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Et nytt internasjonalt paradigme – En sentrum-periferi modell

In document 00-05420 (sider 23-28)

O aplicativo permitiu a fácil realização do projeto?

Sim 4

Não 2

Nem sim / nem Não 5

Nessa questão houve um conjunto de respostas que traduziu as dificuldades já anteriormente assinaladas pelos usuários em relação à interface e funcionalidades da ferramenta.

Pontos positivos Pontos negativos

- Ganho de tempo na criação dos templates

- Necessário instrução para criação do projeto no programa

Tela de “Ajuda”. - Submissão de conteúdos

audiovisuais (imagem, texto, vídeos)

- Ajuste de conteúdos audiovisuais

(texto, foto, imagem, vídeos) ao programa.

- Facilitar a programação do aplicativo

- Não ser possível editar os templates na fase do projeto.

- Aplicativo inteligente que permite a criação de projetos interativos.

- Não possui opção de “desfazer”

- Fácil fazer links entre as telas. - Timeline de slots confuso pois não aparecem os templates salvos.

- Não possui opção de “salvar como”.

Essa questão oferece um resumo de pontos positivos e negativos observados pelos usuários. Entre os positivos, como já tínhamos indicado anteriormente, a facilidade de utilização e a rapidez para a execução das tarefas foram itens destacados. Já entre os pontos negativos, a falta prévia de instrução e de recursos como o botão desfazer.

Achou fácil a localização (visualização) das ferramentas e funções do aplicativo?

Sim 4

Não 3

Localização sim / funções não 3

Em parte 1

As respostas acima também indicam que a interface simplificada da ferramenta ajuda na sua utilização, entretanto, a falta de conhecimento específico sobre o processo de utilização atrapalha.

Pontos positivos Pontos negativos Não

respondeu

- Fácil visualização e acessível

- Não são autoexplicativos 2

- Procura minuciosa de documentos.

- Programa não traz uma

sequência de templates - Não possui opção de “desfazer” e nem de “colar” - Botões não arrastam e nem tem a função de aumentar ou diminuir seu tamanho.

- Poucas ferramentas

Nesse ponto é importante mais uma vez lembrar que os usuários testaram uma versão inicial da ferramenta que, realmente, ainda tinha uma série de carências em termos de usabilidade. Outro aspecto a ressaltar é que provavelmente os participantes utilizaram, como referência para comparação em seus julgamentos, softwares comerciais já estabelecidos e com desenvolvimento já bastante antigo, tais como o próprio sistema operacional Windows e pacotes de uso comum como o Office.

Sobre a localização dos menus e botões, quais os seus comentários. Suas funcionalidades eram autoexplicativas e estavam representadas de forma intuitiva e lógica?

- Bem localizados, porém, não são de fácil navegação ao primeiro contato e nem auto- explicativos.

2

- Ausência de explicação dificultou o trabalho. 3

- Dificuldade com a identificação e manejo de algumas funcionalidades dos menus e botões.

3

- Poucas ferramentas, porém, de fácil visualização e manipulação.

2

- Visual do menu atrapalhou. 1

- Não respondeu 1

De novo a falta de instrução prévia para a utilização da ferramenta impactou a avaliação geral dos aspectos listados nessa questão.

Caso necessite refazer a produção, lembraria por onde começar? E das etapas subseqüentes?

- Sim. Uma vez realizado o primeiro projeto (por completo) a produção de outros é mais fácil.

8

- Sim. Apesar de ser complicado. 3

O resultado dessa pergunta reforça nossas observações iniciais de que, se tivesse havido um treinamento prévio específico sobre a ferramenta, muitos dos problemas levantados seriam minimizados. Uma vez concluída a primeira aplicação, o aprendizado do processo se consolida de forma rápida facilitando tentativas posteriores.

Após aprender a utilizar as ferramentas básicas, você considera que seu rendimento aumentou? Você se considera capaz, a partir daí, de executar procedimentos mais avançados?

- Sim. Somente a instrução prévia se faz necessária, depois que se conhecem os limites criativos do programa, o trabalho alcança melhor qualidade.

7

- Sim. Apesar de ter tido muita dificuldade. 1

- Sim. Se forem baseados nesse programa. Se for o caso de ser em outros programas, teriam que aprender novamente.

Não respondeu 1

Situação idêntica à questão anterior. A curva de aprendizado é facilitada pela simplicidade da ferramenta.

Quando você realizou uma ação indevida, o aplicativo ofereceu a possibilidade de retornar ao estado anterior?

- Não. O programa não oferece recurso de “desfazer” tendo que refazer todo o processo.

10

- Sim. 1

Entre as funções comuns dos programas que costumamos utilizar, a de poder desfazer alguma ação é essencial e como nessa versão não tinha sido implementada ainda teve a quase unanimidade na avaliação negativa dos usuários.

Você cometeu equívocos que não puderam ser resolvidos, porque o sistema não ofereceu alternativas?

- Não 4

- Sim 7

Questão complementar à anterior que, entretanto, de forma indireta, reforçou a ideia de que a ferramenta é simples de utilizar.

Comentários finais

- Há a necessidade do botão “desfazer”, template padrão e um aplicativo de dicas para melhor aproveitamento do programa.

- T-Autor cumpre bem sua função enquanto software, pois sua estrutura permite desenvolver programas interativos não só por técnicos especializados, mas por outro, também.

- Design do editor: as anotações que podem ser deixadas de áudio/vídeo, bem como o nome e as especificações do programa/aplicativo, não ficam salvos.

- O botão de texto possui poucas alternativas de fontes e não tinha como usar cores diferentes em uma única caixa de texto.

- Ao salvar o projeto, o trabalho vai para qualquer pasta.

- Cores do programa T- Autor, complicam as

informações. - A ferramenta “ajuda” poderia orientar melhor os

usuários.

- Se fosse possível editar o template na fase do projeto, sua finalidade seria mais rápida.

- O uso do botão “ctrl” e as conexões entre telas não são informações dedutíveis. - Incluir a opção “salvar como”

O quadro acima resume as principais observações do grupo que utilizou a ferramenta pela primeira vez. Como já tinha sido observado antes, a ausência de algumas funções comuns a outros programas, como a de desfazer ações (CTRL+Z) foi bastante sentida, bem como a falta de formas de ajudar o usuário a entender e executar coisas no programa. No geral ficou também claro que a facilidade na execução das tarefas, depois que compreendidas, bem como o objetivo geral de construir aplicações interativas com mais facilidade foram pontos positivos indicados pela maioria dos usuários.

É importante ressaltar que os alunos que responderam o questionário não tinham o menor conhecimento de como construir aplicações interativas da forma tradicional, ou seja, aprendendo a programar em NCL e efetivamente fazendo isso depois de terem dominado essa linguagem.

Em outra oportunidade também selecionamos um grupo de profissionais de TV para que fizessem um curso de programação no LABCOM, ministrado por um dos colaborados do LAVID da UFPB, parceiro do LABCOM/UFMA e do projeto T-Autor, para que durante o mesmo pudessem construir aplicações interativas.

Depois de três dias de aula intensiva, o resultado em termos de construção de aplicações foi muito reduzido com a produção apenas de algumas tentativas que nada mais eram do que réplicas ligeiramente alteradas dos exemplos apresentados pelo instrutor. Ficou claro que a curva de aprendizado tradicional é muito mais penosa, principalmente considerando alunos e profissionais da área da Comunicação, sem qualquer conhecimento prévio em termos de programação.

Mesmo não podendo fazer comparações diretas entre os dois grupos, o histórico de utilização de uma série de ferramentas de autoria em outras áreas demonstra que para não programadores é sempre mais fácil usar soluções que tornem a programação transparente e sem a necessidade de manipulação direta, como cotidianamente fazemos quando escrevemos textos ou editamos imagens em um computador.

No capítulo seguinte discutiremos um último aspecto relacionado à questão do uso da característica da interatividade em sistemas de TV aberta, a saber, sua condição de tecnologia que sofre a concorrência direta de muitas outras novas possibilidades tecnológicas que permitem a interação dos usuários/espectadores, não só com a emissora, mas também entre si, aparentemente mais ricas e baseadas na conexão com a internet e na intercessão com as plataformas de mídias sociais.

8 INTERATIVIDADE E A PÓS TV

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