• No results found

Identification of putative transposases in P. stutzeri genomes

CHAPTER 1: Genomic comparison of Pseudomonas stutzeri

5. Identification of putative transposases in P. stutzeri genomes

Em 1946, a Universidade da Pennsylvania, nos Estados Unidos, lançou o primeiro computador digital eletrônico de grande escala. Hoje observa-se o desenvolvimento quantitativo e qualitativo do computador, que tornou-se um instrumento extremamente necessário e até imprescindível em muitas atividades.

O estudo do uso de computadores na educação por diversos pesquisadores fez surgir muitos termos para a sua rotulação. SALISBURY (1993) ressaltou que autores utilizaram diferentes termos para descreverem a mesma atividade ou os mesmos termos para descrever atividades diferentes: ensin o automatizado, instrução administrada por computador, ensino apoiado por computador, treinamento apoiado por computador, educação assistida por computador, aprendizagem assistida por computador, sistema educacional baseado em computador, treinamento dirigido por computador, instrução simulada por computador, etc.

O mesmo autor classifica as aplicações do computador na educação em duas grandes áreas: instrucionais e não-instrucionais.

As aplicações instrucionais incluem todas as formas em que o computador é utilizado como apoio direto à função educacional, com uma interação homem- máquina, na qual a função de ensino é realizada pelo computador sem a intervenção direta do professor e como instrumento de apoio à educação, em que a máquina é utilizada por um instrutor para auxiliá-lo no alcance de seus objetivos.

As aplicações não-instrucionais são aquelas de apoio à educação, alcançando todas as funções realizadas fora da sala de aula, como as funções administrativas.

Apesar de serem muitas as alternativas possíveis para obter inovações no papel do professor em face da tecnologia educacional, os estudiosos do assunto são unânimes em indicar os Cursos de Treinamento. São experiências de programas individualizados que contam com a assistência de técnicos e, de uma forma mais sofisticada, com a assistência de máquinas. É importante que o professor vivencie as inovações da tecnologia educacional para aprender a ser um consumidor dessas inovações e poder desenvolver sistema, como o ABA e, para que saiba quando e onde empregá-las. Nessa dimensão estão envolvidos software e hardware.

Uma experiência importante neste treinamento foi o preparo do material de ensino a ser utilizado no desenvolvimento do sistema ABA. Participando diretamente neste desenvolvimento, o pesquisador, ao mesmo tempo em que está formulando os objetivos, na seleção das experiências e na escolha do sistema de avaliação, está aprendendo a manejar tecnicamente esses componentes ou ferramentas, podendo refazê-lo mais tarde, quando organizar o ensino no seu grupo de trabalho. Acreditamos que o desenvolvimento do próprio sistema computacional acabou por levar a uma condição mais favorável para tirar o máximo proveito na sua utilização.

Segundo Tereso, citado por SOUSA (1997), a expansão do ensino superior em nosso país, ocorrida na década de 1960 foi decorrência do anseio pela modernização da agricultura e do incentivo internacional, como as entidades: Fundação Ford, Fundação Rockfeller, USAID (United States Agency for International Development) e a FAO (United Nation Food and Agriculture Organization), entre outros, que contribuíram financeiramente para equipar as instituições e treinar pessoal docente. A esse novo profissional caberia, além da busca do aumento da produção e da produtividade no setor, grande parte da tarefa de introduzir novas tecnologias e novos processos de produção incorporados à prática agrícola.

É preciso que a educação busque um caminho a favor de um mundo social mais justo. Segundo MOREIRA (1986), é preciso orientar o trabalho pedagógico com base em uma visão de futuro, em uma perspectiva utópica que desafie os limites do estabelecido, que afronte o real, que esboce um novo horizonte de possibilidades.

No Brasil, existem diversas instituições de ensino na área de Ciências Agrárias que atuam ou apresentam potencial para participar da preparação de pessoal

para o setor de armazenamento. Segundo dados da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), essas instituições de ensino distribuem-se por vinte estados e no Distrito Federal, existindo 55 cursos de graduação em Agronomia e 9 em Engenharia Agrícola, que poderiam, de alguma maneira, atuar na área de armazenamento.

Apenas os currículos dos cursos de graduação em Engenharia Agrícola e alguns dos cursos de Agronomia contemplam disciplinas nas áreas de Processamento e Armazenamento de Produtos Agrícolas, que abrange: projeto e dimensionamento de instalações e equipamentos para classificação, beneficiamento, manuseio, controle de qualidade, energia renovável, conservação e armazenamento de produtos agrícolas.

Temas estes que são em si atraentes, interessantes, motivadores e atualizados, servindo como importante meio para a solução de problemas técnico-científicos do futuro profissional de Engenharia Agrícola, responsável pelo planejamento, projetos e fiscalizações das atividades ligadas ao processamento e armazenamento do setor agrícola.

Para tornar a produção agrícola mais competitiva no mercado globalizado, propiciando ao produtor maiores estímulos e capacitando-o a investir em tecnologia para redução das perdas, o Brasil deve transformar o atual perfil da armazenagem, adequando-o às necessidades do mercado e incentivando a armazenagem nas fazendas, juntamente com outras medidas que tornem as unidades coletoras e intermediárias comparáveis com às de países produtores desenvolvidos.

O processo de informatização da educação deve ser considerado como meio de ampliação das funções do professor, favorecendo mudanças nas condições e no processo de ensino-aprendizagem e não como um meio de substituição da ação docente (MOREIRA, 1986). Um dos cuidados especiais a ser tomado no processo de informatização do ensino é o de sensibilizar o professor para o uso crítico da informática, tendo em vista a educação como um todo e a produção de software adequados a cada realidade educativa, bem como mudanças qualitativamente desejáveis no processo de ensino e aprendizagem.

A simples modernização de técnicas não garante essas melhorias. O importante, o essencial é a educação e, para viabilizá-la, é preciso estar fundamentado em algum princípio da pedagogia que torne claro qual é o processo de

Segundo SHUELL (1986), é o próprio aluno que controla, ou auto-regula, a aprendizagem, por ser ele o sujeito ativo e dependente da estrutura de conhecimento anterior e de processos de aquisição de conhecimentos.