Hedging Currency Risk of Foreign Equity Investments
2.4 Hedging Currency Risk of Foreign Equity Exposure
A classificação anual dos nichos foi feita mediante a média das classificações obtidas. O Quadro 13 mostra os resultados da classificação anual dos subespaços e nichos das áreas de convívio.
Quadro 13 – Classificações DePAN anual para os subespaços e nichos das três áreas de convívio
Classificação DePAN anual para subespaços e nichos Área de
estudo A: Parque Vitória Régia B: Bosque da Comunidade C: Praça Rui Barbosa Subespaço Área dos
bancos Subespaço 19 Subespaço 2 Subespaço 7 Subespaço 12 Nicho 1 C - B B C Nicho2 C - C B B Nicho 3 C - C B C Nicho 4 C - C B C Nicho 5 C - - C - Nicho 6 C - - B - Nicho 7 C - - C - Nicho 8 C - - - - Total dos NIchos C C C D C
Para um nicho receber a classificação A anual teria que ter obtido a classe A em todas as suas avaliações. A análise da média anual mostra que nenhum nicho recebeu classe DePAN A. Os espaços com as melhores classificações pela média anual foram os nichos que receberam classe B. No Bosque foi o nicho 1. Na Praça Rui Barbosa foi o nicho
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Aplicação do Modelo DePAN: Resultados e Análises122
2 do subespaço 12, e o nicho 7 do subespaço 7. Todos esses nichos são sombreados por árvores, mas recebem também insolação em alguns horários do dia.
A maioria dos nichos ficou com classificação DePAN C na média anual. Este resultado confirma as análises já apresentadas, de que muitas vezes um nicho apresenta melhor desempenho em determinada condição climática, podendo melhorar ou piorar conforme o período do dia e época do ano.
A análise das áreas de convívio pelo modelo DePAN deixou evidente que nenhum de seus nichos oferece condições para atender simultaneamente as demandas específicas de dias frios e de dias quentes. Ficou notória que, apesar das áreas de convívio estarem localizadas em uma cidade na qual boa parte do ano as temperaturas do ar são elevadas, sobretudo no período da tarde, há períodos do dia e momentos nas estações do ano, com necessidades ergonômicas ambientais distintas.
A aplicação do modelo DePAN demonstrou, ainda, que entre os atributos que configuram o design do espaço, aqueles referentes às condições dinâmicas foram os que mais contribuíram para aumentar ou diminuir o índice do nível de serviços. Deste modo, os nichos com os melhores índices, nem sempre foram os espaços que têm os maiores valores pelas malhas fixas. Por outro lado, os atributos das malhas fixas, no entanto, são significativos para manutenção das condições mínimas necessárias para permanência e atratividade do espaço.
O modelo DePAN admite trade-off, ou seja, permite uma compensação entre os atributos, de modo que a ausência de um atributo pode ser equilibrada com a existência de um outro. No entanto, dificilmente a falta de atributos das malhas dinâmicas poderá ser compensada pelos atributos das malhas fixas. Os atributos dinâmicos acabam gerando um peso maior, porque normalmente interferem em grande número de células e, mais ainda, por serem variáveis correlacionadas entre si (a incidência de radiação solar direta é uma das causas da maior temperatura superficial). Essa foi uma característica intencional de concepção do modelo DePAN, em que, ao conferir pesos iguais a todos os atributos que se pretendia avaliar, permitiu verificar qual deles possui papel mais importante para a avaliação do nível de serviço do nicho. Assim, averiguou-se que o ambiente térmico exerce uma influência capaz de rebaixar ou elevar o índice DePAN.
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Corroboram para esta afirmação, os resultados que apontam o subespaço do Bosque e o subespaço 19 do Parque Vitória Régia como os locais que ofereceram os melhores índices DePAN nas estações de primavera e verão. Do mesmo modo, os resultados mostram que o subespaço área dos bancos do Parque Vitória Régia, e os subespaços 7 e 12 da Praça Rui Barbosa apresentam índices DePAN melhores nas estações de outono e inverno.
Observa-se também que a nota total do subespaço nem sempre corresponde à média das notas entre os nichos. Esse aspecto é decorrente da área total do subespaço não ser igual à soma das áreas dos nichos, existindo, portanto, muitos espaços intermediários que não oferecem atributos para a permanência e atratividade, ou que são destinados à áreas de passagem. Por outro lado, isso demonstra também que, para uma avaliação total mais precisa, há necessidade de que em pesquisas futuras as áreas de passagem sejam de alguma forma incorporadas ao modelo.
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Validação do Modelo DePAN
Nesse capítulo, é apresentada uma breve validação do modelo DePAN, através da aplicação da Malha Gráfica Pessoa e da Malha Gráfica Interação Pessoas, como forma de se comprovar a coerência entre a análise promovida pelo modelo e a realidade dos locais. Essa validação foi realizada com a sobreposição da Malha Gráfica Pessoa e da Malha Gráfica Interação Pessoas, indicando a localização dos indivíduos nas células e sua interação.
Para a incorporação dessas malhas de validação no modelo, os indivíduos foram representados no ambiente SIG cada um em uma célula (Figura 41), com exceção de casos em que duas pessoas ocupam e interagem em uma mesma célula. Nesse último caso, observe pela Figura 41 e demais desse capítulo, que foi colocado um sinal em forma de arco sobre o símbolo de gênero, indicando a interação intra-célula. Além disso, a sobreposição dos símbolos de gêneros, quando de gêneros opostos (feminino e masculino),foi representada por dois sinais simultaneamente.
Para essa operação, selecionaram-se alguns dos subespaços de estudo, considerando-se os tipos possíveis de arranjos dos bancos. A amostra analisada correspondeu à comparação aleatória entre um dia frio e um dia quente, podendo ser manhã ou tarde de um período de inverno ou outono comparado a uma manhã ou tarde de verão ou primavera.
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Figura 41 – Representação dos indivíduos ocupando as células, onde mais de uma pessoa na mesma célula é indicado com um sinal em forma de arco sobre o símbolo de gênero