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Fragmenterte sosiale relasjoner ved arbeidsplassen

In document Fra stuepike til renholder (sider 20-0)

Kapittel 2: Bakgrunn og kontekst

2.3 Fragmentering og holdninger innad bransjen

2.3.1 Fragmenterte sosiale relasjoner ved arbeidsplassen

O treinamento e teste das RNAs com as leituras dos dois modelos de módulos misturadas tiveram o objetivo de mostrar a grande capacidade de generalização de uma RNA e os resultados mostraram que a diferença de potências, de idade e de comportamento dos módulos diante das situações de sombreamento parcial não impediu o aprendizado de cada uma das RNAs e suas convergências durante os treinamentos. Na verdade o que se observa nos gráficos de convergência do erro e comparativo entre as saídas das RNAs e os valores reais é que a grande diversidade nos dados de treinamento permitiu que a rede generalizasse melhor que nos casos dos módulos separados, o que reafirma o grande potencial das RNAs em solucionar problemas de alto grau de dificuldade e complexidade que não seriam solucionados por métodos convencionais.

No próximo capítulo são feitas as considerações finais a respeito da pesquisa desenvolvida nesta dissertação e sugestões de trabalhos futuros.

7 CONCLUSÕES E

SUGESTÕES DE

TRABALHOS

FUTUROS

7.1 Conclusões

O estudo da resistência série dos módulos fotovoltaicos confirmou o seu aumento com a redução da potência, mas sob condições de sombreamentos parciais o valor da resistência série também sofreu aumentos significativos, exceto no caso do sombreamento de 25% e 50% de quatro células adjacentes nos módulos de 40 W da ASE-Américas, lembrando que nestes dois tipos de sombreamento os diodos de desvio (by-pass) não atuam, deixando os módulos ainda mais vulneráveis, além disso, os módulos da ASE-Américas utilizados nesta pesquisa têm 15 anos de fabricação e uso em campo, e apresentam pequenas manchas abaixo do vidro de proteção das células, em que não foi possível detectar se pertencem ao vidro ou às células o que poderia ser um indício de degradação em algumas de suas células, mas é algo que deveria ser mais bem pesquisado no futuro, além disso, também foi percebido um pouco de corrosão nas placas onde estão conectados os diodos. Um dos módulos da ASE-Américas apresentou comportamento muito adverso em algumas células, quando comparado ao demais da mesma marca e submetidos às mesmas condições de sombreamento parcial. Ao abrir a caixa de conexão dos diodos atrás do módulo, a razão deste comportamento adverso foi descoberta; neste módulo havia muito mais corrosão do que nos demais e um dos diodos estava com a solda na placa quebrada, o que fez com que apenas metade do módulo tivesse a proteção do diodo. Isto é algo que os módulos estão sujeitos, devido à ação do tempo e se não forem corretamente instalados no local de uso e não for feita uma manutenção preventiva, principalmente em regiões em que os módulos estejam sujeitos a algum tipo de sombreamento parcial.

A importância dos diodos by-pass na segurança de funcionamento das células e sua influência na potência de saída durante o sombreamento pode ser verificada na comparação das leituras dos módulos sombreados com e sem os diodos conectados, que de modo geral apresentaram um aumento significativo na resistência série, mostrando os riscos a que as células sombreadas correm na falta deste dispositivo.

Os módulos da SolarWorld utilizados na pesquisa eram novos e nunca haviam sido usados em campo e não apresentaram nenhum tipo de adversidade quando submetidos às

mesmas condições de sombreamento parcial, temperatura e radiação, tendo suas curvas de potência praticamente sobrepostas. Isto leva à conclusão que é possível identificar o estado de sombreamento parcial através do monitoramento da resistência série calculada pelo método do Fator de Forma, uma vez que os módulos estejam em boas condições técnicas de uso. O sombreamento parcial além de prejudicar o fornecimento de energia podendo causar grandes reduções na potência de saída dos módulos também é prejudicial ao próprio módulo podendo danificar de forma irreversível as células sombreadas devido à formação de hot-spots.

De um modo geral, a proposta de identificar se um módulo está ou não sob sombreamento parcial apresentou um bom nível de confiabilidade, mesmo nos módulos desgastados pelo tempo e mal cuidados. Esta técnica poderia servir como um complemento a sistemas de monitoramento e Rastreamento do Ponto de Potência Máxima (Maximum Power

Point Tracking – MPPT), pois estes apresentam dificuldade em encontrar o ponto ótimo de

funcionamento dos módulos quando estes estão sob sombreamento parcial, devido o surgimento de máximos locais que podem prender o rastreador em um máximo local diferente do máximo global.

A Rede Neural Artificial desenvolvida no capítulo 6 mostrou boa convergência para encontrar as saídas referentes às leituras de sombreamento parcial imposto sobre os módulos em uma área de aproximadamente 3% da área fotovoltaica; equivalente a uma célula inteira, mas que também foi testada para a mesma área dividida em 50% de duas células e 25% de quatro células. Esta divisão da área sombreada mostrou que os diodos de desvio não são ativados com 50% de duas células ou 25% de quatro células, devido ao fato de que a célula não estando totalmente bloqueada continua fornecendo corrente ao circuito, porém em menor quantidade e por isso o diodo não atua desviando a corrente. Isto comprova que não é possível associar a redução na potência de saída de um módulo fotovoltaico diretamente à área sombreada. Como os diodos de desvio estão conectados a grupos de 18 células nos módulos utilizados, isto faz com que, mesmo sombreando apenas uma das 36 células do módulo, a redução na potência de saída seja extremamente elevada, onde com os dados colhidos nesta pesquisa a redução média de potência foi de 56,86% com diodos de desvio nos módulos da

ASE–Américas e 70,58% sem os diodos, e nos módulos da SolarWorld 39,76% com os diodos

e 49,31% sem os diodos.

O deslocamento da sombra sobre os módulos mostrou grandes distorções nas curvas características dos módulos da ASE–Américas, Inc. (40 W), o que não ocorreu nos módulos da

SolarWorld (75 W). Este fato pode estar associado à idade dos módulos de 40 W, fabricados e usados há quinze anos apresentam pequenas manchas que podem ser sinais de degradação e desgaste desigual entre as células, é um caso que merece um estudo mais específico sobre envelhecimento de células solares.

É possível que a dificuldade das RNAs em convergirem com os dados dos módulos de 40 W esteja associada ao comportamento adverso destes módulos (fabricados há mais de quinze anos), quando submetidos às condições de sombreamento parcial propostas nesta pesquisa. Ficou claro no estudo do capítulo 4 que os módulos da ASE–Américas sofreram desgastes e envelhecimento de forma desigual entre suas células e em seus diodos by-pass.

Estas alterações podem estar associadas a desgastes ocorridos nos diodos e a degradação não uniforme ou mesmo contaminações das células após quinze anos de operação, o que estaria afetando de formas distintas o desempenho do módulo quando submetido a sombreamento parcial em posições diferentes.

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