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4. Hva er status fem år etter fullført grad?

4.5. Høyere inntekt med mastergrad

Os resultados foram organizados primeiro no índice geral (estado geral de saúde) e, em seguida, nas diversas dimensões que ela abarca: capacidade funcional, limitação física, limitação emocional, aspectos sociais, dor, vitalidade e saúde mental. Optou-se por apresentar os resultados masculinos e femininos e depois do casal.Dos 30 casais participantes, 27 responderam ao SF-36.

ESTADO GERAL DE SAÚDE - MASCULINO

15%

85%

qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

ESTADO GERAL DE SAÚDE- FEMININO

4% 19%

77%

Qualidade de vida regular Qualidade de vida boa Qualidade de vida excelente

Figura 13 Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação ao estado geral de saúde (SF-36).

Estado Geral de Saúde: Os casais estudados apresentaram qualidade de vida boa e excelente. No grupo masculino 85% encontravam-se em excelente qualidade de vida, enquanto no grupo feminino 77% encontravam-se em excelente estado geral de saúde. Somente 4% apresentaram qualidade de vida regular.

CAPACIDADE FUNCIONAL - MASCULINA

4%

96%

qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

CAPACIDADE FUNCIONAL - FEMININA

4%

96%

qualidade de vida regular qualidade de vida excelente

Figura 14 Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação à capacidade funcional (SF-36).

Capacidade Funcional: 96% (masculino e feminino) apresentaram funcionalidade excelente e boa adaptação diante de exigências, mostrando boa capacidade física. No grupo feminino, 4% mostraram necessidade de atenção, por apresentar qualidade de vida regular neste quesito.

LIMITAÇÃO FÍSICA - MASCULINA

15% 11%

74%

Qualidade de vida prejudicada Qualidade de vida boa Qualidade de vida excelente

LIMITAÇÃO FÍSICA - FEMININA

7% 7%

86%

prejudicada

Qualidade de vida boa Qualidade de vida excelente

Figura 15Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação à limitação física (SF-36).

Limitação Física: 74% dos homens apresentaram condições excelentes; somente dois (15%) tiveram dificuldades no exercício de atividades físicas em função de sua condição de vida atual. 86% da amostra feminina apresentaram equilíbrio excelente nas exigências da capacidade física; 7% apresentaram boa condição e 7%, limitação física.

LIMITAÇÃO EMOCIONAL - MASCULINA

19% 7% 33% 41%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

LIMITAÇÃO EMOCIONAL - FEMININA

11% 7%

22% 60%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

Figura 16Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação à limitação emocional (SF-36).

Limitação Emocional: este quesito apresentou variação na qualidade de vida. 19% dos homens e 11% das mulheres apresentaram dificuldades emocionais, ou seja, qualidade de vida prejudicada. Somente 41% dos homens não apresentaram limitações emocionais. Estes resultados indicam que a amostra masculina requer atenção e acompanhamento, sendo isso um alerta sobre possíveis dificuldades de adaptação emocional. Por outro lado, 60% do grupo feminino apresentaram condição emocional excelente e 22% boa, não requerendo maior atenção e demonstrando melhor adaptação emocional.

ASPECTOS SOCIAIS - MASCULINO

7% 11%

22% 60%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

ASPECTOS SOCIAIS - FEMININO

11% 4%

19% 66%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

Figura 17 Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação aos aspectos sociais (SF-36).

Aspectos Sociais: A maioria dos casais (82% no grupo masculino e 85% no feminino) declarou ter excelente ou boa rede de relações sociais, indicativo de adaptação às atribuições sociais. O restante da amostra requer atenção nesta dimensão. Estes achados podem indicar uma contradição: se por um lado os casais contam com uma rede de apoio social, por outro esta mesma rede pode pressionar e estressar o casal na exigência de parentalidade. Estes achados reafirmam as análises de Tubert (1996) sobre o sentido social das funções materna e paterna como funções naturais da reprodução humana.

DOR - MASCULINA

11% 30% 59%

qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

DOR - FEMININA

4% 19% 22% 55%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

Figura 18 Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação à dor (SF-36).

Dor: 89% dos homens e 77% das mulheres apresentaram excelente qualidade de vida, sem manifestações de dor. No entanto, 11% e 10%, respectivamente, encontravam-se num momento em que as intervenções clínicas exigiam adaptação a situações dolorosas. Apesar do índice pequeno de casais que apresentavam queixas de dor, é importante que a equipe de saúde esteja aberta para a necessidade de atenção específica. Estes dados confrontam-se com o imaginário popular, segundo o qual a reprodução assistida é dolorosa e penosa aos casais.

VITALIDADE - MASCULINA

11%

37% 52%

qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

VITALIDADE - FEMININA

4% 7%

33% 56%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

Figura 19Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação à vitalidade (SF-36).

Vitalidade: 89% da amostra masculina e 88% da feminina mantiveram-se em níveis de excelente e boa condições de vitalidade. Como no item anterior, foi pequena a porcentagem de casais que necessitavam de atenção para o desenvolvimento de capacidades adaptativas.

SAÚDE MENTAL - MASCULINA

4% 15% 26% 55%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

SAÚDE MENTAL - FEMININA

4% 4%

37% 55%

qualidade de vida prejudicada qualidade de vida regular qualidade de vida boa qualidade de vida excelente

Figura 20Distribuição da qualidade de vida da amostra masculina e feminina em relação à saúde mental (SF-36).

Saúde Mental: A amostra estudada apresentou boas e excelentes condições de saúde mental (81% dos homens e 92% das mulheres). Esses achados contrapõem-se aos dados de Eugster e Vingerhoets (1999), o que provavelmente decorre dos instrumentos utilizados. Esses autores partem de uma avaliação de anisedade como traço de personalidade, enquanto no presente trabalho avaliou-se o processo de qualidade de vida, o que permite uma visão mais dinâmica e menos estática da situação de infertilidade.A análise geral da escala SF-36 identificou que a qualidade de vida da maioria dos participantes mostrou-se boa ou excelente. Nas dimensões capacidade funcional e física, dor e saúde mental, também se encontram resultados semelhantes ao padrão geral. No entanto, as mulheres apresentaram melhor capacidade adaptativa do ponto de vista emocional e de saúde mental do que os homens.