4.2 Søkestrategier (metodiske fremgangsmåter)
4.2.1 Fagdatabaser og identifisering av relevant litteratur
(a) p = 10, c = 10, v = 1. (b) p = 10, c = 10, v = 1.
(c) p = 10, c = 100, v = 1. (d) p = 10, c = 10, v = 2.
Figura 11: Simula¸c˜oes de f1 para tamanho de popula¸c˜ao 10 e
(e) p = 30, c = 10, v = 1. (f ) p = 30, c = 10, v = 2
(g) p = 30, c = 100, v = 1. (h) p = 30, c = 100, v = 2.
Figura 12: Simula¸c˜oes de f1 para tamanho de popula¸c˜ao 30 e
(i) p = 50, c = 10, v = 1. (j) p = 50, c = 10, v = 2.
(l) p = 50, c = 100, v = 1. (m) p = 50, c = 100, v = 2.
Figura 13: Simula¸c˜oes de f1 para tamanho de popula¸c˜ao 50 e
4.2.2
Simula¸c˜oes de f
2(a) p = 10, c = 10, v = 1. (b) p = 10, c = 10, v = 2.
(c) p = 10, c = 100, v = 1. (d) p = 10, c = 100, v = 2.
Figura 14: Simula¸c˜oes de f2 para tamanho de popula¸c˜ao 10 e
(e) p = 30, c = 10, v = 1. (f ) p = 30, c = 10, v = 2.
(g) p = 30, c = 100, v = 1. (h) p = 30, c = 100, v = 2.
Figura 15: Simula¸c˜oes de f2 para tamanho de popula¸c˜ao 30 e
(i) p = 50, c = 10, v = 1. (j) p = 50, c = 10, v = 2.
(l) p = 50, c = 100, v = 1. (m) p = 50, c = 100, v = 2.
Figura 16: Simula¸c˜oes de f2 para tamanho de popula¸c˜ao 50 e
4.2.3
Simula¸c˜oes de f
3(a) p = 10, c = 10, v = 1. (b) p = 10, c = 10, v = 2.
(c) p = 10, c = 100, v = 1. (d) p = 10, c = 100, v = 2.
Figura 17: Simula¸c˜oes de f3 para tamanho de popula¸c˜ao 10 e
(e) p = 30, c = 10, v = 1. (f ) p = 30, c = 10, v = 2.
(g) p = 30, c = 100, v = 1. (h) p = 30, c = 100, v = 2.
Figura 18: Simula¸c˜oes de f3 para tamanho de popula¸c˜ao 30 e
(i) p = 50, c = 10, v = 1. (j) p = 50, c = 10, v = 2.
(l) p = 50, c = 100, v = 1. (m) p = 50, c = 100, v = 2.
Figura 19: Simula¸c˜oes de f3 para tamanho de popula¸c˜ao 50 e
4.2.4
Simula¸c˜oes de f
4(a) p = 10, c = 10, v = 1. (b) p = 10, c = 10, v = 2.
(c) p = 10, c = 100, v = 1. (d) p = 10, c = 100, v = 2.
Figura 20: Simula¸c˜oes de f4 para tamanho de popula¸c˜ao 10 e
(e) p = 30, c = 10, v = 1. (f ) p = 30, c = 10, v = 2.
(g) p = 30, c = 100, v = 1. (h) p = 30, c = 100, v = 2.
Figura 21: Simula¸c˜oes de f4 para tamanho de popula¸c˜ao 30 e
(i) p = 50, c = 10, v = 1. (j) p = 50, c = 10, v = 2.
(l) p = 50, c = 100, v = 1. (m) p = 50, c = 10, v = 2.
Figura 22: Simula¸c˜oes de f4 para tamanho de popula¸c˜ao 50 e
4.2.5
Simula¸c˜oes de f
5(a) p = 10, c = 10, v = 1. (b) p = 10, c = 10, v = 2.
(c) p = 10, c = 100, v = 1. (d) p = 10, c = 100, v = 2.
Figura 23: Simula¸c˜oes de f5 para tamanho de popula¸c˜ao 10 e
(e) p = 30, c = 10, v = 1. (f ) p = 30, c = 10, v = 2.
(g) p = 30, c = 100, v = 1. (h) p = 30, c = 100, v = 2.
Figura 24: Simula¸c˜oes de f5 para tamanho de popula¸c˜ao 30 e
(i) p = 50, c = 10, v = 1. (j) p = 50, c = 10, v = 2.
(l) p = 50, c = 100, v = 1. (m) p = 50, c = 100, v = 2.
Figura 25: Simula¸c˜oes de f5 para tamanho de popula¸c˜ao 50 e
Cap´ıtulo 5
Conclus˜oes
“O ´ultimo passo da raz˜ao ´e reconhecer a existˆencia de uma infinidade de coisas que a ultrapassam.”(PASCAL)
Neste trabalho, vimos a vantagem que o algoritmo gen´etico elitista leva sobre o algo- ritmo gen´etico canˆonico, pois o primeiro converge para o conjunto das popula¸c˜oes que possui o ponto de ´otimo de uma dada fun¸c˜ao positiva e limitada superiormente, enquanto o segundo n˜ao converge. Nas simula¸c˜oes realizadas, ilustramos v´arios cen´arios poss´ıveis de cruzamento (canˆonico, modificado por vizinhan¸ca e sem esta etapa) e muta¸c˜ao (canˆonico, com simulated annealing e sem essa etapa) e realizamos simula¸c˜oes com combina¸c˜oes destas diversas possibil- idades de escolha destes operadores. Nestas simula¸c˜oes, al´em de combinarmos estes poss´ıveis operadores, tamb´em modificamos o tamanho da vizinhan¸ca no operador cruzamento que utiliza a ideia apresentada em Dorea [7] e a agenda de resfriamento na etapa de muta¸c˜ao que utiliza o simulated annealing, al´em de realizar simula¸c˜oes com tamanhos de popula¸c˜oes diferentes.
Vimos teoricamente que os algoritmos elitistas sempre encontrar˜ao o ponto de ´otimo procu- rado, entretanto podemos ver em nossas simula¸c˜oes que isso n˜ao significa que, em 1000 passos, eles encontrarar˜ao o ponto de ´otimo desejado em todas as realiza¸c˜oes, e isso serve para ilustrar o significado de comportamento assint´otico, ou seja, resultados que valem no limite.
Olhando para as simula¸c˜oes realizadas, observamos que o algoritmo 1 (SnCnMn) parece ser
o que menos vezes encontra os ponto de ´otimo. J´a os gr´aficos das simula¸c˜oes ilustram que nos experimentos realizados, os algoritmos 2 (SnCviz),3(SnMSA) e 4 (SnCvizMSA) encontram
mais vezes os pontos de ´otimo para um mesmo n´umero de passos. Vemos nas simula¸c˜oes que, `a medida que a popula¸c˜ao aumenta, os resultados parecem diferir menos, ou seja, gastam-se menos passos para encontrar os pontos de ´otimo. Ent˜ao, uma quest˜ao que se pode levantar ´e: se ao aumentarmos o tamanho da popula¸c˜ao melhoramos o desempenho dos algoritmos, por que n˜ao tomamos popula¸c˜oes grandes? A resposta ´e a seguinte: quanto maior a popula¸c˜ao, mais c´alculos o algoritmo precisa fazer em cada passo, o que aumenta muito o seu esfor¸co com- putacional e acarreta um aumento de tempo para realizar cada passo. Assim, quanto maior a popula¸c˜ao, menor a quantidade de passos necess´arios para encontrar o ponto desejado e maior o tempo que cada passo leva para ser realizado. Um problema em aberto ´e justamente esse, saber qual o tamanho de popula¸c˜ao ´otimo, ou seja, qual deve ser o tamanho da popula¸c˜ao em que o ponto de ´otimo seja encontrado em menor tempo?
A conclus˜ao que, se pode tirar ´e que embora exista um resultado que nos garanta a con- vergˆencia destes algoritmos, nem sempre ela se d´a numa quantidade finita de passos e parece que algumas abordagens (utilizando formas diferentes de fazer as etapas de sele¸c˜ao, cruzamento e muta¸c˜ao) fazem com que o algoritmo encontre o ponto procurado em menos passos.
Para trabalhos futuros, pretendemos estudar a velocidade de convergˆencia destes algoritmos e com isso poder realmente dizer se existe uma melhora entre um algoritmo e outro. Mesmo assim, o estudo da velocidade de convergˆencia se d´a em rela¸c˜ao ao n´umero de passos do algo- ritmo, que como comentado acima, o tempo de cada passo depende da quantidade de c´alculos que o algoritmo precisa realizar em cada passo.
Referˆencias
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