, 310p. Tese (Doutorado em Educação Escolar)- Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara, 2011.
BARBOSA, M. R. V; ABÍLIO, F. J. P; QUIRINO, Z. G. M. Vegetação da Caatinga. In: ABÍLIO, F. J. P. Bioma Caatinga: ecologia, biodiversidade, educação ambiental e práticas pedagógicas. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2010.
BIZZO, Nélio. Ciências biológicas. Um pouco de história brasileira das ciências biológicas no Brasil. 2004. Disponível em: <http://www.mec.gov.br/seb/pdf/07Biologia.pdf>. Acesso em: 10/11/2015. BOLEA, Y. et al. Ambientalización Curricular de los Estudios de Informática Industrial: La experiencia en la UPC. Jornadas de Enseñanza Universitaria de Informática: robótica e informática industrial, 10, 2004, Anais.. Alicante, Espanha: Editora da Universidade de Alicante, 2004, p. 443- 451.
BORNHEIM, G. A. A temática Ambiental na sociedade Contemporânea. In: Educação: Teoria e prática. Vol. 9, n°16, p. 1-9, 2001.
________, G. A. Filosofia e Política Ecológica. Revista Filosófica Brasileira, v. 1, n.2, p. 17-24, 1985. BRAGA, O. R. Educação e convivência com o semi-árido: uma introdução aos fundamentos do trabalho político-educativo no semi-árido brasileiro. In: KÜSTER, A; MATTOS, B. H .O. M. (Orgs) Educação no contexto do semi-árido brasileiro. Fortaleza: Fundação Konrad Adenauer, 2004. BRASIL, Programa Latina-americano e Caribenho de Educação Ambiental. Série documentos técnicos-5/ Órgão Gestor de Política Nacional de Educação Ambiental. Brasília, DF: MMA/ME, 2005. BURSZTYN, M. Ser ou não sertão. In: CHACON, S.S. O sertanejo e o caminho das águas: políticas públicas, modernidade e sustentabilidade no semi-árido- Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2007.
CAMPELO, F. Bioma Caatinga. Diretor do departamento de Combate à desertificação do Ministérios do Meio Ambiente (Entrevista). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=2s9vwlt5Uko>. Acesso em: 15/11/2015.
CARVALHO, I. C. M. Educação ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
________. Educação para sociedades sustentáveis e ambientalmente justas. In: Revista eletrônica do mestrado em Educação Ambiental, v. especial, p. 46-55, 2008.
CARVALHO, L. M; CAVALARI, R. M. F; SILVA. D.S. Ambientalização nas instituições de ensino superior: as teses e dissertações em Educação Ambiental desenvolvidas no Brasil. In: GUERRA, A. F. S. Ambientalização e sustentabilidade nas universidades: subsídios, reflexões e aprendizagens. 1. Ed. Dados eletrônicos, Itajaí: Editora da Univali, 2015.
CARVALHO, L. M; CAVALARI, R. M.F; SANTANA, L. C. Características de um estudo
ambientalizado- A experiência do Câmpus da Unesp de Rio Claro. In: JUNYENT, M; GELI, A. M; ARBAT, E .(eds.) Ambientalización curricular de los estudios superiores: aspectos ambientales de las universidades. Girona, Red Aces. v. 2, 2003.
CENSO AGROPECUÁRIO, 2006. Instituto brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Disponível em :
<http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/51/agro_2006.pdf> . Acesso em: 20/11/2015. CFBIO, Conselho Federal de Biologia. Formação profissional. Disponível em:
<http://www.cfbio.gov.br/formacao-profissional> . Acesso em: 20/11/2015.
CHAUÍ, M. A universidade pública sob nova perspectiva. In: Revista Brasileira de Educação, n°24, p.5-15, 2003.
________.Escritos sobre a universidade. São Paulo: Editora Unesp, 2001.
CIURANA, A.M.G. Introdução. Universidade, sustentabilidade e ambientalização curricular. In: ARBAT, E; GELI, A. M.(eds.) Ambientalización curricular de los estudios superiores: aspectos ambientales de las universidades. Girona, Red Aces. v. 1, 2003.
COMPIANI, M.O lugar e as escolas e suas dimensões horizontal e vertical nos trabalhos práticos: implicações para o ensino de ciências e educação ambiental. In: Ciência e Educação, v. 13, n.1, p.29-45, 2007.
CUNHA, L. A. A universidade reformada: o golpe de 1964 e a modernização do ensino superior. 2.ed. São Paulo: Editora Unesp, 2007.
_______. O público e o privado na educação superior brasileira: fronteira em movimento? In: TRINDADE, H. (Org.) Universidades em ruínas: na república dos professores. Petropólis, RJ: Vozes/ Rio Grande do Sul: Cipedes, 1999.
ESCHENGEN, M. L. Educación Ambiental Superior em América Latina. Bogotá. Echoe, Ediciones, 2009.
FARIAS, A. E. M. Educação contextualizada e a convivência com o semi-árido no assentamento acauã – PB. 2009, p. 112p. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Campus de João Pessoa, 2009.
FATÁ, R. M. Da História Natural às Ciências Biológicas, 2008. Disponível em
<http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/biologia/0020.html>. Acesso em: 10/11/2015. FOSTER, J. B. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. 4a ed. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2014.
FREITAS, A. M. As competências na atuação do profissional egresso da licenciatura em Ciências Biológicas da Unesc: uma análise dos anos de 2002-2005. 2007, 124p. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade do Extremo Sul Catarinense, Câmpus de Criciúma, 2007.
GARCÍA, M.C. La ambientalización de la Universidad: um estúdio sobre la formación ambiental de los estudiantes de la universidad de Santiago de Compostela y la política ambiental de la institución. 2001. p.610. Tese (Doctorado em ciencias de la Educación)- Universidad de Santiago de Compostela, Facultad Ciencias de la Educaión, Santiago de Campostela, 2001.
GÓMES, J.A.C. La educaión ambiental en las universidades y la enseñanza superior: viejas y nuevas perspectivas para la acción en clave de futuro. In: Perspectivas de la educación ambiental en
Iberoamérica. V Congresso Ibero-americano de educación ambiental. 2006, Joinville, Anais... Joinville: DEA/MMA/ CGEA/MEC. p.429-442, 2006.
GONÇALVES, C. P. Os (des) caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto, 1990.
v, E. The Role Environmental Education Might Play in the Decade for Education for Sustainable Development. In: Applied Environmental Education and Communication, n.º 4, p. 203-206, 2005. GONZALEZ, L. T. V. A temática ambiental e os cursos superiores de Turismo. 2008. 120p. Dissertação (Mestrado em Educação)-Unesp, Rio Claro, 2008.
GONZÁLEZ-GAUDIANO, E.J.G; MEIRA-CARTEA, P. Á; MARTÍNEZ-FERNÁNDEZ.
Sustentabilidad y Universidad: retos, ritos y posibles rutas. In: Revista de la Educación Superior. Vol. XLIV, n.175, 2015.
GOODSON, I. F. Currículo: teoria e história. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
GRAMSCI, A, Cadernos do cárcere, vol. 1: Introdução ao estudo da filosofia. A filosofia de Benedetto Croce. Ed. de Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2014.
GUTIÉRREZ, J; BENAYAS, J; CALVO, S. Educación para el desarrollo sostenible: evaluación de retos y oportuanidades del decenio 2005-2014. In:OEI- Revista Iberoamericana de Educación. n°40, 2006.
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2010. Mapa de Biomas do Brasil, primeira aproximação. Rio de Janeiro: IBGE. Acessível em www.ibge.gov.br.
INGOLD, Tim. “Trazendo as coisas de volta à vida: emaranhados criativos num mundo de materiais”.
In: Horizontes Antropológicos, vol.18, n.37. Porto Alegre, 2012, p.25-44.
INSA, Instituto Nacional do semiárido. Ministério da Ciências, Tecnologia e Inovação (MCTI). Disponível em: <http://insa.gov.br/> . Acesso em: 15/11/2015.
JAPIASSU, H. As paixões da Ciência - estudos de história das ciências. São Paulo: Letras e Letras, 1991.
JUNYENT, M. Presentación: Red Aces. Ambientalización de los estúdios superiores. Caracterización de um estúdio universitário orientado hacia la sostenibilidad. In: JUNYENT, M; GELI, A. M;
ARBAT, G.E. (eds.) Ambientalizaçión curricular de los estudios supeiores: processo de
caracterización de la ambientalización curricular de los estudios universitarios. Girona, Red Aces. v. 2, 2003.
JUNYENT, M; GELI, A. M; ARBAT, E. Características de la ambientalización curricular: modelo CES. In: Ambientalización Curricular de los Estúdios Superiores: Proceso de caracterización de la Ambientalización Curricular de los Estudios Superiores. Girona, Red Aces. v. 2, 2003.
LEAL FILHO, W. About the Role of Universities and Their Contribution to Sustainable Development. In: Higher Education Policy, 24, p.427–438, 2011.
LEAL, I. R; TABARELLI, M; SILVA, J. M. C. Ecologia e conservação da Caatinga: uma introdução ao desafio. In: ____ Ecologia e conservação da Caatinga. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2003.
LEFF, E. Discursos sustentáveis. São Paulo: Cortez, 2010.
_______, H. Prólogo. In: ESCHENHAGEM, M. L. Educación Ambiental Superior em América Latina. Bogotá. Echoe, Ediciones, 2009.
_______, Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 6.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
LISOVSKI, L.A. Organização e desenvolvimento do estágio curricular na formação de professores de Biologia. 2006, 288p. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal de Santa Maria, Câmpus Santa Maria, 2006.
LOPES, A. C; MACEDO, E. The curriculum field in Brazil in the 1990s. In William Pinar (Org.) International handbook of curriculum research. Nova Jérsia: Lawrence Erlbaum Associates Inc. Publishers, 2003, pp. 185-203.
LOPES, A. C; MACEDO, E; PAIVA, E. Mapping researches on curriculum in Brazil. In: Journal of the American Association for the Advancement Curriculum Studies, 2006, v.2, n°1, p.1-30.
LOPES, A.C. Teorias pós-críticas, política e currículo. In: Educação, Sociedade e Cultura, n°39, 2013, p. 7-23.
LOPES, A.C; MACEDO, E. Teorias de currículo. São Paulo: Cortez, 2011.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MACEDO, E. Currículo e conhecimento: aproximações entre educação e ensino. In: Cadernos de Pesquisa. V.42, nº147, p.716-757, 2012.
MATTOS, B. H.O. M. Introdução. In: KÜSTER, A; MATTOS, B. H. O. M. Educação no contexto do semi-árido brasileiro- Fortaleza: Fundação Konrad Adenauer, 2004.
MEDEIROS, R.; IRVING, M.; GARAY, I. A Proteção da Natureza no Brasil: evolução e conflitos de um modelo em construção. Revista de Desenvolvimento Econômico, Salvador, v. 6, n. 9, p. 83-93, Jan. 2004.
MMA, Ministério do Meio Ambiente. Caatinga. 2007. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/biomas/caatinga> Acesso em: 16/12/2015.
MORAES, A. C. R. Seminários nacionais sobre universidade e meio ambiente: uma avaliação. In: Seminário nacional sobre universidade e meio ambiente: Universidade e Sociedade face à política ambiental brasileira, 4. 1990, Florianópolis. Anais... Florianópolis: SEMA/IBAMA/UFSC, 1990. p. 21-39.
MOREIRA, A.F.B. Sociologia do currículo: origens, desenvolvimento e contribuições. In: Em aberto. ano 9, n°46, 1990.
MOREIRA, A.F; SILVA, T. (Orgs) Sociologia e teoria crítica do currículo: uma introdução. In: ______ Currículo, Cultura e Sociedade. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
NOBRE, P. Mudanças climáticas e desertificação: os desafios para o Estado Brasileiro. In: LIMA, R. C. C; CAVALCANTE, A. M. B; PEREZ-MARIN, A. M. Desertificação e mudanças climáticas no semiárido brasileiro. Campina Grande: Insa-PB, 2011.
OLIVEIRA JÚNIOR, W. M. et al. As 10 caracteríticas em uma diagrama circular. In: JUNYENT, M; GELI, A. M; ARBAT, G.E. (eds.) Ambientalizaçión curricular de los estudios supeiores: processo de caracterización de la ambientalización curricular de los estudios universitarios. . Girona, Red Aces. v. 2, 2003.
OLIVEIRA, L. L. A criação da Sudene. In: O Brasil de Juscelino Kubitschek. Centro de Pesquisa e documentação de História Contemporânea do Brasil. Disponível em:
<https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/JK/artigos/Economia/Sudene> . Acessado em: 14/11/2015. PASS, Programa de ações para a sustentabilidade socioambiental. Projeto florestal recicla. Disponível em: < http://www.florestalrecicla.com/>. Acesso em: 10/09/2015.
PAVESI, A. A ambientalização da formação do arquiteto: o caso do curso de Arquitetura da Escola