KAPITTEL 7 – ANALYSE
7.3. Navn og historiefortelling
7.3.3. Gruvesamfunnet på Røros
O polo técnico é o campo da elaboração dos dados pela coleta e transformação das informações, sendo relacionados com a problemática da pesquisa e responsáveis pela elaboração do objeto empírico.
Apresenta-se na Tabela 12 o percentual consolidado das concepções esquematizadas para o polo técnico nas pesquisas analisadas da amostra em estudo para o período compreendido entre 2001 e 2010.
Tabela 12 - Percentual das concepções do polo técnico.
DIMENSÕES CATEGORIAS SUBCATEGORIAS SIM PARCIAL NÃO
Operações Técnicas
Observação Os dados são coerentes com as teorias e as hipóteses de pesquisa? 93% 6% 1%
Seleção Os dados são reduzidos a um objeto de conhecimento verificável? 92% 7% 1%
Operacionalização
Ocorre na pesquisa um conjunto de operações técnicas que estabelecem a ligação entre o dado e o fato (por meio de indução de conceitos) ou entre o conceito e o fato empírico (mediante a dedução de conceitos)?
91% 8% 1%
Fonte: Elaboração própria.
A principal concepção tratada para este polo são as operações técnicas, categorizadas em observação, seleção e operacionalização dos dados, conforme explicitado na Tabela 12. Assim, a observação dos dados é coerente com as teorias e hipóteses de pesquisa em 93% dos trabalhos, a seleção dos dados é reduzida a um objeto de conhecimento verificável em 92% dos estudos e a operacionalização ocorre na pesquisa, com base em um conjunto de operações técnicas, estabelecendo a ligação entre o dado e o fato ou entre o conceito e o fato empírico em 91% dos artigos. Portanto, observou-se que a maioria dos trabalhos analisados traz as principais características inerentes ao polo técnico.
Outro aspecto analisado se refere ao percentual, por ano da publicação, dos modos de investigação utilizados pelos pesquisadores para a amostra estudada, de acordo com o demonstrado na Tabela 13.
Tabela 13 - Percentual do modo de investigação, por ano da publicação.
Modo de Investigação /
Ano da Publicação 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Total
Experimento 2% 6% 2% 5% 4% 5% 4% 3% 1% 10% 42%
Experimento e levantamento 1% 1% 1% 3%
Levantamento 2% 1% 1% 3% 3% 1% 1% 3% 15%
Levantamento e estudo de caso 1% 1%
Estudo de caso 3% 2% 1% 4% 1% 1% 1% 13%
Quase-experimento 1% 1% 2%
Outro 1% 1% 3% 3% 1% 3% 3% 3% 2% 4% 24%
Total Geral 8% 11% 8% 11% 9% 8% 12% 9% 6% 18% 100%
Fonte: Elaboração própria.
Pela Tabela 13, verificou-se que em 42% das pesquisas analisadas se adotou o experimento como o modo de investigação mais pertinente aos objetivos dos estudos; em 15% dos trabalhos, o levantamento; em 13% dos artigos, o estudo de caso; e em 24%, outros modos de investigação, principalmente, as pesquisas bibliográfica e documental.
Verifica-se pelo Gráfico 13 a distribuição, por ano, dos modos de investigação utilizados pelos pesquisadores para a amostra em estudo.
Gráfico 13 – Distribuição, por ano, dos modos de investigação.
Fonte: Elaboração própria.
Observou-se nos trabalhos analisados uma adoção diversificada de modos de investigação, principalmente para os anos de 2002, 2007 e 2008 de, pelo menos, cinco estratégias de pesquisa. O experimento, no entanto, foi a estratégia de pesquisa que mais se destacou no período compreendido entre 2001 e 2010, possivelmente pela natureza dos estudos positivistas terem se apresentado também.
Pelo Gráfico 14, evidencia-se o modo de investigação utilizado pelos pesquisadores nos estudos em análise, por país de origem da instituição acadêmica, para o período consolidado.
Gráfico 14 - Modo de investigação, por país da instituição acadêmica.
Em conformidade com os outros três polos da pesquisa científica, para o polo técnico, conforme apresentado no Gráfico 14, os EUA, Reino Unido, Austrália e Alemanha foram os países, a que as instituições acadêmicas pertenciam que mais se destacaram na utilização dos modos de investigação para as pesquisas científicas.
Observa-se que, para as pesquisadas analisadas no período compreendido entre 2001 e 2010, o experimento se sobressai em detrimento das outras estratégias de pesquisa, considerando todos os países da amostra.
No Gráfico 15, exibe-se o modo de investigação adotado por instituição acadêmica para as pesquisas em análise no período compreendido entre 2001 e 2010.
Gráfico 15 - Modo de investigação, por instituição acadêmica.
Fonte: Elaboração própria.
O experimento foi a estratégia de pesquisa mais utilizada pelos pesquisadores das diversas instituições acadêmicas vinculadas na amostra em estudo para o período adotado, corroborando os resultados encontrados nas outras instâncias de pesquisa. Pela análise dos trabalhos, observou-se, nos estudos que enfocavam o experimento como estratégia de pesquisa, a utilização de várias bases de dados para coleta das informações.
É possível, portanto, que diferentes culturas e/ou tradições de pesquisa científica das instituições acadêmicas pertencentes a distintos países influenciaram na diversidade dos modos de investigação adotados nas pesquisas científicas em estudo, mas, ao longo do tempo, ocorreu uma tendência à homogeneização para o experimento como a estratégia de pesquisa mais utilizada nos trabalhos.
Finalmente, a última análise consistiu na verificação do percentual de atendimento aos critérios de cientificidade das pesquisas em Contabilidade internacional da amostra em estudo para o polo técnico, por ano da publicação, conforme demonstrado na Tabela 14.
Tabela 14 - Atendimento aos critérios de cientificidade para o polo técnico, por ano da publicação.
Critérios / Ano da Publicação 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Total
Não 1% 1%
Parcial 2% 1% 1% 1% 1% 2% 8%
Sim 8% 10% 6% 10% 9% 8% 11% 8% 5% 16% 91%
Total Geral 8% 11% 8% 11% 9% 8% 12% 9% 6% 18% 100%
Fonte: Elaboração própria.
Os resultados evidenciaram que 91% dos estudos atenderam aos critérios de cientificidade da dinâmica da pesquisa científica, conforme exposto na Tabela 14, para o polo técnico no período consolidado. Os países de origem das instituições acadêmicas da amostra que mais influenciaram nos resultados foram os EUA, Reino Unido, Austrália, Alemanha, Canadá e China. Desse modo, os trabalhos oriundos das instituições acadêmicas pertencentes a todos os Continentes (Americano, Europeu, Asiático, Africano e Oceania) atenderam aos critérios de cientificidade para o polo técnico no período compreendido entre 2001 e 2010.