6. Continuation after the “Future Traditions” project. The process of the finding
6.1. From the experiments in metals (metal, plastic, threads) to the final
6.1.2. The final collection
LAURELL, A. C.; NORIEGA, M. Processo de produção e saúde. São Paulo: Hucitec, 1989. 325p.
LIMOEIRO. Secretaria Municipal de Saúde. Plano Municipal de Saúde 2005-2008. Limoeiro do Norte, 2005.
MEIRELES, A. J. Danos Socioambientais na zona costeira cearense. In: HERCULANO, S.; PACHECO, T. (Org.). Racismo Ambiental. 1. ed. Rio de Janeiro: FASE, 2006. p. 73-87.
MEYER, A.; SARCINELLI, P. N.; MOREIRA, J. C. Estarão alguns grupos populacionais brasileiros sujeitos à ação de desruptores endócrino? Cad. de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p. 845-850, 1999.
MEYER, N. T.; RESENDE, L. I.; ABREU, C. J. Incidencia de suicídios e uso de agrotóxicos por trabalhadores rurais em Luz (MG), Brasil. Rev. Bras. Saúde Ocup., São Paulo, v. 32, n. 116, p. 24-30, 2007.
MINAYO, M. C. S.; SOUZA, E. R.; CONSTANTINO, P.; SANTOS, N. C. Métodos, técnicas e relações em triangulação. In: ASSIS, S. G.; SOUZA, E. R. (Org.). Avaliação por triangulação de métodos: abordagem de Programa Sociais. Rio de Janeiro: Hucitec, 2006. p. 71-104.
MIRANDA, A. C.; MOREIRA, J. C.; CARVALHO, R.; PERES, F. Neoliberalismo, o uso dos agrotóxicos e a crise da soberania alimentar no Brasil. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.12, n. 1, p. 15-24, 2007.
MORAGAS, W. M.; SCHNEIDER, M. O. Biocidas: suas propriedades e seu histórico no Brasil. Caminhos da Geografia-Revista on line, v. 3, n.10, p. 26-40, 2003.
MOREIRA, R. J. Críticas ambientalistas a Revolução Verde. In: WORLD CONGRESS OF RURAL SOCIOLOGY-IRSA, 10th; BRAZILIAN CONGRESS OF RURAL ECONOMIC AND SOCIOLOGY-SOBER, 37th, 2000, Rio de Janeiro. Disponível em: <http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/brasil/cpda/estudos/quinze/moreira15.htm>. Acesso em: 21 ago. 2008.
MOREIRA, J. C.; et al. Avaliação integrada do impacto do uso de agrotóxicos sobre a saúde humana em uma comunidade agrícola de Nova Friburgo, RJ. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 299-311, 2002.
NAVARRO, Z. Desenvolvimento rural no Brasil: os limites do passado e os caminhos do futuro. Estud. Av., São Paulo, v. 15, n. 43, p. 83-100, 2001.
NOGUEIRA, F. N. A.; RIGOTTO, R. M.; TEIXEIRA, A. C. A. O agronegócio do camarão: processo de trabalho e riscos à saúde dos trabalhadores no município de Aracati/Ceará. Rev. Bras. Saúde Ocup., São Paulo, v. 32 , n.119, p 40-50, jan/jun. 2009.
NUNES, M. V.; TAJARA, E. H. Efeitos tardios dos praguicidas organoclorados no homem. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 32, n. 4, p. 372-383, 1998.
OLIVEIRA, M. L. F.; ZAMBRONE, F. A. D. Vulnerabilidade e intoxicação por agrotóxicos em agricultores familiares do Paraná. Ciência, Cuidado e Saúde, Maringá, v. 5, supl., p. 99- 106, 2006.
OLIVEIRA-SILVA, J. J.; et al. Influência de fatores socioeconômicos na contaminação por agrotóxicos. Brasil.Rev. Saúde Pública, v. 35, n. 2, p. 130-135, 2001.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS). Intoxicação por agrotóxico: a importância da vigilância epidemiológica. Disponível em: <http//www.opas.org.br/saude/Arquivos/sala 2009 pdf>. Acesso em: 20 ago. 2007.
PALACIOS-NAVA, M. E.; PALACIOS-NAVA, M. E.; PAZ RAMÓN, P.; HERNÁNDEZ ROBLES, S.; MENDOZA ALVARADO, L. Sintomatología persistente em trabajadores industrialmente expuestos a plaguicidas organofosforados. Salud Publica Méx., v. 41, n. 1, p. 55-60, 1999.
PAULA, A. P.; PAULA, E. A. Agronegócio e ambientalismo: reconstruindo hegemonia. Disponível em:<http://www.alasru.org/cdalasru2006/17>. Acesso em: 10 jun.2006.
PIGNATI, W. A.; MACHADO, J. M. H.; CABRAL, J. F. Acidente rural ampliado: o caso das
“Chuvas” de agrotóxicos sobre a cidade de Lucas do Rio Verde-MT. Ciênc. Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p. 299-311, 2007.
PEDWLOSWSKI, M. A; et al. Um estudo sobre a utilização de agrotóxicos e os riscos de comunicação num assentamento de Reforma Agrária no Norte Fluminense. J. Braz. Soc. Ecotoxicol., v. 1, n. 2, p. 185-190, 2006.
PORTAL DO AGRONEGÓCIO. O que é agronegócio? Disponível em: <http//:www.portaldoagronegocio.com.br/text.php?p=oquee>. Acesso em: 5 jul. 2008
PORTO, M. F. S. Riscos, Saúde e Vulnerabilidade: em busca de uma ciência sensível. In:
________. Uma ecologia política dos riscos: princípios para integrarmos o local e o local
na promoção da saúde e da justiça ambiental. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. p. 25-38.RAMOS, A.; SILVA FILHO, J. F. Exposição a pesticidas ,atividade laborativa e agravos a saúde. Rev. Méd. Minas Gerais, v. 14, n. 1, p. 41-45, 2004.
RECENA, M. C. P.; CALDAS, E. D. Percepção de risco, atitude e práticas no uso de agrotóxicos entre agricultores de Culturama, MS. Rev. Saúde Publica, São Paulo, v. 42, n. 2, p. 294-301, 2008.
RELATÓRIO da vista de campo: Região do Baixo Vale do Jaguaribe. Fortaleza, 2007-2009. RIGOTTO, R. M. O homem e o trabalho. In: ROCHA, L. E. (Org.). Isto é trabalho de gente?: vida, a adoecer e trabalho no Brasil. São Paulo: Vozes, 1993. p. 25-35.
________. Saúde ambiental e saúde dos trabalhadores: uma aproximação entre o verde e o
vermelho. Rev. Bras. Epidemiol., São Paulo, v. 6, n. 4, p. 388-404, 2003.RIGOTTO, R. M.; MARINHO, A. M. C. P.; ELLERY, A. E. L.; SAMPAIO, J. L. F.; TUPINAMBA, S. V. Da primavera silenciosa às primaveras silenciadas: conflitos sócio- ambientais no agronegócio da fruticultura e agrotóxicos no Baixo Jaguaribe-CE. In:
SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DESENVOLVIMENTO E CONFLITOS
AMBIENTAIS, 1., 2008, Belo Horizonte.
ROCHA, F. L. R.; MARZIALE, M. H. P.; ROBAZZI, M. L. C. C. A pobreza como fator predisponente ao adoecimento de trabalhadores do corte da cana-de-açúcar. Rev. Latinoam. Enferm., Ribeirão Preto, v. 15, n. esp., p. 736-741, 2007.
ROSS, J. H; DRIVER, J. H.; COPCHRAN, R. C.; THONGSINTHUSAK, T.; KRIEGER, R. I. Could pesticides toxicology studies be more relevant to occupational risk assessment? Ann. Occupational Hygiene, v. 45, n. 100, p. s5-s17, 2001.
SOARES, H. S. Agricultura e modernização socioespacial em Limoeiro do Norte. In: ELIAS, D.; FURTADO, J. L. (Org.). Modernização excludente. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2002. p. 83-108.
________.
Elementos para uma geografia histórica do Baixo Jaguaribe: as transformações do espaço agrário regional. Fortaleza: Proposta Alternativa, 2000.SOARES, W.; ALMEIDA, R. M.; MORO, S. Trabalho rural e fatores de risco associados ao regime de uso de agrotóxicos em Minas Gerais, Brasil. Cad.Saúde Pública, Rio de janeiro, v. 19, n. 4, p. 117-1127, 2003.
SOARES, W. L.; PORTO, M. F. Atividade agrícola e externalidade ambiental: uma análise a partir do uso de agrotóxicos no cerrado brasileiro. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 10, n. 4, p. 131-143, 2005.
SILVA, J. M.; NOVATO-SILVA, E.; FARIA, H. P.; PINHEIRO, T. M. M. Agrotóxicos e trabalho:uma combinação perigosa para a saúde do trabalhador rural. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 10, n. 4, p. 891-903, 2005.
SILVA, J. B.; CAVALCANTE, T. C. Atlas escolar Ceará: espaço geo-histórico e cultural. João Pessoa: Grafset, 2000.
SPIEWAK, R. Pesticides as a cause of occupational skin diseases in farmers. Ann. Agric. Environ. Med., Southampton, v. 8, p. 1-5, 2001.
STOTZ, E. M. A “questão agrária” e a saúde pública: considerações em torno da crise do neoliberalismo. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p. 15-27, 2007.
TOMEI, F.; BIAGI, M.; BACCOLO, T. P.; TOMAO, E.; GIUNTOLI, P.; ROSATI, M. V. Liver Damage among Environmental Disinfestation Workers. J. Occup. Health, v. 40, p. 193-197, 1998.