3.1 Faste etternavn for de få i Norge fram til rundt 1850
3.1.2 Etternavn i Norge på 1600- og 1700-tallet
No que há interatividade diz respeito, os resultados são mais díspares em relação àquilo que as utopias preconizaram, isto quando comparados com as duas – hipertextualidade e multimedialidade – anteriormente abordadas. Começando pelos incentivos à participação nos programas radiofónicos escutados, no site e nas redes sociais em análise, não encontrámos qualquer estímulo para a intervenção do público. Se na rádio não foi aberto nenhum espaço que permitisse a entrada dos ouvintes no ar, no site e nas redes sociais, apesar de serem locais onde iniciar uma conversa está à distância de um clique, tão pouco encontrámos qualquer iniciativa que visasse a auscultação dos públicos da Renascença.
Esta absoluta ausência de interatividade refletiu-se, como não poderia deixar de ser, na caixa de comentários das notícias e artigos de opinião identificados no sítio do meio em estudo. Nos 22 textos em análise não encontrámos qualquer interação entre alguém proveniente do órgão de informação e a sua audiência. Detalhando este resultado, no primeiro momento de análise não foi contabilizado nenhum comentário. Já no segundo período de observação, 12 artigos continham mensagens deixadas pelos leitores. Os números de comentários tendem a ser baixos (em sete peças há apenas uma mensagem, seguindo-se dois textos com quatro comentários e outros dois artigos com, cada um, cinco e duas mensagens). A exceção foi a notícia em que registámos 109 comentários. Neste caso específico, apesar de haver um número significativo de
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mensagens dos leitores, que são todas indivudualmente aprovadas por alguém da Renascença, não se verificou nenhuma conversação num espaço propício ao diálogo. Este resultado também se encontra espelhado na nossa procura de referências explícitas a atualizações ou correções com base em sugestões dos leitores. Ou seja, não encontrámos qualquer indício da sua existência.
Por último, as redes sociais da Renascença. Nos dois espaços analisados encontrámos cenários diferentes. No Facebook não foi difundida, durante a realização do congresso, qualquer atualização da área editorial, limitando-se, como consequência, à publicação de comunicações da área do entretenimento. Já no Twitter temos mensagens ligadas à informação. Todas as notícias e artigos de opinião que detetámos foram aqui publicados seguindo sempre a mesma fórmula: título e hiperligação para a notícia no site. Contudo, existiu apenas isto. Assim sendo, no Twitter da Renascença verificámos a simples replicação de conteúdos produzidos para o sítio do mesmo órgão de comunicação social e, por conseguinte, em nenhum momento identificámos sinais de interação nesta rede de micro-blogging.
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4.1.3.1 Utopias da Interatividade – As redes sociais individuais
Tal como mencionado em 3.1, decidimos incluir na análise da interatividade existente a propósito do congresso as páginas pessoais das jornalistas destacadas para o mesmo. Fizemo-lo com o grande objetivo de perceber se as eventuais interações aí existentes se diferenciavam ou assemelhavam àqueles que encontrássemos nas redes sociais oficiais da Renascença. Como também foi referido, restringimos a nossa análise aos perfis públicos no Facebook das jornalistas Eunice Lourenço, Susana Madureira Martins e Catarina Santos.
Durante o primeiro período de observação, registámos sete entradas nas páginas pessoais de duas das jornalistas em questão (a terceira – Catarina Santos – não publicou qualquer informação pública no seu perfil no Facebook). Contudo, duas das sete entradas registadas não estavam relacionadas com o evento em análise. Mais, estas duas mesmas publicações foram as únicas verificadas no perfil da jornalista Eunice Lourenço. Assim sendo, a análise restringiu-se às entradas identificadas na página de Susana Madureira Martins. Especificando estes cinco casos em pormenor, eles foram registados em dois momentos diferentes, ou seja, às 16h30 do dia 27 de abril registámos três publicações, com as sobrantes a terem sido identificadas na mesma
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hora, mas no dia seguinte. Estes conteúdos foram apresentados, em três ocasiões, apenas como um link para o site da Renascença (ou RR V+). Nas sobrantes duas mensagens foi adicionado um breve título pela jornalista (isto verificou-se quando a incorporação do conteúdo da Renascença era apresentado apenas com o endereço, sem o título dado pelo meio que permitiria a identificação do conteúdo).
Quanto a interatividade, nesta primeira fase não detetámos qualquer indício da sua presença. Este é um cenário que se mantém praticamente inalterado no segundo período de observação: há apenas um comentário em uma das cinco entradas, não havendo resposta da jornalista em causa (houve, isso sim, um “gosto”, função que pode indiciar um ligeiro sinal de interação).
Tendo em conta o cenário aqui descrito, caracterizado por uma (escassa) partilha de ligações da Renascença, não vislumbramos diferenças substanciais em relação à interatividade (não) existente nas redes sociais oficiais do órgão em estudo. Contudo, tal como explicado em 4.3, este congresso contou com menos um elemento do que é habitual na cobertura deste tipo de acontecimentos, o que pode ter influenciado a capacidade de atualização das páginas pessoais das jornalistas destacadas para o evento. Como veremos mais à frente, a rotina de trabalho que aí aconteceu foi descrita como amplamente preenchida.
Imagem 3 – Fragmento da página de Susana Madureira Martins no Facebook às 16h30 de dia 27 de abril
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