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4.4 Beskatning

5.1.5 Fangst i forhold til nedbør og vannføring

A Estação Ciência/ USP foi pensada para ser um centro de ciências interativo que realizasse exposições e atividades nas áreas de astronomia, meteorologia, física, geologia, geografia, biologia, história, informática, tecnologia, matemática, humanidades, além de cursos, eventos e outras atividades, com o objetivo de popularizar a ciência e promover a educação científica de forma lúdica e prazerosa. O nome, assim como o primeiro logotipo, foi sugerido pelo publicitário Washington Olivetto e fazia alusão as “viagens, que o projeto pode proporcionar, ao mundo do conhecimento científico, a idéia de passado e futuro, de educação e diversão e ainda devido a proximidade à estação ferroviária e ao metrô”.252 O logotipo atual foi

redesenhado recentemente e apresenta a ciência como um ciclo em constante transformação.253

252Informações disponíveis no site da Estação Ciência/USP <http://www.eciencia.usp.br/ec/index.html>. Acesso

em: 02 dez. 2009.

253SILVEIRA, Rogério. Domingo é o último dia da exposição Vias do Coração na Estação Ciência. 2008.

Disponível em

<http://www.rogeriosilveira.jor.br/reportagem2008_09_25_estacao_ciencia_exposicao_vias_do_coracao.php>. Acesso em: 02 dez. 2009.

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Acesso a Estação Ciência/USP

Fotos da autora. Jan. 2010.

Vista do galpão do pátio interno

Fonte: Revista Projeto Design, São Paulo, n. 102, p. 229, ago. 1987.

A idéia de implantar um museu vivo de ciências era a de destiná-lo aos jovens estudantes da região metropolitana permitindo assim a recuperação do edifício não só do ponto de vista de sua arquitetura, mas também através de sua recolocação no contexto da vida do bairro.254

O projeto foi elaborado com a participação de um grupo de sessenta profissionais do CNPq e a colaboração de universidades, órgãos governamentais e empresas. O desenvolvimento do projeto foi realizado pelos arquitetos Lucio Gomes

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Machado, Marlene Yurgel e Eduardo de Jesus Rodrigues e, segundo dados da própria instituição, a afluência anual média é de 400 mil pessoas, entre escolares e público geral. Além das atrações permanentes, há exposições, cursos, oficinas de artes cênicas e projetos educacionais. O ABC na Educação Científica – Mão na Massa desenvolve projetos científicos para crianças do ensino fundamental. O Clicar oferece educação não formal para crianças e adolescentes em situação de risco social.255

O projeto de restauro foi norteado pela diretriz de preservar, sempre que possível, as contribuições simultâneas dos vários usos dados ao edifício. Procurou- se assim valorizar os materiais originais, particularmente a alvenaria, detalhes de argamassa e cobertura em telhas tipo marselhesa, recompondo, com novos materiais, um espaço fabril e um espaço para as exposições. Do mesmo modo, foi mantida a estrutura de concreto armado encontrada em dois dos módulos, viabilizando a localização de parte das funções em um pavimento superior. O estudo cromático visou, por seu turno, tornar claras as áreas onde houve intervenção ou onde se localizam usos diversos daqueles para os quais o edifício havia sido originalmente construído. As questões de conforto térmico dos ambientes de exposições e de trabalho técnico foram tratadas com estudo específico resultando na construção de forro de madeira sob os caibros da estrutura do telhado e a colocação de isolante térmico entre as telhas e o forro. Foi ainda projetado um sistema de ventilação forçada por tubulação aparente, cujas formas reforçam a idéia de um ambiente fabril.256

O programa se desenvolve em dois pavimentos. No primeiro pavimento acontecem as atividades ligadas à física, ou seja, os experimentos de cinética, mecânica, eletricidade, eletromagnetismo, termodinâmica, meteorologia, óptica e astronomia; a química; a matemática com atividades que estimulam o raciocínio dos visitantes; ao espaço tecnológico e as ciências da terra num espaço com painéis e maquetes sobre preservação ambiental, geologia e paleontologia. Neste pavimento encontramos ainda um auditório com capacidade para 190 pessoas, provido de

255Informações disponíveis no site da Estação Ciência/USP <http://www.eciencia.usp.br/ec/index.html>. Acesso

em: 02 dez. 2009.

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todos os requisitos de conforto térmico, acústico e visual; camarim e sala de controle equipada.257

Planta Pavto. Térreo e Mezanino conforme projeto original – fase 1

Fonte: Revista Projeto Design, São Paulo, n. 102, p. 228, ago. 1987.

257Informações disponíveis no site da Estação Ciência/USP <http://www.eciencia.usp.br/ec/index.html>. Acesso

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Corte auditório

Fonte: Revista Projeto Design, São Paulo, n. 102, p. 228, ago. 1987.

Corte Transversal da Área Expositiva

Fonte: Revista Projeto Design, São Paulo, n. 102, p. 228, ago. 1987.

Corte Longitudinal da Área Expositiva

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Vista interna – estrutura do telhado

Foto da autora. Jan. 2010.

Imagem pavimento térreo.

Espaço expositivo destinado as ciências da terra e a física

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Imagem pavimento térreo. Espaço destinado as ciências da terra e a física Imagem mezanino.

Foto da autora. Jan. 2010.

No mezanino encontra-se o espaço dedicado as ciências humanas, com maquetes que ilustram a organização das cidades medievais européias e seus respectivos costumes, e o espaço dedicado as ciências biológicas com experimentos de observação a animais, aquáticos e anfíbios, e ao corpo humano. Além disso, presta-se a eventos e exposições temporárias contando ainda com duas salas multiuso para cursos, treinamentos, reuniões e sala de apoio ao visitante. Neste pavimento encontra-se por fim o setor administrativo da Estação da Ciência.258

Imagens do mezanino e da rampa de acesso

Fotos da autora. Jan. 2010.

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