4. BOSNIA-HERCEGOVINA
4.1 D AYTONAVTALEN OG GRUNNLOVEN I B OSNIA -H ERCEGOVINA
4.1.1 Integrative demokratimekanismer i Grunnloven
Graciana Teixeira Costa; Carla Letícia Gomes Simão; Graciete Pinho de Sousa. Universidade Federal do Amazonas
Rua Estrada Coari Mamiá, 305, Espírito Santo, Coari/AM
RESUMO
Segundo as resoluções RDC 359 e 360 de 26 de dezembro de 2003 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Pirâmide Alimentar Brasileira é dividida em quatro níveis. O zinco (Zn) é o segundo elemento-traço mais abundante no corpo humano, e participa de importantes vias metabólicas, está presente nas carnes, fígado, camarão, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos. Este estudo pretende investigar se o consumo alimentar de um indivíduo adulto atende à necessidade diária de Zn. Para o protocolo de pesquisa foi elaborada uma dieta de 2.500 kcal obedecendo às porções estabelecidas pela Pirâmide Alimentar. Para tanto, foi utilizada como referência a Pirâmide Alimentar Brasileira Adaptada de PHILIPPI, (1999), as Tabelas de Recomendações Dietary Reference Intakes (DRI, 2004), Tabela Brasileira de Composição de Alimentos, 4ª edição revisada e ampliada (2011). Segundo a Pirâmide Alimentar, uma dieta de 2.500 kcal/d fornece aproximadamente 10,47 mg de Zn/d. Isto representa uma quantidade 4,8% menor que a mínima recomendada pela DRI para homens e 30,87% maior para mulheres. Estes resultados sugerem que a Pirâmide Alimentar, nas suas recomendações médias de porções atende as necessidades de Zn para ambos os sexos, no entanto, essa temática ainda merece atenção, uma vez que a ingestão no limite inferior das porções recomendadas, principalmente para homens, pode não ser suficiente. Este guia alimentar não é uma ciência exata, logo é preciso que seja revisada à quantidade de Zn.
Palavras chave: pirâmide alimentar brasileira; zinco; DRI; consumo alimentar. INTRODUÇÃO
Segundo as resoluções RDC 359 e 360 de 26 de dezembro de 2003 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a Pirâmide Alimentar Brasileira é dividida em quatro níveis, sendo que cada nível corresponde a um grupo de alimentos. Este guia alimentar é utilizado para descrever as recomendações quantitativas e qualitativas dos padrões dietéticos baseados em evidência científica.
O zinco (Zn) é o segundo elemento-traço com maior teor no corpo humano. Este mineral é fundamental para a atividade de mais de trezentas enzimas e participa do metabolismo de macronutrientes e na regulação da expressão gênica. (COZZOLINO, 2009). A baixa ingestão de Zn está relacionada à anorexia, alterações no apetite e comportamental, retardo do crescimento, alopecia, deficiência da imunidade e atraso na maturação sexual. (FRANCO, 2008).
As principais fontes alimentares desse mineral são carne bovina, de frango e de peixe, fígado, camarão, ostras, gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos.
O estudo se faz mister á medida que relaciona diretamente a informação de uma alimentação saudável diária com a quantidade de nutrientes oferecidos. Este estudo pretende investigar se o consumo alimentar de um indivíduo adulto em concordância com a pirâmide alimentar atende à necessidade diária de Zn.
METODOLOGIA
Para o protocolo de pesquisa foi elaborada uma dieta de 2.500 kcal obedecendo às porções estabelecidas pela Pirâmide Alimentar, demonstrando a seguinte composição: 8 porções de cereais e tubérculos, 4 ½ porções de verduras,4½ porções de frutas,3 porções de leite, 2 porções de carne, 1 porção de leguminosa, 2 porções de óleo e 1½ porção de açúcares. Para tanto, foi utilizada como referência a Pirâmide Alimentar Brasileira Adaptada de PHILIPPI, (1999), as Tabelas de Recomendações Dietary Reference Intakes (DRI, 2004), Tabela Brasileira de Composição de Alimentos – TACO, 4ª edição revisada e ampliada (2011). A DRI recomenda um consumo de Zn para indivíduos adultos (19 a 70 anos) de 11 mg/dia para o sexo masculino e 8 mg/dia para o sexo feminino, e no máximo de ingestão tolerável (UL) de 40 mg/dia.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Segundo a Pirâmide Alimentar, uma dieta de 2.500 kcal/dia fornece aproximadamente 10,47 mg de Zn/dia. Isto representa uma quantidade 4,8% menor que a mínima recomendada pela DRI para homens e 30,87% maior para mulheres. Estes resultados sugerem que a Pirâmide Alimentar, nas suas recomendações médias de porções atende as necessidades de Zn para ambos os sexos, no entanto, essa temática ainda merece atenção, uma vez que a ingestão no limite inferior das porções recomendadas, principalmente para homens, pode não ser suficiente ficando aquém do valor mínimo necessário.
Deve-se considerar que as tabelas de composição nutricional são ainda deficientes com relação às informações sobre o valor nutritivo dos alimentos, já que em alguns alimentos não foi determinada a quantidade de Zn, como também reconhecer que os valores recomendados pela DRI estão superestimados em relação às necessidades diárias por levar em consideração as perdas com o preparo e a digestão dos alimentos. Por outro lado, deve-se atentar aos problemas relacionados às distrofias nutricionais, uma vez que a terapia nutricional apoiada ao uso da Pirâmide Alimentar, ganha força e pode ser decisiva no sucesso da orientação nutricional.
CONCLUSÕES
Os resultados apontam que, embora este guia alimentar não seja uma ciência exata no que se refere à quantidade de alimentos e nutrientes, é preciso que a Pirâmide Alimentar Brasileira seja revisada com relação à quantidade de Zn. Faz-se necessário considerar os vários componentes relacionados à utilização do Zn pelo organismo, que são imprescindíveis para a adequação do consumo alimentar deste mineral.
REFERÊNCIAS
COZZOLINO, S.M.F. Biodisponibilidade de Nutrientes, 3a ed. Atual e ampl. São Paulo:
Manole, 2009.
FRANCO, G. Tabela de Composição Química dos Alimentos, 9a ed. São Paulo:
Atheneu, 2008.
NEPA-UNICAMP. Tabela brasileira de composição de alimentos. Versão IV. Campinas, SP: NEPA-UNICAMP, 2011.