A influência positiva inglesa, que passa a lhe compor o espírito, dá-lhe a convicção que precisa para tomar a sociedade inglesa como seu ideal de civilização. A comparação, daí em diante, é constituída não só com a França, mas principalmente com os Estados Unidos. Num parágrafo revelador, ele estabelece:
A minha passagem pela Inglaterra deixou-me a convicção, que depois se confirmou nos Estados Unidos29, de que só há, inabalável e permanente, um grande país livre no mundo. A Suíça é um país livre, mas é um pequeno país; os Estados Unidos são um grande país, mas há nele, sem falar de sua justiça, da lei de Lynch30, que lhe está no sangue, das
abstenções em massa da melhor gente, do desconceito em que caiu a
29 Nabuco refere-se à sua passagem pelos Estados Unidos entre os anos 1876-1878, como adido da
legação brasileira em Washington. Trataremos adiante desse período.
56 política, uma população de sete milhões, toda a raça de cor, para qual a igualdade civil, a proteção da lei, os direitos constitucionais, são contínuas e perigosas ciladas. A França é um grande país e um país livre, mas sem espírito de liberdade arraigado, sujeito sempre às crises das revoluções e da glória. (idem)
Se os Estados Unidos são um grande país, têm, contudo, na segregação a que é submetida a sua população negra o seu grande revés civilizacional. A França, por outro lado, apesar de livre, sofre o problema da inconstância. Só a Inglaterra reúne liberdade e respeito à tradição. Movimento e permanência são as características, só aparentemente conflitantes, da Câmara dos Comuns: ela é sensível às mais “ligeiras oscilações do sentimento público”, embora concentre, em repouso, grande força e reserva. (idem)
Além de liberdade e tradição, a igualdade de direitos, mesmo entre indivíduos em grande distinção de condições, é “o fundo da dignidade anglo-saxônia”. (Ibid., p. 100) Todas essas características, sendo como são as de um país monárquico, constituíam-se em um poderoso ímã para a inclinação de Nabuco. Mas ele tinha consciência de que:
Ainda assim um estrangeiro inteligente não seria no seu país inabalavelmente monarquista somente porque o governo chegou na Inglaterra a um grau maior de perfeição do que nos Estados Unidos, que tomaram a forma republicana. Desde que não tínhamos no Brasil os elementos históricos que a liberdade inglesa supõe, a não querer eu cometer o maior erro que se pode cometer em política – o de copiar de sociedades diferentes instituições que cresceram – eu não podia repelir a república no Brasil somente por admirar a monarquia inglesa de preferência à constituição americana. Era preciso alguma coisa mais, no que respeita à forma de governo, para eu não me deixar arrastar. (Ibid., pp. 100, 101)
O que seria essa “coisa a mais”? Era a compreensão da importância da existência de uma figura fixa no sistema político, de um eixo em torno do qual se equilibram as forças de poder e se mantém a tradição. Desse modo,
A monarquia constitucional ficava sendo para mim a mais elevada das formas de governo: a ausência da unidade, de permanência, de continuidade no governo, que é a superioridade para muitos da forma republicana, convertia-se em sinal de inferioridade. Esse ideal republicano, de um estado em que todos pudessem competir desde o colégio para a primeira dignidade, passava a ser a meus olhos uma utopia sem atrativo, o paraíso dos ambiciosos, espécie de hospício em que só se conhecesse a loucura das grandezas.(Ibid., p. 102)
Mas a fidelidade dos ingleses à dinastia não supera a fidelidade à Câmara dos Comuns. A “loyalty” não é servilismo. O sucesso inglês está no fato de que no sentimento monárquico há um republicanismo latente, de fundo, o qual, “longe de ser incompatível com o monarquismo, é que o tem conservado, restringindo, reduzindo o
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poder real à função que é, hoje, puramente moderadora e, só raras vezes, puramente arbitral.” (Ibid., pp. 102, 103) Não podemos deixar de lembrar da campanha do jovem Nabuco em favor da extinção, no Brasil, do Poder Moderador, em nada semelhante à “função moderadora” do monarca inglês.
Ainda assim, é questionável que tais convicções acerca das vantagens do sistema inglês fossem suficientes para tornar Nabuco anti-republicano no Brasil, o que ele próprio reconhece. Assim,
(…) podia ser monarquista de ideal e julgar a república, em um momento dado, o melhor governo praticável, como se pode ser republicano de ideal – e muitos o são na própria Inglaterra – e fazer da monarquia o seu noli me tangere. (...) É preciso, para sustentar a fé política, mais do que a lucidez da inteligência; a não haver um sentimento que interesse o coração, ou uma espécie de ponto de honra que se imponha ao caráter, é indispensável um espírito uniforme de conduta, uma regra certa de direção. No meu caso particular, o que me poupou da ilusão republicana foi um toque apenas do espírito inglês.(Ibid., p. 103)
Por “espírito inglês” Nabuco entende certa “norma tácita de conduta a que a Inglaterra toda parece obedecer, o centro de inspiração moral que governa todos os seus movimentos.” (p. 104) Esse espírito, segundo Nabuco, especificamente em sua feição política,
(…) pode decompor-se em espírito de tradição, em espírito de realidade, em espírito de ganho, em espírito de força e generosidade, em espírito de progresso e melhoramento, em espírito de ideal: supremacia anglo- saxônia e supremacia cristã no mundo. (p. 105)
É interessante notar que esse “espírito” é composto, ao mesmo tempo, por tradição e progresso, realidade e ideal. Como nos mostra Benzaquen (2004; 2009) acerca do significado de Londres para Nabuco, grandiosidade e tradição não submetem o indivíduo, ao contrário, deixam-no livre para progredir. Mas o progresso não se pode dar em meio ao caos. O melhoramento, tal é a chave inglesa, dá-se sob regras bem definidas:
Para o inglês, se a liberdade é o grande atributo do homem, se ele a sente como o desenvolvimento de personalidade, a ordem é a verdadeira arquitetura social. Ele compreende e penetra a grandeza do sistema que se perpetua mais do que a das revoluções, ao contrário do latino, que pode viver e ser feliz em um solo político oscilante, sujeito a terremotos contínuos. (…) Se numa organização assim formada existe, ao lado dessa quase superstição do costume, o espírito de aperfeiçoamento e de progresso, o que resulta é que as reformas, as modificações serão governadas por algumas regras elementares. Uma destas será conservar do existente tudo o que não seja obstáculo invencível ao melhoramento indispensável; outra, que o melhoramento justifique – e para justificar não basta só compensar – o sacrifício da tradição, ou mesmo do preconceito que o embarga; outra regra é respeitar o inútil que tenha o cunho de uma
58 época, só demolir o prejudicial; outra, substituir tanto quanto possível provisoriamente, deixando ao tempo a incumbência de experimentar o novo material ou a nova forma, para consagrá-lo ou rejeitá-lo; uma última, esta rara e extrema, será reformar, no sentido originário da instituição, o mais antigo, procurando o traçado primitivo. Dessas regras resulta o dever de demolir com o mesmo amor e cuidado com que outras épocas edificaram. Nenhum explosivo é legítimo, porque a ação não pode ser de antemão conhecida; é preciso demolir a nível e compasso, retirando pedra por pedra, como foram colocadas. (NABUCO, 2004, p. 106)
Tem-se aí verdadeira teoria da reforma, um manual de como progredir à maneira inglesa, influência inconteste sobre a “teoria da mudança” de Nabuco. Esse, certamente, desejaria que o tivesse seguido a dinastia no Brasil, tantas vezes alertada por ele próprio da necessidade de fazer reformas, antes que elas se dessem à sua revelia. Se a dinastia e os próprios monarquistas no parlamento nacional tivessem sido tocados como ele próprio foi pelo “espírito inglês”, quem sabe o Império tivesse tido apoio suficiente para resistir aos republicanos no Brasil...
As reformas são sempre direcionadas não pela tentativa irresponsável, mas por um “espírito de realidade”, por um pragmatismo utilitário que rejeita o teórico. A reforma é conduzida desde que afim às instituições. O ideal, para além do utilitarismo, fica por conta de uma “corrente imaginativa”, moral, nacional, religiosa. (Ibid., pp. 106, 107) Segundo Nabuco,
A inspiração da vida pública na Inglaterra vem em grande parte da Bíblia. A política e a religião sentem que terão sempre muito que fazer em comum, que uma e outra têm o mesmo objetivo prático – elevar a condição moral do homem, e o efeito desse último e, talvez, principal elemento do espírito inglês, em relação às reformas, é fazer o argumento moral prevalecer sobre o argumento utilitário. (Ibid., p. 107)
Desse modo, se a reforma não for conforme à moral e à religião, mesmo que útil, ela não tem lugar.
Em relação à sua atuação pública no Brasil, Nabuco trata de como se deu a influência inglesa. Na campanha pela abolição, ele diz que sempre se direcionou pelo espírito inglês.
Em relação à monarquia do Brasil aquele toque do espírito inglês bastou para traçar-me uma linha de que eu não poderia afastar-me, mesmo querendo. Era um ponto de honra intelectual, um caso de consciência patriótico definitivamente resolvido em meu espírito, aos vinte e três anos. Suprimir a monarquia que tínhamos, ficou claro para mim desde então, era uma política a que eu não poderia nunca associar-me; eu poderia tanto banir, deportar o imperador, como atirar ao mar uma criança ou deitar fogo à Santa Casa. (...) Minha coragem recuava diante da linha misteriosa do Inconsciente Nacional. O Brasil tinha tomado a forma monárquica, eu não a alteraria.(Ibid., p. 109)
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A influência do “espírito inglês” é também responsável, a partir justamente do que lemos acima, levando em conta obviamente seus desdobramentos, pelo estabelecimento de um caráter específico ao “projeto” de Nabuco de formação no Brasil de um povo verdadeiro e maduro, projeto esse que vinha desde os primeiros escritos de Nabuco que analisamos, como O Povo e o Trono e A Invasão Ultramontana. A matriz civilizacional anglo-saxônica, liberal, inspira fundamentalmente a vida pública de Joaquim Nabuco daí em diante, seja na campanha abolicionista, na campanha pela federação, ou no pan-americanismo.
No que se refere aos Estados Unidos, como veremos adiante, ao tratarmos de sua primeira viagem ao país e, principalmente, de sua atuação, posteriormente, como embaixador, sustentamos que Nabuco vê ali muito mais similaridades do que divergências em relação à Inglaterra, afora, obviamente, a forma de governo. No que se refere ao “espírito”, há uma quase continuidade, garantida pela mesma origem civilizacional. Assim,
O que vi dos Estados Unidos não fez senão calcar mais profundamente a impressão monárquica que eu levava da Inglaterra. Foi uma segunda chave, de segurança, que fechou em meu pensamento a porta que nunca mais se devia abrir. O espírito político americano, com certas modalidades que não quero amesquinhar, mas que me parecem secundárias, é uma variedade do espírito inglês, o qual merece antes ser chamado espírito anglo-saxônio, porque é um espírito comum de raça, de grande família humana, superior a formas e acidentes de instituições. (idem)
De todo modo, após esse um mês de Londres, Nabuco regressa a Paris, mas partindo logo em seguida a Fontainebleau, onde passa outro mês, “tocado de um começo de anglomania”, lendo, sem a ajuda de dicionário, adivinhando o que não conseguia traduzir, as obras de William Makepiece Thackeray, Vanity Fair, Pendennis,
The New Comes, absorvendo o que podia daqueles retratos aristocráticos, dando início
para si a “conquista anglo-saxônia” (NABUCO, J. 2004, p. 77)
Após o mês de Fontainebleau, está pronta a impressão de Amour et Dieu. Nabuco, então, envia-a a seus ídolos, Scherer, Renan, George Sand. Da última recebe a acolhida mais afetuosa. De todo modo, é hora de voltar ao Brasil.
Vira belas coisas, conhecera grandes homens, gastara o dinheiro da herança, e deixara escapar um casamento, que muitos invejariam. E, sempre dominado pela dúvida que, no fundo, era o reflexo dum coração tímido e inquieto, o rapaz talvez não pudesse dizer se o seu desejo mais forte era o de partir ou de ficar. 'De um lado do mar, dirá mais tarde, sente-se a ausência do mundo; do outro, a ausência do País'. Assim, embora satisfeito pelo que ia rever, sentia saudade do que ia ficar. (VIANA FILHO, 1985, p. 58)
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Ao fim e ao cabo, retorna indubitavelmente monarquista. “Como quer que fosse, a viagem de 1873 destruiu no gérmen toda e qualquer inclinação republicana, todo indício de fanatismo que eu pudesse ter no segredo de minha natureza.” Durante e em consequência da viagem, Nabuco vê desenvolvido seu espírito cosmopolita e sua “tendência anti-sistemática”. Repudia a intolerância e aprecia, antes de quaisquer partidos, a “boa sociedade”. (NABUCO, J., 2004, p. 53) Além disso, confessa que nesse ano de Europa, suspende-se nele a “faculdade política”, a qual, depois disso, cessa de ser “a mola principal do espírito” (ibid., p. 57) Diz, ainda, tratando de sua “crise poética”:
Como se vê, bem pouco do político dominante restava depois dessa primeira viagem à Europa; eu trocara em Paris e na Itália a ambição política pela literária: voltava cheio de ideias de poesia, arte, história, literatura, crítica, isto é, com uma espessa camada europeia na imaginação, camada impermeável à política local, a ideias, preconceitos e paixões de partido, isoladora de tudo o que em política não pertencesse à estética, portanto também do republicanismo – porque a minha estética política tinha começado a tornar-se exclusivamente monárquica. (ibid., p.78)
Retorna ao Brasil em setembro de 1874, “com a memória enriquecida e o
horizonte dilatado.” Após o retorno, como o próprio Nabuco confessa acima, a política assume lugar secundário. Via, contudo, cristalizada sua predileção monárquica, orientada por seu “juízo estético”. Tendo-se, ao longo da vida, sempre movido por “algum magneto moral”, necessitava que o “signo monárquico” se lhe associasse à consciência estética. Desse modo:
Esse processo de idealização pelo qual a forma monárquica se incorporou à minha consciência estética se associou à minha ideia de arte, é o principal trabalho político que se opera em mim desde o ano de 1873 até o ano de 1879, em que tomei assento na Câmara. Nesse intervalo, eu tinha voltado à Europa e vivido um ano nos Estados Unidos. Entram neste período as influências da Inglaterra e da sociedade inglesa, da América do Norte e da carreira diplomática, além do desenvolvimento da influência literária, sob a qual voltei de Paris em 1874. (ibid., p. 80)
Essa última influência foi significativa, tanto que se interessa mais, na volta, pela literatura do que pela política. Funda um periódico, com Machado de Assis e outros, intitulado A Epocha. “Machado de Assis assina os seus Manassés, Nabuco conduz a parte política sob o pseudônimo de Ninguém, sem se afastar do tom picante e espirituoso que o jornal exige.” (NABUCO, C., 1928, p.51) Mesmo que secundária no momento, a política não o deixa de interessar. Fala também de letras e sociedade no
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romancista de então. Em resposta, Alencar ridiculariza, entre outras coisas, sua excessiva “formosura”, crítica que vai lhe perseguir por toda a vida31.
Por ser belo e elegante, os adversários supõem que é forçosamente vaidoso. A alcunha de Narciso surgiu espontaneamente e manteve-se em circulação por muitos anos, aproveitada repetidamente pelos inimigos políticos, com um enxame de boatos absurdos que o queriam amesquinhar. Acusavam-no os que não o conheciam, de usar pulseiras e ondular os cabelos a ferro. Esses boatos baseavam-se no cuidado excessivo que em certo tempo dedicou a seu vestir. (ibid., p.52)
Segundo Luís Viana Filho,
Retraída, enquanto durou a guerra do Paraguai, a sociedade da Corte, feita a paz, assistiu ao início de um faustoso e alegre período. E, morto Maciel Monteiro, de quem se contavam tantos episódios galantes com as damas de seu tempo, o seu lugar foi tomado por Nabuco, 'o novo Adônis' dos salões. Diz um historiador, Wanderley Pinho, que, 'quando surgia, afastando um reposteiro blasonado dos Viscondes de Silva, alto, ereto, o olhar meio terno, o bigode artisticamente cofiado, ostentando os requintes da última moda nos exageros de um incroyable, Quincas, o Belo, parecia um avatar'. Era irresistível. (VIANA FILHO, 1985, p. 61)
Irresistível às mulheres, intragável aos despeitados rivais.
A Epocha, pensado para ser uma espécie de Vie Parisienne, não dura mais do que
quatro números. Nabuco atribui o fracasso “à deficiência do meio”. O país ainda não estaria pronto. O insucesso, somado à dificuldade geral em se colocar após o retorno ao país, o entrega a certo desencanto. Devia realizar algo. Inicia, em fins de 1875, um drama em francês, que lhe custará dois anos para terminá-lo. Ainda, “para fugir ao tédio da inatividade, (…) embora contrariando o pai, lançou as vistas para a diplomacia.” (ibid., p. 63) A carreira lhe parecia bastante propícia e atraente. A ele e a outros jovens promissores em dificuldades de colocação.
Na ocasião, outro rapaz boêmio, jornalista e historiador, lutava para obter um posto na representação consular do País: José Maria da Silva Paranhos, ou simplesmente Juca Paranhos, filho do Visconde do Rio Branco. A isso se opusera o Imperador, sempre contrário às nomeações desses jovens conhecidos pelas suas estroinices. Mas, em março de 1876, d. Pedro II embarcou para os Estados Unidos, e a Regência passou às mãos da Princesa Isabel, mais tolerante, e que em Abril e Maio, respectivamente, assinou as nomeações de Nabuco, para adido nos Estados Unidos, e de Paranhos, para cônsul em Liverpool. (idem)
Segundo Carolina Nabuco, a diplomacia não era o que o Nabuco desejava verdadeiramente, mas era o possível na ocasião.
31 Para mais detalhes sobre a polêmica entre José de Alencar e Joaquim Nabuco, ver “A Polêmica
62 A vida que Nabuco sonhava era a política, mas não podia desprezar uma carreira como a diplomacia, que lhe garantia um futuro agradável e o atraía por muitos motivos. (…) Sua nomeação de adido de legação tem data de 26 de abril de 1876. Partia logo via Europa, para assumir seu posto, dos Estados Unidos. (NABUCO, C., 1928, p.55)
Na Europa, em Paris, reencontra Renan, que partia aos funerais de George Sand em Nohant, e também Eufrásia. Tentaria mais uma vez reatar o romance, tentativa novamente malograda. Triste, pessimista, parte para Nova Iorque.