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C. UNACCOMPANIED MINORS IN NORWAY

2.2 CONCEPTS OF IDENTITY

2.2.5 ETHNICAL AND NATIONAL IDENTITY

3.6.1TREINAMENTO DOS ENTREVISTADORES

Os entrevistadores eram todos profissionais de saúde mental (psicólogos, terapeutas ocupacionais e psiquiatras) e receberam treinamento durante um mês antes do início dos procedimentos do estudo. Todos foram treinados para a realização de todas as etapas do trabalho de campo e, principalmente, para a realização das entrevistas. Ao longo de todo o período de condução do trabalho de campo, reuniões semanais com os coordenadores do estudo eram realizadas para a discussão do andamento do estudo e de questões relacionadas à aplicação e pontuação dos instrumentos.

3.6.1.1TREINAMENTO PARA A APLICAÇÃO DO GMS

O treinamento para a aplicação do GMS obedeceu às seguintes etapas: (1) aulas expositivas sobre os transtornos mentais nos idoso e suas particularidades; (2) apresentação das instruções para a aplicação e o sistema de pontuação do instrumento; (3) leitura conjunta do instrumento; (4) pontuação do instrumento em entrevistas gravadas em vídeo; e (5) aplicação do instrumento em idosos internados no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo e na Unidade de Idosos (UNID) do Centro de Atenção Integral à Saúde Mental (CAISM) da Santa Casa de São Paulo. Todas as etapas foram seguidas de discussões com os coordenadores do estudo e os entrevistadores foram estimulados a dirimir quaisquer dúvidas. Da forma como foi elaborado, o treinamento permitiu que os entrevistadores aplicassem e pontuassem diversas vezes o instrumento durante a fase de treinamento, na presença do grupo de entrevistadores. As dúvidas sobre a aplicação e pontuação do instrumento foram discutidas em conjunto e, assim, reforçou-se a padronização do método de aplicação e pontuação entre os entrevistadores.

3.6.1.2TREINAMENTO PARA A APLICAÇÃO DOS DEMAIS INSTRUMENTOS

O treinamento para o uso dos demais instrumentos utilizados ocorreu nas seguintes etapas, sempre seguidas de discussões conjuntas com os coordenadores do

estudo: (a) leitura conjunta dos instrumentos; (b) aplicação mútua dos instrumentos; e (c) aplicação dos instrumentos na presença dos demais entrevistadores em idosos internados no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo.

3.6.2 IDENTIFICAÇÃO DOS IDOSOS RESIDENTES NAS ÁREAS DE

CAPTAÇÃO DO ESTUDO

3.6.2.1MAPAS

A equipe de entrevistadores visitou previamente os setores censitários definidos para o estudo para a confecção de mapas detalhados das áreas, principalmente favelas, para a identificação de ruas, vielas e becos que poderiam não constar dos mapas oficiais. Os setores censitários foram divididos em quarteirões, que formaram as unidades de arrolamento. Esses procedimentos garantiram a identificação de todos os domicílios das áreas visitadas, bem como facilitou o retorno da equipe aos domicílios onde residiam os idosos que participaram do estudo.

3.6.2.2ARROLAMENTO DOMICILIAR

moradores do domicílio. Como estratégia para favorecer a identificação dos sujeitos elegíveis para o estudo, nas casas onde residiam pessoas de 60 anos ou mais, um documento de identificação do idoso era solicitado para a confirmação da idade. Era perguntado para o morador idoso e/ou para um co-residente se a data de nascimento que constava do documento correspondia à data real de nascimento. Para as pessoas cuja data de nascimento real era discordante da data do documento, foi considerada a idade referida pela pessoa se a explicação dada para a diferença foi considerada convincente pelo entrevistador. Nos casos duvidosos prevaleceu a idade constante do documento.

Quando foi confirmado um ou mais moradores com 65 anos ou mais, completados até o último dia do mês anterior ao mês do arrolamento, uma ficha de identificação para cada idoso era preenchida com nome, sexo, idade, endereço completo e telefone. Os objetivos e os procedimentos do estudo foram então explicados ao idoso e aos seus familiares, e o convite para a participação no estudo foi feito. Nesse momento, o informante ou cuidador principal também foi identificado e convidado a participar do estudo respondendo a questões relativas ao idoso. Foram definidos como informantes e/ou cuidadores as pessoas que: (a) conhecessem bem o idoso; (b) fossem membro da família; (c) morassem na mesma casa; (d) passassem mais tempo com idoso dentre todos os familiares co-residentes; (e) oferecessem cuidados práticos (banho, alimentação), caso estes fossem necessários; (f) não fossem cuidadores pagos; ou (g) fossem amigos ou vizinhos do idoso e que conhecessem bem o idoso desde que um familiar não preenchesse os critérios anteriores.

Nas casas onde o morador idoso não se encontrava, contatos subsequentes foram realizados por meio de novas visitas, preferencialmente, ou por telefone, em diferentes horários e em diferentes dias da semana, até que um contato fosse feito com o idoso para que o convite para participar do estudo fosse feito.

Nas casas que estavam fechadas durante o arrolamento, novas visitas foram feitas em diferentes horários e em diferentes dias da semana até que um contato com um morador do domicílio fosse feito. Nos casos em que este contato não foi possível, informações sobre a idade dos moradores do domicílio foram obtidas com vizinhos ou com os agentes de saúde comunitários, no caso de moradores das áreas assistidas pelo Programa de Saúde da Família. Esse procedimento garantiu que todos os domicílios das áreas de captação do estudo fossem rastreados para a identificação de moradores idosos

3.6.3ENTREVISTAS

As entrevistas com os idosos e seus informantes ocorreram cerca de uma semana após o arrolamento, em geral no domicílio do idoso. Sempre que possível idoso e informante foram entrevistados por entrevistadores distintos. As entrevistas com o idoso e o informante duravam cerca de 120 e 30 minutos, respectivamente, e incluíam todas as avaliações utilizadas no presente estudo. O GMS foi aplicado no início da entrevista com o idoso e a NPI, no final da entrevista com o informante.