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Geofysisk datainnsamling

4 Utstyr og gjennomføring av undersøkelsen

4.2 Geofysisk datainnsamling

Falamos dessa profissão com o intuito de identificar a visão desses egressos sobre o trabalho docente e como essa visão pode ter influenciado sua escolha profissional.

A profissão docente comporta aspectos específicos, que devem ser analisados para compreender a sua motivação, na atualidade, de acordo com Jesus ( 2004, p. 194).

Segundo o Boletim da Educação no Brasil (2009), atualmente:

A profissão do magistério é muito pouco atrativa no Brasil para jovens em início de carreira. Os salários ainda baixos, a progressão profissional limitada e o pouco prestígio social afastam os melhores alunos dos cursos de Pedagogia e Licenciatura e da docência. Como resultado, grande parte dos estudantes que decidem seguir essas carreiras parte de uma educação básica muito ruim: os dados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) mostram que 30% dos que ingressam nos cursos de Pedagogia e Licenciatura estão entre os piores alunos do ensino médio. Além disso, mesmo entre os graduandos dos cursos de formação docente, 20% afirmam que a carreira de professor é uma segunda opção nos seus planos profissionais: apesar do diploma, só irão para o magistério caso não consigam exercer outro tipo de atividade. (BOLETIM DA EDUCAÇÃO NO BRASIL 2009, p 35)

Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope)/Instituto Paulo Montenegro (IPM) sob encomenda da FVC em 2007, intitulado como: Ser professor: uma pesquisa sobre o que pensa o

docente das principais capitais brasileiras, mostrou o alto nível de insatisfação

com o Magistério e revelou uma contradição na forma de lidar com a profissão: a maioria dos docentes brasileiros considera ter tido uma boa formação inicial, mas afirma não ter preparo para atuar em sala de aula, questionando, assim, a eficácia de cursos de Licenciatura e Pedagogia.Esse fato nos remete à visão que os egressos do curso de Licenciatura têm em relação à profissão de professor, quando 5 participantes a descrevem como uma profissão “desvalorizada”, 5 deles citam a profissão como “ ” e uma profissão de “ ” também estava presente nas entrevistas dos nossos sujeitos.

Desvalorizada! Os Professores são formadores e ganham menos que outras profissões. (Davi)

Acredito que é uma profissão desvalorizada apesar de ser uma profissão muito bonita. (Pedro)

Que ainda é uma profissão desvalorizada pela sociedade, a classe ainda não é totalmente unida e os salários ainda não são os adequados para quem é responsável em formar cidadãos ou pelo menos ajudar na formação de cidadãos. (Benjamim)

Que muitos professores (não todos) estão despreparados para lecionar, a base é debilitada o que enfatiza a baixa performance na educação. Utilizam como desculpa a baixa remuneração para o fracasso profissional. Infelizmente no Brasil a profissão professor não é valorizada, e admiro os profissionais que possuem vocação para a educação e atuam na área. (Júlia)

Hoje estou satisfeita com a profissão, gosto do que faço, gosto de lecionar, só não estou satisfeita com o salário... rs. Sei que terei a cada dia mais entrave, os alunos não tem muito interesses, nem respeitos pelo corpo docente e pela escola, principalmente pública. (Fernanda) A profissão de professor nesse país não tem mais valor nenhum, os alunos não respeitam, não dão valor ao professor, o professor está ali na sala na maioria das vezes só pelo dinheiro (...) Cada professor que não sabe o básico da matemática , e está na sala de aula ensinando as crianças (...) Como um professor sem estudo, sem conhecimento pode estar na frente de uma sala tentando ensinar uma coisa que para a maioria das crianças é um bicho de sete cabeças? É preciso uma formação melhor para os professores estar dentro da sala de aula sabendo realmente o q está falando. O salário de professor é muito baixo. Todos esses fatores foram determinantes para eu tomar a decisão de não seguir a carreira. (Lourdes)

Acredito que no momento ela é muito desvalorizada pelos jovens, e pela sociedade de modo geral, já que os que optam por cursar a licenciatura, são poucos, e os que a cursam, o fazem por ser um curso barato e de baixa concorrência na seleção. Pelo menos é o que ouço de meus alunos. Porém tenho a ideia de como há essa baixa procura pelo curso e os profissionais que estão se formando obtém uma formação precária, já que as instituições nivelam os alunos “por bai o” (isto ocorre na instituição que leciono e muitos colegas de profissão sofrem com o mesmo problema), em um futuro muito próximo os bons profissionais serão bem valorizados e procurados, e eu acredito que me “encai o” nesta categoria. Além disso, como gosto muito de lecionar e faço meu trabalho com dedicação e empenho, procuro ver sempre o lado bom da profissão, que em minha opinião está em participar da formação de um jovem e trabalhar os conteúdos da matemática, mostrando sua importância na vida e também em proporcionar a obtenção e ampliação do conhecimento, o que pode levar uma pessoa a transformar sua vida, entre outras coisas, desta forma realizo minhas atividades com prazer e afinco, o que me leva a valorizar a profissão de Professor e acreditar que a sua prática realizada com responsabilidade faz muita diferença na vida de uma pessoa. (Isabella)

O fator salário está presente em vários trabalhos e pesquisas, quando o assunto é a carreira docente. O Boletim da Educação (2009) descreve que:

[...] garantir salários competitivos e uma carreira que valorize o esforço e a capacidade dos professores para atuar em sala de aula é uma maneira de tornar a profissão mais atrativa para os jovens. No entanto, há de se pensar também nos 2,5 milhões de docentes que estão atualmente nas escolas brasileiras: é urgente apoiá-los na melhoria de sua formação e na consolidação de uma carreira que equilibre direitos e deveres, com padrões claros que indiquem o que se espera dos professores, além de avaliações frequentes para monitorar sua performance. (FUNDAÇÃO LEMANN, 2009, p. 35)

Jesus (2004) afirma que a profissão docente tornou-se pouco seletiva, levando a que muitos a exercessem sem habilitações específicas, com pouca qualificação e preparo profissional, criando a base do estereótipo "qualquer um pode ser professor", permitindo o funcionamento da educação escolar com "mão de obra barata". Além disso, muitos têm ingressado na profissão de forma transitória, por falta de alternativas profissionais, e não por vocação, ou apenas como forma de realizar um projeto profissional anteriormente definido. Assim, muitos dos sujeitos que ingressam na profissão docente apresentam uma baixa preparação e, provavelmente, baixa competência profissional, para além de uma reduzida motivação para a profissão docente. (2004, p. 195)

Em relação aos 12 egressos de Licenciatura em Matemática da PUC/SP, quando questionados sobre o motivo pelo qual não estão lecionando, um dos principais fatores responsáveis pela escolha de outra atividade e não a docência, está relacionado ao salário, conforme algumas entrevistas:

Pelo valor, porque você paga uma faculdade R$1.200,00 por mês um absurdo, depois você chega pra dar aula, você ganha R$500,00, R$600,00, então assim o salário é muito baixo pra você trabalhar muito, ter muita carga horária e ganhar muito pouco, sendo que outras coisas que você vai fazer, você trabalhar menos e ganhar e ganhar muito mais. (Lourdes)

Ah!! Não sei, eu não tenho perfil, pra ser professor, acho que o professor tem que ter bastante tempo pra. (...) Ah! Acho que eu não teria perfil e eu não queria ser igual, a alguns professores que eu tive, que não eram nenhum pouco, engajado naquilo, é no que estava fazendo! Simplesmente optaram por dar aula, de repente para aumentar sua renda ou alguma coisa assim. Não era meu perfil (...) minha primeira opção, sempre foi trabalhar no mundo coorporativo e não dar aula. (Eduardo)

O salário. Como eu desenvolvia já uma atividade na área de planejamento e depois na época que eu me formei eu estava no banco, meu salário não era o mais alto do mundo, mas eram tão alto umas quatro vezes mais pelo menos do que um salário de professor e aí eu já morava sozinho desde sempre e pretendia casar. Eu gostaria adoraria só dar aula e ganhar o que eu ganho. (Flávio)

(...) Por que eu nunca gostei de dar aula. (...) Então tem alguns pontos, primeiro: remuneração, segundo: aptidão, eu não acho que eu seria um bom professor. (Sidnei)

(...) Então eu corri atrás de uma posição como professor, só que ao mesmo tempo, quando você procura uma posição, profissional você também precisa ter um conjunto de fatores que lhe mantém ali né? Então por exemplo você tem que ver o salário, tem que ver se você vai dar conta de fazer, por conta do horário, a questão da aula, ser muito picada. Você pega uma aula de manhã a outra, à noite, outra à tarde. (Pedro)

Schwartz (2007), após analisar o relatório da OCDE, identificou que, para ajudar a tornar o ensino uma opção de carreira atrativa, muitos países estão criando novos papéis e responsabilidades para os professores, como forma de recompensa dos seus conhecimentos, sem tirá-los da sala de aula. A criação de uma ligação mais forte entre as contribuições dos professores e as recompensas salariais, e outras que recebem, será central no redesenho de ensino para a próxima geração. Entre os países participantes do seminário da OCDE, Cingapura tem, sem dúvida, o sistema de carreira mais desenvolvido para os professores, com um plano de remuneração baseado em desempenho. Os EUA também têm ingredientes promissores para o desenvolvimento de um verdadeiro sistema de carreiras e remuneração dos professores.

Vaillant e Castro (2007) descrevem que, em relação aos países da América Latina, são poucos os que implementaram programas de incentivos para docentes. Mais ainda, alguns países que o fizeram seguiram diversos caminhos citando como exemplo o México, que introduziu uma nova carreira de magistério, aplicando incentivos econômicos e morais. Já a Colômbia tem regras meritocráticas para regular o ingresso à carreira, bem como os mecanismos de permanência, promoção e demissão do cargo. No Chile, foram implementados mecanismos de incentivos para os docentes e de geração de informações que permitam comparar o trabalho desenvolvido pelas escolas. No Brasil, a situação é

mais variada, com soluções e fórmulas dentro de um sistema educativo onde participam municípios, estados e governo federal.

E, segundo o relatório da OCDE (2006), a atratividade docente está predominante vinculada ao salário e às oportunidades de emprego, o que nos remete à comparação entre os salários de professores e os de outras ocupações, o que afeta:

 A decisão de tornar-se professor após a graduação, uma vez que as opções de carreira da pessoa que se forma estão associadas a ganhos relativos na docência e em ocupações , e às suas possibilidades de crescimento ao longo do tempo;  A decisão de retornar à docência após uma interrupção na

carreira, uma vez que as taxas de retorno normalmente são mais altas entre nas pessoas que lecionam disciplinas que oferecem menos oportunidades de emprego em outras áreas;

 A decisão de permanecer na docência, uma vez que, de maneira geral, quanto mais altos os salários dos professores, tanto menor é o número de pessoas que deixam a profissão. (OCDE, 2006, p. 71)

O que de fato para novos candidatos mais qualificados a OCDE (2006) afirma que esse possível docente, não está interessado em entrar na fila à espera de vagas quando têm à disposição boas perspectivas de trabalho em outras atividades, exatamente o que observamos nas falas de nossos sujeitos anteriormente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo está circunscrito ao campo da formação de professores e pretendeu analisar a formação do aluno do curso de Licenciatura em Matemática numa reconhecida instituição de ensino da cidade de São Paulo. A pesquisa toma como objeto de discussão e análise a trajetória profissional dos egressos desse curso e buscou identificar o perfil do egresso, sua trajetória acadêmica e profissional, os motivos que o levaram ao curso de Licenciatura em Matemática e sua opção ou não pela carreira docente.

Assim, é possível concluir em relação aos dados coletados, que os alunos, em sua maioria, ingressaram no curso de Licenciatura em Matemática da PUC/SP em 2005, e concluíram o curso entre 2008 e 2009. Sua idade é superior aos 25 anos e são solteiros.

Os dados também indicaram que boa parte dos alunos cursou a Educação Básica, em escolas públicas. Verificou-se que o grau de escolaridade dos pais dos alunos é mais avançado, em relação à escolaridade de suas mães. Os pais em sua maioria são aposentados, enquanto a maioria das mães são donas de casa.

Ainda em relação aos resultados trazidos, pode-se apontar que os egressos, de uma forma geral, buscam atualizar e elevar seu conhecimento com cursos de aperfeiçoamento para sua carreira e, conforme indicam os dados, estão satisfeitos com sua atual carreira. Eles destacaram, entre os pontos mais relevantes do curso, as atividades práticas e a influência dos professores; as propostas das disciplinas; as práticas de ensino e estágio supervisionado realizados durante o curso de Licenciatura.

A influência de bons professores também foi discutida por Ronca (2005), em sua pesquisa, que teve como objetivo compreender como a relação mestre- -modelo contribuiu para a constituição da identidade dos educandos. Seu trabalho buscou compreender a importância que mestres-modelos podem ter na construção da identidade de seus alunos e ressaltou que, apesar de os jovens pesquisados, ao longo de sua trajetória acadêmica, terem por volta de sessenta

professores, quando questionados sobre quais deles deixaram marcas positivas em suas vidas, sentiam certa dificuldade em relacioná-los e admitiam ser mais fácil apontar professores anti-modelos, pelas relações estabelecidas e pelas marcas deixadas.

Em relação à profissão docente, os participantes da presente pesquisa demonstraram profunda consideração e respeito pelos professores do curso de Licenciatura em Matemática em seus depoimentos, valorizando a nobreza da profissão. No entanto, a maioria dos egressos não está atuando como docente, não seguiram a carreira do magistério.

Partindo do pressuposto de que a maioria dos egressos, ao ingressar no curso, tinha como intenção realizar o Bacharelado e escolheu o curso de Licenciatura, pois a Instituição, não oferecia mais aquela modalidade, optou por fazer a Licenciatura, em consideração ao reconhecimento social da Universidade. Constatou-se que, apesar dessa escolha, no decorrer dos anos de estudo o aluno até pensou em seguir a carreira docente, como relatado nas entrevistas, mas acabou sendo atraído para outras áreas sem ligação com o magistério. Identificou-se também, que isso ocorreu por diversos fatores, o que inclui remuneração, benefícios entre outras vantagens que o fizeram desistir de seguir a carreira docente.

Os fatores acima elencados revelam que a condição do magistério, hoje, tem afastado os licenciandos das atividades docente nas escolas. Aspectos como a falta de valorização social representada pelos baixos salários, a imagem da profissão e o prestígio social, a condição dos alunos e das escolas, a segurança no trabalho, dentre outros, parece assustar os egressos pesquisados.

O estudo de Vaillant (2006) já aqui apresentado e denominado Professores na América Latina: Radiografia de uma Profissão identifica pontos comuns dos diversos países e que demandariam uma política para tornar a profissão mais atrativa, seja na entrada, seja no percurso da profissão e ajudariam a reduzir a escassez dos professores. Os pontos comuns dos diversos países aproximam-se dos aspectos trazidos pelos egressos desse estudo:

 Um entorno profissional que dificulta reter os bons professores na carreira e os poucos estímulos para que a profissão seja a primeira

opção, além das condições de trabalho inadequadas, remuneração baixa e problemas na carreira;

 A precária preparação dos professores e a necessidade de formação em serviço.

A mesma autora alerta que os dados do perfil do docente – e, aqui, pode- -se acrescentar, tamém, do futuro docente – devem ser levados em consideração quando se pensa em políticas de formação de professores.

Outra hipótese que se pode levantar em relação ao escasso desejo pelo magistério se refere à inserção do aluno em uma profissão, no momento da conclusão do curso de Licenciatura. O fato de já estar inserido em uma profissão que não tem relação com a docência, agrava sua decisão em relação à escolha pelo magistério. Fatos semelhantes foram apontados noutras pesquisas que abordam a escolha profissional. Furlani (1998) afirma que a escolha profissional não consiste especificamente em uma decisão individual, mas está vinculada a diversos fatores como o prestigio social da profissão, a trajetória acadêmica, as condições sociais e culturais da família, entre outros.

Em 2009, o relatório encomendado pela Fundação Victor Civita (FVC), intitulado: A atratividade da carreira docente no Brasil entrevistou 1.501 estudantes concluintes do Ensino Médio, para construir um painel sobre as percepções dos jovens a respeito da carreira docente. Embora mostre que os jovens enxergam a profissão como uma atividade nobre, gratificante e necessária para a sociedade, o trabalho indica que poucos a encaram como uma opção profissional: apenas 2% declaram ter a Pedagogia ou algum tipo de Licenciatura como primeira opção para o vestibular. Os baixos salários, a rotina desgastante e a desvalorização social são as principais razões apontadas para a baixa atratividade da carreira docente também para os alunos do Ensino Médio. Segundo especialistas ouvidos pela equipe que coordenou a pesquisa, a transformação desse panorama exige medidas como a oferta de salários iniciais mais altos, a melhoria nas condições de trabalho, a redefinição da formação (inicial e continuada) e ações para resgatar o valor do professor na sociedade.

Nesse sentido, o Governo Federal vem desenvolvendo uma série de iniciativas para estimular a escolha pelo curso de Licenciatura. Segundo Gatti, Barreto e André (2011) “há um movimento nas diferentes esferas da gestão

pública da educação, no sentido de preocupar-se com os planos de carreira do magistério” (p. 174). No entanto, apesar da constante intenção de melhoria das condições do trabalho docente e da sua remuneração, persiste, de certa maneira, a desvalorização da carreira, em relação ao mercado de trabalho atualmente.

O que foi possível identificar nos questionários respondidos, e durante as entrevistas com os alunos egressos do curso de Licenciatura é que alguns até expressam o desejo pela carreira docente, pois, no momento em que realizaram os estágios exigidos pelo curso, puderam ter um maior contato com a profissão, e perceberam que tinham vocação e certa identificação com a sala de aula; no entanto, o desejo de lecionar ficou comprometido por não oferecer os mesmos recursos e benefícios, obtidos em outras carreiras, passando, assim, para segundo plano a carreira docente, ou o sonho de realizá-la quando sua vida financeira estiver mais estabilizada.

A OCDE (2006) apontou em uma de suas pesquisas realizada por Dolton (1990) no Reino Unido, dados em que ganhos relativos no ensino e em ocupações, assim como a possibilidade de aumento nos ganhos, têm efeito acentuado sobre as opções de carreira dos graduados. O autor ainda verificou que, quanto menor o salário dos professores, maior é escassez de docentes. Pesquisa semelhante realizada na Suiça, no período de 1981 a 1989, constatou a mesma reação em relação aos níveis de salários.

No sentido de resgatar a valorização como incentivo e um processo de formação mais longo nos cursos de Licenciatura, faz-se necessário um movimento, ou seja, ações que apontem para um futuro com mais jovens interessados na carreira docente e com boas perspectivas, da mesma forma como ocorre em outras profissões; ações que promovam uma maior atratividade pelo Magistério e que os jovens possam voltar a ter o desejo de ser professor nos dias atuais, sem descriminação ou vergonha em dizer: Eu quero ser professor!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

As desigualdades na escolarização no Brasil: Relatório de observação no 4. Brasília: Presidência da República, Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDES, 2a Edição, 2011.

BOGDAN, Robert C.; BIKLEN, Sári Knopp. Investigação Qualitativa em

Educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Tradução: Maria João

Alvarez, Sara Bahia dos Santos e Telmo Mourinho Baptista. Porto: Porto Editora, 1994.

BOLETIM da Educação no Brasil: Saindo da Inércia? , 2009

Link:http://www.lideresemgestaoescolar.org.br/2010//upload/arquivos/BOLETIM_P REAL_final_(marco2010).pdf (acesso em 28 out 2011)

BRASIL. Ministério da Educação. Estudo exploratório sobre o professor brasileiro com base nos resultados do Censo Escolar da Educação Básica 2007

BRASIL. Decreto n. 6.755, de 29 de janeiro de 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica, disciplina a atuação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES no fomento a programas de formação inicial e continuada, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 30 jan. 2009. Disponível em: