Institusjonelt- Institusjonelt-analytisk del
Kapittel 3: Fortettingspolitikk og helhetlig byplanlegging
As cargas de sólidos suspensos são apresentadas no Quadro 14.
As cargas anuais de sólidos suspensos seguiram mesma gradação dos volumes de escoamento nos três cenários considerados. Nos cenários atual e futuro, as respostas do SWMM foram, de maneira geral, mais elevados do que os do L-THIA, com exceção das simulações feitas para o cenário de base e, para as sub-bacias 3 e 4, no cenário atual.
Quadro 14 - Carga anual de sólidos suspensos (kg/ano)
L-THIA SWMM
Base Atual Futuro Base Atual Futuro
SB1 4,27 10271,49 12715,77 3,72 10752,13 14342,76 SB2 2,60 9194,89 10142,00 2,10 9562,23 10166,16 SB3 0,88 2020,71 2729,04 0,63 1246,81 3088,23 SB4 2,39 2097,70 4513,75 1,85 920,28 5130.45 SB5 7,18 19199,95 27980,58 5,89 19539,25 32763,68 Total 17,32 42784,74 58081,14 14,19 42020,70 65491,28 5.2.3.1. Cenário de base
No cenário de base, o que determinou cargas maiores de sólidos suspensos observadas mediante a modelagem com o L-THIA foi o volume superior de escoamento superficial dado por este modelo, já que, conforme exposto anteriormente, o método considerado para a lavagem de poluentes depende, unicamente, da tipologia de uso e ocupação do solo, e do volume de escoamento superficial.
A sub-bacia que apresentou o maior aporte de sólidos suspensos foi a 5, seguida, em ordem decrescente, pelas sub-bacias 1, 2, 4 e 3. Esta ordenação relacionou-se com a área de cada sub-bacia, no caso do modelo L-THIA, e, no caso do SWMM, além da área, houve a influência de outros dois parâmetros, nomeadamente, a declividade média da vertente e a largura do escoamento superficial. Foram estes os parâmetros que tiveram maior influência na produção de escoamento, e por conseqüência, foram também os que influenciaram indiretamente as cargas de poluição difusa. Não houve influência de arranjos diferenciados de uso e ocupação do solo sobre a produção de cargas, pois se admitiu, no cenário de base, uma única tipologia de uso do solo, ‘mata’.
A maior discrepância entre os resultados obtidos com o SWMM e com o L-THIA foi observada na sub-bacia 3, na qual a carga de sólidos suspensos simulada mediante o primeiro foi, aproximadamente, 28,4% menor que a carga obtida com o segundo. A menor discordância entre os resultados dos dois modelos, por outro lado, deu-se na sub-bacia 1. Nesta sub-bacia, a carga dada pelo SWMM mostrou-se, aproximadamente, 12,9% menor que a calculada pelo L-THIA.
5.2.3.2. Cenário atual
Em ambos os modelos, as sub-bacias não apresentaram a mesma ordenação no que tange ao aporte de sólidos suspensos. Pelo L-THIA, essa ordem foi: sub-bacia 5, 1, 2, 4 e 3, em ordem decrescente de exportação de carga. Com o SWMM, por sua vez, houve comutação de posição entre as sub-bacias 3 e 4, a ordem das sub-bacias foi: 5, 1, 2, 3, 4.
A sub-bacia que apresentou a maior discrepância nos resultados simulados pelos dois modelos foi a 4, na qual a simulação com o SWMM resultou em carga 56,1% menor que a carga estimada por intermédio do L-THIA. Neste cenário, a maior produção de carga de sólidos suspensos pela sub-bacia 3, em comparação com a sub-bacia 4, deveu-se a geração de escoamento superficial em maior profusão neste modelo, mesmo com menor extensão territorial, porque esta sub-bacia exibiu porcentagem mais elevada de área impermeável, e valores de CN mais elevados. Aqui, refere-se aos valores de CN para a sub-bacia como um todo, não apenas aos valores de CN médio para as áreas permeáveis.
A menor discrepância entre os resultados dos dois modelos ocorreu foi observado na sub-bacia 5, a qual se situou ao redor de 1,7 % menor com o L-THIA.
5.2.3.3. Cenário futuro
Neste cenário, todas as sub-bacias tiveram suas respostas hidrológicas majoradas pelo SWMM em relação aos resultados do L-THIA. A superestimativa das cargas de sólidos suspensos não foi da mesma monta que as discrepâncias observadas entre os volumes de escoamento que ambos os modelos calcularam. Neste cenário, a produção de sólidos suspensos das sub-bacias ficaram dispostas na seguinte ordem, em ambos os modelos: sub- bacia 5 responsável pela maior carga, seguida, em ordem decrescente, das sub-bacias 1, 2, 4 e 3.
A maior discordância entre as cargas calculadas pelos dois modelos ocorreu na sub- bacia 5, na qual a resposta do L-THIA foi 14,6% menor do que a do outro modelo. A menor
discrepância, por outro lado, foi observada na sub-bacia 2, onde a resposta do L-THIA foi, aproximadamente, 0,24% menor que a do SWMM.
5.2.3.4. Comparação entre os cenários de base e o atual
Em ambos os modelos, a sub-bacia 2 foi a que sofreu alteração mais enérgica quanto a carga de sólidos dissolvidos. A variação foi em torno de 3540 vezes, pelo L-THIA, e a volta das 4550 vezes, pelo SWMM. Tais variações demasiadamente altas para esta sub-bacia tiveram relação com a baixa produção de escoamento, e com a baixa concentração de sólidos suspensos, característica do uso e ocupação estabelecido para o cenário de base (‘mata, em boas condições hidrológicas), associadas à elevada percentagem de área impermeável no cenário atual.
Por outro lado, a sub-bacia 4 apresentou a menor variação em carga de sólidos suspensos em ambos os modelos. Nesta sub-bacia, houve aumento de carga em torno de 880 vezes, e de 500 vezes, pelo L-THIA e SWMM, respectivamente. Estes valores também foram bastante elevados, mas não apresentaram a mesma magnitude da sub-bacia anterior, graças à baixa taxa de impermeabilização no cenário atual.
5.2.3.5. Comparação entre os cenários atual e futuro
A sub-bacia 4 foi a que sofreu maior aumento em carga de sólidos suspensos, em ambos os modelos, cerca de 5,5 vezes pelo SWMM, e em torno de 2 vezes pelo L-THIA. A variação percebida de carga pelo SWMM entre estes dois cenários foi mais proeminente do que a alteração detectada pelo L-THIA.
A menor variação de carga de sólidos suspensos ocorreu, por sua vez, na sub-bacia 2, tanto para o L-THIA, quanto para o SWMM, pois, no cenário atual, esta sub-bacia, apresentou porcentagem elevada de área impermeável, o que redundou em mudanças menos drásticas no volume escoado entre os cenários futuro e atual e, consequentemente, em menores alterações em carga de sólidos suspensos.