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Ferieloven: «arbeidsvederlag»

5 LØNNSBEGREPET UTENFOR § 14-12A

5.4 Ferieloven: «arbeidsvederlag»

O cerne de qualquer sistema de gestão é um banco de dados abrangente e capaz de dar suporte às diversas análises necessárias ao gerenciamento. Não é diferente no sistema de gestão de pontes. Nesse caso os dados são agrupados em três grupos, divididos da seguinte forma:

• Inventário, condições e classificação; • Custos; e

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O primeiro grupo trata das inspeções realizadas em campo e da avaliação das condições das estruturas. Essa avaliação vai ser o subsídio para a classificação das OAEs em uma escala de prioridade de intervenção. As intervenções necessárias nas estruturas, no entanto, dependem de recursos financeiros para serem realizadas, e os dados preliminares sobre os custos das intervenções necessárias serão de vital importância na fase de análise de dados. Esses dados são aproximados, como áreas de eflorescência, comprimento de fissuras e extensão de armaduras expostas, aos quais se podem associar custos para uma tomada de decisão (AASHTO, 2013).

O acompanhamento das atividades de conservação e melhorias também são detectados durante as inspeções rotineiras ou podem ser diretamente lançados no sistema, permitindo uma comparação da situação atual da estrutura com as condições encontradas nas inspeções anteriores.

O planejamento das intervenções necessita não só das informações gerais de uma estrutura, como uma nota ou uma condição atribuída, mas de informações em um nível mais detalhado. É comum dividir as estruturas das OAEs em duas ou três grandes partes, como superestrutura, mesoestrutura e infraestrutura, mas não é suficientemente detalhado para se projetar a deterioração da estrutura ao longo do tempo. Um conceito que já é usado no SGO é o de elementos comumente reconhecidos - CoRe. Assim OAE pode ser dividida em grupos de elementos compostos pelos mesmos materiais e com as mesmas condições de exposição, permitindo afirmar que a deterioração desses elementos ocorra aproximadamente da mesma maneira. Um exemplo são as juntas de elastômero e os aparelhos de apoio de neoprene fretado, que mesmo sendo constituídos por polímeros, a condição de exposição das juntas faz com que sua deterioração seja mais acelerada do que a dos aparelhos de apoio, que muitas vezes estão situados fora do alcance da luz solar. 2.2.2. Análise dos dados

A análise dos dados permite que a alocação dos recursos seja realizada de forma otimizada, minimizando os custos e mantendo nível de serviço desejado das estruturas. Um sistema de gestão de pontes deve permitir a previsão das consequências das decisões tomadas hoje e para isso lança mão de duas ferramentas muito úteis, que são os modelos de deterioração de estruturas e os modelos de custos relacionados às pontes. A análise desses dois itens darão suporte à seleção dos projetos que acarretarão no máximo benefício econômico.

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Dentro do contexto da análise dos dados, o primeiro item a ser considerado é referente à condição do elemento estrutural. Vários modelos de previsão de deterioração têm sido propostos e devem permitir a previsão das condições dos elementos da estrutura, levando em consideração o tipo da estrutura, com e sem manutenção. Os modelos de deterioração permitem identificar tendências de deterioração, conforme mostrado na Figura 2.5, mas precisam ser alimentados com dados sobre as condições da estrutura referentes a diferentes ciclos de inspeção. O ideal é que estejam disponíveis dados de três ou quatro ciclos de inspeções e que esses dados sejam completos, abrangendo o tipo do elemento estrutural, material, condições atuais, histórico de manutenção, idade e o ambiente onde o elemento está inserido (AASHTO, 2013).

Figura 2.5 - Curvas de degradação (adaptado de VAN DER TOORN, 1992; SHOHET et al., 1999)

A eficiência da gestão da infraestrutura requer que uma análise dos custos das diferentes alternativas seja feita. Conforme já descrito no item 1, os custos referentes às falhas em estruturas de OAEs podem ser diretos e indiretos, no entanto, esses custos podem ser atribuídos ao usuário ou aos gestores da infraestrutura. Os custos atribuídos aos gestores são compostos por investimentos ao longo de anos feitos em manutenção, reabilitação e até mesmo na substituição das estruturas, devendo ser considerados custos das melhorias no sistema. Tudo isso deve ser considerado para o ciclo de vida da estrutura e os valores devem ser convertidos monetariamente para custos atuais.

Assim como os custos para os gestores devem ser minimizados, os ganhos para os usuários devem ser maximizados. Como benefícios para os usuários podem ser citados a redução do tempo de viagem, no número de acidentes e nos custos de operação do motor etc. Os benefícios para o usuário são conseguidos principalmente pela eliminação das deficiências funcionais. Os custos atribuídos aos usuários por causa dessas deficiências são os custos com acidentes e com desvios. Os últimos são geralmente pagos pelas transportadoras, que, devido a limitações de cargas, precisam fazer grandes desvios para chegar ao seu destino. Posteriormente esses custos poderão refletir no custo final dos produtos transportados.

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Por fim, dentro da análise dos dados, a otimização se tornou o método preferido de gerenciamento de uma rede de pontes. Assim, são selecionados os projetos de pontes de forma que os benefícios sejam maximizados tanto para os gestores quanto para os usuários. O sistema de gestão de pontes deve permitir ao gestor a análise de diferentes cenários, levando em consideração os casos de restrição ou não de recursos e sua correlação com o nível de serviço mínimo definido. No caso de não haver limitações de recursos, é possível definir uma agenda otimizada de intervenções nas estruturas, de forma que não sejam feitas intervenções desnecessárias, mobilizando o capital disponível, nem sejam deixadas de lado intervenções necessárias para se garantir o nível de serviço mínimo exigido.

Por outro lado, havendo restrições de recursos, algumas intervenções podem ser postergadas, fazendo com que o nível de serviço das estruturas caia até o mínimo definido pelos proprietários. Nesse contexto, o sistema de gestão de OAEs deve ser capaz de utilizar modelos de deterioração e econômicos para calcular os efeitos desses atrasos no nível de serviço, crescimento do tráfego e os impactos nos usuários da via.

Duas técnicas comuns de abordagem da otimização que consideram o nível da rede são: do

topo para a base ou da base para o topo. No primeiro caso, o nível da rede é considerado

como uma premissa a ser mantida e somente depois são selecionados os projetos a serem executados e o seu agendamento. Dessa forma, conhecendo-se o nível de serviço requerido (normas), as condições de cada estrutura e o orçamento disponível, a otimização é feita com base em uma análise custo-benefício. Em seguida são elaborados os projetos e as intervenções são agendadas e realizadas. O acompanhamento dos resultados fornece as informações necessárias para que o modelo seja refinado, permitindo ajustes no orçamento e nas normas. Dentre os sistemas relacionados na Tabela 2.2, o sistema Pontis utiliza esta abordagem, que se destina a grandes estoques de estruturas (ALMEIDA, 2003; 2013). Na abordagem da base para o topo, a otimização é feita da estrutura para a rede. Com base nas normas e padrões de desempenho previamente definidos, são elaborados os projetos para todas as estruturas da rede, e com base neles são definidos os custos para as intervenções. A comparação dos custos definidos no projeto com o orçamento disponível subsidiará a decisão pela execução dos projetos ou pelo ajuste dos padrões requeridos (normas) e também dos projetos. Dentre os sistemas relacionados na Tabela 2.2, o sistema BRIDGIT utiliza esta abordagem, que se destina a pequenos estoques de estruturas (ALMEIDA, 2003; 2013).

18 2.2.3. Suporte à decisão

Um sistema de gestão de OAEs tem o objetivo principal de auxiliar os gestores na alocação dos recursos, que muitas das vezes são limitados, de forma que o nível mínimo de serviço seja garantido. Para isso, o sistema deve alimentar o gestor com informações sobre as estruturas e com resultados das análises feitas com base nos modelos de deterioração e econômicos, de forma que as decisões sejam embasadas em subsídios consistentes.

A escolha da melhor política de gestão das OAEs não deve ser feita pelo sistema, uma vez que essa decisão requer experiência, conhecimento e prática, características encontradas somente em um gestor experiente. O sistema de gestão nunca terá em seu banco de dados todas as informações necessárias para uma decisão gerencial, tais como experiência dos engenheiros, necessidades locais e considerações políticas, sejam elas de estado ou de governo, devendo ser usado como uma ferramenta de auxílio ao gestor.

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