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Feiringklinikken AS – spesialsykehus med vekt på gode opplevelser84

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5 ELLEVE EKSEMPLER PÅ INNOVATIV TJENESTEUTVIKLING

5.3 Feiringklinikken AS – spesialsykehus med vekt på gode opplevelser84

Nesteartigo,T.S.YardeneE.Joselevi hpropõemummétodoparaa riação

deosnanométri osde ouro omformatosdesejados. Opro essoutilizadose

baseianaautomontagem[36℄ dosos omoauxíliodemoldes 2

de nanotubos

1

Na realidade, as amostras utilizadas pelo LNS foram forne idas por E. Joselevi h,

o-autordoartigodasubseção2.1.1.

2

de arbonosobresubstratosde quartzo 3

,osquaisbatizaremosdeserpentinas

de arbono etambém seformam por automontagem.

A automontagem ontorna problemas omumente en ontrados nos pro-

essosdemontagemdireta 4

,osquaissurgemtantoemabordagens ima-baixo

omoemabordagensbaixo- ima 5

. Naprimeiraabordagem,porumlado,usu-

almenteseobtém baixaresolução, omo om fotolitograa,porexemplo, ou

di uldades no ontrole das propriedadesdos objetos onfe ionados,impli-

ando em ristalinidade,tamanhoou omposiçãonem semprereprodutíveis.

Já nasegunda, por outro, há problemas om o ontrole de unidades indivi-

duais, omo om nanoos res idos sinteti amente e montados om uso de

força de isalhamento [38℄, fato o qual pode di ultar a formação de estru-

turas maiores apartir de unidades fundamentais.

Destaforma,seinseridonum ontexto de apli açõesanano ir uitos[57℄,

o pro esso proposto pelos autores possui duas qualidades inerentes. Em

primeiro lugar, a automontagem permitiu, omo já fora estabele ido na li-

teratura 6

, onstruir os moldes de serpentinas de arbono om um ontrole

pre isodeseusformatos,fazendoométodo,pois,umaalternativaàsté ni as

de pre isãotais omolitograaporelétronsoulitograapormi ros opiapor

varredura de sonda (SPM). Emsegundo lugar,a abordagembaixo- ima ga-

rantiuum ontrolemaisnonas propriedadesdos osproduzidos, sob ertas

ondições havendo a ontrução de nanoos ontínuos.

O pro edimento experimental, portanto, de [37℄ onsistiu em produzir

os moldes de serpentina de arbono sobre quartzo vi inale, posteriormente,

produzir os nanoos de ouro por sobre eles. A primeira etapa foi realizada

atravésde nu leação de atalisadorespordeposiçãoquími anafasedevapor

(CVD,eminglês) 7

. Jáasegundafoirealizadaatravésde deposiçãoeletroquí-

mi a pulsada(PED, eminglês),se explorandoos fatosdos nanotubosserem

eletri amente ondutoreseosubstrato de quartzo,isolante. Umailustração,

retirada dopróprio artigo,de todoeste pro esso é agura 2.1.

Um omentário sobre a segunda etapa é válido. Durante o pro esso de

PED utilizadopelos autores, seobserva, através dummi ros ópio óti o,que

aformaçãode partí ulasde ourosobreasserpentinasde arbono égraduale

3

Verreferên ias

46, 47, 48, 49

doartigoemquestão, asquais orrespondema[58, 59, 60,35℄desta dissertação.

4

Paraumarevisãodepro essosdemontagemdiretadenanoos,ver[38℄.

5

Traduções livres: top-down  ima-baixo; botton-up baixo- ima. Em nanote no-

logia, uma abordagem ima-baixo engloba té ni as de fabri ação de materiais em que

ferramentas externas alibráveissão usadas para exe utar a tarefa. Já uma abordagem

baixo- ima se baseia nas propriedades quími as de molé ulas individuais as quais, em

ondiçõesapropriadas,seauto-organizamparaformarummaterialdesejado.

6

Vernotaderodapé3.

Figura2.1: Pro edimentoexperimentalpara riaçãodenanoos. Ema)eb),

CVD para automontagem de serpentinas de arbono sobre quartzo vi inal.

Em )e d), PED de

Au

sobre moldede serpentinas de arbono e riação de nanoos. Adaptado de [37℄.

atinge um limitede nu leação beminferior aoquese esperariado permitido

pelageometria hemi- ilíndri adas serpentinas depositadas.

Isto posto, vê-se então que a formação dos nanoos é limitada por dois

fatores: limite de difusão, dado o res imento gradual, e uma densidade de

saturação, dada a limitação da nu leação. No entanto, se observamos que

ambosestes fatores são extrínse os às propriedadesdos tubos, então é de se

imaginar que um ontrole no perl de diferença de poten ial apli ada aos

eletrodos de

T i

da gura 2.1 ) deverá a arretar numa superação dos ditos limites. Isto, de fato, foi feito, é o que a arretou nos nanoos ontínuos e

revela aqualidadedaté ni ade PED. Oresultadoé mostradonagura 2.2.

Destaforma,oartigode YardeneJoselevi hdemonstraviabilidadedese

utilizarasserpentinas de arbonoemapli açõesimportantes, omoa riação

de nanoos aseremusadosemnano ir uitosintegrados. Isto,pois,motivao

estudo das propriedadesdo sistemade nanotubosde arbono sob um ponto

de vistafundamental,nisso onsistindo,nãopor oin idên ia,otema entral

desta dissertação. Osartigoses olhidospara dis ussão,nas próximasseções,

têm este omo viés.

Como um ponto nal, se pensarmos no desenvolvimento nanote noló-

gi o omo envolvendo, grosso-modo, quatro etapas, a saber,

i.

a obtenção de novos materiais om propriedades onhe idas e dimensões nanométri as,

ii.

a fabri ação ontrolada de dispositivos baseados nestes materiais,

iii.

a montagem de estruturas a partir de agregados destes dispositivo e

iv.

a o-

Figura 2.2: Fios ontínuos de

Au

sobre moldes de nanotubos de arbono sobre quartzo vi inal. a) Imagempormi ros opia de varredura por eletrons

(SEM, eminglês). b) Imagem porAFM. Adaptado de [37℄.

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