5. Empiri
5.4 Hvilke kontrollmekanismer er tenkt implementert ved etablering av DGF?
O método espectroscópico por fluorescência molecular (Sluszini et. al., 2004, p.145- 152) é considerado muito sensível para determinação dos HPAs e teria uma excelente
sensibilidade na determinação de muitos compostos fluorescentes (farmacêuticos, biomédica, etc) especialmente para hidrocarbonetos aromáticos.
Alguns exemplos de espectroscopia de fluorescência retratados (Renne et. al., 1999, p.61-72) são tidos como potenciais analitos, incluindo material orgânico dissolvido (MOD), hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) e pesticidas. MOD e os HPAs são naturalmente fluorescentes em soluções aquosas e seu alto rendimento quântico molecular permite detecção de traços, sem pré-tratamento da amostra ou concentração.
O campo de aplicação das análises fluorimétricas tem sido ampliado nas últimas décadas por sua excelente sensibilidade e muito boa seletividade.
A principal aplicação na análise qualitativa é na cromatografia em papel, coluna ou camada delgada para localizar e caracterizar as espécies separadas; utilizando neste processo, a fluorescência natural das espécies ou usando um reagente apropriado, que forma com a espécie um composto fluorescente.
Na análise quantitativa, os métodos fluorimétricos são aplicados a determinações de compostos orgânicos, inorgânicos e bioquímicos (VINADÉ, 2005, p. 153).
2.10.4. Instrumentação
A diferença entre o espectrofotômetro e o espectrofluorímetro está na disposição perpendicular (900) entre os feixes incidentes e transmitidos. As propostas da configuração em 900 do feixe incidente é a de gerar o sinal de fluorescência da amostra (MANUAL RF- 5301PC, 1995, p. 25-30).
Os componentes de um espectrofluorímetro estão mostrados na Figura 2.14. Um espectrofluorímetro típico consiste de uma fonte de luz, apenas monocromadores e um detector. A fonte de luz é geralmente uma lâmpada de Deutério ou Xenônio Figura 2.15 e 2.16 que emitem radiação eletromagnética na região do ultravioleta. Uma segunda fonte de luz, geralmente uma lâmpada de Tungstênio, é usada para comprimentos de onda na região do visível. O monocromador é uma rede de difração; sua função é separar o feixe de luz em seus comprimentos de onda constituintes. Um sistema de fendas focaliza o comprimento de onda desejado sobre a amostra. O detector é geralmente uma célula fotomultiplicadora (aparelho muito sensível no qual, os elétrons emitidos pela superfície fotossensível colidem com uma segunda superfície, chamados dinodo, que é positivo em relação ao emissor
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fotosensível). Frequentemente são operadas no modo de contagem de fótons, para dar melhores relações sinal-ruído, embora em instrumentos mais modernos estejam sendo usados fotodiodos, que permitem o registro rápido tanto de espectros de excitação como de emissão e é particularmente útil em cromatografia e eletroforese (MANUAL RF-5301PC, 1995, p. 25- 30).
Figura 2.16. Espectro de emissão de uma lâmpada de deutério.
Figura 2.17. Detalhes das regiões ultravioletas e visíveis de uma lâmpada de
xenônio.
Figura 2.15. Instrumentação de medida de um Fluorímetro, (SILVA, 2004, p.105-112). 900
2.11 CROMATOGRAFIA
Dentre os métodos modernos de análise química, a cromatografia sem dúvida é o que ocupa lugar de merecido destaque no que concerne à separação, identificação e quantificação de espécies químicas (RICHARDSON et. al., 2002, p. 1083). Os componentes a serem separados são distribuídos entre duas fases: uma fase fixa denominada de fase estacionária e a outra que passa através dela, sendo por isso, denominada de fase móvel. A fase móvel na cromatografia pode ser líquida ou gasosa e a fase estacionária é normalmente um líquido viscoso que cobre o interior de um tubo capilar ou a superfície de partículas sólidas empacotadas dentro da coluna.
O percolador que entra na coluna é chamado de eluente e o que sai é chamado de eluato, veja o esquema na Figura 2.17.
Eluição é o processo de passagem do líquido ou gás por uma coluna cromatográfica. As colunas podem ser de dois tipos: Empacotadas ou Tubulares abertas.
Colunas empacotadas são preenchidas com partículas contendo uma fase estacionária. Coluna tubular abertas é um capilar oco estreito com fase estacionária cobrindo as paredes internas (HARRIS, 2001, p.15-17.
O método cromatográfico é classificado quanto ao tipo de superfície, como: (a) Cromatografia em coluna: um tubo geralmente de vidro ou metal;
(b) Cromatografia planar: superfície plana, geralmente uma placa de vidro ou metal, impregnada com a fase estacionária, ou então uma folha de papel de filtro embebida com solvente apropriado.
De acordo com a fase móvel utilizada, a cromatografia em coluna poderá ser classificada em três grandes grupos:
(a) cromatografia líquida – quando a fase móvel é um líquido; Coluna
Eluato (saída) Eluente
(entrada)
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(b) cromatografia gasosa – quando a fase móvel for um gás e
(c) cromatografia com fluido supercrítico – quando gás ou líquido no estado supercrítico for utilizado como fase móvel (LANÇAS, 1993, p.1-3).
A figura 2.18 revela que vários procedimentos de cromatografia líquida tendem a ser complementares, a ponto de suas áreas de aplicação estar relacionadas. Assim, para solutos com pesos moleculares acima de 10.000, a cromatografia por exclusão é usada com freqüência, embora esteja tornando-se possível lidar com estes compostos também por cromatografia de partição em fase reversa. Para espécies iônicas com pesos moleculares mais baixos, a cromatografia de troca iônica é amplamente usada. Espécies pequenas e polares, mas não iônicas, são as mais indicadas para os métodos de partição. Além disso, esse procedimento é freqüentemente útil para separação de membros de uma série homóloga. A cromatografia por adsorção é muitas vezes a escolhida para a separação de espécies não polares, de isômeros estruturais e de classes de compostos, como os hidrocarbonetos alifáticos e alcoóis alifáticos (SKOOG et. al., 2002, p. 641-678).