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Erfaringsbasert kunnskap lagres imidlertid i forskjellige doku- doku-ment, regnskap, standardprosedyrer, organisasjonsstrukturer og

Nesta seção, procurou-se responder a quatro perguntas: Qual a crença a respeito do desenvolvimento infantil que predomina nesses genitores? Há diferenças ou convergências em função do gênero? Os casais divergem ou convergem em relação a seu sistema de crenças? Os genitores acham que os dois primeiros anos de vida da criança são importantes para seu desenvolvimento posterior?

Qual a crença a respeito do desenvolvimento infantil que predomina nesses genitores? Há diferenças ou convergências em função do gênero?

Na Figura 8 pode-se observar as concepções das mães e dos pais sobre o desenvolvimento infantil. As respostas foram categorizadas em Inatista, Ambientalista,

Interacionista e Outras (MELCHIORI; BIASOLI-ALVES, 2001; BUBLIANI, 2007). As

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Inatista Ambientalista Interacionista Outras

mães pais

A concepção Inatista prevalece para os pais (P1: “Ah, eu acho que o desenvolvimento

infantil hoje em dia, as crianças tão nascendo muito esperta né. Não é igual antigamente que as pessoas nasciam, as crianças, as crianças nasciam era parada, aí as criança, nasce tudo agitada tudo, qué tudo do jeito deles. Assim acho que cada dia que passa as coisas vão mudando né, eles vão ficando mais espertos, mais inteligentes, mais...”). Segue-se a ela a

concepção Ambientalista.

Nas respostas maternas verifica-se a prevalência da concepção Ambientalista (M6:

“Ah, eu acho que o desenvolvimento, na minha opinião é uma boa educação, um bom estudo.

É, esse eu acho que é o básico, né, uma boa educação, carinho, pro desenvolvimento dela, né, porque se não tiver isso, como que ela vai se desenvolver, se caminhar, né”).

Verificam-se somente respostas maternas na concepção Interacionista (M7: “Ah, é

como que ela tá evoluindo, eu creio que o desenvolvimento seja a evolução dela tanto no crescimento como aprendizado”), enfatizando tanto os fatores internos quanto os externos.

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Os casais divergem ou convergem em relação a seu sistema de crenças?

Na Quadro 4, pode-se verificar os casais em que as crenças sobre o desenvolvimento se assemelham ou diferem.

Quadro 4. Casais em que as crenças sobre o desenvolvimento se assemelham ou diferem.

M e P M P

Inatista M 1 – P 1 P 5; P 6; P 7;

Ambientalista M 2 – P 2 M 5; M 6 P 3; P 8

Interacionista M 4; M 7

Outra M 3; M 8 P 4

Nas famílias 1 e 2, as crenças dos genitores a respeito do desenvolvimento infantil são semelhantes. Para os genitores da primeira família as crianças já nascem com características específicas e essas características permanecem ao longo da vida. Os genitores da segunda família consideram os fatores ambientais como sendo os principais determinantes do desenvolvimento infantil. Pode-se verificar também que, para a maioria dos casais (seis), as crenças são divergentes.

Qual a importância que os genitores dão à fase de 0 a 2 anos de vida da criança em relação ao seu desenvolvimento posterior?

Investigou-se, junto aos genitores, se a fase dos dois primeiros anos de vida da criança exerce influência no seu desenvolvimento posterior. Foram obtidas 20 respostas, sendo 11 das

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mães e 9 dos pais, que foram classificadas em três categorias gerais: a) Importante; b)

Neutra; c) Não respondeu (Apêndice 1, p. 177). As respostas dos genitores também podem

ser observadas no Apêndice 6, p. 191. A Tabela 8 apresenta a frequência absoluta de suas respostas dentro de cada categoria, em função do gênero (mães e pais).

Tabela 8. Como os genitores julgam a fase de 0 a 2 anos para o desenvolvimento posterior da criança

IMPORTANTE NEUTRA NÃO

RESPONDEU

MÃES 10 0 1

PAIS 7 2 0

TOTAL 17 2 1

Na Tabela 8, verifica-se que 10 mães e sete pais julgam a fase de 0 a 2 anos como

Importante:“...é a fase de aprendizagem, essa fase de 0 a 2 anos, na minha opinião, é uma

das fases melhor que tem para a criança aprender uma fase que ela aprende o que que é certo o que que é errado, ela aprende o que que é bom e o que que é ruim” (P7).

Na categoria Neutra, verificam-se as respostas de dois pais: “....Eu acho que mais pra

frente tem uma fase mais importante, depois que ele tiver uns cinco anos, assim, quando ele tiver uns quinze, uns dez anos, ele vai lembrar daquela fase, agora da fase de dois anos ele não vai lembrar tanto, os dois anos pra ele é só o início, né” (P3). Uma mãe não soube

responder a essa questão.

A categoria que considera a fase de 0 a 2 anos como sendo Importante para o desenvolvimento futuro foi dividida em subcategorias: a) Aprendizagem/desenvolvimento; b) Auto-conhecimento; c) Base afetiva; e) Geral (Ver Apêndice 1, p. 177). Na Figura 9 podem ser verificadas essas subcategorias e as respostas maternas e paternas. Podem verificar

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também as respostas neutras ou as julgadas como não respondendo à questão, para ambos os gêneros.

85 0 1 2 3 4 5 6 Aprend ./Des envolv. Auto-c onhe cimen to Base Afet iva Geral Neutr o Não R espon deu mães pais

Importante Neutra Não Respondeu

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A subcategoria mais frequente para ambos os genitores foi a que enfatiza a

Aprendizagem/desenvolvimento (P 2: “Essa fase, que nem eu tava dizendo, que ele tá, é

uma fase que aprende, que pega muito bem as coisas, que aprende bem, então, no dia de amanhã, ele crescer, saber corretamente viver o dia-a-dia assim...”).

As respostas de três mães e um pai foram categorizadas como Geral, uma vez que o conteúdo delas não cabia nas subcategorias citadas e também não possibilitava a criação de novas subcategorias (M8: “Muito importante.”; P7: “Eu acho que essa fase é uma das fases

mais importantes na criança, uma fase até mesmo psicológica dela”).

Nas subcategorias Auto-conhecimento (M1: “...é nessa fase que eles tão se

descobrindo.”) e Base afetiva (M5: “...ela tem que se sentir protegida, amada, ela tem que sentir que a mãe é muito importante, o pai também, que são as pessoas com quem ela pode contar. Ela tem que aprender, né, e perceber que a gente é tudo na vida dela, pra ela se sentir segura, isso que é importante, se sentir segura, ver que a gente ama e faz tudo por ela, pra poder, né, se sentir firme.”) verifica-se apenas a ocorrência de respostas maternas, tendo uma

resposta para cada subcategoria.

Dois pais mantiveram-se neutros em suas respostas, por isso foi estabelecida a categoria Neutra (P1: “Oh, essa fase agora, assim, ele ta na creche né, tipo não tem um…

ainda um parecer né, de assim, o que que vai ser do futuro dele. Mas essa fase na creche é excelente, não tem problema algum”). Uma mãe Não soube responder essa questão.

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