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INNLEDNING 1 Hva er hydrologi?

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Generell hydrologi

1. INNLEDNING 1 Hva er hydrologi?

A partir do objetivo geral foram delineados os objetivos específicos deste estudo, os quais são apresentados abaixo:

(a) Analisar as percepções dos autores e o alinhamento entre os elementos de aprendizagem organizacional e gestão do conhecimento, a fim de identificar os elementos que possam compor o modelo de avaliação direcionado à aprendizagem organizacional;

(b) Propor um processo para a estruturação de um modelo direcionado à aprendizagem organizacional a partir dos elementos identificados nas pesquisas teóricas realizadas;

(c) Aplicar, a título de análise de viabilidade, o modelo de avaliação direcionado à aprendizagem organizacional proposto neste estudo; (d) Analisar, em relação à aplicação, de que modo o modelo proposto fornece subsídios aos gestores da organização em relação ao processo de gerenciamento.

Com relação aos objetivos, Köche (1997, p. 144) considera que eles “delimitam a pretensão do alcance da investigação, o que se pode fazer, que aspecto pretende analisar. Os objetivos servem de complemento para a delimitação do problema”. Por isso, são apresentados comentários acerca dos objetivos deste estudo, os quais abordam aspectos conceituais e empíricos.

Quanto aos aspectos conceituais busca-se: identificar os elementos que compõem o processo de avaliação direcionado à aprendizagem organizacional. A partir deste processo, pretende-se identificar elementos calcados no referencial teórico que auxiliem na estruturação do modelo que se pretende propor neste estudo, o qual faz uso de indicadores.

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Os aspectos empíricos enfocam o processo de avaliação direcionado à aprendizagem organizacional, ou seja, é realizada a estruturação e a operacionalização do modelo junto às organizações, objeto de estudo. Em um segundo momento busca-se delinear como promover o gerenciamento de tais elementos, neste caso, após a operacionalização do modelo, observam-se os elementos em que a organização objeto de estudo apresentou desempenho crítico, possibilitando vislumbrar ações de melhoria.

Ainda em relação aos objetivos Andrade (2002), Gil (2002), Cervo e Bervian (2002) destacam que uma pesquisa pode ser classificada em exploratória, descritiva ou explicativa. No caso deste estudo, o mesmo pode ser classificado como descritivo. Esta classificação está apoiada na percepção de Gil (2002, p. 42), o qual considera que “as pesquisas descritivas têm como objetivo primordial a descrição das características de determinada população ou fenômeno ou, então, o estabelecimento de relações entre as variáveis”. Tal entendimento está alinhado com o estudo dos elementos que compõem o processo de aprendizagem organizacional, a fim de estabelecer relações entre as variáveis, neste caso, aquelas que apoiem a gestão do conhecimento.

Salomon (2001, p. 160) agrega elementos a este processo, ao observar que a descrição envolve “registro, análise e interpretação de natureza atual ou processos dos fenômenos”. Neste caso, se faz uso de comparação e contraste. Estes elementos também são contemplados neste estudo, uma vez que a partir da análise dos elementos vinculados à aprendizagem organizacional nas organizações, busca-se identificar aqueles que tornem o modelo de avaliação útil e utilizável, apoiado em aspectos identificados junto à teoria revisada. Vale destacar ainda que em relação ao objetivo específico (c) o estudo caracteriza-se como pesquisa participante, estudo multi caso, pesquisa documental, entrevistas em grupo e individuais.

A caracterização do estudo como pesquisa participante de acordo com Severino (2007, p. 120), ocorre quando “[...] o pesquisador para realizar a observação dos fenômenos, compartilha a vivência dos sujeitos pesquisados, participando, de forma sistemática e permanente, ao longo do tempo da pesquisa, das suas atividades”. Tal prática é observada no processo de aplicação do modelo, quando os sujeitos da pesquisa irão compartilhar de sua experiência e da estratégia da organização em entrevistas não estruturadas, aliada a interação do pesquisador para estruturar e aplicar o modelo de modo particular, levando em conta as especificidades organizacionais.

O estudo ainda se caracteriza como estudo multi caso, pois serão realizadas duas operacionalizações, em diferentes organizações. Triviños

(2008, p. 133) em relação a este tipo de estudo ressalta que “[...] os resultados são válidos somente para os casos que se estuda”. Adicionalmente Triviños (2008) observa que o valor deste tipo de estudo está em prover o detalhamento do conhecimento de realidades específicas, por exemplo, em uma organização de EAD. Neste sentido, não se pode generalizar o resultado atingido pelos dois estudos de casos, mas se demonstra que o modelo, aqui proposto, pode ser estruturado conforme as especificidades de cada uma das organizações.

Nos estudos multi casos foram realizadas pesquisas documentais com o objetivo de conhecer as leis, regimentos, estatutos e o contexto que regem as organizações, objetos de estudo. Para isto, “tem-se como fonte de documentos no sentido amplo” (SEVERINO, 2007, p. 122). Aliada à pesquisa documental, serão realizadas entrevistas em grupo e individuais que servirão para identificar as estratégias das organizações e a partir destas, selecionar as preocupações necessárias para a estruturação e aplicação do modelo de avaliação direcionado à aprendizagem organizacional.

No que tange ao objetivo específico (d) serão realizadas reuniões interativas com os representantes das organizações. Nestas reuniões serão apresentados os resultados da estruturação e da operacionalização do modelo (desempenhos obtidos nos indicadores e as ações de melhorias a serem implementadas).

Com vista a sintetizar os procedimentos metodológicos utilizados no desenvolvimento do estudo foi estruturado o Quadro 1.

Quadro 1: Síntese dos procedimentos metodológicos adotados no estudo

Classificação da pesquisa

Descritiva, Qualitativa, Quantitativa,

Estudo multi caso (aplicação em 2 organizações).

Ambiente da pesquisa Pesquisa bibliográfica Pesquisa de Campo Técnica de levantamento de dados Entrevistas individuais, Entrevistas em grupo, Pesquisa documental, Pesquisa participante Técnica de análise de dados Análise interpretativa Fonte: Elaborado pelo autor

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desenvolvimento deste estudo, Quadro 1, passa-se a apresentar a justificativa. 1.5 JUSTIFICATIVA

A justificativa consiste em uma exposição sucinta, mas completa, das razões de ordem conceitual e empírica que tornam importante o desenvolvimento do estudo (GIL, 2002). Gil (2002), Von Krogh, Ichijo e Nonaka (2001) observam que os aspectos vinculados à aprendizagem organizacional envolvem elementos inerentes ao ser humano, os quais são passíveis de gerenciar quando inseridos em ambientes de conhecimento. Tal percepção segundo Von Krogh, Ichijo e Nonaka (2001) fez com que os elementos que geram compreensão quanto à gestão do conhecimento ganhassem espaço tanto na academia, como no meio organizacional. Ou seja, atende à concepção de Gil (2002) quanto a abordar aspectos de ordem conceitual e empírica.

A correlação entre os dois vieses (conceitual e empírico) ocasionam discussões em relação à gestão do conhecimento. Estas discussões enfocam aspectos relativos aos procedimentos que podem ser adotados ao se proceder o gerenciamento do conhecimento, da melhor forma possível, uma vez que este tem sido considerado o principal ativo das organizações.

Nonaka e Takeuchi (1997) observam que no meio organizacional, o sucesso das empresas é devido às habilidades que elas possuem em relação à criação do conhecimento organizacional. Para os autores, sob esta perspectiva, a gestão do conhecimento é percebida como a capacidade que uma empresa tem de criar conhecimento, disseminá-lo na organização e incorporá-lo a seus produtos, serviços e sistemas, ou seja, está relacionado ao processo de aprendizagem organizacional. Nonaka e Takeuchi (1997) ainda consideram que esta incorporação está vinculada às pessoas, as quais interagem com a organização proporcionando aprendizagem organizacional em três níveis: indivíduo, grupo e organizacional.

Kim (1998) agrega elementos ao entendimento de Nonaka e Takeuchi (1997) ao constatar que conceitualmente, de acordo com dicionários da área administrativa, o elemento que agrega aspectos relativos à aquisição de conhecimentos e habilidades é denominado aprendizagem. Em relação aos termos, Kim (1998) salienta que o conhecimento tem relação com o porquê, ao passo que a habilidade tem relação com o como. Por isso, o autor propõe

que o processo de aprendizagem organizacional seja pensado como um ciclo, o qual envolve quatro atividades sequenciais refletir, formar conceitos, testar conceitos e experimentar. Por fim, Kim (1998) considera que as atividades refletir e formar conceitos se relaciona com o porquê, ao passo que as atividades de testar conceitos e experimentar, têm relação com o como.

Assim, por apresentar aspectos vinculados aos vieses conceitual e empírico, o desenvolvimento deste estudo se justifica por existir a possibilidade de explorar e incorporar novas percepções relacionadas as duas vertentes de aprendizagem organizacional. Em relação às percepções que podem ser incorporadas, Turban, Aronson e Liang (2001) observam que no âmbito empírico, as organizações têm necessidade de construir estratégias que sustentem vantagem competitiva, por meio da alavancagem de seus ativos intelectuais; e que no âmbito teórico as organizações na visão baseada em recursos podem prover uma fundamentação intelectual na validação das argumentações feitas para o meio organizacional.

Apesar dos esforços realizados no meio teórico, na definição de modelos ou instrumentos de aprendizagem organizacional, não foi identificado ainda uma proposta que tenha sido utilizada amplamente, uma vez que no meio empírico os resultados obtidos variam de organização para organização. Conner (1991) considera que isto se deve ao fato de as organizações se constituírem de um conjunto de recursos e capacidades difíceis de copiar. Amit e Schoemaker (1993), Barney (1991) e Peteraf (1993) complementam a percepção de Conner (1991) ao salientarem que as discrepâncias na competitividade das organizações ocorrem a partir de suas distintas competências para criar, expandir e organizar os recursos e competências, alinhadas às estratégias organizacionais, de modo a lhes agregar valor.

Todavia, Conner (1991) observa que para se obter a agregação de valor é necessário que as organizações tenham processos estratégicos bem desenvolvidos, que integrem métodos de conhecimento, tecnologias e formas organizacionais com a estratégia de negócio. Conner (1991) ainda destaca que para se obter efetivamente a agregação de valor e por consequência vantagem competitiva, as organizações necessitam de um modelo teórico de conhecimento estratégico que possa ser prático e confiável.

Terra (2005) observa que, no âmbito conceitual e empírico, existem indicações de caminhos para a gestão e processos delineados para avaliar e monitorar o capital intelectual. Contudo, segundo o autor, as abordagens propostas estão centradas, especificamente, no conhecimento, sem considerar o campo de atuação das empresas.

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Este estudo busca atender aos anseios dos autores em relação aos aspectos conceituais e empíricos. Para tanto, faz uso de indicadores vinculados à avaliação, direcionada à aprendizagem organizacional. Assim, se propõe um modelo que esteja alinhado ao arcabouço teórico, e vinculado ao tema aprendizagem organizacional, bem como às necessidades e concepções organizacionais, de modo a auxiliá-las a visualizar ações de melhoria.

1.6 CARACTERÍSTICAS DO ESTUDO, QUANTO À RELEVÂNCIA, À

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