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matemática?" - Constance Kamii - PARTICIPAÇÃO

Participou

Não participou

Gráfico 22: 23/03/2015 – Palestra: “Por que as crianças da escola elementar têm

tanta dificuldade em aprender matemática?” – Constance Kamii - AVALIAÇÃO

Fonte: Elaborado pela autora.

Pelo gráfico, nota-se que 53% das professoras apontaram a palestra como ótimo, 31% das professoras, como bom, 10% das professoras, regular e 6%, ruim.

A maioria das professoras apresentou interesse pela palestra, principalmente pelo tema, porém apontaram que palestrantes que convivem com outras realidades trazem trabalhos diversificados, e que, muitas vezes, devem ser adaptados pelos professores de Jacareí. Observa-se, então, que a maioria das professoras parece querer encontrar nas palestras uma fórmula pronta para se ensinar ou uma estratégia ou atividade planejada para aplicação em sala de aula. Sabemos que não existem turmas homogêneas, assim, as palestras deverão ser adaptadas às turmas, independente de experiências similares aos da cidade de Jacareí. Ratificamos a adaptação de conteúdos proveniente da realização da transposição didática.

A seguir, apresentamos o gráfico do evento de 08 de junho de 2015, com o tema

“Contação de histórias: histórias de A a Z”, com o palestrante Jonas Ribeiro, representante da

PUC de São Paulo.

23/3/2015 - Palestra: "Por que as crianças da escola

elementar têm tanta dificuldade em aprender

matemática?" - Constance Kamii - AVALIAÇÃO

Ótimo

Bom

Regular

Ruim

Gráfico 23: 08/06/2015 – Contação de Histórias: “Histórias de A a Z” – Jonas Ribeiro (PUC-SP) - PARTICIPAÇÃO

Fonte: Elaborado pela autora.

De acordo com o gráfico acima, podemos constatar que 22% das professoras participaram do evento e 78% das professoras não participaram. A maioria das professoras que não participou do evento alegou que não o fez por não se sentir atraída pelo tema. Já as professoras que participaram, também em sua maioria, disseram que consideraram o tema interessante e adequado para o trabalho em sala de aula.

Sendo assim, podemos pontuar que o comparecimento das professoras nas formações não é suficiente para o auxílio no trabalho em sala, pois existe a necessidade de reflexão, relacionando a teoria das formações presenciadas com a prática docente.

Com relação à análise e reflexão sobre a prática, para Tancredi, Reali & Mizukami,

[...] a reflexão é um processo de atribuição de significados que leva o aprendiz de uma experiência a uma próxima, com um grau de compreensão mais profundo de suas relações com a primeira e conexões com outras experiências e ideias. É este fio condutor que faz com que a aprendizagem continuada seja possível e garanta o progresso da pessoa, e em última instância, da sociedade (TANCREDI, REALI & MIZUKAMI, 2005, p. 105).

O professor, além de comparecer às formações, deve relacioná-las aos aspectos de seu cotidiano em sala de aula, na busca por atribuir significados aos conhecimentos teóricos apreendidos, compreendendo e estabelecendo conexões que auxiliem em um processo de progressão que culmine na melhoria de seu trabalho docente. Podemos relembrar Menezes

8/6/2015 - Contação de Histórias: "Histórias de A a Z" -

Jonas Ribeiro (PUC-SP) - PARTICIPAÇÃO

Participou

Não participou

(2001) que trata sobre o ato de transformar conhecimento teórico em conhecimentos adequados às possibilidades da prática, ou seja, o empreendimento da transposição didática.

Em sequência, temos a avaliação do evento de Contação de histórias de Jonas Ribeiro.

Gráfico 24: 8/6/2015 – Contação de Histórias: “Histórias de A a Z” – Jonas Ribeiro (PUC-SP) - AVALIAÇÃO

Fonte: Elaborado pela autora.

Pelo gráfico verificamos que 53% das professoras caracterizaram o evento como ótimo, 47%, como bom e nenhuma professora, em regular ou ruim.

Esse evento apresentou-se como um evento mais lúdico, pois o palestrante apresentou uma palestra em forma de contação de histórias, apresentando livros e inventando personagens de acordo com o andamento da palestra. Verificou-se que a maioria das professoras apresenta interesse em participar desses eventos que são mais lúdicos e/ou culturais, pois, com esta participação, as professoras afirmam terem ideias de atividades diversificadas, instigando os alunos a se interessarem-se pelas aulas.

Pode-se dizer que as professoras têm consciência da importância da ludicidade para o processo de ensino e para sua formação e exercício profissional. De acordo com Pimentel (2008) “do ponto de vista vygotskiano, a atividade lúdica tem um grande potencial para os processos de desenvolvimento e aprendizagem, desde que assumida como mediadora do processo educativo.” Ou seja, pode-se considerar que a atividade lúdica atinge os objetivos estipulados para a aprendizagem desde que realizada por meio da transposição didática, como elo entre a teoria apreendida nas formações e a prática empregada, adotando aspectos relacionados à ludicidade.

8/6/2015 - Contação de Histórias: "Histórias de A a Z" -

Jonas Ribeiro (PUC-SP) - AVALIAÇÃO

Ótimo

Bom

Regular

Após apresentar as avaliações cronologicamente, trazemos a seguir a avaliação geral das professoras com relação às formações que são oferecidas como um todo pela Secretaria Municipal de Educação de Jacareí.

Gráfico 25: Avaliação Geral sobre as Formações Oferecidas

Fonte: Elaborado pela autora.

Pelo gráfico acima, podemos constatar que 34% das professoras avaliam as formações oferecidas com o quesito ótimo, 57%, como bom, 1%, como regular, nenhuma professora, como ruim e 8% das professoras não quiseram opinar.

De acordo com a maioria das professoras, as formações oferecidas são boas, porém necessitam de alguns ajustes para se enquadrarem melhor em suas vivências no ensino fundamental. As professoras também afirmaram que participam sempre que podem, porém preferem que as formações sejam oferecidas em horário de trabalho, pois a maioria tem filhos e algumas não gostam de ter que comparecer ao Centro de Formação no período contrário ao horário de trabalho. As formações, de acordo com as professoras, poderiam ocorrer em serviço e em sequência e, ao invés de apresentarem temas soltos e muito amplos, deveriam ser mais específicos para os problemas que elas enfrentam em sala de aula.

4.4.2 Motivos para Participação

O gráfico abaixo aponta os motivos referentes às participações nas formações oferecidas pela SMEJ, ou seja, os principais fatores que influenciam a participação. Tal

AVALIAÇÃO GERAL SOBRE AS FORMAÇÕES OFERECIDAS