4. METODE
4.4 A NALYTTISK TILNÆRMING
4.4.1 Forforståelse – eget forhold til tema
A ligação da estratégia da empresa com o portifólio de projetos é fundamental, principalmente quando há inovação, crescimento e desenvolvimento de novos produtos. Contudo, a literatura de como fazer essa ligação é diversificada, cheia de remendos e incompleta. Já a literatura sobre gestão de portifólio é quase completa do ponto de vista analítico e não relativo à implementação (MORRIS e JAMIESON, 2005).
Relatórios de vendas Como será o market share
deste nicho para os nossos produtos comparados com o atual
Dados de vendas, coletados a cada trimestre
As ferramentas de marketing permitirão aos gestores de vendas aumentarem o market share em um nicho específico
Formulários do
departamento de treinamento Histórico de
desenvolvimento Lista de novos produtos Os novos engenheiros navais
estão desenvolvendo novos navios de forma mais rápida Dados de Tempo ao mercado,
coletados a cada trimestre Treinamento em just-in-time e
suporte online pode reduzir o tempo ao mercado em 20% Fontes Mensuração Possíveis indicadores Fatores críticos de sucesso Relatórios de vendas Como será o market share
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Dados de vendas, coletados a cada trimestre
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estão desenvolvendo novos navios de forma mais rápida Dados de Tempo ao mercado,
coletados a cada trimestre Treinamento em just-in-time e
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PROJETOS PRINCIPAIS RESPONSABILIDADES
NO. TÍTULO
ESTRATÉGIA
OBJETIVOS QUALITATIVOS E BENEFÍCIOS OBJETIVOS QUANTITATIVOS E BENEFÍCIOS
Apesar de a literatura ser escassa, verifica-se que o conceito é muito importante. Às vezes o processo de planejamento estratégico é adequado, porém a implantação peca pela amplitude. Trata-se de fazer a grande mudança e termina-se não mudando nada. Outras vezes não é a amplitude, mas a quantidade de frentes que se abre é ampla demais, perdendo-se o foco do que seja prioritário. O portifólio de projeto pode ser a solução (GAJ, 2002).
Uma forma de fazer o alinhamento do estado desejado (a visão) e a execução dos objetivos da companhia é criar e analisar um portifólio de projetos, observando o grau de contribuição e alinhamento de cada projeto frente às estratégias da companhia.
A gestão de portifólio de projetos é definida como a arte e a ciência da aplicação do conjunto de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas para a coleção de projetos ou programas, visando atingir ou exceder as necessidades e expectativas da estratégia de investimentos da organização (DYE; PENNYPACKER
apud MORRIS e JAMIESON, 2005). De acordo com os autores Platje, Seidel e
Wadman apud Morris e Jamieson (2005), o portifólio de projetos é um conjunto de projetos que são gerenciados de forma coordenada para entregar benefícios que não são possíveis de entregar se os projetos forem gerenciados de forma independente.
Segundo Archer e Ghasemzadeh apud Morris e Jamieson (2005), “a gestão de portifólios é uma etapa de seleção ou priorização dos melhores projetos ou programas para proceder com a execução”. “Através da gestão de portifólios é possível avaliar, priorizar, selecionar, orçar e planejar os projetos corretos (...), esses que irão oferecer um grande valor e contribuição para os interesses estratégicos da organização” (BIGELOW, 2006). A gestão de portifólio de projetos é a seleção do projeto certo, enquanto a gestão de projetos dita como fazer corretamente o projeto (COOKE-DAVIES, 2004).
O portifólio tem como premissa a escassez e otimização de recursos na seleção de projetos, a sinergia entre eles e a ligação com a estratégia da
companhia. A análise de portifólios requer foco, tempo e atenção, com isso pode ajudar os gestores a avaliar mais precisamente as necessidades de recursos.
Dietrich e Lehtonen (2005) selecionaram empresas que demonstraram sucesso ao longo de muitos anos. Eles concluíram que estas empresas agruparam os projetos em programas, além destas terem avaliado e comparado suas idéias de projetos quando selecionaram novos projetos para serem implementados. Houve correlação significativa estatisticamente no processo de utilização de métodos de avaliação de projetos e idéias, com o sucesso da organização.
Adicionalmente, diversas organizações de sucesso revisam seu portifólio de projetos constantemente, ligando com o processo de acompanhamento da estratégia (DIETRICH; LEHTONEN, 2005).
O alinhamento do portifólio de projetos pode ter alguns entraves (BIGELOW, 2006), tais como:
Processos organizacionais rígidos demais;
Ferramentas de gestão inadequadas ou inexistentes;
Falta de comunicação;
Falta de foco;
Falta de treinamento gerencial – foco no planejamento ao invés de execução;
Falta de recursos;
Falta de políticas de governança.
O processo de gerenciamento de portifólio de projetos é composto em doze etapas (ARCHIBALD, 2003):
1. Definir os portifólios de projetos necessários.
2. Definir as categorias de projetos em cada portifólio baseados em um critério uniforme.
3. Identificar e agrupar os projetos novos e atuais dentro das categorias e programas apropriados.
4. Validar/alinhar todos os projetos com os objetivos estratégicos da organização.
5. Priorizar os projetos dentro do portifólio e programas. 6. Desenvolver o cronograma geral do portifólio de projetos. 7. Estabelecer e manter banco de recursos críticos.
8. Alocar os recursos disponíveis para os programas e projetos dentro dos portifólios.
9. Comparar as necessidades financeiras com a disponibilidade.
10. Decidir como responder sobre a falta de dinheiro ou recursos e aprovação dos projetos fundeados e suas prioridades.
11. Planejar, autorizar e gerenciar cada programa e projeto usando os processos de gerenciamento de projetos, as ferramentas e sistemas para cada tipo de projeto.
12. Periodicamente avaliar as prioridades, realocar os recursos e reprogramar os prazos de todos os programas e projetos requeridos para cada portifólio.
3.3 Utilização das técnicas e conceitos de gerenciamento de projetos (gestão