2 AIMS OF THE STUDY
5.3 F ATIGUE WITHIN THE NON - MOTOR SYMPTOM COMPLEX OF PD
Inicialmente, foi realizada uma análise do clima local para cada uma das localidades em estudo, com o intuito de determinar os períodos de sensação de conforto, de desconforto por frio e por calor. Esta análise do clima externo foi realizada a partir do método proposto por Stensjö (2015), em que os valores horários de temperatura externa do ar (°C) ao longo do ano são classificados de acordo com a sensação térmica resultante a partir do modelo adaptativo proposto por DeDear e Brager (2002). Em seguida, as horas de conforto para os ambientes internos foram obtidas a partir das simulações realizadas e são avaliadas com o intuito de identificar quais parâmetros impactam tanto positivamente quanto negativamente no desempenho térmico. São igualmente avaliadas as horas de desconforto, seja por calor ou por frio, para identificar as variáveis com maior influência nos rigores
climáticos. Esta segunda avaliação é de importância, sobretudo para climas mistos, para se evitar contradições entre as recomendações entre os períodos quentes e frios.
As zonas térmicas aqui referidas como zona térmica 1 (dormitório), zona térmica 2 (dormitório) e zona térmica 4 (sala), são aquelas estabelecidas no modelo de simulação computacional, conforme mostrado naFIGURA 4.8.Os resultados estão separados por domínio climático conforme Nimer (1979).
5.1.1. Quente Equatorial: super úmido, úmido e semiúmido
As cidades selecionadas para representar o domínio Quente Equatorial foram Manaus (AM) para o subdomínio super úmido, Rio Branco (AC) e Tucuruí (PA) para o subdomínio úmido e São Luís (MA) para o subdomínio semiúmido.
O clima da cidade de Manaus caracteriza-se por não possuir períodos de desconforto por frio e por ter tardes com sensação de desconforto por calor. Nos demais períodos a sensação térmica que predomina é a de conforto. Assim, a principal preocupação é com o rigor térmico por calor.
Para o clima de Manaus a melhor condição de conforto para todas as zonas ocorreu para as paredes não isolantes, leves, claras e aberturas com vidro isolante e sombreadas e emprego de ventilação natural. A pior condição incidiu sobre as paredes isolantes, pesadas e escuras. A análise das variáveis individualmente apontou que contribuíram para a melhoria das condições de conforto para todas as zonas térmicas a transmitância do vidro, o sombreamento e a ventilação natural. Não contribuíram para a melhoria das condições de conforto a transmitância térmica, a capacidade térmica e a absortância das paredes, principalmente esta última. Para este clima mostrou-se determinante a redução do ganho térmico pelas aberturas e a retirada de calor por meio da ventilação.
Quanto à cobertura, a melhor condição de conforto coincidiu para todas as zonas como sendo a cobertura isolante, pesada e com ático ventilado. Já para o caso com o menor número de horas de conforto, houve uma variação entre as zonas e orientação delas. Para a zona térmica 1, para as orientações norte e oeste a cobertura pesada e escura apresentou- se como a pior condição, enquanto que para as orientações leste e sul ocorreu para a cobertura não isolante, leve e escura. No caso das zonas 2 e 4, o pior caso foi para a cobertura pesada e escura, com exceção da orientação sul. Para esta orientação a situação
da cobertura não isolante, leve e escura foi a que apresentou o menor número de horas de conforto.
A análise de cada variável individualmente indicou que as variáveis que contribuíram para a melhoria do desempenho foram a transmitância térmica, capacidade térmica da cobertura e a ventilação no ático, enquanto que a absortância apresentou efeito contrário.
Já o clima de Rio Branco caracteriza-se por períodos de desconforto por frio durante as madrugadas, com um período mais extenso durante os meses mais frios (junho, julho e agosto). A sensação de desconforto por calor ocorre no período da tarde. No restante do tempo a sensação térmica é de conforto.
Para as variações testadas para as paredes, o maior número de horas de conforto foi obtido para as paredes pesadas e aberturas com vidro isolante e sombreadas para todas as zonas. A pior condição para todos os ambientes foi observada para as paredes isolantes, pesadas e escuras para todas as zonas.
Analisando cada uma das variáveis individualmente, todas as zonas térmicas tiveram comportamentos similares. As variáveis que contribuíram para o aumento das horas de conforto foram a transmitância térmica das paredes, a capacidade térmica das paredes, a transmitância térmica dos vidros e a existência de sombreamento nas aberturas. Reduziram as horas de conforto a absortância, esta de forma significativa, e o emprego da ventilação natural.
A avaliação das horas de conforto para as combinações dos parâmetros da cobertura indicaram que os comportamentos de todas as zonas são semelhantes. O maior número de horas de conforto foi obtido para as coberturas isolantes e pesadas. A cobertura não isolante, leve e escura resultou na pior condição de conforto.
A análise individual das variáveis indicou que as variáveis que contribuíram para a melhoria do desempenho foram a transmitância térmica da cobertura, capacidade térmica da cobertura e o ático da cobertura ventilado, enquanto que a absortância apresentou efeito oposto.
O clima de Tucuruí caracteriza-se por apresentar a sensação de desconforto por calor no período da tarde durante todo o ano e nos demais períodos do ano a sensação é de conforto. Não é observada a sensação de desconforto por frio.
A melhor condição de conforto entre as variações das paredes foi obtida para a condição de paredes não isolantes, leves, claras e aberturas com vidros isolantes e sombreamento e emprego da ventilação natural para todas as três zonas térmicas. A pior condição para todos os ambientes foi observada para as paredes isolantes, pesadas e escuras.
A análise das variáveis individualmente apontou aquelas que contribuíram para a melhoria das condições de conforto foram as variáveis transmitância térmica do vidro, o sombreamento das aberturas e a ventilação natural. A transmitância térmica, capacidade térmica e absortância das paredes, principalmente esta última, reduziram as horas de conforto em relação ao caso base. A principal estratégia para este contexto climático consiste na redução do ganho térmico pelas aberturas e o emprego da ventilação natural para retirada de calor.
Quanto a cobertura para o clima de Tucuruí, os comportamentos de todos os ambientes são muito similares. O maior número de horas de conforto foi obtido para as coberturas pesadas com ático ventilado. A cobertura pesada e escura resultou na condição menos favorável ao conforto.
A análise de cada variável individualmente indicou que as variáveis que contribuíram para a melhoria do desempenho térmico foram a transmitância térmica, a capacidade térmica da cobertura e a ventilação no ático, enquanto que a absortância teve um forte efeito oposto. E, por fim, o clima da cidade de São Luís caracteriza-se por não possuir períodos de desconforto por frio e por ter tardes com sensação de desconforto por calor. Nos demais períodos a sensação térmica que predomina é a de conforto. Assim, a principal preocupação é com o rigor térmico por calor.
Par o clima de São Luís a melhor condição de conforto variou com a zona térmica e orientação destas. Para a zona 1 as melhores condições de conforto obtidas ocorreram para as paredes não isolantes, leves, claras e aberturas com vidro isolante, sombreamento e ventilação natural para as orientações norte e leste e para as paredes isolantes e aberturas com vidro isolante e sombreamento para as orientações sul e oeste. Para a zona 2 a melhor condição de conforto ocorreu para as paredes isolantes e aberturas com vidro isolante e sombreamento para todas as orientações com exceção da leste. Para esta orientação a melhor condição de conforto foi obtida para as paredes não isolantes, leves, claras e
aberturas com vidro isolante, sombreamento e ventilação natural. Para a zona 4, todas as orientações apresentaram o mesmo resultado: paredes isolantes e aberturas com vidro isolante e sombreamento como a melhor condição de conforto. Para todas as zonas e orientações a pior condição de conforto correspondeu às paredes pesadas, escuras e aberturas sombreadas.
A análise das variáveis individualmente para a zona 1 mostrou que apenas a transmitância térmica e a capacidade térmica das paredes aumentaram as horas de conforto. Não contribuíram para a melhoria das condições de conforto a absortância das paredes, principalmente esta, a transmitância térmica do vidro, o sombreamento e a ventilação natural. Para as zonas 2 e 4 as variáveis que aumentaram as horas de conforto foram a transmitância, a capacidade térmica das paredes, a transmitância térmica do vidro e o sombreamento, já as absortância (principalmente) e a ventilação natural contribuíram para a redução das horas de conforto.
Para a zona térmica 1 o conforto será obtido por meio das características termofísicas das paredes externas, enquanto que para as demais zonas será a redução do ganho térmico pelas aberturas a garantir as melhores condições de conforto. As superfícies de cores escuras não são recomendadas.
Quanto a cobertura, a melhor condição de conforto coincidiu para todas as zonas como sendo a cobertura pesada e com ático ventilado e a pior condição de conforto foi para a cobertura não isolante, leves e escuras.
A análise de cada variável individualmente indicou que as variáveis que contribuíram para a melhoria do desempenho térmico foram a capacidade térmica da cobertura e a ventilação no ático, enquanto que a transmitância térmica da cobertura e a absortância apresentaram efeito contrário.
De forma geral, para este domínio climático observou-se que a absortância e a ventilação natural são as principais variáveis para a obtenção de conforto. As paredes devem ser não isolantes, leves e claras, com exceção de Rio Branco em que estas devem ser pesadas. As aberturas devem reduzir o ganho por radiação e permitir a ventilação dos ambientes. As coberturas para Manaus e Rio Branco devem ser isolantes, pesadas e com ático ventilado,
enquanto que para Tucuruí e São Luís devem ser pesadas e com ático ventilado. As coberturas escuras devem ser evitadas.
5.1.2. Quente Tropical Equatorial: semiúmido, semiárido brando e semiárido forte As cidades representantes do domínio Quente Tropical Equatorial foram Boa Vista (RR) e Pedro Afonso (TO) para o subdomínio semiúmido, Cratéus (CE) para o subdomínio semiárido brando e Cabrobó (PE) para o subdomínio semiárido forte.
Na cidade de Boa Vista há o predomínio de desconforto por calor durante boa parte do dia no ano todo, todavia as manhãs e as noites possuem temperaturas do ar externo que resultam em sensação de conforto.
A melhor condição de conforto entre as variações das paredes foi obtida para a condição de paredes isolantes e aberturas com vidros isolantes e sombreamento para a zona térmica 1 e para a condição de sombreamento para as demais zonas térmicas. Essa diferença de comportamento pode ser novamente entendida em razão da diferença de área de parede exposta entre as zonas. A pior condição para todos os ambientes foi observada para as paredes isolantes, pesadas e escuras.
A análise das variáveis individualmente apontou que contribuíram para a melhoria das condições de conforto na zona térmica 1 a transmitância do vidro, o sombreamento e a ventilação natural, uma vez que estas variáveis resultaram em um aumento das horas de conforto em relação ao caso base. Entre as variáveis isoladas, a pior condição de conforto foi observada para as paredes escuras, reduzindo consideravelmente as condições de conforto para este caso. O mesmo comportamento das variáveis para a zona térmica 1 foi observado para as zonas 2 e 4 .
A inércia térmica mostrou-se um parâmetro prejudicial ao desempenho da edificação, principalmente quando associada ao isolamento das superfícies ou a cores escuras. Assim, as principais estratégias são o sombreamento das aberturas, a adoção de paredes leves e claras.
Quanto a cobertura para o clima de Boa Vista, os comportamentos de todos os ambientes são muito similares. O maior número de horas de conforto foram obtidos para as coberturas pesadas com ático ventilado e para as coberturas isolantes pesadas com ático ventilado. A cobertura escura resultou na condição menos favorável ao conforto.
A análise de cada variável individualmente indicou que as variáveis que contribuíram para a melhoria do desempenho foram a capacidade térmica da cobertura e a ventilação no ático, enquanto que a transmitância, mesmo que tenha uma baixo impacto, e a absortância tiverem efeito oposto.
O clima externo da cidade de Pedro Afonso caracteriza-se pelo predomínio da sensação de conforto. As exceções ocorrem nos períodos da tarde em que ocorrem a sensação de desconforto por calor e nas madrugadas durante os meses de junho a outubro, quando ocorrem a sensação de frio.
Para o clima de Pedro Afonso a melhor condição de conforto dentre as condições avaliadas para as paredes da zona térmica 1 ocorreu para o caso das paredes pesadas e aberturas com vidros isolantes e sombreamento. Já no caso das zonas 2 e 4 as paredes pesadas foram substituídas por paredes isolantes e, como na zona 1, aberturas com vidros isolantes e sombreamento, sendo que para as orientações sul e oeste da zona 4 basta que as aberturas tenham vidro isolante e sombreamento. De forma geral, a pior condição de conforto foi resultante de paredes isolantes, pesadas e escuras.
Para as três zonas térmicas é observado que as variáveis que contribuíram para o aumento das horas de conforto em relação ao caso base foram a transmitância térmica dos vidros, o sombreamento e a existência de ventilação. As paredes isolantes, as paredes pesadas e as paredes escuras reduzem as horas de conforto nos ambientes para este clima. Foi observado o impacto bastante negativo no emprego de paredes escuras para este contexto climático. Os resultados obtidos apontam que a principal preocupação deve ser a redução do ganho térmico pelas aberturas para este clima.
Em relação ao estudo das coberturas para Pedro Afonso, para todas as zonas térmicas o maior número de horas de conforto foi obtido para a cobertura pesada e com ático ventilado e o menor conforto para a cobertura não isolante, leve e escura para todas as zonas térmicas.
Avaliando cada uma das variáveis individualmente, para todos os ambientes, as variáveis que contribuíram para o aumento das horas de conforto na análise das configurações da cobertura, foram a capacidade térmica e o ático ventilado. Já a transmitância térmica e a absortância foram responsáveis por reduzir as horas de conforto em relação ao caso base.
O clima externo de Cratéus caracteriza-se por noites, madrugadas e manhãs com sensação térmica de conforto térmico, com exceção dos meses de maio a agosto em que os inícios das manhãs apresentam temperaturas do ar que resultam na sensação de desconforto por frio. O final das manhãs até o final das tardes as temperaturas ocasionam a sensação de desconforto por calor.
Para o clima de Cratéus a melhor condição de conforto para as condições avaliadas para as paredes ocorreu para o caso das paredes não isolantes, leves, claras e aberturas com vidros isolantes e sombreamento para todas as zonas, com exceção da orientação norte da zona térmica 1, na qual esta condição ocorreu para o caso das paredes isolantes e aberturas com vidros isolantes e sombreamento. De forma geral, a pior condição de conforto foi resultante com paredes isolantes, pesadas e escuras.
Para a zona térmica 1 foi observado que as variáveis que contribuíram para o aumento das horas de conforto em relação ao caso base foram a transmitância térmica dos vidros e o sombreamento. As paredes isolantes, as paredes pesadas, as paredes escuras e o emprego da ventilação natural reduzem as horas de conforto neste ambiente.
O comportamento das zonas térmicas 2 e 4 são bastante similar ao da zona térmica 1, com a diferença que para o caso destas zonas a ventilação natural aumenta as horas de conforto em relação ao caso base ao invés de diminuir. Os resultados obtidos apontam que a principal preocupação deve ser a redução do ganho térmico pelas aberturas para este clima.
Em relação ao estudo das coberturas para Cratéus, para todas as zonas térmicas o maior número de horas de conforto foi obtido para a cobertura pesada e com ático ventilado e o menor para a cobertura não isolante, leve e escura para todas as zonas térmicas.
Avaliando cada uma das variáveis individualmente, para todos os ambientes, as variáveis que contribuíram para o aumento das horas de conforto na cobertura foram a capacidade térmica e o ático ventilado. Já a transmitância térmica e a absortância foram responsáveis por reduzir as horas de conforto em relação ao caso base.
O clima de Cabrobó caracteriza-se por períodos de desconforto por frio durante as madrugadas e início das manhãs e por períodos de desconforto por calor durante as tardes. No restante do tempo a sensação térmica é de conforto.
Dentre as variações analisadas para as paredes, a que apresentou o maior número de horas de conforto dentre todas as combinações testadas para a zona térmica 1 e 2 foi a combinação de paredes não isolantes, leves e claras e aberturas com vidros isolantes e sombreadas. Já para a zona térmica 4, o mesmo resultado foi observado, com exceção da orientação leste, pois para esta orientação a ventilação foi favorável além das aberturas com vidros isolantes e sombreadas. As paredes não isolantes, leves e claras e a redução do ganho através das aberturas apresentaram-se como a melhor solução. A pior condição para todos os ambientes foi observada para as paredes isolantes, pesadas e escuras.
Analisando cada uma das variáveis individualmente, as variáveis que contribuíram para o aumento das horas de conforto em relação ao caso base para a zona térmica 1 foram apenas a transmitância térmica dos vidros e o sombreamento. Para as zonas térmicas 2 e 4, além da transmitância térmica dos vidros e do sombreamento, a ventilação natural também contribuiu para o aumento das horas de conforto. Para todas as zonas o pior desempenho ocorreu para a absortância. A transmitância e a capacidade térmica também resultaram a redução das horas de conforto.
Pode ser observado que para o contexto climático de Cabrobó, é fundamental reduzir os ganhos de calor pela abertura e que as paredes sejam não isolantes, leves e claras.
A avaliação das horas de conforto para as combinações dos parâmetros da cobertura, indicaram que os comportamentos de todos os ambientes são muito similares. O maior número de horas de conforto foi obtido para as coberturas pesadas com ático ventilado. A cobertura escura resultou na pior condição de conforto.
A análise de cada variável individualmente indicou que as variáveis que contribuíram para a melhoria do desempenho foram a transmitância térmica, a capacidade térmica da cobertura e a ventilação no ático, enquanto que a absortância apresentou efeito oposto.
Para o clima Quente Tropical Equatorial a redução do ganho térmico pelas aberturas e as coberturas claras são estratégias fundamentais para se obter um melhor desempenho térmico. Para Boa Vista as paredes devem ser isolantes, para Pedro Afonso pesadas e para Cratéus e Cabrobó não isolantes e leves. Para todas as localidades as coberturas devem ser pesadas e com ático ventilado.
5.1.3. Quente Tropical Nordeste Oriental: super úmido, úmido, semiúmido e semiárido
As cidades representantes do domínio Quente Tropical Nordeste Oriental foram Salvador (BA) para o subdomínio super úmido, João Pessoa (PB) para o subdomínio úmido, Natal (RN) para o subdomínio semiúmido e Pão de Açúcar (AL) para o subdomínio semiárido.
Para o clima de Salvador há o predomínio de desconforto por calor durante as tardes e de desconforto por frio durante as madrugadass nos meses mais frios. Os demais períodos possuem temperaturas do ar externo que resultam em sensação de conforto.
A melhor condição de conforto entre as variações das paredes foi obtida para a condição de paredes não isolantes, leves, claras e aberturas com vidros isolantes e sombreamento e com o emprego da ventilação natural para todas os ambientes analisados. Já a pior condição para todos os ambientes foi observada para as paredes isolantes, pesadas e escuras.
A análise das variáveis individualmente apontou que contribuíram para a melhoria das condições de conforto de todas as zonas a transmitância do vidro, o sombreamento e a ventilação natural, esta última de fundamental importância. Não favoreceram ao aumento das horas de conforto a transmitância térmica, a capacidade térmica e a absortância das paredes.
Para esta condição climática apresentou-se fundamental a redução de ganho por radiação e o emprego da ventilação natural para a redução do calor no interior dos ambientes.
Quanto a cobertura para o clima de Salvador, os comportamentos dos ambientes não são muito similares como foram para as paredes. O maior número de horas de conforto foi obtido para as coberturas isolantes, pesadas com ático ventilado para todas as zonas térmicas. Para a zona 1 com orientações norte e oeste a pior condição incidiu para as coberturas pesadas e escuras, enquanto que para as orientações leste e sul incidiu para as