4. Metode
6.9 Avslutning
6.9.3 Forskningsspørsmål 2: Blir enkelte av hovedkonseptene i svinghjulet vektlagt
3.3.1 Introdução
Na primeira seção mostramos que é possível se obter uma estrutura autoa hatada a
partir de um CNT preen hido uniformemente om um o de níquel e que esta estrutura
apresenta propriedades de transferên ia de arga e magnetismo que diferem da estrutura
não deformada,sendo possívelentão umainvestigação experimental. A segunda seçãoser-
viu para mostrar que ao aumentar a dimensionalidade do o e a quantidade de átomos
presentes emsua élulaunitária,aspropriedadeseletrni asemagnéti as(que porventura
podem ser avaliadas experimentalmente) não sofrem alterações qualitativas, mas apenas
quantitativas, mas não há estrutura autoa hatada estável. Com o aumento do diâmetro
doCNT em omparação om o asoanterior, espera-seque os omportamentosdas trans-
ferên ias e do momento magnéti o sejam mantidos, om o adi ional de que deve haver,
dessa vez, um mínimolo alde energiaemfunção doa hatamentoque gereuma estrutura
autoa hatada estável. Investigar se tal estrutura existe e onrmar o omportamento de
suas propriedades eletrni as emagnéti as é oobjetivo desta seção.
Men ionamos que esse é um modelo mais realista para a observação de um preen hi-
mentouniformedoCNT. Issoporque oreduzido diâmetrodoCNT(9,0)pode desfavore er
a inéti a do preen himento, já que os primeiros átomos de Ni que forem en apsulados
A úni a alteração da metodologia para esta seção em omparação om as anteriores é
queo ritériodeforçapassouaser
0,10
eV/Å.Apesardeser um ritériorelativamentealto, as variações de energia no de orrer do pro esso de otimização foram pequenas (inferioresa
0,02
eV),de formaquepodemos onarnos resultados obtidosnesta seção. Com relação aoCNT(11,0), odiâmetrodo mesmosem apresença do oé de8,8
Å.3.3.3 Resultados para o sistema perfeito
Aexemplode omofoifeitoparaoounidimensional,apresentaremosprimeiramenteos
resultadosparaoCNTsema hatamento,ondeinvestigamosasestruturas omooemduas
posições: no entrodoCNT edeslo adode1ÅdoeixodoCNT. Outrosdeslo amentosnão
faziamsentidoporquedeveriamserfeitosempassosmuitopequenos. Alémdisso,deixamos
ada estrutura relaxar ompletamente, ouseja, o opoderia deslo ar-se horizontalmente.
Sendoassim,aposiçãodoopou oimporta,bastandoapenassaberseomesmoen ontrava-
se no entrodo CNT ounão.
Propriedades estruturais
O parâmetro de rede do sistema Ni
8
CNT(11,0) nas duas posições investigadas parao o de níquel aram bem próximos entre si (
4,36
Å para o o no entro e4,37
Å para o o deslo ado). Esse sistema apresentou um parâmetro de rede menor que o aso om oCNT(8,0), o que já era de se esperar por ausa do aumento na quantidade de arbonos,
fazendo omqueoparâmetroderededosistematendesseparamaispertodovalor al ulado
paraoCNT vazio. Asgeometrias relaxadasparaasduassituaçõesinvestigadas podemser
vistasna gura3.17.
(a)
x= 0
Å (b)x= 1
ÅFigura3.17: Estruturas relaxadas para osistema Ni
8
CNT(11,0).ne em inalteradas quando omparadas om os orrespondentes livres em ambos os asos
mostrados pelagura 3.17. Tambémnotamosque parao aso doo on êntri o aoCNT,
mostrado na gura 3.17(a), o CNT é largo o bastante para que não haja ligações entre
arbonoeníquel. Jánagura3.17(b)notamosqueodeslo amentode 1Åjá éosu iente
para que haja a formação de ligaçõesNi
−
C. Ainda nessa gura notamos que houve uma pequenadeformaçãonoo,queprovavelmentesedeudevidoàformaçãodasligações. Essedesvio não ompromete de maneira nenhuma a integridade da forma do o. O fato mais
interessantesobre ageometria om oodeslo ado équemesmo omasligaçõesformadas,
oonão onseguiudeformaroCNT, jáquesua seçãoretapermane euprati amente ir u-
lar. Issoindi aqueo CNT(11,0)émuitoduro paraqueoosozinho onsigadeformá-lo.
Em termosde energia, ageometria mais estável é a om o odeslo ado, sendo esta er a
de
0,52
eV mais estável que a estrutura om o o on êntri o. Mais uma vez a formação de ligaçõesquími as foi determinante nageração daestrutura de menorenergia.Estruturalmente podemos traçar um paralelo om os resultados obtidos na primeira
seção. Emambosos asosoopermane eu alinhado om oeixodoCNT e ageometriade
Damesmamaneiraqueo orreuparaoounidimensionalen apsuladosema hatamento
e para o o de 8 átomos en apsulado pelo CNT(9,0), houve uma transferên ia de arga
externa Ni
→
C, sendo que na situação onde o o se en ontra deslo ado houve uma transferên ia ligeiramente maior, omo pode ser a ompanhado na tabela 3.4. Por outrolado, pare e que dessa vez são os elétrons
3d
que fazem essa transferên ia, omo pode ser visto nas duas últimas olunas dessa mesma tabela, onde a população em3d
diminui e a4s
a onstante. Issodiferedos resultadosobtidosparaosistemaNi2
CNT(8,0),noqual à medida que o o se afastava do entro do CNT, a população em3d
aumentava e a4s
diminuia(ver tabela3.2).Posiçãodo o Carga transferida(
e
)3d
(e
)4s
(e
)entro
0,44
68,05
11,51
deslo ado
0,48
68,00
11,51
Tabela3.4: Valoresda argatransferidapor élulaunitáriaeaspopulaçõeseletrni asdos
orbitais
3d
e4s
dosistema Ni8
CNT(11,0).Essa mudança no omportamento das populações não deve estar rela ionada om
o grau de deformação experimentado pelo CNT, já que os sistemas Ni
2
CNT(8,0) eNi
8
CNT(11,0) om oo on ên tri o aoCNT sãobemsemelhantes estruturalmente(verguras3.3(a)e3.17(a)),assim omoas orrespondentesversõesdeslo adas(guras3.3(b)e
3.17(b)). Portantoumaquantidademaiordeorbitais
3d
e4s
deveseraresponsávelporessa mudançade omportamentodaspopulaçõesdosorbitaisdevalên iadoníquel. Entretanto,apenas a análise popula ional eletrni a não é su iente para determinar ompletamente
o quea onte eu.
Como a transferên ia de arga não apresentou um valormuito diferente em ompara-
ção om o obtido para o o unidimensional om o CNT perfeito, a densidade de estados
apenas a ontribuição dos elétrons
3d
é relevantepara a ondução.(a) entro (b) deslo ado
Figura 3.18: DOS projetada nos orbitais
3d
,4s
e nos elétrons dos arbonos para o sis- tema Ni8
CNT(11,0). Os valores da DOS positivos referem-se aos elétrons om spin up, enquanto que osvaloresda DOSnegativos referem-seaos elétrons om spin down.PodemosnotarqueháalgumassemelhançasentreaDOSdossistemasNi
2
CNT(8,0)eNi
8
CNT(11,0). Aose ompararagura3.4(a) om3.18(a)eagura3.4(b) om3.18(b),podemosnotar que aquantidade de pi os é pare ida assim omo asposições dos mesmos.
A altura dos pi os também se assemelha se as olo armos propor ionaisà quantidade de
átomosde níquel.
Da mesma forma que o orreu para o o unidimensional en apsulado, há a presença
de estados no nível de Fermi, o que indi a que o sistema pode apresentar magnetismo de
a ordo om o ritério de Stoner. Mais detalhes sobre o magnetismo nesse material serão
dados aseguir.
Propriedades magnéti as
Odesemparelhamentoeletrni odos elétrons
3d
mostradonaDOSgerouum momento magnéti o tanto no asodoo entralizadoquantodeslo ado emrelaçãoaoeixodoCNT.Posição doo
µ
(µ
B )µ
3d
(µ
B )µ
4s
(µ
B ) entro5,83
6,00
−0,16
deslo ado4,28
4,53
−0,20
Tabela 3.5: Valores do momento magnéti o total por élula unitária e as ontribuições
devido aos orbitais
3d
e4s
para o sistemaNi8
CNT(11,0).Dessa vez, a redução do momento magnéti o do o livre para o en apsulamento em
um CNT(11,0) não foi tão signi ativaquanto no aso om o CNT(9,0). Em termos per-
entuais, o CNT mais largo provo ou, na estrutura mais estável, uma redução de 37% do
momentomagnéti o doolivre (
6,78 µ
B), enquantoque oen apsulamento peloCNT(9,0)
reduziu prati amente pela metade o valor do momento magnéti o do o. Ainda na ta-
bela 3.5, notamos quedessa vez os elétrons
4s
tiveram uma ontribuiçãorelevante para o momentomagnéti o,sendoresponsáveisemdiminuirovalorda ontribuiçãogeradaapenaspelos elétrons
3d
. Novamente, nota-sequeapenasoselétronsdoníquel são osresponsáveis pelo surgimentodomomentomagnéti o.Tambémpodemos desta ar o fato de que, omo não houve uma mudançasigni ativa
nas populações eletrni as dos orbitais de valên ia do níquel quando o o está no entro
do CNT ou deslo ado, a proximidade doo om a parede do CNT gerou um emparelha-
mentoeletrni odos elétrons
3d
eumdesemparelhamentoem4s
. Comoera deseesperar, os átomos que apresentavam o orbital4s
mais desemparelhado são os que estavam mais próximosda parededo CNT.Agora que o o está dentro de um CNT mais largo, omo se omportam sua energia
e a população nos orbitais quando uma pressão é apli ada? Um o mais grosso pode
apresentar variações na sua forma quando o CNT que o en apsula sofre uma pressão
Da mesma forma que foi feito para o sistema Ni
2
CNT(8,0) e Ni8
CNT(9,0), vamosinvestigaro omportamentodaenergiaedas populaçõeseletrni asquando seapli auma
pressão radial no CNT. Para esse sistema, omo no aso sem a hatamento, foram feitos
ál ulos omo o on êntri o aoCNT e deslo ado de 1Å.
Propriedades estruturais
Em todos os ál ulos apli ando-se o a hatamento, os parâmetros de rede do sistema
sofreram variações muito pequenas, sendo que a variação máxima sofrida foi inferior a
0,05
Å, mostrando que também para esse sistema o a hatamento não provo ou mudanças em suas dimensões. A geometria a hatada de menor energia para esse sistema pode servistana gura 3.19.
Figura 3.19: Estrutura a hatada relaxada para o o de 8 átomos de níquel en apsulado
um nanotubo.
Podemosnotar uma levedeformação doopor ausadas ligaçõesfeitas om os arbo-
nos. Issofaz om queeletendaafazerumpequenozigzag,mas omuma amplitudemuito
pequena, de maneiraquepodemos assumirque o o ontinuasem deformação apre iável.
Quanto à energia do sistema, esta apresentou um mínimo lo al para as duas posições
doCNT perfeito.
Figura 3.20: Energia para Ni
8
CNT(11,0) emfunção do a hatamento.Podemos notar que o mínimo lo al mais estável em energia o orre em
η = 0,27
(d = 6,4
Å) para o o deslo ado do entro do CNT, uja geometria está mostrada na gura 3.19. Aqui podemos desta ar alguns pontos em omparação om os resultados ob-tidos para os asos de a hatamento investigados anteriormente: omparando-se om o
sistema Ni
8
CNT(9,0), ao se aumentar o diâmetro do CNT, riou-se internamente o es-paçone essárioparaquehouvesseummínimolo aldeenergiaparaum
η > 0
, omoobtido para Ni2
CNT(8,0), mas dessa vez o mínimolo alnão possui uma energiatão próxima àsituaçãodoCNTperfeito omoo orreuparao asodoounidimensional, ando346meV
a imadela ( oma imposiçãodosvín ulos). Ao seretirarosvín ulos sobreas oordenadas
dos arbonos, a estrutura permane e a hatada mas adiferença de energiaentre o mínimo
lo ale o global passaa ser de 302meV.
queosistema omoo on êntri o aoCNT.Issotambémestádea ordo omosresultados
obtidosparaosistemaNi
2
CNT(8,0). Sobreessas ir unstân ias,épossívelentão estimarabarreiradeenergiane essáriapara seatingiraestrutura autoa hatadaaoseapli aruma
pressão radial em um CNT preen hido por um o de níquel, ando o valor da barreira
em 429meV.
Com relação à resistên ia do CNT preen hido om relação ao vazio, o o de níquel
deixou o sistemamenos resistente àpressão radial, omo pode ser vistona gura3.21.
Figura3.21: Comparaçãoda variaçãoda energiaem funçãodo a hatamentopara o nano-
tubo(11,0) vazio epreen hido om oode oitoátomos de níquel.
Comparando-se as três urvas de energia obtidas até agora (guras 3.6, 3.13 e 3.20),
temos uma tendên ia para a formação ou não de estruturas autoa hatadas. Para o aso
doNi
8
CNT(9,0)ooexperimentavaum espaçolivremuitopequeno dentrodoCNT(vergura 3.12(a)), sendo que para esse sistema não obtivemos um mínimo lo al. Quando
mantivemos o formato do o e aumentamos o diâmetro do CNT (ver gura 3.17(b)),
Por m, ao olo armosoo mais no possíveldentrode um CNT om um espaçointerno
razoavelmente grande omparado om o o (ver gura 3.3( )) obtivemos uma estrutura
autoa hatada(vergura 3.5(h)) om umaenergiabempróxima daenergiaparao sistema
orrespondente sem a hatamento algum. Isso talvez seja um indí io de que poderíamos
obter estruturas autoa hatadas estáveis mesmo om os mais grossos, desde se tenha um
preen himento uniforme eque o CNT seja largo osu iente.
Propriedades eletrni as
Maisumavezhouveumatransferên iade argadooparaoCNTsendoqueestaainda
segue o mesmopadrão observado nos outros sistemasestudados, ou seja, aquantidade de
arga transferida aumenta até erto ponto próximo ao mínimo de energia e em seguida
omeçaa diminuir, omopode ser a ompanhado nagura 3.22.
Figura 3.22: Carga transferidado o de Ni para onanotubo (11,0) em função doa hata-
mento.
bastante, passando de
0,44 e
para0,79 e
quando passamos dosistema omo CNT perfeito para aestruturaautoa hatada. Fazendouma projeção, esses dadosmostramqueteríamos1
e/
nmsendo injetadonoCNT paraomínimoglobale1,8 e/
nmnomínimoautoa hatado. Em termos per entuais, isso signi a um aumento de 80% na quantidade de arga trans-feridade uma situaçãoparaa outra. Comparando-se om ooutro sistemainvestigadoque
tambémapresentou ummínimolo alautoa hatado,Ni
2
CNT(8,0),esteteveum aumentode apenas 20% daestrutura sem a hatamento para aautoa hatada.
Para expli ar esse aumento relativo da transferên ia de arga para esse sistema, te-
mos a dependên ia da quantidade de elétrons nos orbitais de valên ia do níquel om o
a hatamentodo CNT, vista nagura 3.23.
Figura3.23: População eletrni a dos orbitais
3d
e4s
para osistema Ni8
CNT(11,0) em função doa hatamento.Como podemos fa ilmente notar, a população eletrni a no orbital
3d
apresentou a mesma ara terísti asdos demaissistemas: sempre res ente. Portanto,aexpli açãoparao aumento relativo da arga injetada no CNT deve vir da dependên ia da população em
transferên ia de arga até
η = 0,23
, foram omparadas as in linações das populações em3d
e4s
entre0,07 < η < 0,23
, queé o intervaloonde ambas possuem um omportamento prati amente linear omη
. Feito o ajuste linear (não mostrado no grá o), viu-se que a in linação da população4s
é 18 vezes maior que in linação para a3d
. Isso signi a que os elétrons4s
saem de seu orbital a uma taxa muito maior que hegam elétrons em3d
. Os elétrons que não parti ipam da transferên ia interna4s → 3d
vão para o CNT, elevando a taxa de variação da transferên ia de arga paraη < 0,23
. A partir daí, a população em4s
a prati amenteestagnada ( om ex eção dos dois últimos pontos, mas estes já apresentam uma energia muito maior que qualquer outra anterior do grá o) e apopulação em
3d
ontinua a res er. Isso é um indí io que depois que o CNT re ebeu o máximo de arga queele suportaria,este omeçaa devolver oselétrons que vão para osorbitais
3d
. Isso expli a porque houve uma leve redução na arga transferidadeη = 0,23
, que éo máximo datransferên ia de argaparaη = 0,27
,que éo mínimo de energia.Mesmo om a grande transferên ia de arga obtida para esse aso, a ontribuição dos
elétronsdos arbonosparaa ondução eletrni anãoé omparávelàdoselétrons
3d
, omo pode ver veri ado pela gura 3.24.Novamente a densidade de estados revelaque os elétrons
3d
de spin down são osprin- ipais ondutores para omaterial.Propriedades magnéti as
Dentro do intervalo
0,07 < η < 0,27
, a população eletrni a nos orbitais3d
teve um res imento prati amente nulo. O aumento da quantidade de elétrons nesse intervalofoi inferior a
0,02 e
e uma vez que os elétrons3d
são os responsáveis pelo surgimento do momento magnéti o, omo resultado temos que nesse intervalo não houve variaçãosigni ativa de
µ
, omo pode ser visto na gura 3.25. Após esse intervalo tem-se uma queda brus anovalordomomentomagnéti omas osvalores daenergiapara esses pontosFigura3.24: DOSprojetada nosorbitais
3d
,4s
enos elétronsdos arbonospara osistema Ni8
CNT(11,0) autoa hatado.estão muito a ima dos demais pontos, omo visto anteriormentenagura 3.20.
Apesar de que em boa parte do grá o o momento magnéti o não apresenta uma
variação apre iável, ao se omparar o valor de
µ
para as estruturas sem a hatamento (µ = 4,28 µ
B
) e autoa hatada (
µ = 3,40 µ
B), temos uma redução de 21%. Ainda pelo
grá o da gura 3.25 nota-se que o mínimo de energia (
η = 0,27
) está lo alizado nonal do intervalo onde não há uma variação apre iável deµ
. Isto é, observamos, neste aso mais realista, a mesma fenomenologiades rita anteriormente: háuma passagem para umestado om o momentomagnéti o bastantereduzido através daapli açãode uma pressão
radial.
Diferentemente dos demais asos estudados, esse sistema mostrou que os elétrons
4s
ontribuírampara diminuiromomentomagnéti o gerado pelos elétrons3d
,a exemplo do que houve no aso para esse mesmo sistema sem o a hatamentodo CNT (ver tabela3.5),Ni
8
CNT(11,0).momento magnéti o é bem pequena omparada ao valor gerado pelo desemparelhamento
dos elétrons
3d
,assim omo no aso sem a hatamento,de forma quea urvaµ
3d
× η
(não mostrada no texto) éessen ialmentea mesmada gura3.25.Como se omportam aspropriedades quevemsendo estudadas até agora se emvez de
um CNT de parede simples tivermos um de parede dupla? A interação entre as paredes
inuen iará nos resultados? Na próxima seção investigaremos esse tipo de sistema sob a
mesma óti a dos anteriores.