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5. Refugee and Asylum Seeker Policies in Australia

5.1. Humanitarian Program

Após aplicar os questionários e recolher os dados obtidos, torna-se fundamental organizar a informação, de forma a torná-la útil.

i. Caracterização do grupo da amostra

Citando Fortin (1999, p.277):

“A análise dos dados de qualquer estudo que comporte valores numéricos começa pela utilização de estatísticas descritivas que permitem descrever as características da amostra na qual os dados foram colhidos e descrever s valores obtidos pela medida das variáveis.”

A amostra em estudo foi constituída por 16 enfermeiros do Centro de Saúde da Senhora da Hora – UCSP da Senhora da Hora, USF Lagoa, USF Caravela, UCC Senhora da Hora, UCE. Destes, 13 eram do sexo feminino e três do sexo masculino. Quinze possuem licenciatura, entre os quais, três possuem especialidade e um possui mestrado. Dos inquiridos, doze são enfermeiros generalistas (os que possuem apenas licenciatura), dois são especialistas em Enfermagem Comunitária, um em Saúde Infantil e outro apresenta mestrado em Ciências da Saúde. As idades dos inquiridos compreendem-se entre os 26 e os 41 anos. A média de idades foi de aproximadamente 34 anos (33,7), a mediana situa-se entre 33 e 34 (mínimo de 26 e máximo de 41). A moda é de 31, e o desvio padrão de 10,62. Dos 16 inquiridos, a grande maioria exerce entre os seis e os dez anos.

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Tabela 6 – Caracterização do grupo em estudo (N=16)

N % Género Feminino 13 81,2% Masculino 3 18,8% Total 16 100,0% Idade 20 – 29 3 18,8% 30 - 39 10 62,4% 40 - 49 3 18,8% Total 16 100,0% Grau académico Licenciatura 12 74,9% Especialidade 3 18,8% Mestrado 1 6,3% Total 16 100,0% Área científica Generalista 12 75,0% Enfermagem Comunitária 2 12,4% Saúde Infantil 1 6,3% Ciências da Saúde 1 6,3% Total 16 100,0% Anos de profissão < 5 2 12,5% 6 - 10 8 50,0% 11 – 15 2 12,5% 16 - 20 4 25,0% Total 16 100,0%

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ii. Conhecimento sobre patologia hipertensiva na gravidez com abordagem ao síndrome HELLP

Nesta segunda parte do questionário, pretende-se identificar quais os conhecimentos que os enfermeiros dos cuidados de saúde possuem relativamente à patologia hipertensiva na gravidez, com abordagem ao síndrome HELLP.

De seguida, irão ser apresentados os resultados obtidos nas 16 questões pertencentes a esta parte do questionário.

Gráfico 1 – Avaliação correta da pressão arterial

Dos 16 indivíduos a quem foi entregue o questionário apenas 13 responderam a esta questão, sendo que 38,5% respondeu que a avaliação deveria ser efetuada com a utente sentada; 30,8% que esta deveria ser feita com a utente sentada, com braço ao nível do peito e o aparelho devidamente calibrado; as restantes respostas (7,7%, correspondendo esta percentagem a uma pessoa individual) foram as seguintes: deveria ser efetuada deitada; mesmo aparelho e mesma hora; braço esquerdo, deitada; e em decúbito dorsal.

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Gráfico 2 – Número de medições de PA que deverão ser efetuadas

Dos inquiridos, houve um que não respondeu, sendo que dos restantes, 67,7% respondeu que deveriam ser efetuadas três medições para a avaliação ser correta; 13,3% respondeu que deveriam ser feitas duas avaliações da PA; 6,7% que deveriam ser efetuadas quatro avaliações, outros 6,7%, que deveriam ser cinco, e, por fim, 6,7% afirmou ser necessária apenas uma avaliação da pressão arterial.

Gráfico 3 – O que entendem por proteinúria significativa da gravidez

Tal como na prévia questão, um dos inquiridos não respondeu, sendo que dos que responderam, 53,3% considera proteinúria significativa da gravidez, quando o resultado

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do teste rápido de urina é ≥ 2 +; 26,7% considera que o resultado do teste é ≥ 3 +; e os restantes 20,0% responderam que o teste deve dar ≥ 1 +.

Gráfico 4 – Definição de Hipertensão Arterial na gravidez

De todos os inquiridos, todos responderam, sendo que as respostas foram maioritariamente (68,8%) que a definição de Hipertensão Arterial na gravidez seria quando existisse PAS/PAD ≥ 140/90 mmHg; dos restantes, 18,8% afirmaram que seria quando PAS/PAD ≥ 130/90 mmHg; 6,3% responderam que PAS/PAD deveria ser ≥ 120/80 mmHg; e por último, 6,3% afirmou que esta seria ≥ 130/80 mmH.

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Como se pode verificar, 81,2% (corresponde a 13 inquiridos) afirma ser possuidor de conhecimentos relativamente à PE, enquanto 18,8% (três inquiridos) responde não possuir. Relativamente a esta questão, os enfermeiros que não responderam são todos profissionais há mais de 10 anos (16, 18 e 19), sendo que dois são do sexo feminino e o outro, do sexo masculino; dois possuem licenciatura (16 e 18 anos de carreira) e o outro possui mestrado, sendo que exerce há 19 anos.

Gráfico 6 – Onde foram adquiridos conhecimentos sobre pré-eclâmpsia

Dos 13 indivíduos que responderam afirmativamente à questão anterior, 60,0% adquiriu os conhecimentos aquando da licenciatura, 26,7% em formação em serviço, e os restantes através de livros técnicos ou no bacharelato.

Tabela 7 – Definição de pré-eclâmpsia

Definição de pré-eclâmpsia N %

Aumento da pressão arterial (Q1; Q2; Q3; Q5; Q7; Q8; Q9;

Q14; Q15; Q16) 10 43,5%

Proteinúria (Q1; Q2; Q3; Q15; Q16) 5 21,7%

Aumento de peso (Q1; Q2; Q3; Q15) 4 17,4%

Retenção de líquidos (Q14; Q16) 2 8,7%

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Alteração da enzimas hepáticas (Q9; 1 4,3%

Dos enfermeiros possuidores de conhecimento sobre PE, a maioria das respostas enquadra-se na existência de um aumento da PA (43,5%), sendo as restantes: existência de proteinúria (27,7%), aumento de peso (17,4%), retenção de líquidos (8,7%), edema (4,3%), alteração das enzimas hepáticas (4,3%).

Tabela 8 – Sinais/sintomas de um quadro de pré-eclâmpsia

Sinais/sintomas de um quadro de pré-eclâmpsia N %

HTA (Q4; Q5; Q6; Q7; Q8; Q9; Q10; Q11; Q12; Q13; Q14; Q15) 12 25,0% Edemas (Q1; Q2; Q3; Q5; Q6; Q8; Q9; Q10; Q13; Q15; Q16) 11 22,9% Cefaleias (Q1; Q2; Q3; Q4; Q9; Q10; Q16) 7 14,6% Agitação (Q1; Q2; Q3; Q15; Q16) 5 10,4% Perda de consciência (Q1; Q2; Q3; Q15; Q16) 5 10,4% Proteinúria (Q5; Q6; Q8; Q13) 4 8,3% Visão turva (Q5) 1 2,1% Perturbações gástricas (Q5) 1 2,1% Taquicardia (Q11) 1 2,1% Dor/desconforto abdominal (Q4) 1 2,1%

Legenda: HTA – Hipertensão arterial.

À questão “Indique sinais/sintomas que o façam suspeitar de um quadro de pré- eclâmpsia”, as respostas foram diversas, nomeadamente HTA (25,0%), edemas (22,9%), cefaleias (14,6%), agitação (10,4%), perda de consciência (10,4%), proteinúria (8,3%), visão turva (2,1%), perturbações gástricas (2,1%), taquicardia (2,1%) e dor/desconforto abdominal (2,1%).

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Gráfico 7 – Domínio de conhecimentos sobre síndrome HELLP

De acordo com o gráfico, a maioria dos inquiridos, (n=10, 62,5%), afirma possuir conhecimento sobre o síndrome HELLP, verificando-se uma percentagem considerável de indivíduos (n=6, 37,5%) sem qualquer conhecimento. O perfil destes últimos é bastante heterogéneo, destacando-se o facto de quatro enfermeiros já exercerem a sua profissão há mais de dez anos, entre os quais dois são especialistas em enfermagem comunitária.

Gráfico 8 – Onde foram adquiridos conhecimentos sobre síndrome HELLP

Tal como ao nível do conhecimento sobre PE, relativamente ao síndrome HELLP, os possuidores de conhecimento, também o adquiriram ao nível do curso base (47,1%),

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tendo os restantes adquirido através de formação em serviço (29,4%), pesquisa (11,8%), livros técnicos (5,9%) e internet (5,9%).

Tabela 9 – Definição de síndrome HELLP

Definição do síndrome HELLP N %

Hemólise (Q7; Q14; Q15; Q16) 4 18,2%

Trombocitopenia (Q7; Q14; Q15; Q16) 4 18,2%

Agravamento da pré-eclâmpsia (Q2; Q7; Q15; Q16) 4 18,2%

Alteração da função hepática (Q14; Q15; Q16) 3 13,7%

Alterações laboratoriais (Q2; Q3) 2 9,1%

Risco da mãe e bebé (Q1; Q6) 2 9,1%

Alteração dos eritrócitos e plaquetas (Q6) 1 4,5%

Leva à convulsão/coma (Q5) 1 4,5%

Hipertensão significativa (Q16) 1 4,5%

Através do gráfico apresentado, pode-se constatar que as respostas são diversas, sendo elas: hemólise (18,2%); trombocitopenia (18,2%); agravamento da PE (18,2%); alteração da função hepática (13,7%); alterações laboratoriais (9,1%); risco da mãe e bebé (9,1%); alteração dos eritrócitos e plaquetas (4,5%); leva à convulsão/coma (4,5%); e, por fim, hipertensão significativa (4,5%).

Tabela 10 – Fatores de risco do síndrome HELLP

Fatores de risco do síndrome HELLP N %

Hipertensão (Q1; Q4; Q7; Q11; Q14) 5 13,9%

Morte materna (Q2; Q3; Q15; Q16) 4 11,1%

Falência cardíaca e renal (Q2; Q3; Q15; Q16) 4 11,1%

Edema agudo do pulmão (Q2; Q3; Q15; Q16) 4 11,1%

58 Pré-eclâmpsia (Q1; Q6) 2 5,6% Mulheres > 25 anos (Q1; Q4) 2 5,6% Hemorragias (Q2; Q15) 2 5,6% Raça caucasiana (Q4) 1 2,8% 2ª gestação (Q4) 1 2,8%

1ª gravidez ou gravidez gemelar (Q14) 1 2,8%

Diabetes mellitus (Q14) 1 2,8%

Lúpus (Q14) 1 2,8%

Nefropatia (Q14) 1 2,8%

Má alimentação (Q14) 1 2,8%

História anterior de s. HELLP ou PE (Q5) 1 2,8%

Trombocitopenia (Q11) 1 2,8%

Stress (Q11) 1 2,8%

Legenda: S. HELLP – síndrome HELLP; PE – pré-eclâmpsia

Relativamente à questão “Elenque fatores de risco do síndrome HELLP”, dos 11 inquiridos que responderam, existiu uma variedade de respostas, das quais a mais evidente é a existência de hipertensão (13,9%). Pode-se também salientar a morte materna (11,1%), falência cardíaca e renal (11,1%), edema agudo do pulmão (11,1%), seguido de falência hepática (8,3%). Hemorragias, mulheres com idade superior a 25 anos e PE também foram alguns dos fatores enunciados. Em menor percentagem (2,8%), tem-se também raça caucasiana, 2ª gestação, 1ª gravidez ou gravidez gemelar, ser portadora de diabetes mellitus, lúpus, nefropatia, má alimentação, história anterior de síndrome HELLP ou PE, trombocitopenia e stress.

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Gráfico 9 – Associação do síndrome HELLP à elevação dos valores da pressão arterial

Dos inquiridos, apenas 14 responderam a esta questão, sendo que 71,4% destes considera haver sempre uma associação entre o síndrome HELLP e a elevação dos valores de PA, enquanto 28,6% não o considera.

Gráfico 10 – Consideração se síndrome HELLP é mais frequente na gestação de termo

Apenas 87,4% dos inquiridos responderam a esta questão, dos quais 71,4% não acha que o síndrome HELLP seja mais frequente na gestação de termo e, por isso, não ser necessário disponibilizar mais cuidados de saúde nesta fase da gravidez.

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Gráfico 11 – Surgimento do síndrome HELLP

A maioria dos inquiridos (apenas 14 responderam) afirma que o síndrome HELLP pode surgir em grávidas com PE durante o puerpério gestacional ou puerpério precoce (92,9%). Os restantes 7,1% responderam como ocorrendo no puerpério precoce.

Gráfico 12 – Associação a taxas de morbilidade e mortalidade materna e fetal significativas

Como se pode constatar, 85,7% (n=12) dos inquiridos considera que o síndrome HELLP se encontra associado a taxas de morbilidade e mortalidade materna e fetal significativas.

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Tabela 11 – Prevenção do síndrome HELLP

Prevenção do síndrome HELLP N %

Indução do trabalho de parto (Q1; Q2; Q15; Q16) 4 17,4%

Monitorização de PA (Q1; Q5; Q11; Q14) 4 17,4%

Correcção de distúrbios maternos (Q2; Q15; Q16) 3 13,0%

Controlo analítico (Q7; Q11; Q14) 3 13,0%

Vigilância de sintomatologia (Q5; Q9) 2 8,7%

Repouso (Q1; Q14) 2 8,7%

IVG (Q3) 1 4,3%

Consultas e avaliação gestacional de rotina (Q4) 1 4,3%

Identificação precoce de sinais e sintomas (Q6) 1 4,3%

Vigiar edemas e proteinúria (Q5) 1 4,3%

Ingestão de líquidos (Q1) 1 4,3%

Legenda: IVG – Interrupção Voluntária da Gravidez; PA – pressão arterial.

Perante a questão “Como atuar na prevenção do síndrome HELLP”, 12 dos enfermeiros questionados responderam, verificando-se uma heterogeneidade significativa quanto ao modo de atuação: indução do trabalho de parto e monitorização de PA (17,4%); correcção de distúrbios maternos e controlo analítico (13,0%); vigilância de sintomatologia e repouso (8,7%); interrupção voluntária da gravidez (IVG); consultas e avaliação gestacional de rotina; identificação precoce de sinais e sintomas; vigilância de edemas e proteinúria; e ingestão de líquidos (em percentagens inferiores).

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Relativamente à questão “Existe algum plano de ação na sua Unidade de Saúde Familiar perante este síndrome?”, verificou-se unanimidade nas respostas, com a constatação de não haver qualquer plano de ação implementado.

Gráfico 14 – Referenciação para Cuidados de Saúde Diferenciados

Dos inquiridos que responderam a esta questão (n=15), 53,3% afirma que na sua unidade é habitual referenciar gestantes com patologia hipertensiva ou suspeita de síndrome HELLP para os cuidados de saúde diferenciados, enquanto 46,7% declara que assim não acontece.

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Como se pode verifcar no quadro acima enunciado, todos os inquiridos que responderam a esta questão afirmam ser importante os enfermeiros dos cuidados de saúde primários possuirem conhecimento sobre o síndrome HELLP.

Quando solicitados que justificassem a resposta que deram relativamente à importância dos enfermeiros dos cuidados de saúde primários possuirem conhecimento relativamente ao síndrome HELLP, as respostas variaram, tendo sido:

Tabela 12 – Justificação da resposta acima indicada

Justificação da resposta acima indicada N

“Para estar atentos aos sinais/sintomas e poderem encaminhar/referenciar utentes para cuidados diferenciados.” (Q1)

1 7,1%

“Para orientação precoce para cuidados diferenciados.” (Q2) 1 7,1% “Para melhor cuidar a mãe nos cuidados referenciados.” (Q3) 1 7,1% “É necessário agir com prontidão, efeciência e de forma segura

para tal, é necessário ter conhecimentos para tal.” (Q4) 1 7,1% “De modo a evitar morte materna ou/e fetal bem como

complicações que daí possam advir.” (Q5) 1 7,1%

“Para identificação precoce desta situação e facilitar o seu

tratamento, reduzindo morbilidade de mãe e bebé.” (Q6) 1 7,1% “Os enfermeiros devem estar informados sobre esta temática,

bem como qualquer outra que esteja relacionada com a saúde materno-fetal.” (Q7)

1 7,1%

“Como desconheço este síndrome, julgo importante conhecer

para poder intervir.” (Q8) 1 7,1%

“Estando alerta para este síndrome, poderão aconselhar melhor

as suas grávidas, prevenindo os efeitos secundários.” (Q11) 1 7,1%

“Para despiste de situações.” (Q12) 1 7,1%

“Como não detenho conhecimentos sobre a área, considero que uma formação e sensibilização dos profissionais seria uma mais valia para identificar os casos.” (Q13)

1 7,1%

“Para melhor adoptar atitude profissional.” (Q14) 1 7,1% “Considero importante pois é uma forma de conseguirmos 1 7,1%

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detetar precocemente situações de risco e encaminhar o mais precocemente as situações para os cuidados diferenciados.” (Q15)

“Para uma possível referenciação para cuidados diferenciados.”

(Q16) 1 7,1%