3.2 Datainnsamling
3.2.3 Gjennomføring av intervjua
Trata da forma de se fazer a análise da pesquisa que foi realizada e dos tópicos selecionados.
O critério a ser utilizado pode ser objetivo, subjetivo ou interpretativo. Não há uma maneira precisa de interpretação dos dados e das descobertas, que pode ser por meio de comparações.
Tratar os cinco componentes destes cinco tópicos precedentes de projetos de pesquisa forçará o pesquisador a iniciar uma formulação de uma teoria preliminar relacionada ao seu tópico. O papel da elaboração da teoria, anterior à realização de qualquer coleta de dados, apresenta uma diferença entre o estudo de caso e o métodos relacionados, como a etnografia e a construção de teoria.
Não se pode fazer o contato de campo com a coleta de dados sem antes ter uma teoria estruturada, pois os dados de campo relevantes dependem da compreensão ou da teoria do que se está estudando.
O desenvolvimento da teoria é essencial, caso o propósito decorrente do estudo de caso seja determinar ou testar a teoria.
Este trabalho não utilizará o projeto de amostragem, mas de casos múltiplos, com números de casos pré-estabelecidos de acordo com o ambiente que já adota determinado modelo de experimentação. O ambiente será delimitado por um grupo de empresas brasileiras que adotam o modelo de Relato Integrado ou que caminham para esta consolidação de dados.
Pode-se ter duas ou três replicações literais quando as teorias concorrentes forem completamente diferentes e o tema ao alcance exigir um grau excessivo de certeza. Entretanto, se as suas teorias concorrentes possuírem diferenças sutis ou se deseja-se obter um alto grau de certeza, pode-se solicitar urgência de cinco casos, seis ou até mais replicações.
De acordo com Yin (2010, p.73), “Para o número de replicações teóricas, uma consideração importante a se fazer diz respeito ao seu entendimento da complexidade do domínio da validade externa”.
Em todas as pesquisas de estudo de caso, uma das tarefas mais desafiadoras é definir um estudo de caso exemplar. O estudo de caso exemplar vai além dos procedimentos metodológicos. “Fazendo uma analogia, pense na diferença entre um cronista e um historiador: aquele é tecnicamente correto, mas não produz as percepções sobre os processos humanos e sociais que este oferece” (Yin, 2010, p. 180).
De acordo com Yin (2010, p. 179), um estudo de caso se torna exemplar nas seguintes condições:
O estudo de caso exemplar é aquele que o caso ou casos individuais não forem usuais e de interesse público; As questões subjacentes forem de importância nacional, tanto em termos teóricos quanto em termos políticos ou práticos. Ou as duas condições anteriores juntas.
1. O estudo de caso deve ser completo
A ideia de completude é tão importante ao se realizar um estudo de caso quanto o é ao se definir um conjunto completo de experimentos de laboratório. O caso completo é aquele que tem limites do caso, isto é, a distinção entre o fenômeno que está sendo estudado e o seu contexto e recebe uma atenção explícita. Outro ponto importante é a coleta de evidências que deve demonstrar esforço para a coleta de dados. O importante não é o volume, mas a qualidade e esforço para obter as informações. Por fim, a ausência de certos artefatos dá a pesquisa o aspecto do inacabado.
2. O estudo de caso deve considerar perspectivas alternativas
Para os estudos de casos explanatórios, uma abordagem muito valiosa é o exame de proposições concorrentes e a análise de evidências nos termos dessas proposições. Um estudo de caso exploratório ou descritivo, a consideração das evidências a partir de perspectivas diferentes aumentará as chances de o estudo de caso ser exemplar. Para representar perspectivas diferentes de forma adequada, o
pesquisador deve procurar aquelas alternativas que desafiam mais seriamente o projeto do estudo de caso.
3. O estudo de caso deve apresentar evidências suficientes
O estudo de caso exemplar é aquele que, judiciosa e efetivamente, apresenta as evidências mais convincentes, para que o leitor possa fazer um julgamento independente em relação ao mérito da análise.
4. O estudo de caso deve ser elaborado de uma maneira atraente
O pesquisador deve escrever o caso de forma a incitar o leitor a continuar lendo, ou seja, seduz os olhos do leitor. “Engajamento, instigação e sedução – essas são as características incomuns dos estudos de caso. Produzir um estudo de caso como esse exige que o pesquisador seja entusiástico em relação à investigação e deseje transmitir amplamente os resultados obtidos. Na verdade, o bom pesquisador deve até mesmo imaginar que o estudo de caso contenha conclusões que causarão uma tempestade na terra. Um entusiasmo como esse deve permear a investigação inteira e conduzir, de fato, a um estudo de caso exemplar” (Yin, 2010, p185).
Foi utilizada uma metodologia sustentada em uma base de dados de natureza qualitativa, através de estudo de caso exploratório em quatro empresas de capital aberto no Brasil que publicam Relatório Integrado das informações financeiras e de Sustentabilidade.
Utilizou-se a abordagem qualitativa, que oferece como possibilidades de pesquisa, a etnografia, a pesquisa documental e o estudo de caso onde se busca captar o fenômeno a partir da perspectiva das pessoas nele envolvidas, considerando-se os pontos de vista relevantes, sem procurar enumerar ou medir os eventos estudados, nem utilizar estatísticas na análise dos dados.
A investigação exploratória é empregada em área na qual a academia ainda não acumulou conhecimento significativo. No caso deste trabalho, utilizou-se a pesquisa exploratória, porque foram associados dois assuntos conhecidos, o sistema de informações publicadas, com ênfase no Balanço do ano de 2013, e o modelo do Relato Integrado.
“Em geral, os estudos de caso representam a estratégia preferida quando se colocam questões do tipo “como” e “por que”, quando o pesquisador tem pouco controle sobre os acontecimentos e quando o foco se encontra em fenômenos contemporâneos inseridos em algum contexto da vida real”.
As empresas foram selecionadas levando-se em conta os seguintes critérios: (a) Empresa de Capital Aberto;
(b) Empresa que buscam um padrão do Relato Integrado ou GRI (c) Empresa Brasileira
(d) Está em operação regular em termos de continuidade de negócios (e) Tem uma estrutura própria de operação no Brasil
(f) Está entre os principais competidores mundiais na área de atuação. O estudo de caso, por sua vez, é o tipo de pesquisa que estuda em profundidade um caso (fenômeno ou situação) para então obter entendimento sobre outros casos similares. Pode-se dizer que, no estudo de caso descritivo, procura-se detalhar um fenômeno para compreensão e não há tentativa de testar ou construir teorias. O resultado de uma pesquisa feita por estudo de caso pode servir como base de dados para pesquisas subsequentes e para construção de novas teorias. Assim, o estudo de caso pode se dividir em duas dimensões:
1. Interpretativo: utiliza-se a descrição, mas o principal objetivo é interpretar os dados estudados numa tentativa de classificação ou contextualização da informação ou até mesmo teorizar um fenômeno. 2. Avaliativo: utiliza-se tanto a descrição quanto a interpretação, mas o
principal objetivo é a utilização de dados para avaliar práticas, eventos etc.