5. Diskusjon
5.2. Hvordan praktiserer lærerne elevmedvirkning?
estudosN eN pesquisasN queN éN necessárioN irN alémN daN meraN aparênciaN eN queN asN intençõesN governamentaisN noN campoN daN avaliaçãoN emN específicoN eN dasN políticasN públicasN emN geralN sãoN imbricadasNporNdecisõesNpolíticasNqueNnemNsempreNestãoNcolocadasNdeNmaneiraNclaraNeNevidenteN aNquemNpretendemNservirNeNoNporquêNdeNsuaNexistência.NN
RessaltamosNqueNaNnossaNpretensãoNdeNinvestigaçãoNcentra-seNnoNPronatec,NtodaviaN faz-seNmisterNqueNnosNremetamosNemNalgunsNmomentosNaoNPROEJA,NporNinferirmosNqueNháNumN delineamentoN porN parteN doN MEC/SETECN emN substituirN aN ofertaN doN PROEJAN peloN PRONATEC.NDessaNmaneira,NessaNquestãoNjáNnosNlevaNàNavaliaçãoNpolíticaNcomNbaseNemNBarryN eN RaeN (1975),N citadosN porN SouzaN (2013b),N queN compreendemN queN avaliaçãoN políticaN tambémN deveNvoltar-seNparaNanáliseNdeNseNquestionarNaNintençãoNdeNumaNpolíticaNserNpreferívelNàNoutra.N EmNFigueiredoNeNFigueiredoN(1986,Np.N108),NporNavaliaçãoNpolíticaNcompreende-seN"aNanáliseNeN elucidaçãoN doN critérioN ouN critériosN queN fundamentamN determinadaN política:N asN razõesN queN aN tornamNpreferívelNaNqualquerNoutra".N
DadasN àsN característicasN queN jáN apontamosN doN EstadoN capitalista,N aN dependerN daN condensaçãoNdasNlutasNdeNclasseNeNtambémNdeNcomoNasNpolíticasNpúblicasNestãoNligadasNaNesseN processo,N reforçamosN aN ideiaN daN necessidadeN eN importânciaN daN avaliaçãoN políticaN comoN umaN modalidadeN deN avaliaçãoN queN deveN serN preliminarN aosN outrosN tiposN deN avaliação,N masN queN tambémN podeN (eN deve)N acontecerN concomitantementeN aosN outrosN tiposN deN avaliaçãoN dasN políticasNpúblicas.N
N
2.2.1 Teóricos da avaliação política: referências para a investigação N
ParaN discutirmosN sobreN oN conceitoN deN avaliaçãoN políticaN deN políticasN públicasN precisamosN repetirN queN poucosN teóricosN fazemN usoN diretamenteN desseN termo,N algunsN poucosN outrosNapenasNcitamNaspectosNqueNlevamNaNesseNtipoNdeNavaliação.NNoNBrasil,Ninicialmente,NsóN conseguimosN localizarN asN seguintesN referênciasN diretasN doN usoN doN termo,N quaisN sejam:N FigueiredoN eN FigueredoN (1986),N ArrectheN (1998),N DiógenesN (2010),N LopesN (2012)N eN SouzaN (2013a).N
FrenteNaNisso,NSouzaN(2013a)NnaNpretensãoNdeNcontribuirNparaNrealizaçãoNdeNestudosN voltadosN paraN avaliaçãoN políticaN deN políticasN públicasN elaboraN umN levantamentoN dosN teóricosN queN trabalhamN comN esseN conceitoN eN tambémN ampliaN aN discussãoN propondoN umN enfoqueN paraN nortearNasNinvestigaçõesNeNinsisteNna:N
[...]NnecessidadeNdeNultrapassarNaNsimplesNaparênciaNeNaNimpressãoNàNprimeiraN vista.NNoNtocanteNaNumaNposturaNmaisNcríticaNeNqueNnãoNseNrendaNaosNescritosN formaisNeNdiscursosNoficiaisNdaNpolíticaNpública,NpodemosNrecorrerNaNFoucaultN (1997)N quandoN seN voltaN paraN oN queN denominaN deN técnicasN deN interpretação.N DizN ele,N porN exemplo,N queN aN linguagemN nasN culturasN indoeuropeiasN sempreN produziuNdoisNtiposNdeNsuspeitas.NDeNumNlado,Ntem-seNaNsuspeita,NparaNfalarNaN linguagemN doN autor,N deN queN a pinguagem não diz exatamente o que diz eN oN importante,Nressalta,NseriaNoNsignificado que estaria por baixo.NAlémNdoNmais,N aNlinguagemNverbalNnãoNabarcariaNtudoN(SOUZA,N2013a,NpN3,NgrifosNdoNautor).N
N N
AoN fundamentar-seN emN FoucaultN (1997),N SouzaN (2013a)N chamaN aN atençãoN paraN oN queNéNimprescindívelNnaN avaliaçãoNdeNpolíticasNpúblicas:NfazerNumaNleituraN“doNnãoNdito”NnosN documentosNoficiaisNdasN políticasNpúblicas,NeN ressaltaNaNimportânciaNdeNperceberNqueNexistemN intençõesN nosN governosN deN implementarN determinadasN políticasN comN objetivosN deN darN umaN respostaN paraN populaçãoN comN vistasN muitasN vezesN àN garantiaN daN harmoniaN socialN eN nãoN paraN atenderNefetivamenteNàsNdemandasNdaNpopulação.NN
AlémNdisso,NtambémNocorreNqueNoutrosNobjetivosNpodemNfazerNparteNdaNagendaNdoN governoN eN queN nãoN aparecemN diretamente.N FalandoN sobreN isso,N SouzaN (2013a,N p.3)N evocaN MacphersonN(1979),NaNrespeitoNdasNsuposiçõesNque:NN
N N
[...]N levamN àN presunçãoN deN queN existeN algoN maisN doN queN estáN formuladoN explicitamente.NEstáNpressupostoNqueNnoNtextoNdoNautorN(a),NnoNnossoNcasoNaN propostaN deN política,N programaN ouN projeto,N existemN maisN suposiçõesN queN asN explicitadas.NN
N N
SouzaN (2013a),N paraN elucidarN aN “aN relevânciaN daN suspeição”,N tambémN buscaN emN BourdieuN(1998,N2001NeN2010)NencontrarNelementosNparaNrefletirNsobreNaNavaliaçãoNpolíticaNdeN políticasNpúblicas.NN
EmN BourdieuN (2010),N oN conceitoN deN campoN simbólicoN reforçaN aN necessidadeN deN desvendarNoNestadoNimplícito,NcomoNformaNdeNdescobri-loNprincipalmenteNnosNaspectosNmenosN perceptíveis.N
DaquiNemNdianteNprocuraremosNadentrarNnasNdiscussõesNdosNconceitosNdeNavaliaçãoN políticaN deN políticasN públicas,N comN aN intençãoN deN construirN umN referencialN queN iráN embasarN aN nossaN investigaçãoN quantoN àN avaliaçãoN políticaN doN Pronatec.N NesseN caminho,N seguiremosN asN orientaçõesN deN SouzaN (2013a)N paraN compreendermosN asN referênciasN dosN autoresN BarryN eN RaeN
(1975),NMachphersonN(1997),NAndersonN(1979),NeNtambémNnosNapoiaremosNnosNestudosNWeissN (1978),NFigueiredoNeNFigueiredoN(1986)NeNArretcheN(1998).N
RecomeçaremosN comN oN quadroN deN referencialN trabalhadoN porN SouzaN (2013a)N naN conceituaçãoN deN avaliaçãoN políticaN deN políticaN públicasN queN parteN primeiramenteN dosN estudosN deN BarryN eN RaeN (1975),N osN quaisN sãoN citadosN tambémN porN FigueiredoN eN FigueiredoN (1986),N eN entendemNavaliaçãoNpolíticaNnoNsentidoNdaNelucidaçãoNdeNperceberNasNdecisõesNpolíticasNemNseN terNumaNpolíticaNpúblicaN emNvezNdeNoutra.NAlémN disso,NapareceNtambémNaNdiscussãoNsobreNasN possíveisNconsequênciasNdessasNdecisões.NNosNdizeresNdeNSouzaN(2013a,Np.N6),N
N N
Referindo-seN especificamenteN àN avaliaçãoN política,N osN autoresN falamN queN frequentementeNdizemosNqueNumaNcoisaNéNmelhorNqueNoutraNeNrecomendamosN umaN políticaN nãoN somenteN porqueN éN boaN masN porqueN éN melhorN avaliável.N PodemosN tambémN colocarN umaN definiçãoN primáriaN deN avaliaçãoN políticaN vinculandoN comN decisõesN políticasN alternativas,N sendoN umN aspectoN práticoN eN maisNrestritoNqueNaNavaliaçãoNnoNgeral.NNãoNéNapenasNqueNumaNalternativaNsejaN boaN eN aN outraN sejaN má,N masN qualN éN aN melhor.N EN avaliaçãoN deN políticasN alternativas,NtemNaNver,Ngeralmente,NcomNasNconsequênciasNdaNadoçãoNdeNumaN políticaNmaisNdoNqueNdeNoutraNeNnãoNcomNasNsuasNcaracterísticas.N
N N
EmN linhasN gerais,N BarryN eN RaeN (1975),N deN acordoN comN nossaN leituraN emN SouzaN (2013a),NapreendemNqueNnaNavaliaçãoNpolíticaNoNprincípioNqueNdeveNnortearNessaNavaliaçãoNdeveN serN oN deN “bem-estarN humano”N eN ligadoN aN outrosN princípios,N queN “seriamN aN liberdade,N justiça,N igualdade,NinteresseNpúblicoNeNdemocraciaNeNqueNestãoNnaNDeclaraçãoNdosNDireitosNdoNHomemN daNrevoluçãoNfrancesa”N(SOUZA,N2013a,Np.8).N
JáN emN AndersonN (1979),N SouzaN (2013a)N dizN queN esseN teóricoN apresentaN umaN conceituaçãoN voltadaN paraN oN julgamentoN doN valorN dosN propósitosN daN açãoN pública.N DessaN maneira,N AndersonN (1979)N ressaltaN aN importânciaN dosN valoresN comN baseN nosN princípiosN deN interesseNpúblico,Ndireitos,Njustiça,NigualdadeNeNeficiência.NN
SouzaN(2013a,Np.N15)NescreveNqueNAndersonN(1979),NdiferentementeNdeNBarryNeNRaeN (1975),NestabeleceNqueNnaNavaliaçãoNpolíticaNnãoNseNtrataNapenasNdeN“compararNasNalternativasN políticas,N masN simN pesarN eN compararN comN outrasN políticasN contrárias”.N AlémN disso,N comoN podemosNobservarNaNpartirNdeNSouzaN(2013b),NosNprincípiosNadotadosNporNBarryNeNRaeN(1975)NeN AndersonN(1979)NsãoNdiferentes,NporémNremetemNaoNconteúdoNdasNpolíticasNpúblicas.N
OsN outrosN teóricosN trabalhadosN porN SouzaN (2013a)N paraN conceituarN avaliaçãoN deN políticasN públicasN sãoN FigueiredoN eN FigueiredoN (1986),N aosN quaisN jáN fizemosN referênciaN nasN
nossasNdiscussõesNeNreflexõesNqueNrecorremNaNBarryNeNRaeN(1975)NparaNconstruirNumNconceitoN deNavaliaçãoNpolíticaNcomNoNfitoNdeNanalisarNoNplanoNdeNPrioridadesNSociaisNdoNgovernoNSarneyN paraN1985.NN
ParaN FigueiredoN eN FigueiredoN (1986,N pN 109.),N aN avaliaçãoN políticaN deN políticasN públicas:N
N N
[...]NnãoNdeveNseNperderNnaNmeraNanáliseNconceitualNdosNprincípiosN(explícitosN ouN implícitos)N queN fundamentamN aN formulaçãoN daN política.N PeloN contrário,N reconhecendoN oN consensoN socialN existenteN emN relaçãoN aosN princípiosN contempladosN noN planoN deN prioridades,N deveN voltar-seN paraN aN questãoN daN compatibilidadeNinternaNentreNessesNprincípiosNeNdaNconsistênciaNdelesNcomNosN mecanismosNinstitucionaisNprevistos.NEmNdeterminadosNmomentosNocorrerãoN incongruênciasN eN tradeN offs.N NessesN casos,N opçõesN terãoN queN serN feitasN e,N então,N oN conhecimentoN deN alternativasN teoricamenteN possíveisN eN deN suasN respectivasNconseqüênciasNtorna-seNessencial.N
N N
PorN meioN doN enfocadoN pelosN referidosN autoresN entendemosN queN avaliaçãoN políticaN deN políticasN públicasN volta-seN paraN oN conteúdoN eN paraN oN significadoN dasN políticas,N eN emN FigueiredoN eN FigueiredoN (1986),NsucessoNouNfracassoNtemNqueNestarNassociadoNaoN conceitoNdeN bem-estarNhumano.N
UtilizamosN osN teóricosN clássicosN aN partirN deN SouzaN (2013a),N porN esteN autorN apresentarN deN maneiraN muitoN claraN eN esmiuçadaN aN discussãoN sobreN aN avaliaçãoN deN políticaN pública,NbemNcomoNemNrazãoNdoNcurtoNtempoNparaNrealizaçãoNdaNnossaNinvestigação,NnoNentantoN aN nossaN pretensãoN éN aprofundarmosN osN nossosN estudosN nessaN áreaN emN específicoN porN entendermosN queN aN nossaN atuaçãoN comoN assistenteN socialN demandaN umaN compreensãoN maisN amplaNdasNpolíticasNpúblicasNdeNmodoNgeralNeNdaNavaliaçãoNemNespecífico.N
PodemosNevocarNWeissN(1978),NqueNtambémNéNautoraNclássicaNdeNgrandeNreferênciaN noN campoN deN avaliaçãoN deN políticasN públicas,N queN mesmoN nãoN fazendoN usoN diretoN doN termoN “avaliaçãoN política”N apresentaN váriosN elementosN interessantesN queN nosN levaN aN esseN tipoN deN avaliação.NIssoNporque,NparaNaNreferidaNautora,NaNavaliaçãoNsempreNseNdáNnumNcontextoNpolíticoN e,NapesarNdeNWeissN(1978,Np.N18)NconsiderarNqueNaplicaNosNmétodosNdaNinvestigaçãoNsocial,NháN distinçõesNentreNelasNeNdiz:N
N N
TodoN loN queN sabemosN acercaN deN diseño,N mediciónN eNanálisisN entraN emN juegoN paraN planearN yN efectuarN unN estudioN deN evaluación.N LoN queN distingueN aN laN
investigaciónN evaluativaN noN esN elN métodoN oN laN materiaN deN estudio,N sinoN laN intención,NelNobjetivoNoNfinalidadNcomNqueNseNllevaNaNcabo.NNN
N N
NoN sentidoN dasN intençõesN dasN avaliações,N queN paraN WeissN (1978,N p.18)N sãoN oN queN justamenteN distingueN dasN outrasN investigaçõesN sociais,N aN intençãoN queN maisN seN aproximaN noN nossoN entendimentoN daN avaliaçãoN políticaN éN aN questãoN doN “UsoN paraN laN tomaN deN decisiones”,N poisN inferimosN queN elucidarN oN conteúdoN dasN políticasN públicasN podeN contribuirN deN algumaN maneiraN paraN queN novasN decisõesN sejamN tomadasN queN atentemN maisN efetivamenteN paraN asN necessidadesNdeNbem-estarNhumano.N
NaN apreensãoN dasN intençõesN dasN avaliações,N WeissN (1978,N 24)N tambémN chamaN aN atençãoNsobreNosNobjetivosNdasNavaliaçõesNqueNpodemNserN“patentesNyNencubiertos”NeNqueNestãoN ligadosN àsN decisõesN políticas,N àsN intençõesN dasN agênciasN deN financiamentoN eN àsN própriasN instituiçõesNqueNexecutamNasNpolíticas.NAoNfalarNsobreNessasNquestões,NaNimpressãoNqueNficaNéN queN aN autoraN propõeN umaN avaliaçãoN políticaN dasN própriasN avaliações,N queN nosN levariaN aoN conceitoNdeNmeta-avaliação,NcomoNjáNcomentamosNanteriormente.NN
AlémN doN textoN deN FigueiredoN eN FigueiredoN (1986),N aoN qualN jáN fizemosN referênciaN diversasN vezes,N outroN textoN deN referênciaN noN BrasilN naN discussãoN deN avaliaçãoN políticaN éN oN deN ArrectheN(1998,Np.1-2),NqueNtrazNoNconceitoNdeNavaliaçãoNpolítica:N
N N
MeN explico:N porN avaliaçãoN política,N entende-seN "a anápise e epucidação do
critério ou critérios que fundamentam determinada popítica: as razões que a tornam preferívep a quapquer outra" (Figueiredo & Figueiredo, 1986: 2).
NesteNsentido,NaNavaliação políticaNpodeNressaltar,NquerNoNcaráterNpolíticoNdoN processoN decisórioN queN implicouN na adoçãoN deN umaN dadaN política,N querN osN valoresN eN critériosN políticosN nelaN identificáveis.N AN avaliaçãoN políticaN nestaN perspectivaN prescindeN doN exameN daN operacionalidadeN concretaN ouN daN implementaçãoN doN programaN sobN análise.N ElaN examinaN osN pressupostosN eN fundamentos políticosN deN umN determinadoN cursoN deN açãoN pública,N independentementeN deN suaN engenhariaN institucionalN eN deN seusN resultadosN prováveis.
N N
AsN colocaçõesN deN ArrectheN (1998)N reforça-nosN aN relevânciaN emN seN estudarN noN PronatecNoN“caráterNpolítico”NemNqueNfoiNformuladoNoNprogramaNeNtambémNinvestigarNquaisNosN “valoresN eN critériosN políticos”N queN perpassamN aN suaN criação.N NesseN sentido,N comoN nosN propusemosNaNrealizarNumaNavaliaçãoNpolíticaNnãoNnosNinteressaNnesseNmomentoNdiretamenteNoN processoN deN execução,N eN nosN termosN deN ArrectheN (1998,N p.N 2)N nãoN nosN deteremosN naN
“engenhariaNinstitucional”.NANreferidaNautoraNfazNdistinçãoNentreNavaliaçãoNpolíticaNeNanáliseNdeN umaNdadaNpolítica,N
N NN
PorN análiseN deN políticasN públicas,N entende-seN oN exameN daN engenhariaN institucionalN eN dosN traçosN constitutivosN dosN programas.N QualquerN políticaN públicaNpodeNserNformuladaNeNimplementadaNdeNdiversosNmodos.NDigamos,NasN possibilidadesN deN desenhoN institucionalN deN umaN políticaN nacionalN deN saúde,N porN exemplo,N sãoN asN maisNdiversasN doN pontoN deN vistaNdasN formasN deNrelaçãoN entreN setorN públicoN eN setorN privado,N dasN formasN deN financiamento,N dasN modalidadesN deN prestaçãoN deN serviços,N etc.N AN análiseN deN políticasN públicasN buscaNreconstituirNestasNdiversasNcaracterísticas,NdeNformaNaNapreendê-lasNemN umN todoN coerenteN eN N compreensível.N OuN melhorN dizendo,N deN formaN aN darN sentidoNeNentendimentoNaoNcaráterNerráticoNdaNaçãoNpública.N
.N N
NesseN mesmoN texto,N ArrectheN (1998,N p.8-9),N aoN levantarN aN reflexãoN sobreN “necessidadeN deN avaliaçõesN independentes”,N pareceN comungarN comN aN mesmaN ideiaN deN WeissN (1978),N apesarN deN nãoN lheN fazerN referência.N IssoN porqueN aN discussãoN éN sobreN osN objetivosN daN avaliaçãoNeNoNseuNcaráterNpolítico,NvejamosNnesseNtrecho:N
N N
Normalmente,NasNequipesNgovernamentaisNencarregadasNdaNexecuçãoNdeNumaN políticaN fazemN "avaliações".N EstasN consistemN freqüentementeN emN relatóriosN deN acompanhamento,N nosN quaisN seN descrevemN asN açõesN desenvolvidasN noN cursoN deN implementaçãoN doN programaN emN questão.N ÉN muitoN difícilN (emboraN obviamenteN nãoN inteiramenteN impossível)N queN taisN "avaliações"N possamN serN isentas.NIstoNé,NháNumaNsérieNdeNincentivosNparaNqueNtaisNavaliaçõesNconcluamN peloN sucessoN doN programaN ou,N peloN menos,queN tendamN aN minimizarN seusN elementosN deN fracasso.N EstasN razõesN vãoN desdeN aN manutençãoN dosN própriosN empregosN atéN oN interesseN dasN burocraciasN emN aumentarN suasN margensN deN poderNeNdeNgasto.NPorNestasNrazões,NéNmaisNdifícilNqueNtaisN"avaliações"NtenhamN emN geralN valorN avaliativo,N aindaN queN possamN serN bonsN instrumentosN deN pesquisaN paraN estudosN deN avaliação,N maisN particularmenteN avaliaçõesN deN eficáciaN(ARRECTHE,N1998,Np.N8-9).N
N N
PeloN queN atéN oN momentoN foiN exposto,N esperamosN terN apresentadoN umN quadroN queN possaN esboçarN aN concepçãoN daN avaliaçãoN políticaN deN políticasN públicasN eN noN próximoN tópicoN procuraremosN construirN osN elementosN necessáriosN paraN avaliarmosN politicamenteN oN Pronatec,N considerandoNasNnuancesNdesseNtipoNdeNavaliação.N
N N
2.2.2 Abordagem da avaliação política no método dialético