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Internalisert rasisme, rasistisk selvhat i psykoterapi

4. Diskusjon

4.1 Internalisert rasisme, rasistisk selvhat i psykoterapi

O facto do programa ser pioneiro e se desenvolver fora da instituição hospitalar, apesar dos doentes pertencerem ao HGO, e estarem inscritos no Serviço de Medicina Física e de Reabilitação, levantou algumas dúvidas nos clínicos e nos doentes que se reflectiram na dificuldade do recrutamento da amostra, o que constituiu a principal limitação deste estudo. Este facto influenciou negativamente a possibilidade de generalizar os dados, podendo os nossos resultados apenas serem aplicados a grupos semelhante aos usados neste estudo.

O equipamento utilizado para a avaliação da função cardiorespiratória no Capitulo 3, não pôde ser utilizado no Capitulo 5, por avaria, o que condicionou a comparação dos resultados, do programa de curta e longa duração.

Outra limitação foi o facto não existir de um grupo de controlo sem intervenção para compreender que modificações podem ocorrer em 12 meses, comparar o efeito de intervenções e verificar a evolução de doença natural.

Em Portugal não existe um instrumento validado específico para medir o estado de saúde na DPOC. A escolha do SGRQ foi feita pelo facto deste questionário estar em processo de validação no nosso país. Alguns indivíduos declararam muita dificuldade na compreensão de algumas questões do MOS SF-36, não obstante a explicação, esta dificuldade pode ter interferido nos resultados finais bem como na sua interpretação.

6.6 CONCLUSÕES

A presente investigação permite concluir que o treino constituído por exercício aeróbio e exercício de força muscular dinâmica parece ser eficaz em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crónica moderada e grave, segundo a classificação da Global Initiative for Cronic Obstrutive Lung Disease (96).

A análise dos resultados obtidos no final do período de treino de exercício aeróbio, na pessoa com doença pulmonar obstrutiva crónica, como parte integrante do programa de reabilitação pulmonar, de curta duração, possibilitou observar:

• Um aumento do consumo de oxigénio pico; • Um aumento do pulso de oxigénio pico;

• Uma diminuição da frequência cardíaca repouso;

• Um aumento do tempo de duração da prova de esforço até à exaustão; • Um maior trabalho pico realizado na prova incremental;

• Ganho moderados de força;

• Uma modificação do estado de saúde.

A análise dos resultados obtidos no final do período de treino de exercício de força muscular dinâmica e exercício aeróbio, de curta duração, foi possível encontrar modificações na capacidade funcional, na força e estado de saúde com:

• Um aumento do consumo de oxigénio pico; • Valores superiores do pulso de oxigénio pico;

• Uma diminuição do equivalente ventilatório para o consumo de oxigénio pico; • Uma diminuição da frequência cardíaca de repouso;

• Um aumento do volume expiratório máximo no 1º segundo;

• Um aumento do tempo de duração da prova de esforço até à exaustão; • Um aumento na distância percorrida nos seis minutos de marcha; • Um maior trabalho pico realizado na prova incremental;

• Ganhos de força em todos os grupos musculares envolvidos; • Uma modificação do estado de saúde.

Na presente investigação pode salientar-se que o programa de treino de exercício combinado comparativamente com o programa de treino com exercício aeróbio, de curta duração, é mais eficaz uma vez que contribui significativamente para:

• Uma diminuição do equivalente ventilatório para o consumo de oxigénio pico • Um aumento na distância percorrida nos seis minutos de marcha;

• Um aumento da força máxima em todos os grupos musculares envolvidos; • Uma alteração do estado de saúde que reflecte uma modificação da capacidade

física.

No entanto, o treino com exercício combinado e o treino com exercício aeróbio de curta duração não implicaram diferenças ao nível dos valores máximos do consumo de oxigénio, ventilação minuto máxima, quociente respiratório máximo e saturação de pico.

A análise dos resultados obtidos no final do período de treino de exercício aeróbio, na pessoa com doença pulmonar obstrutiva crónica, de longa duração, permitiu observar modificações na capacidade funcional, através de:

• Um aumento do consumo de oxigénio pico; • Um aumento da ventilação minuto pico; • Um aumento do pulso de oxigénio pico;

• Um aumento do equivalente ventilatório para o consumo de oxigénio pico • Uma diminuição da frequência cardíaca pico;

• Uma diminuição da frequência cardíaca repouso; • Uma diminuição da percepção de dispneia de pico;

• Um aumento do tempo de duração da prova de esforço até à exaustão;

• Um aumento clinicamente significativo na distância percorrida nos seis minutos de marcha

• Ganhos de força moderados; • Modificação do estado de saúde.

A análise dos resultados obtidos no final do programa de treino do exercício de força muscular dinâmica e exercício aeróbio, de longa duração, permitiu observar modificações na capacidade funcional, na força e estado de saúde, através de:

• Um aumento do consumo de oxigénio pico; • Valores superiores do pulso do oxigénio pico;

• Uma diminuição do equivalente ventilatório para o consumo de oxigénio pico; • Uma diminuição do equivalente ventilatório para a produção de dióxido de

carbono consumo de oxigénio pico

• Uma diminuição da frequência cardíaca de repouso;

• Um aumento do volume expiratório máximo no 1º segundo;

• Um aumento do tempo de duração da prova de esforço até à exaustão;

• Um aumento clinicamente significativos na distância percorrida nos seis minutos de marcha;

• Ganhos de força em todos os grupos musculares envolvidos; • Uma modificação clinicamente significativa do estado de saúde.

Na presente investigação pode salientar-se que o programa de treino com exercício combinado comparativamente com o programa de treino com exercício aeróbio, de longa duração, é mais eficaz na medida em que contribuiu significativamente para:

• Um aumento do consumo de oxigénio pico; • Uma diminuição da ventilação minuto pico;

• Uma diminuição do equivalente ventilatório para o consumo de oxigénio pico; • Uma diminuição do equivalente ventilatório para a produção de dióxido de

carbono consumo de oxigénio pico

• Um aumento da saturação de oxigénio de pico;

• Um aumento do volume expiratório máximo no 1º segundo; • Uma diminuição da percepção da dispneia de pico;

• Um aumento do tempo de duração da prova de esforço até à exaustão;

• Um aumento clinicamente significativo na distancia percorrida nos seis minutos de marcha;

• Uma alteração clinicamente significativa no estado de saúde que reflecte uma modificação da capacidade física.

Na presente investigação pode salientar-se ainda, no final dos seis meses de

follow-up o programa de treino de exercício combinado comparativamente com o

programa de treino de exercício aeróbio, de longa duração, é mais eficaz na medida em que possível observar uma manutenção dos ganhos, relativamente aos valores basais, ao nível:

• Do consumo de oxigénio pico; • Da ventilação minuto pico;

• Do equivalente ventilatório para a produção de dióxido de carbono consumo de oxigénio pico;

• Do volume expiratório máximo no 1º segundo; • Da percepção da dispneia de pico;

• Da distancia percorrida nos seis minutos de marcha;

• Da força máxima em todos os grupos musculares envolvidos;

• Do estado de saúde que reflecte uma modificação da capacidade física.

No entanto, ambos os programas de exercício (combinado e aeróbio isolado), de longa duração, não implicaram diferenças ao nível dos valores máximos do quociente respiratório máximo, pulso de oxigénio máximo, frequência respiratória, frequência cardíaca máxima e da frequência cardíaca repouso.

O exercício combinado parece ser uma boa estratégia no tratamento da DPOC, na medida em que associa a componente aeróbia, que permite aumentar a capacidade aeróbia, com a componente de treino de forca, que possibilita aumentar a força, capaz de melhorar os parâmetros fisiológicos e melhorar a condição física destes indivíduos.

A intensidade, em conjunto com a duração mais longa do programa de treino utilizada promoveu melhorias clinicamente significativas, contudo, aos seis meses de

follow-up já se observava uma tendência para uma diminuição dos ganhos obtidos. Uma

questão importante é se a utilização de uma intensidade mais elevada promove benefícios mais duradouros no tempo.

Em conclusão, podemos verificar que o treino constituído por exercício aeróbio e exercício de força muscular dinâmica parece ser eficaz em indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crónica moderada e grave. Quando comparamos os resultados obtidos no final do período de intervenção foi possível observar que o exercício físico, na pessoa com doença pulmonar obstrutiva crónica, como parte integrante do programa de reabilitação pulmonar apresenta modificações do estado de saúde, quer ao nível da componente física, quer ao nível da componente mental. Este facto apoia as teorias que sugerem a integração do exercício físico como componente dos programas de RP, uma vez que a modificação na percepção do estado de saúde é acompanhada por melhorias clinicamente significativas, com ganhos para o doente e consequentemente menos consumo de recursos de saúde. Os programas de fisioterapia respiratória são uma componente integrante dos programas de RP, mas de acordo com os resultados obtidos não devem ser realizados de forma isolada, mas em conjunto com outras intervenções, como o exercício aeróbio e de força muscular dinâmica.

Outro aspecto importante prende-se com o facto de que, uma vez iniciados os programas de exercício combinado, deverão ser mantidos de forma contínua, com períodos de manutenção supervisionados, integrados na comunidade, para que se mantenham os benefícios, ao nível da tolerância ao exercício e do estado de saúde, pois se os programas forem suspensos, os benefícios daí obtidos podem desaparecer. Para evitar estas perdas, os programas de reabilitação pulmonar devem integrar programas de manutenção que podem passar por um programa domiciliário ou um programa de exercício fora da tutela dos cuidados de saúde, podendo passar por parcerias entre instituições de saúde e autoridades locais.

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