Sammendrag I kapitlet gis det en kort innføring i internasjonal og EU-rettslig miljørett av betydning for integrert kystsoneforvaltning. Det behandles flere relevante
3.2 EU MILJØRETT
3.2.3 Integrert kystsoneforvaltning og marin arealplanlegging
A avaliação do projeto pode ser realizada em duas fases: uma avaliação intermédia, realizada simultaneamente durante a execução do projeto, e a avaliação final, englobando o processo de elaboração do projeto e o seu produto final. Trata-se assim, de uma avaliação contínua, permanente, um processo complexo, que permite readaptar a nossa intervenção com vista a concretizar os objetivos inicialmente definidos, melhorando a coerência, a eficiência e a eficácia desta metodologia (NUNES et al., 2010).
2.5.1 Avaliação Intermédia
Avaliação desenvolvida no momento da execução do projeto, representando um momento de pausa e de reflexão relativamente ao percurso até aquele momento realizado. É aqui que se avalia o trabalho desenvolvido até aquela fase, efetuando-se as alterações necessárias, através de sugestões para melhorias, nomeadamente intervenções que se possam realizar, pertinentes para o projeto em causa, e que não estejam planeadas (NUNES et al., 2010).
A avaliação intermédia neste projeto ocorreu no dia 10 de Janeiro de 2014, correspondendo ao momento entre a análise e discussão sobre os resultados obtidos na RS e o
momento prévio à realização da ação de formação na UCPA de um hospital do sul do país. O fato de não se ter experiência com este tipo de metodologia suscitou variadas dúvidas, nomeadamente a que sites eletrónicos recorrer para a pesquisa de artigos, assim como qual a metodologia na construção do protocolo, ou seja, o que deve constar no protocolo. Deste modo, a fase inicial do projeto, com a familiarização neste tipo de metodologia de projeto e a definição inicial de critérios suscitou algum constrangimento, dificuldade ultrapassada com a orientação da Professora Orientadora.
Também a fase inicial da leitura de alguns artigos no idioma inglês gerou algumas dúvidas nalguns termos, tendo sido necessário consultar o dicionário inglês-português, o que acabou por atrasar ligeiramente o ritmo de trabalho.
A análise dos artigos pelas grelhas de leitura crítica CASPe suscitou questões relativamente à qualidade de um artigo [IGNACIO et al. (2012)E5], pelo que foi solicitada orientação
à Professora Orientadora.
Posteriormente, prosseguiu-se para o desenvolvimento das atividades que procuravam responder ao segundo objetivo específico. Avançou-se assim, com o planeamento da ação de formação, tendo-se noção que um possível constrangimento seria a falta de sensibilização por parte dos profissionais de enfermagem para a área das terapias não farmacológicas. Como tal, nesta avaliação intermédia considerou-se pertinente a realização de uma ação de formação interativa com os formandos e a elaboração de um cartaz de sensibilização sobre a temática para exposição no serviço, no sentido de sensibilizar os enfermeiros para os benefícios desta técnica, incentivando os profissionais a aderirem a esta terapia não farmacológica no alívio da dor pós-operatória e na promoção do conforto no cliente cirúrgico.
Assim, o objetivo específico Provar com evidência científica o efeito da terapia não farmacológica a musicoterapia no controlo da dor pós-operatória no cliente cirúrgico foi atingido com a elaboração da RS, que comprovou os benefícios do uso da musicoterapia no alívio da dor pós- operatória nos clientes cirúrgicos adultos, das mais variadas especialidades cirúrgicas.
Analisando o cronograma inicialmente estipulado foi possível verificar que três atividades foram concluídas previamente à data prevista, pois a pesquisa e seleção de artigos limitou-se ao mês de Novembro e a colheita de dados conseguiu-se efetuar durante esse mesmo mês e o mês de Dezembro. Todo o restante cronograma até à data mantinha-se fidedigno ao inicialmente planeado.
Em modo conclusivo, apesar da inexperiência neste tipo de metodologia e de algumas dificuldades sentidas durante a sua execução considerou-se que, com o auxílio e orientação da Professora Orientadora, o resultado foi positivo, tendo-se atingido o primeiro objetivo específico.
2.5.2 Avaliação Final
Esta fase corresponde à avaliação do produto final, verificando-se a consecução dos objetivos inicialmente definidos, assim como refletindo-se sobre os ajustes que poderão ser feitos após o projeto, avaliando-se se as respostas obtidas respondem à problemática inicialmente levantada. Nesta avaliação é importante determinar quais os aspetos positivos e negativos do projeto, assim como temáticas de análise que se poderão desenvolver em futuros projetos (NUNES et al., 2010).
Concluído o projeto pode-se afirmar que todos os objetivos inicialmente propostos foram atingidos. Provou-se com evidência científica o efeito da musicoterapia no controlo da dor pós- operatória e divulgaram-se os resultados de evidência científica encontrados aos enfermeiros da UCPA e da Clínica Pré-Anestésica de um hospital do sul do país, por meio de uma ação de formação, definindo-se estratégias junto de ambas as equipas de enfermagem para a implementação desta terapia no serviço. Na sua totalidade estes objetivos dão resposta ao objetivo geral, tendo-se conseguido sensibilizar os enfermeiros sobre os benefícios da musicoterapia no alívio da dor pós-operatória no cliente cirúrgico.
Com a concretização dos objetivos inicialmente propostos aprofundou-se o nível de conhecimentos nesta área, surgindo inclusive novas e diferentes ideias para a implementação desta terapia entre os vários elementos presentes na formação. Apesar da conjuntura atual do país e a falta de recursos materiais a nível áudio no serviço para o desenvolvimento do projeto conseguiu-se motivar a equipa para a sua implementação, obtendo-se total adesão a este projeto. Deste modo, conseguiu-se dar resposta à problemática inicialmente diagnosticada. Das atividades propostas para a aquisição deste objetivo resultou a RS, o folheto informativo sobre a ação de formação, a apresentação desta em formato power point e o feedback obtido por parte da equipa formanda; assim como o cartaz elaborado a posteriori e o artigo de investigação intitulado Efeito da terapia não
farmacológica Musicoterapia no alívio da dor pós-operatória no cliente cirúrgico: Revisão Sistemática da Literatura (Apêndice 8).
De todo este processo definiram-se como aspetos positivos neste projeto a determinação pessoal em desenvolver este trabalho, assim como o espírito de equipa na adesão ao projeto, algo inovador, que pudesse dar visibilidade ao serviço. Várias sugestões de implementação surgiram, assim como vários obstáculos foram identificados, mas todos ultrapassáveis e solucionáveis. Ficou a expetativa de vingar nesta área e conseguir-se ampliar o campo de ação a todas as faixas etárias e a todo o tipo de cirurgia: convencional, de ambulatório e urgente. O apoio e orientação por parte da Professora Orientadora foi determinante para o decurso deste projeto e o seu resultado final, especialmente tendo em consideração a inexperiência pessoal neste tipo de metodologia.
O único aspeto negativo a apontar concluído este projeto foi a constatação de falta de estudos portugueses nesta área, pelo que como sugestão para projeto futuro ficou a realização de um estudo experimental neste âmbito no serviço, para posterior divulgação dos resultados obtidos. Outra sugestão foi posteriormente, alargar este projeto a outras terapias não farmacológicas como a massagem e a aromaterapia.
Por fim, analisando-se o cronograma inicialmente definido pode-se verificar que todo ele foi cumprido conforme inicialmente previsto, à exceção das três atividades já mencionadas na avaliação intermédia, assim como o orçamento final não excedeu as expetativas previamente delineadas.