type III No FGM/C Results RR (95%CI)
Appendix 3: Excluded studies
As políticas baseadas na abordagem de clusters devem contemplar algumas especificidades, em especial o que podem trazer de novo e como atrair outros investimentos. As dimensões do cluster relacionam-se em boa medida com as políticas seguidas para o setor industrial e no papel das políticas setoriais, em especial na atração de investimento externo e não esquecendo o reforço nas redes tecnológicas e parcerias. Refira-se que foram criados, em larga escala, nas décadas de 1980 e 1990, muitos parques tecnológicos e centros de transferência de tecnologia que, em muitas situações,
não corresponderam às elevadas expectativas, constituindo, desse modo, fracassos políticos.
A abordagem baseada nos clusters proporcionou uma mudança para o papel do Estado na política industrial, a qual foi descrita por Kevin Morgan (2010) como uma mudança da “intervenção direta” para a “animação indireta”. Nesta transição, o papel essencial do Estado foi redefinido como o de um “animador” ou um promotor do
networking e um impulsionador de instituições. Ainda segundo o mesmo autor, os
clusters baseados em políticas têm florescido na última década especialmente no Reino Unido e, posteriormente, em toda a EU. Todavia, em muitos casos, os benefícios estão inflacionados e existe uma grande incoerência entre as afirmações teóricas e as evidências empíricas.
Segundo M. Porter a proximidade em termos geográficos, culturais e institucionais conduz a relacionamentos especiais que são difíceis de assegurar à distância, nomeadamente na melhor informação, em incentivos mais poderosos e noutras vantagens de crescimento da produtividade. Como resultado, refere que num cluster, o todo é maior do que a soma das partes. Ainda segundo Porter, os clusters são uma força motriz no aumento das exportações e são ímãs para atrair o investimento estrangeiro.
Normalmente, as instituições com boas ligações entre elas (networking) desenvolvem melhores e diferentes tipos de competências, em especial no que respeita à inovação, ao desenvolvimento tecnológico avançado e à comercialização dos seus produtos. Os sistemas de inovação apontam duas medidas essenciais para que esta possa ocorrer:
1. O papel sistémico das interações entre os diferentes agentes da cadeia de inovação, particularmente entre produtores e utilizadores de bens intermédios e entre empresas e a comunidade de investigação;
2. O facto do processo de inovação ser institucionalmente moldado.
Os objetivos gerais das políticas de inovação, baseadas na abordagem dos clusters, consistem na remoção de falhas sistémicas e na transferência de mercados que impedem a exploração da dinâmica da competitividade e do empreendedorismo. Nessa perspetiva, identificaram-se três tipos fundamentais de falhas:
1. Insuficiência ou ineficácia na oferta de bens públicos;
2. Falta de coordenação entre os atores presentes;
3. Deficiente ligação às redes mundiais.
As políticas, baseadas nos princípios teóricos dos clusters, podem incidir na expansão ou no aprofundamento da base económica endógena, bem como na atração de
novas atividades, na captação de investimento direto estrangeiro ou na combinação de ambas as estratégias, assim caracterizadas:
Estratégias de desenvolvimento orgânico - assentam num alargamento e aprofundamento da base económica existente numa região, identificando os clusters dessa região e tentando promover o seu desenvolvimento através do melhoramento dos fluxos de informação, do desenvolvimento de recursos humanos e do reforço da colaboração entre empresas;
Estratégias de transplante integrado - pretendem consolidar ou implementar clusters, atraindo empresas estrangeiras com os seus fornecedores e/ou outras empresas relacionadas;
Estratégias híbridas - ocorrem quando as estratégias orgânicas recorrem a investimentos estrangeiros, para dinamizar os clusters existentes, ou quando as estratégias de transplante integrado são suficientemente bem-sucedidas, para criar uma massa crítica de capacidades localmente enraizadas e com fortes relações com as empresas locais.
Os conceitos relacionados com as estratégias de desenvolvimento de clusters apresentam várias caraterísticas em comum, que podem ser largamente rentabilizados e que podemos resumir nos seguintes:
Melhorar o ambiente empresarial - iniciativas como a revisão do sistema de tributação, a redução do peso excessivo da regulamentação, o melhor funcionamento da administração pública e a manutenção de condições favoráveis à atividade empresarial, são de grande importância na aplicação de políticas de desenvolvimento de clusters;
Fornecer as infraestruturas básicas de educação e formação - os investimentos tendem a focar-se mais nas infraestruturas, competências e capacidades específicas necessárias para que os clusters possam reforçar vantagens competitivas locais. Tais iniciativas podem incluir estações de tratamento de resíduos para indústrias específicas, fornecimento de água ou de eletricidade a outras atividades, estradas e linhas ferroviárias, portos e transportes marítimos e aéreos especializados;
Estimular redes empresariais e a colaboração interempresas - alguns programas dependem de redes informais através de associações industriais e da apresentação de listas de referência e de outros mecanismos;
Fornecer dados e informação sobre as tendências empresariais e económicas - facultar informações e dados específicos aos clusters conduz ao seu desenvolvimento. Incluem-se aqui dados de mercado, informação sobre clientes e concorrência e
Fornecer serviços a empresas - abrangem áreas desde a investigação básica, à investigação tecnológica aplicada, por contratos, pesquisa de mercado, teste de materiais, contabilidade e manutenção de registos, consultoria, aconselhamento na gestão de empresas, formação de gestores e outros serviços. A ideia principal é a de fornecer serviços especializados designadamente às pequenas e médias empresas; Desenvolvimento de tecnopolos - consiste, em termos genéricos, num espectro de
iniciativas desde incubadoras de empresas a parques de ciência e até a aglomerações de maior dimensão. O desenvolvimento de clusters envolve em muitos casos a promoção de atividades para as quais, a melhor designação, é a “construção de comunidades”. Trata-se de iniciativas que estimulam a partilha de informação e que criam confiança entre as empresas, permitindo-lhes alcançar um melhor desempenho económico.
Os clusters definem-se, não só pelos seus membros, mas sobretudo pelas ligações entre as empresas que dele fazem parte. É preciso “penetrar” no cluster para perceber os mecanismos através dos quais a informação, a inovação, o capital e as pessoas se movem no seu seio, revelando-se, dessa forma, outras possibilidades para uma melhor governância, na remoção de estrangulamentos e no aperfeiçoamento das transações subjacentes aos clusters. É fundamental aprender como as empresas interagem entre si, para compreender como funcionam os clusters. A filosofia geral que deve inspirar a concretização de qualquer das estratégias atrás referidas deve incluir os seguintes princípios e iniciativas:
As iniciativas relativas ao cluster de âmbito regional devem atender ao seu âmbito geográfico, procurando, sempre que possível, envolver o maior número de atores relevantes locais e regionais;
O setor privado deve assumir o comando das iniciativas para o desenvolvimento de clusters. O setor público deve desempenhar um papel de catalisador. Iniciativas importantes são a promoção de redes entre empresas, assegurar a acesso a infraestruturas e comunicações, difundir informação, apoiar os serviços educacionais e de formação, promover o bom funcionamento dos mercados, assegurar a efetiva cooperação, evitar comportamentos conluiados que limitem a concorrência, reduzir falhas sistémicas, organizacionais e de mercado, colmatar barreiras informacionais e externalidades;
Devido aos recursos limitados numa economia, estabelecer alguma prioridade entre clusters, admitir que pode haver vantagens em trabalhar com um portfolio de clusters, utilizar critérios sensatos para identificar e ordenar a prioridade dos clusters. Os critérios poderão incluir a oportunidade de acrescentar valor, a existência de
núcleos organizados de atores no cluster, o potencial de criação de postos de trabalho;
Dar ênfase à criação de sistemas institucionais e sistemas de apoio aos clusters para obter benefícios para além dos inicialmente previstos. Entre eles contam-se as associações industriais, as associações de trabalhadores, as instituições financeiras, os centros de pesquisa, as universidades e escolas, os serviços técnicos de apoio;
As iniciativas devem facilitar a especialização entre empresas colaboradoras. Uma importante fonte de vantagem competitiva proporcionada pela participação em clusters e redes é o aumento de especialização entre empresas e a divisão do trabalho. Esta situação pode contribuir para que grupos de pequenas empresas explorem, simultaneamente, determinados benefícios, tanto de pequena como de grande escala;
O investimento externo pode ajudar a estimular um cluster para além da procura. Podem ser estabelecidos novos elos de ligação entre fornecedores e compradores. O investidor externo pode possuir produtos de qualidade superior e/ou processos que poderão ser eventualmente incorporados nas práticas de produção de outras empresas do cluster. Quando se procura atrair investimento estrangeiro para um cluster, as autoridades locais, regionais e nacionais devem facultar e difundir informação sobre o mesmo e sobre as vantagens que oferecem;
As iniciativas, dirigida a cada cluster, devem ser avaliadas ao longo do processo e não apenas no fim deste. A avaliação pode ajudar a medir o progresso, a identificar correções (se necessário) durante o processo e a unir esforços para a resolução de problemas.
A título de recomendação, as iniciativas de clusters não devem ser usadas como pretexto para introduzir uma política industrial distorcida, focada essencialmente em “campeões nacionais” ou em “setores de alto potencial”.
Segundo Jay Mitr (2009), a melhoria de serviços de apoio técnico, em especial: na educação e formação especializada, nos centros de assistência técnica e na investigação, são elementos necessários ao desenvolvimento de um cluster inovador e dinâmico, capaz de contribuir para o crescimento económico. As pequenas empresas, particularmente aquelas que carecem de recursos e incentivos para desenvolverem a sua própria formação e investigação, dependem fortemente dos serviços locais. Uma apreciação, assente no conhecimento da comunidade empresarial, apontará quais os investimentos para obter melhores resultados nos clusters.
estratégica. As ligações entre as atividades empresariais, em regiões mais remotas ou de dimensão mais reduzida, podem apresentar-se de diferentes estilos e costumes e, por conseguinte, requererem uma massa crítica mais específica. Por exemplo, as atividades empresariais nas zonas rurais podem ser vistas não apenas no que respeita às relações entre elas, mas também no que respeita ao modo como elas, coletivamente, se relacionam com outros mercados urbanos e outros clientes ou fontes de competência e de conhecimento mais distantes.
Dos conceitos anteriores, uma abordagem na iniciativa e no desenvolvimento de clusters pode ser representada em quatro etapas, como mostra a Figura 12.
Figura 12: Uma abordagem de iniciativa e estratégia de desenvolvimento de um cluster.
Investir no “capital social” é talvez o menos visível mas o mais valioso contributo para o desenvolvimento local. Algumas medidas para promover o capital social incluem incentivos para as atividades empresariais e associações cívicas locais ou a dinamização de novas associações. Outras medidas incluem os incentivos para a colaboração interempresas, o aumento do investimento nos sistemas de comunicação e a cooperação entre essas mesmas empresas.
ETAPA-1
• Mapeamento de cluster e encadeamento inicial • Economia como um todo no mapeamento cluster;
• Identificação e envolvimento com os principais interessados do cluster.
ETAPA-2
• Diagnóstico e formulação de estratégias
• Aplicar as ferramentas de cluster para verificar a sua posição competitiva; • Desenvolver a colaboração entre os membro do cluster;
• Desenvolver estratégias de negócios coletivos.
ETAPA-3
• Implementação de iniciativas políticas, estratégicas e institucionais • Posse segura de líderes do nucleo do cluster em termos de tempo e custos; • Diálogos publico-privado sobre a política e constrangimentos institucionais para
a implementação de estratégias empresariais sobre a competitividade do cluster.
ETAPA-4
• Pós-projeto de sustentabilidade
• Certificar-se que o cluster pode lidar com os recursos de forma independente além da vida do projeto;
As decisões relativas ao funcionamento do cluster são tomadas pelos seus membros e devem identificar as suas necessidades mais prementes. Nesse sentido é necessário escutar e dar poderes aos líderes dos clusters. Os clusters não se podem isolar uns dos outros, pelo que é imperativo o desenvolvimento de ligações com outros clusters e outras regiões de modo a fomentar a divulgação de novas ideias, ajudando-os, assim, a inovar, diversificar e crescer de uma forma mais sustentada.
A atração de novas empresas bem como dos investimentos do setor público que as acompanham, tem de ser um processo cuidadosamente planeado e gerido no sentido de fortificar ou diversificar um cluster. A prioridade nos incentivos deve ser dada a companhias que acrescentem valor e colmatem as falhas no sistema de produção regional. As regiões geralmente dão pouca atenção às aptidões e à qualidade das relações de potenciais fornecedores e clientes. Uma forma de ultrapassar esta deficiência é desenvolver associações ao longo da cadeia de fornecimento e, paralelamente, redes de certificação de fornecedores, que podem trabalhar em conjunto com os clientes, para encontrar padrões de afirmação local.
O crescimento de um cluster é, frequentemente, o catalisador para o desenvolvimento complementar em novas infraestruturas especializadas e no acesso a novas tecnologias e a bases de conhecimento. Também pode resultar na fundação e expansão de conhecimento e ciência, na criação de normas e regulamentos ou em novas agências de promoção de exportações. Os resultados podem traduzir-se na melhoria da eficiência operacional, resultando em mais e melhores empregos, em mais exportações e numa melhor coordenação entre os setores público e privados na resolução dos problemas de produtividade e sustentação de reformas orientadas. Pretende-se, deste modo, que os benefícios se espalhem para além do cluster, por meio das suas ligações, buscando externalidades e sinergias.
As estratégias baseadas em clusters apresentam vantagens relativamente a medidas isoladas de marketing ou na atribuição de subsídios, muitas vezes usados para atrair o investimento estrangeiro. Ao encorajarem o processo de networking, os clusters facilitam o surgimento de um ambiente no qual as empresas podem aprender umas com as outras. Um dos principais problemas que as pequenas empresas enfrentam é a falta de canais de comunicação de informação e conhecimento, para identificar os apoios de que precisam. Um dos problemas do setor de serviços às empresas tem sido, justamente, o de não ter um conhecimento específico acerca das particularidades das atividades empresariais, que possa ajudar as empresas a identificar as suas necessidades mais importantes.
entre a procura e a oferta, alimentando o conhecimento entre as empresas, onde as mais experientes se podem tornar nas “tutoras” das menos experientes e, desse modo, melhorar a interação das agências de apoio às empresas e aos seus clientes.
Existe uma clara evidência de que a especialização, quando acompanhada de atualização tecnológica, conduz a condições de prosperidade, desde que sejam considerados os aspetos relevantes de oportunidades que se criam para aqueles que estimulam a procura através da inovação. A atualização tecnológica, a consideração das oportunidades diante de uma perspetiva inovadora e a atuação em redes dentro do
cluster, fazem parte de um conjunto de mudanças necessárias a um novo comportamento
no mundo competitivo.
Com base nos estudos da OCDE (1998) e do DETR (2000), a Tabela 7 compara a abordagem setorial tradicional e a abordagem baseada em clusters.
Abordagem setorial tradicional Abordagem baseada em clusters
Grupos com posições similares na rede
Grupos estratégicos com posições nas redes frequentemente complementares e dissemelhantes Incidência em indústrias de produto
final
Inclui clientes, fornecedores, fornecedores de serviços e instituições especializadas
Incidência nos concorrentes diretos e indiretos
Incorpora as conexões entre indústrias inter- relacionadas que partilham tecnologias,
competências, informações, inputs, clientes e canais Hesitação em cooperar com os rivais
Muitos participantes não são concorrentes diretos mas partilham necessidades e constrangimentos comuns
Diálogo com o governo frequentemente em torno dos subsídios, proteção e restrição da rivalidade
Melhorias em áreas de interesse geral de modo a melhorar a produtividade e aumentar o nível de concorrência
Procura de diversidade nas
trajetórias existentes Procura de sinergias e novas combinações
Tabela 7: Abordagem setorial e em cluster (Fonte OCDE (1998) e DETR (2000))
Porter (1989) e Senge (2000) referem-se à importância da mudança para as organizações, nomeadamente através do efeito competitivo que tais mudanças devem provocar no setor onde as empresas e o cluster atuam. A mudança deve ocorrer para explorar novas oportunidades e assim estabelecer novas condições inovadoras e competitivas.
Para Schumpeter (1985) a inovação é um processo caracterizado pela descontinuidade com aquilo que está estabelecido, englobando as seguintes cinco fases:
1. Novas combinações que são originadas pela introdução de um novo bem;
2. Introdução de novos métodos de produção;
3. Abertura de novos mercados;
4. Conquista de novas fontes de matéria-prima;
5. Estabelecimento de um novo modelo de organização.
Para a OCDE (1997) a inovação resulta de um complexo processo interativo entre várias empresas e instituições. Neste método, assume particular importância a realimentação (feedback) destes processos, trazendo novas fontes de conhecimento externo, provenientes de outras empresas, organizações, universidades, etc.
Para Echeverri-Carrol e Brennan (1999), as externalidades dinâmicas são as principais fontes de crescimento económico, uma vez que relacionam o conhecimento e a inovação com o desempenho competitivo das empresas.
Para Karlsson, Johansson e Stough (2006) a inovação e o empreendedorismo são fortemente condicionados e influenciados pelas condições de proximidade. Os clusters são particularmente relevantes para o desenvolvimento do empreendedorismo, pois incentivam a elevada especialização e facilitam a criação de novas empresas. A inovação assume-se como a principal ferramenta dos empreendedores, a partir da qual exploram novas oportunidades de negócios.
Nos últimos anos, devido à forte globalização e ao aparecimento massivo das tecnologias de informação e comunicação, afirmou-se o reconhecimento das relações entre indústrias e serviços, destacando-se a importância do conhecimento intensivo nas diversas atividades para a inovação dos setores. O conceito de conhecimento intensivo das atividades dos serviços relacionados com a inovação (KISA - Knowledge Intensive
Service Activities related to innovation) tem vindo a ser utilizado de forma crescente, quer
internamente ou externamente nas empresas e organizações. Este conceito de KISA pretende ser um conjunto de atividades, em que as empresas de um cluster se envolvem ativamente e não apenas em receber ou fornecer serviços. Deste modo, pretende-se que as empresas e instituições possam adquirir novas capacidades de conhecimento, as quais devem potencializar a inovação do cluster.
Outro conceito de conhecimento produtivo, relacionado com os negócios empresariais (KIBS - Knowledge Intensive Business Services), tem vindo a competir com as organizações tecnológicas governamentais de pesquisa e desenvolvimento, tendo por objetivo a apropriação desses mesmos serviços pelos próprios clientes. No
e conhecimento para produzir novos serviços intermediários, que estão fortemente associado ao conhecimento profissional e são suscetíveis de trazer novas vantagens competitivas aos negócios.
Estudos apresentados pela OCDE (2006) referem o papel relevante dos KISA e KIBS como facilitadores nos processos de inovação. Deste modo, estes conceitos de KISA e KIBS devem ser tidos em atenção nas políticas de estratégia e desenvolvimento ou em agrupamento de clusters.