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6. SYSTEMATISK TEKSTKONDENSERING (STC) SOM METODE I DOKUMENTANALYSE

7.2 H VORDAN BESKRIVER STYRINGSDOKUMENTENE DANNING ?

14. Como você avaliaria o terapeuta dessa sessão como um terapeuta cognitivo- comportamental?

0 1 2 3 4 5 6

Pobre Medíocre Minimamente adequado

Bom Satisfatório Muito bom

Excelente

15. Se você estivesse conduzindo um estudo de resultados em terapia cognitivo- comportamental, você acha que você deveria selecionar esse terapeuta para participar nesse momento (assumindo que essa sessão seja típica?)

0 1 2 3 4 Definitivamente não Provavelmente não Incerto Limítrofe Provavelmente sim Definitivamente sim

16. Quão difícil você sentiu este grupo para trabalhar?

0 1 2 3 4 5 6 Nada difícil Moderadamente difícil Muito receptivo Extremamente receptivo

17.COMENTÁRIOS E SUGESTÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TERAPEUTA

AVALIAÇÃO GERAL: Escala de avaliação:

0 1 2 3 4 5

Inadequado Medíocre Satisfatório Bom Muito bom

A

NEXO

5.

C

HECKLIST DOS JUÍZES

(CTS)

Terapeuta: ___________________ Data da sessão: __________________ Juiz: ________________________ Data da avaliação: ________________ Sessão # 8

Favor avaliar o quanto o terapeuta seguiu o objetivo da sessão de acordo com o protocolo (ETAPA I) e o desempenho na sessão considerando a abordagem cognitivo- comportamental (ETAPA II)

ETAPA I:

AVALIAÇÃO GERAL:

Circule o número que representa na sua opinião o quanto o protocolo foi seguido nesta sessão:

0 1 2 3 4

Nada Um pouco satisfatoriamente Muito Completamente

Observações:

ETAPA II:

Instruções: Para cada vez, avalie o terapeuta numa escala de 0 a 6 e registre o número na linha próxima ao número do item. São apresentadas descrições para pontos de escala igualados. Se você acreditar que o terapeuta estiver situado entre duas descrições, selecione o número intermediário (1, 3, 5). Por exemplo, se o terapeuta tiver estabelecido uma boa agenda, mas não estabeleceu prioridades, atribua um grau 5 mais do que 4 ou 6. Se as descrições para um dado item ocasionalmente não parecerem se aplicar à sessão que você está avaliando, sinta-se livre para desconsiderá-las e usar a escala mais geral abaixo:

0 1 2 3 4 5 6

Pobre Medíocre Minimamente adequado

Bom Satisfatório Muito bom

Excelente

Por favor não deixe nenhum item em branco. Em todos os itens, enfoque a habilidade do terapeuta, levando em consideração quão difícil o paciente parece ser.

Parte I. HABILIDADES TERAPÊUTICAS GERAIS ___1. AGENDA

0 O terapeuta não estabeleceu uma agenda 2 A agenda estava vaga ou incompleta

4 O terapeuta trabalhou com o grupo para estabelecer uma agenda mutuamente satisfatória que incluía problemas alvo, específicos (p.ex., ansiedade na escola). 6 O terapeuta trabalhou com o grupo para estabelecer uma agenda apropriada com

metas específicas, adequada para o tempo disponível. Estabeleceu prioridades e seguiu a agenda

Avalie o quanto o terapeuta seguiu o protocolo de 0 a 4:

0 1 2 3 4

Nada Um pouco satisfatoriamente Muito Completamente

Nesta sessão o terapeuta deveria:

___Revisar a Tarefa eu consigo e Tarefa amigo ___Fortalecer o vínculo

___Ajudar as crianças a identificarem os diferentes tipos de sentimentos e distinguirem os sentimentos de ansiedade e preocupação dos outros sentimentos. ___Encorajar as crianças a identificarem as pistas fisiológicas (e.g., expressões faciais, postura corporal) para identificarem as emoções. (Passo 1: Mostrando-se ansioso e preocupado?)

____ 2. FEEDBACK

0 O terapeuta não pediu feedback para determinar a compreensão ou a resposta do grupo à sessão.

2 O terapeuta eliciou algum feedback do grupo mas não perguntou o suficiente para se assegurar de que os componentes do grupo tenha compreendido a linha de raciocínio durante a sessão ou para se certificar se o grupo estava satisfeito com a sessão.

4 O terapeuta fez perguntas suficientes para se certificar de que o grupo compreendeu a linha de raciocínio durante a sessão e para determinar as reações do grupo à sessão. O terapeuta ajustou o próprio comportamento em resposta ao feedback, quando apropriado.

6 O terapeuta foi especialmente ajustado em eliciar e responder ao feedback verbal e não-verbal durante a sessão (p.ex., eliciou reações à sessão, verificou regularmente a compreensão, ajudou a sumariar os tópicos principais ao fim da sessão).

____ 3. COMPREENSÃO

0 O terapeuta falhou repetidamente em compreender o que os componentes do grupo disseram explicitamente e assim errou o alvo. Habilidades empáticas pobres 2 O terapeuta foi usualmente hábil em refletir ou refrasear o que os

componentes do grupo disseram explicitamente, mas falhou em responder em comunicações mais sutis. Habilidade limitada para escutar e empatizar.

4 Oà te apeutaà pa e euà o p ee de à ge al e teà aà ealidadeà i te a à dosà componentes do grupo como refletida seja pelo que eles explicitamente disseram e por comunicações mais sutis. Boa habilidade para escutar e empatizar.

6 Oàte apeutaàpa e euà o p ee de àaà ealidadeài te a àdosà o po e tesàdoàg upoà de modo completo e foi capaz de comunicar essa compreensão o grupo através de respostas verbais e não-verbais apropriadas (p.ex., o tom da resposta do terapeuta i di a aà u aà o p ee s oà si p ti aà daà e sage à doà g upo .à Ha ilidadesà excelentes de escuta e empatia

____ 4. EFETIVIDADE INTERPESSOAL

0 O terapeuta teve habilidades interpessoais pobres. Pareceu hostil, rebaixado ou de algum outro modo destrutivo para o grupo.

2 O terapeuta não pareceu destrutivo, mas teve problemas interpessoais significativos. Por vezes, o terapeuta pareceu desnecessariamente inseguro, indiferente, insincero ou teve dificuldade em transmitir confiança e competência. 4 O terapeuta manifestou um grau satisfatório de calor, interesse, confiança,

genuinidade e profissionalismo. Nenhum problema interpessoal significativo. 6 O terapeuta demonstrou níveis ótimos de calor, interesse, genuinidade e

profissionalismo, apropriados para este grupo em particular nessa sessão. ____ 5. COLABORAÇÃO

0 O terapeuta não tentou estabelecer uma colaboração com o grupo.

2 O terapeuta tentou colaborar com o grupo, mas teve dificuldades ou em definir um problema que o grupo considerasse importante ou em estabelecer rapport. 4 O terapeuta foi capaz de colaborar com o grupo, focalizar num problema em que

consideraram em conjunto importante e estabeleceram rapport.

6 A colaboração pareceu excelente; o terapeuta encorajou os componentes do grupo tanto quanto possível para assumirem um papel ativo durante a sessão (p.ex., oferecendo escolhas) de modo que funcionassem como uma equipe.

____ 6. RITMO E USO EFICIENTE DO TEMPO 0 O terapeuta não fez nenhuma tentativa

2 A sessão teve alguma direção, mas o terapeuta teve problemas significantes com estruturação e ritmo (p.ex., muito pouca estrutura, inflexibilidade sobre a estrutura, ritmo lento rápido demais)

4 O terapeuta teve sucesso razoável em usar o tempo de forma eficiente. O terapeuta manteve um controle apropriado sobre o fluxo da discussão e o ritmo.

6 O terapeuta usou o tempo eficientemente por conseguir afastar com tato discussões periféricas e improdutivas e por dar um ritmo à sessão tão rapidamente quanto apropriado o grupo

PARTE II. CONCEITUAÇÃO, ESTRATÉGIA E TÉCNICA ____ 7. DESCOBERTA GUIADA

0 O terapeuta apoiou-seà p i ipal e teà e à dis uss o,à pe suas oà ouà e si o .à Oà te apeutaà pa e euà i te oga à oà g upo, colocando-o na defensiva ou forçando o próprio ponto de vista sobre grupo.

2 O terapeuta se apoiou fortemente em persuasão e discussão mais do que numa descoberta guiada. Entretanto, o estilo do terapeuta foi suficientemente apoiador para o grupo não parecer se sentir atacado ou defensivo

4 O terapeuta, na maioria das vezes, ajudou o grupo a ver novas perspectivas através da descoberta guiada (p.ex., examinando evidências, considerando alternativas, pesando vantagens e desvantagens) mais do que por discussão. Usou questionamento apropriadamente

6 O terapeuta foi especialmente habilidoso em usar a descoberta guiada durante a sessão para explorar problemas e ajudar o grupo a chegar às suas próprias conclusões. Alcançou um equilíbrio excelente entre questionamento habilidoso e outros modos de intervenção

____ 8. FOCALIZANDO EM TEMAS CENTRAIS OU COMPORTAMENTOS

0 O terapeuta não tentou eliciar pensamentos específicos, suposições, imagens significados ou comportamentos.

2 O terapeuta usou técnicas apropriadas para eliciar cognições ou comportamentos; entretanto, o terapeuta teve dificuldades em encontrar um foco ou enfocou cognições/comportamentos que eram irrelevantes para os problemas centrais do grupo

4 O terapeuta focalizou cognições ou comportamentos específicos e relevantes para os problemas visados. Entretanto, o terapeuta poderia ter focalizado cognições ou comportamentos mais centrais que prometessem mais progresso

6 O terapeuta focalizou muito habilmente pensamentos-chave, suposições, comportamentos etc. que eram os mais relevantes para a área problemática e que ofereciam considerável promessas de progresso

____ 9. ESTRATÉGIAS PARA A MUDANÇA (Nota: Para este item, focalizar a qualidade da estratégia do terapeuta para a mudança, não em quão efetivamente a estratégia foi implementada ou se mudanças reais ocorreram).

0 O terapeuta não selecionou técnicas cognitivo-comportamental-comportamentais. 1 O terapeuta selecionou técnicas cognitivo-comportamentais; entretanto, ou a

estratégia geral para produzir a mudança pareceu vaga ou não pareceu promissora em ajudar o grupo.

2 O terapeuta pareceu ter uma estratégia geralmente coerente para a mudança que mostrou-se uma promessa razoável e incorporou estratégias cognitivo- comportamentais.

3 O terapeuta seguiu uma estratégia para mudança consistente que pareceu muito promissora e incorporou as técnicas cognitivo- comportamentais mais apropriadas. ____ 10. APLICAÇÕES DE TÉCNICAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAL-COMPORTAMENTAIS (Nota: Para este item, focalizar em quão habilidosamente as técnicas foram aplicadas, não em quão apropriadas eram para o problema visado ou se a mudança realmente ocorreu). 0 O terapeuta não aplicou técnicas cognitivo-comportamental-comportamentais. 2 O terapeuta usou técnicas cognitivo-comportamental-comportamentais mas

aconteceram falhas significativas no modo em que foram aplicadas.

4 O terapeuta aplicou técnicas cognitivo-comportamental-comportamentais com perícia moderada

6 O terapeuta empregou técnicas cognitivo-comportamental-comportamentais muito habilmente e com perícia.

.____ 11. TAREFAS DE CASA

0 O terapeuta não tentou incorporar tarefas de casa relevantes para a terapia cognitivo-comportamental.

1 O terapeuta teve dificuldades significativas em incorporar tarefas de casa (p.ex., não reviu tarefas de casa prévias, não explicou as tarefas de casa em detalhes suficientes, atribuiu tarefas de casa inapropriadas).

2 Oà te apeutaà e iuà ta efasà deà asaà p iasà aà at i uiuà ta efasà deà asaà pad o à e à terapia cognitivo-comportamental relevantes para temas enfrentados na sessão. As tarefas de casa foram explicadas com detalhe suficiente.

3 O terapeuta reviu as tarefas de casa prévias e cuidadosamente atribuiu tarefas de casa retiradas da terapia cognitivo-comportamental para a semana seguinte. A at i uiç oà pa e euà ostu ada à pa aà ajuda à oà g upoà aà i o po a à o asà perspectivas, testar hipóteses, experimentar os novos comportamentos discutidos durante a sessão.