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Innstilling, behandling av søknader m.m

In document KR 03/16 Oslo, 28. (sider 108-112)

Aquilo que ouço eu esqueço, aquilo que vejo eu lembro, aquilo que faço eu aprendo. Confúcio

pós uma primeira fase de observação e sensibilização, na qual fomos introduzindo, paulatinamente, na sala de aula, estratégias de aprendizagem alicerçadas na pintura, avançamos para segunda etapa. Iniciava-se um novo ciclo, que pretendia ser mais desafiante para o aluno, colocando-o, mais uma vez, em contacto com esta categoria de obra de arte: a pintura. Contudo, agora, tencionava-se ir mais longe. Conduzir o aluno num caminho mais incitador, no qual o desafiamos a interpretar dois papeis distintos e pouco usuais numa aula de História: o de artista (re) criador e do jornalista. Neste segundo momento, a sala de aula transformou-se num atelier de atividades.

a. A Maleabilidade da Arte

A primeira atividade que desenvolvemos com os alunos intitulava-se A

maleabilidade da Arte, e integra-se na vertente fazer artístico da Proposta Triangular, em que o aluno é desafiado a criar. O nome atribuído ia ao encontro do seu propósito. A maleabilidade, do latim malleabilitāte, assume-se como uma das características mais singulares que podemos encontrar no processo de criação artística. Tal como a própria palavra indica, falamos de algo que é maleável e que se adapta consoante o contexto em que se insere. Uma obra de arte pode assumir esse papel na sua plenitude. Era isso o que

pretendíamos que acontecesse. Desejávamos, também, que fosse o aluno a desempenhar

o papel de artista e de (re)criador da obra de arte.

Cada aluno teve a oportunidade de escolher, de um leque de variadas pinturas, apenas uma. Esse conjunto de obras de arte não lhes era estranho. A maioria delas já havia sido analisada em sala de aula. Outras, muito poucas, constituíam uma novidade.

Contudo, todas elas partilhavam algo em comum: relacionavam-se com os conteúdos

lecionados anteriormente, correspondentes ao período Liberal. Assim, cada uma delas

retratava um momento ou uma figura, que representava os ideais liberais. Considerámos que, deste modo, a atividade faria mais sentido para os alunos, e traria várias vantagens

26 Inspirado na pintura “O Ateliê do Artista” de Gustave Courbet, de 1855. Óleo sobre tela, 73 x 92 cm. Localizada na Museu de Orsay, Paris, França.

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como veremos mais à frente. Essas pinturas foram entregues numa folha de papel, em formato A3, e a preto e branco. O aluno foi convidado, em 90 minutos, a transformar a reprodução dessa obra de arte, dando-lhe uma nova vida, um novo significado, uma

nova mensagem, e adaptar o conteúdo aos dias de hoje. A pergunta que lhes colocamos

foi: Hoje e Agora. O que mudarias?. Essa nova roupagem da obra poderia ser realizada

com diversos tipos de materiais: não só os lápis de cor, de cera e marcadores, mas também tecidos, revistas, tintas, enfim, tudo aquilo que o aluno quisesse utilizar. Quanto à

temática, escolhê-la estava nas mãos do artista. Contudo, pedimos que fossem

criativos e que dessem alma à obra.

Esta foi, sem dúvida, a atividade mais peculiar que realizámos com os alunos na sala de aula, e aquela que mais gosto nos deu propor-lhes, exatamente por isso. Antes do grande dia, explicámos na aula que precedeu, quais seriam os seus contornos. Pedimos- lhes que trouxessem os materiais que quisessem e pudessem, para complementar aqueles que nós traríamos. Após essa explanação surgiram as primeiras reações. A verdade é que

nem todos perceberam o seu intuito. Muitos responderam eu não sei desenhar ou não

tenho jeito para pintar. Este tipo de reação verificou-se tanto na turma dos Românticos

como na dos Impressionistas. Todavia, pouco tempo depois, e após alguns

esclarecimentos, os alunos entraram no espírito do desafio e compreenderam o que lhes estava a ser proposto. No decorrer da atividade, vivia-se um ambiente pautado pela indecisão no nosso atelier. Havia uma preocupação por parte dos discentes em saber se o que estavam a fazer era certo ou errado. Muito provavelmente por não estarem habituados a este tipo de atividades artísticas, e por acreditarem que existia, de facto, uma forma mais certa ou mais errada de concretizar a atividade. Neste caso, o nosso papel foi o de ajudá-los a colocar essas dúvidas de lado, e transmitir a ideia de que a transformação da obra e a sua mensagem estava nas mãos deles. De uma forma geral, os alunos

mostraram entusiasmo com a tarefa, ficando evidente o esforço em produzir uma boa

obra de arte. Para complementar a recriação da obra, pedimos, também, o preenchimento

de uma pequena ficha (Anexo 10). Nela, o aluno teria de registar o título criativo que

atribuía à sua obra, descrever os sentimentos que lhe despertava, e por último, indicar os ideais do liberalismo que se podiam encontrar. Tal servia para que a obra ganhasse mais sentido tanto para o artista, como para quem a viria a apreciar. Por outro lado, também consideramos que era uma boa forma de relacionar a tarefa com os conteúdos temáticos.

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É chegado o momento de realizar uma breve reflexão sobre o resultado produzido pelos nossos artistas. Todavia, uma vez que não queremos, de todo, ter de qualificar, ou atribuir uma hierarquização ao conjunto de obras, faremos este balanço através de uma apreciação, breve e sucinta, dessa coleção artística, dando algumas obras como exemplo. De um modo geral, os alunos deram asas à sua criatividade, produzindo obras

integradas em variadas temáticas, e com mensagens de teor diverso. Alguns mudaram

completamente o sentido que a obra tinha anteriormente, outros deram-lhe um cunho pessoal, e os demais optaram por manter o tema, mas reforçaram o seu significado e

mensagem. Esta heterogeneidade deu origem a um catálogo brilhante de obras de arte

(Anexo 11) que com certeza ficarão na nossa história e na dos seus criadores. Na turma dos Impressionistas podemos destacar a criação

(Figura 20) de um aluno que escolheu uma pintura (A

escrava Liberta) com três mulheres, que simbolizam os

ideias Liberdade, Igualdade e Fraternidade, e a

transformou numa espécie de hino ao feminismo, bem explícito no texto que preenche o cartaz que uma das

figuras carrega: O Feminismo nunca matou ninguém.

O machismo mata todos os dias. É, portanto, um bom

exemplo de uma obra cujo sentido foi alterado, mas que se manteve com uma mensagem forte e significante.

Servindo como

exemplo do leque das obras que mantiveram a temática, encontramos a recriação (Figura 21) intitulada O cartaz do filme do Milénio. Neste caso, o famoso quadro Grito do Ipiranga foi transformado num cartaz de um filme com o mesmo nome, que prometia fazer furor nos cinemas e que já contava com cinco nomeações para os Óscares. Apesar de ter mantido a temática, este Impressionista foi bastante original e criativo.

Ainda na turma dos Impressionistas, encontramos uma recriação que levou, literalmente, à letra a pergunta que nos serviu de slogan: Hoje e Agora. O que mudarias?.

Figura 20 A Maleabilidade da Arte: “Ninguém larga a mão de ninguém”

Figura 21 A Maleabilidade da Arte: “O cartaz do filme do Milénio”

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O artista em questão escolheu um retrato da rainha D. Maria II, e transformou-o segundo um olhar contemporâneo. Isto é, a obra (Figura 22) apresenta-nos este membro da realeza portuguesa no século XXI. Como seria D. Maria II? Ao que parece estaria a usar uma saia bastante reveladora, um top pouco discreto e não “abriria mão” do seu telemóvel. Contudo, a carta constitucional continuaria a merecer a sua melhor atenção, assim como a coroa representante da Monarquia. Uma D. Maria II muito moderna, portanto.

Também na turma dos Românticos encontramos recriações com mensagens fortes. Atentemos neste exemplo (Figura 23) com um cariz político bem demarcado. Com uma pintura que retratava, originalmente, a Convenção de Filadélfia da qual saiu a Constituição dos E.U.A., este Romântico adaptou-a tendo em conta a fase política atual que esse país vive no momento. Se olharmos atentamente, vemos o

presidente Donald Trump no topo, satirizado, assim como o seu slogan Making America

Great Again.

Por último, o exemplo de um discente que deu o seu cunho pessoal à obra (Figura 24), resultando num Grito do Ipiranga bem divertido. Vemos uma figura que estava visivelmente entediada (A começar

as Kardashians e eu aqui) e outra a pensar no

Instagram (Esta vai para o Insta). Um Grito atual!

Em suma, consideramos que o pretendíamos com esta atividade foi absolutamente cumprido. Os alunos tiveram a oportunidade de pôr “mãos à obra”, serem artistas por umas horas, dar uso à sua criatividade, e, é claro, desenvolver a sua sensibilidade estética e artística. O resultado não podia ter sido mais produtivo. Contudo, o culminar desta experiência aconteceria no dia do evento organizado pelo nosso núcleo na escola, intitulado Liberart, onde estariam visíveis numa exposição todas as obras.

Figura 22 A Maleabilidade da Arte: “D. Maria II, no século XXI”

Figura 23 A Maleabilidade da Arte: "Making America Great Again"

Figura 24 A Maleabilidade da Arte: “We Got IT”

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b. Jornal Liberal

Após a primeira experiência artística, parte do fazer artístico, chegava a hora de testar as restantes vertentes: ler e contextualizar. Neste novo e entusiasmante desafio, os discentes foram convidados a abraçar e interpretar uma nova personagem: a de jornalista. Contudo, neste atelier de atividades, embora de forma distinta, a pintura continuava a ser a personagem principal. Desta vez, os Românticos e os Impressionistas teriam de, através de uma pintura que lhes foi atribuída, redigir, em 90 minutos, uma notícia para o nosso

Jornal Liberal, que mais tarde seria publicado. A temática continuava a ser a mesma: os

ventos liberais que sopravam, tanto em Portugal, como no resto do Mundo. Para apreciar esta atividade definimos critérios de avaliação específicos (Anexo 12).

Em primeiro lugar, o aluno, depois de ter a reprodução da pintura em sua posse, teria de identificar o acontecimento retratado, localizando-o no tempo e no espaço, assim como as personalidades envolvidas. Esses dados deveriam estar evidentes ao longo da notícia. Na verdade, esta não seria uma tarefa difícil, pois quase todas as pinturas haviam sido analisadas, estando inclusive disponíveis no PowerPoint das aulas. Um outro aspeto que foi requerido, e um dos mais importantes, tendo em consideração o nosso objetivo, era a utilização da pintura. Essa utilidade podia ser realizada de formas

distintas, nomeadamente com uma referência, ou, melhor ainda, uma análise, nem que

fosse muito breve. Assim, o aluno teria, em algum momento da sua notícia, de referir a obra de arte, da forma que entendesse. Todavia, avaliaríamos a pertinência do

momento da sua integração no texto. Além disto, era obrigatório aprofundar os

conteúdos envolventes no acontecimento identificado na pintura. Para que tal fosse possível, e de modo a que o resultado fosse mais proveitoso, permitimos que os alunos fizessem, se assim entendessem, uma pesquisa ou que utilizassem o manual para uma melhor compreensão da temática. O aluno tinha de apresentar um produto final com a estrutura solicitada, ou seja, uma notícia, com um discurso articulado e pertinente, e de preferência de forma criativa.

Com esta atividade, pretendíamos voltar a colocar o aluno em contacto com a obra de arte, todavia, de forma diferente. Ao propor ao aluno que partisse do conteúdo da pintura para escrever uma notícia, pretendíamos reforçar o seu valor enquanto fonte. Por outro lado, consideramos que seria uma boa forma de os discentes aprofundarem os seus conhecimentos e adquirirem novos.

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Agora o balanço! Esta atividade foi realizada em ambas as turmas. Porém, nem

todos os alunos participaram. Na turma dos Românticos foram 11 discentes, e na turma

dos Impressionistas um total de 19. Assim, dispomos de um conjunto de 30 jornalistas e respetivas notícias. No que diz respeito aos resultados, podemos afirmar que foram bastante positivas. Com a soma das pontuações, em cada um dos parâmetros, por cada aluno, as classificações finais apresentam-se da seguinte forma:

Muito sumariamente, como é visível no gráfico 2, na turma dos Românticos os

resultados dividiram-se entre os 14 e os 20 valores, enquanto na turma dos

Impressionistas repartiram-se entre os 11 e os 20 valores. Deste modo, a média final

das turmas foi de 15,90 valores.

De um modo geral, os alunos apresentaram a estrutura solicitada (notícia), e identificaram corretamente o acontecimento da pintura. Aprofundaram esse episódio, assim como eventos relacionados, o que não é admirar uma vez que tiveram acesso a recursos que lhes permitiram isso sem grande dificuldade. Contudo, alguns, em vez de criarem uma notícia, limitaram-se a relatar a matéria, tendo sido obviamente penalizados por isso. Não se exigia uma notícia muito extensa. Podia ser sucinta, desde que respeitasse o que fora pedido e atingisse o nível minimamente exigido. Verificamos que, para além desse problema, em relação à estrutura e ao conteúdo, também do ponto de vista gramatical e linguístico se revelaram bastantes lacunas. Encontramos notícias com bom conteúdo e criativas, mas que a nível comunicacional estavam más.

20 16 14 16 17 17 18 17 20 20 16 14 20 13 15 20 19 18 19 12 17 13 11 13 18 16 12 15 14 13 0 4 8 12 16 20

R1 R2 R3 R4 R5 R6 R7 R8 R9 R10 R11 I1 I2 I3 I4 I5 I6 I7 I8 I9 I10 I11 I12 I13 I14 I15 I16 I17 I18 I19

Românticos IMPRESSIONISTAS CL A SS IF ICA ÇÃ O

IDENTIFICAÇÃO DOS ALUNOS PELAS TURMAS

Distribuição das Classificações das duas turmas na atividade "Jornal Liberal"

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Por uma questão de rentabilização de espaço, iremos refletir de forma mais minuciosa sobre um parâmetro em específico, referente à utilização do documento iconográfico (Parâmetro A definido nos critérios), e no qual se avaliou a capacidade identificação, integração e análise. Vejamos os resultados nos seguintes gráficos (3 e 4):

Gráfico 4 Distribuição dos alunos por nível no parâmetro A2 Análise e Integração

Como já havíamos referido, identificar o acontecimento, localizando-o no tempo e no espaço, assim como indicar as personalidades envolventes, foi fácil para os alunos. Este parâmetro (A1 Identificação), com uma pontuação total de 3 pontos, foi avaliado consoante esses elementos (acontecimento, tempo, espaço e personagens) de identificação e através de três níveis diferentes. Como é possível verificar no gráfico 3, dos 30 alunos, 26 deles atingiram o nível 3 (87%), e apenas 4 (13%) se ficaram pelo nível 2. No nível 1, não encontramos aluno algum. Foi, portanto, um parâmetro muito bem sucedido. Já no parâmetro seguinte (A2 Integração e Análise), onde se avaliava a capacidade de integração e análise da pintura na notícia, os resultados não foram tão consistentes, mas nem por isso foram maus.

No nível 1 encontramos os que, apesar de terem identificado de forma correta o

evento retratado na pintura e até mesmo desenvolvido o contexto envolvente, não fazem qualquer referência à pintura nem a pormenores que a constituem. Acabam por partir do conteúdo da pintura para a redação da notícia, mas não fazem uma análise, pelo menos escrita, ou até mesmo referência à mesma, o que resultou, por sua vez, numa integração fraca ou inexistente. Assim sendo, tal como se verifica no gráfico 4, encontramos neste patamar 7 alunos (23%), sendo que 6 pertencem à turma dos Impressionistas, e apenas 1 à turma dos Românticos.

0 3 16 0 1 10 0 5 10 15 20

Nível 1 Nível 2 Nível 3

N Ú M ER O D E A LU N O S

NÍVEIS DEFINIDOS NOS CRITÉRIOS Distribuição dos alunos por nível no Parâmetro

A1 Identificação

Impressionistas Românticos

Gráfico 3 Distribuição dos alunos por nível no parâmetro A1 Identificação 6 10 3 1 2 8 0 5 10 15

Nível 1 Nível 2 Nível 3

N Ú M ER O D E A LU N O S

NÍVEIS DOS CRITÉRIOS

Distribuição dos alunos por nível no Parâmetro A2 Análise e Integração

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No nível 2, um patamar mais satisfatório, ficaram posicionados 12 alunos (40 %).

Desse leque, 10 pertencem à turma dos Impressionistas e 2 à dos Românticos. Aqui, reunimos o grupo de jornalistas que por mais que até tenham integrado na notícia pormenores resultantes da análise da pintura, ou até mesmo referido a obra de arte de outra forma, não o fizeram da forma mais pertinente e adequada. Vejamos:

• I17: (…) Após esta polémica é feito um quadro de tinta a óleo.

• I14: (…) Nesta imagem, está explicita a forma como se juntavam para decidirem

o melhor para o país, tendo em conta os ideias liberais.

• R4: (…) Notícia de última hora: consegui obter uma imagem do momento, do

lado esquerdo temos as tropas inglesas, no meio está Cornwallis (…)

Curiosamente, estes exemplos têm algo em comum: as análises ou referências foram realizadas já no final das notícias, e como tal acabaram por não se integrar da melhor forma. Em algos casos, chega mesmo a transparecer o esquecimento da obra.

Por último, o nível 3, no qual encontramos 11 jornalistas (37%), 3 são

Impressionistas e 8 são Românticos. Neste conjunto, inserem-se os alunos que integram

de forma pertinente e, por vezes, criativa, o conteúdo da pintura, assim como a sua análise, por mais breve que fosse. Atentemos nestes exemplos:

• R1: (…) irá ser guilhotinada em julgamento de seus atos como vemos nesta obra

de arte que acompanha a nossa notícia. Esta encontra-se a sair do seu cativo, com uma roupa branca vestida, amarrada, após lhe terem cortado o cabelo, e seguirá para o tribunal (…)

• I5: (…) Por fim ergueu a sua espada (mostra-se no cartaz do filme). (…) no cartaz

do filme também aparece o Rio Ipiranga, simbolizando a liberdade, a pureza, um renascer e uma libertação tão desejada. (…)

• R9: (…) encontra-se à direita D. Pedro I com todos os símbolos de poder

monárquico (coroa à cabeça, cetro na mão) sentado no trono, recebendo o juramento de fidelidade dado em nome do povo. Está trajado de forma ilustre e simbólica: o seu manto possui elementos da terra brasileira (…)

Em suma, foi uma atividade muito produtiva, que se revelou um sucesso(Anexo

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