Kapittel 5. Presentasjon av empiri og analyse
5.2 Fase 1 – intensjonsfasen
4.4.1. Pavimentação dos acessos Norte, Nordeste e Leste - 2014
A proposta se refere à implantação de vias pavimentadas e com seções transversais tipo mostradas na Figura 32. Estas são propostas em observância ao PDFA/UFV aprovado em 2008.
Figura 32- Seção tipo das principais vias do Campus da UFV
Assim, as vias principais do Campus, incluindo os acessos à UFV, contemplariam os modos de transporte motorizado – TM, e os modos de transporte não motorizados – TNM e atenderiam o PDFA em vigor. Nesta proposta e no PDFA, considera-se como vias principais: Av. da Agronomia, Av. da Zootecnia, Av. Purdue, Via Lagos, Trecho entre a Divisão de Saúde e o Departamento de Zootecnia e as Alternativas de acessos descritos a seguir.
Na proposta de pavimentação dos acessos à UFV, exige-se a implantação final das vias, incluindo correções geométricas e obras de
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terraplenagem, obras complementares, a pavimentação em si, e a sinalização viária.
Trata-se do acesso Norte (leia-se Alternativa 3 no PDFA/UFV), da Divisão de Saúde ao Trevo da BR120/MGT482, nas proximidades da atual usina de reciclagem de lixo, numa extensão de 3,5 km, com seção transversal de 14,5 metros;
Em relação ao acesso Nordeste (leia-se Alternativa 4 no PDFA/UFV) - do Hospital Veterinário, passando pelos Cristais, até atingir a BR120, no km 637, na entrada do atual Motel Aeroporto, numa extensão de 3,2 km, com seção transversal de 14,5 metros;
O acesso Leste/Sudeste (leia-se continuação da Av. PHRolf à BR120) – Cajuri/Coimbra. Neste caso, propõe-se pista dupla com canteiro central, conforme o trecho já existente, por se tratar de uma via com alto potencial de tráfego, possibilitando a ligação das regiões leste a oeste do município, passando pelo principal polo gerador de tráfego (a UFV) e pelo centro da cidade. A extensão prevista é de é de 3,2 km.
A realização desta proposta, já prevista no PDFA da UFV, muito contribuirá na melhoria da mobilidade urbana e orientará a ocupação e uso do solo, no campus universitário, na cidade e na região de influência.
4.4.2. Sistema de controle e segurança do acesso ao Campus – 2014
O Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos – SINIAV, com implantação prevista para todos os veículos e em todo o território brasileiro até o final de 2012, pelo DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito.
Trata-se de um sistema composto de sensores eletrônicos contendo o cadastro referente aos veículos em circulação. Estes são lidos ao passarem por câmaras de controle do tráfego veicular colocadas em locais estratégicos planejados pelos órgãos de segurança pública.
No âmbito do Campus universitário, caberá à equipe da Diretoria de Logística e Segurança – DLS/UFV, o controle do acesso e do trânsito nas vias internas.
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4.4.3. Implantação do Sistema de Transporte Interno – 2014
Em cumprimento ao previsto no PDFA/UFV 2008-2017 e conforme recomendações realizadas em Silva (2009). Trata-se da implantação de um sistema de transporte coletivo interno no campus universitário, de forma integrada ao sistema de transporte público municipal, existente e futuro.
Como se verifica no Mapa Temático 6, indica-se a implantação de três estações do VLT VCS (EIMTU) nas dependências da UFV. Elas permitirão a integração dos sistemas, o interno feito por veículos de menor porte como micro-ônibus, vans, automóveis, motos, bicicletas e pedestres e, os sistemas externos: VLT VCS, linhas do TPU por ônibus e as Ciclovias municipais.
Em relação à segurança e controle, nas três estações EIMTU e nas demais estações de integração, propõe-se a instalação de sistema de controle do acesso das pessoas ao Campus, através de roleta eletrônica e cartão magnético de identificação para os servidores e alunos da UFV.
4.4.4. Sinalização das vias - 2014
Em Silva (2009a) encontram-se recomendações detalhadas sobre o estudo da mobilidade das pessoas no campus da UFV.
Dentre elas, apresenta-se uma planta topográfica contendo as sugestões referentes à sinalização das vias e a identificação dos vários departamentos e setores da universidade.
A presente proposta reitera e amplia aquelas recomendações no sentido de se buscar as alternativas necessárias à melhoria da mobilidade local.
Na Figura 33, mostram-se alguns dispositivos recomendados para a sinalização das vias da UFV.
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Figura 33- Dispositivos recomendados para a sinalização das vias da UFV
4.4.5. Implantação de bicicletários cobertos - 2014
A implantação de ciclovias em Viçosa e na UFV exige elementos complementares indispensáveis ao sistema cicloviário como os bicicletários cobertos. Estes devem conter uma infraestrutura de apoio aos usuários deste modo de transporte.
Desta forma, mais do que ciclovia ou ciclo faixas, propõe-se que a administração da UFV adote uma política de incentivo ao uso deste modal, pelos benefícios e vantagens oferecidas. Assim, banheiros com armários, abrigos seguros para as bicicletas serão bem vindos.
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Vale lembrar que a pesquisa de mobilidade, realizada junto aos frequentadores do campus – professores, funcionários e alunos - mostrada em Silva (2009a) e em Silva et al. (2011), diagnosticou que 15% da população universitária utiliza a bicicleta como modo de transporte.
Recomenda-se implantar uma quantidade mínima de vagas cobertas, na razão de 1 vaga para cada 6 usuários (em torno de 15%) do campus e distribuídas espacialmente, o mais próximo possível aos locais de concentração das pessoas.
No Mapa Temático 6, são indicados alguns locais aptos a receberem bicicletários cobertos.
4.4.6. Cobrança de estacionamento nas dependências da UFV - 2016
A implantação desta proposta ficará condicionada às mudanças comportamentais na rotina das pessoas após as demais propostas implantadas.
Além de se adotar uma política incentivadora e favorável aos modos de transporte não motorizados, como previsto no PDFA 2008-2017, propõe- se que a administração universitária, num primeiro momento, promova uma ampla campanha educativa no sentido de inibir a utilização do modo individual de transporte motorizado, inclusive incentivando a carona.
Num segundo momento, se necessário, cobraria uma taxa referente ao estacionamento de automóveis e motos nas dependências do campus, isentando os servidores e professores, desde que estacionem próximo aos seus locais de trabalho.
O valor arrecadado deverá ser revertido na manutenção do sistema de transporte coletivo interno e nos modos não motorizados, como proposto em 4.4.3.
Esta medida administrativa contribuirá positivamente com a implantação prática do conceito de mobilidade urbana sustentável no campus e certamente ditará uma boa moda para a cidade e região de influência.
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4.4.7. Acompanhamento e atualização do PDFA (2008-2017) - 2012 O Plano de Desenvolvimento Físico Ambiental do Campus UFV- Viçosa – Resolução 14/2008, para o período de 2008 a 2017, está completando 4 anos de sua aprovação pelo Conselho Universitário – CONSU, em 21 de outubro de 2012. É natural e saudável, que ele passe por um processo de acompanhamento, atualização e revisão, por estar atingindo a metade do período para o qual foi idealizado.
A proposta, ora apresentada, é pautada nos estudos da mobilidade e do trânsito realizados e apresentados em Silva (2009), como parte desta tese, e nos eventos afins posteriores ocorridos dentro e fora das dependências da UFV, todos com recomendações referentes ao sistema viário e de transportes do campus de Viçosa, portanto, com influência direta no PDFA/UFV, conforme se relaciona a seguir:
• Seminário de Trânsito e Mobilidade na UFV (realizado pela PAD/DLS/DEC em Setembro de 2010);
• EVTECIAS: Estudo da Viabilidade Técnica, Econômica e Comercial e do Impacto Ambiental e Social referente à Revitalização da linha férrea e implantação do Veículo Leve sobre Trilhos – VLT – no município de Viçosa - MG (publicado pelo CENTEV em Agosto de 2010)
• 54º FMGTT – Fórum Mineiro de Gerenciadores de Transporte e Trânsito da Associação Nacional de Transporte Público, no auditório do CENTREINAR (realizado pela ANTP-MG, SETRA/PMV e UFV, em Abril de 2011);
• 18º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito – com o artigo apresentado sobre o Estudo da Mobilidade no Campus da Universidade Federal de Viçosa – MG. (Congresso realizado pela ANTP, em outubro de 2011, na cidade do Rio de Janeiro).
Aspectos relacionados ao uso e ocupação do solo, às novas tendências de crescimento da cidade e da universidade, estimuladas pelas infraestruturas de transporte e trânsito propostas neste trabalho e de outras demandas externas ao campus, constituem os principais motivos desta proposta de acompanhamento e atualização do PDFA 2008-2017 da UFV.
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