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4.1 Felles forståelse og kommunikasjon

4.1.2 Erfaring med skiftarbeid

1922

Eleito

á

Câmln Federal m outubro. Em novembro. foi designado preSidente da Comlssdo de Comotttulçlo e Poderes. Foi reeldto deputado federal em

1924.

quando assumiu i liderança da bancada

de seu partido na CImara. o Partido Republicano Rlo·Grandensc. Em

1925.

Integrou a Comissão de Reforma da Constltulçao. e no

ano seguinte. a Comlss.i0 de Finanças da Clman.

1926

Designado ministro da Fazenda do presidente Washington Luis.

{ I 5/1 1).

1928

Assumiu a chefia do poder uio em seu lIado nata.

125/11.

1929

Crildl 1 Aiança LIberal. coligação de 1oIIUeos e milItares de todo o pais. sob a liderança dOi estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

A

iança opunha·se ao eneamlnhamento dado pelo prest­ dente Washington Luis à suso presldcndal. Impondo o paulista Julio Prestes como eu candidato. Washington Luis rompia com o pado oulco que sustentara a Republlca. desde o InJdO do eculo. elndla IS ollgarqulas e abria espaço para o movimento re­ voludonlrio. lagostol.

A

Aliança LIberal Iprovou. em convenção. a chapa Getulio Vargas

-

Jo

Pssoa. este illUmo governador da Paralba. estado $1IuOOo

no Nordeste brasileiro.

120/9).

1930

Vargas leu sua platafoma política em praça pública. defendendo o -homem brasnelro". a rcorgan7ação da Justlça dl. o comoote aos probls is. e critlcando o pso eleitoral vigente.

(2/11.

Eleição de Julio P!stIJ. candidato sltuadonlsta. para a prsldtnda da RepUblla.

11 /31.

CRONOLOGA I I I

João Pessoa. ;ompanhelro politlco de Vargas. foi assaSSinado em Rectfc. capital de Pemambu:o. estado do Nordeste brasllelro.

A

morte teve causa passional. mas foi apropriada politicamente pelos conspiradores da Aliança LIberal. Criou-se uma atmosfera favorável

â revolução.

(26/7).

Inicio da Revolução de

1930.

movimento poHlico e militar com

adesão popular que resultou na deposição do presidente Washing­ ton luis e na ascensão de Vargas à presld:ncla. Levantes mUitares o;oneram em dlvelos estados do país. Tropas partiram do Rio Grande do Sul em direção ao uo de Janeiro. Nessa mesma dala. Vargas dá inicio a seu Dio. onde registra

(3/10):

"e

todas as pess anlassem dlante num a·

de

m

o seus Juizos. pensnlos. moI/vos de o e as principais

ocorrências em que joram

te.

mui

l

oS. a quem m desUno

s ingular impeliu. poderiam Igualar as maravílhosas jrmtasias descritas s /Juros e auellluras dos escritores da mais rica janlasla !maginalfua. O aparenre prosaisr1O da ulda real é bem

s

interessnle

o Que re. Lembrei-me que. se anotasse enle. com lealdade e s inceridade. os jalos de ma vda como quem esreue openas paro SI mesmo. e nâo o o p ',blfro. teria oi um largo epositório

e

jaloS a mr e a

lição continua da experiência a consultar.

No

o fIZ durante a mnh

o

d

e.

cheia de lanJOS episódios interessantes e dignos de ano/ar que se o

o}rm­

do pouco a pouco da memória. Depois. o traIO commuo com os homens e as obsees jeitas sobre os mesmos em fases e cfrcunSldnctas diferentes nos hablWwn a um juizo mais seguro.

Lembrel'me disso hoje. dia da Revolução. Todas as providências tomadas. todas as lgaçócs fel/as.

ee

ser a fwje

s 5

horas a lorde. Que nos reservaró o futuro Incer/o

nes

e /WCC

auellturoso?

Iossie/ rensUtulr

s antecedenes.' (Diário.

3/10/ I 930).

Vargas ivulgou um

so

onclamando o JI aúcho s

s.

Cinqunta mil 1.untárlos alistaram-se s s voIus.

(4/101.

Vargas estabeleceu seu quartel-general em Ponta Grossa. cidade do Paraná. estado do sul brasileiro. assumindo o comando das força! revolucIonárias.

(11110).

'" • • • • • • • • • S NTÇS 4 EA VooS

As tropas revoluçlom\rlas vindas do Sul do pais ellcontruram-se com enonne artJculaçio

militar

dos govemisS na cidade de Itarar�. no Estado de 0 a

ul

o.

Frente â

ameaça de ·uma oluçlo nacional como Jamals tinham v\sto�. s mlUts dissidentes.

liderados pelo

general

TSQ

Fragoso. eigIram a renuncia de Washington Luis. qu! acabou por aceitar sua deposição.

(24/10).

Vargas

tomou posse oomo chefe do Goveno Provi

s

ório. a

p

ó

s

o pais

ter sido

govenado durante

dez

dias por um3 Junta

militar. 13/ 1 1l.

COncedida

anlsLla s ciVis e

militares t

iints

s

i

ents

revolucionáris ocoidos

no B-asll i partir de J

922. (8/11).

AMlnado decreto legaliando o Cmo Prov\sóno, dando-lhe ple­

nos

es

e disolvendo o Conso

N

ac

i

on

. s

lClllblêlll estaduais e as ms

municipais. ( 1 1 / 1 1).

Criado o TIbunal "spectal (

l

i/

l

I

)

. para J

u

lg

ar

Iregularidades no goveno anterior e dcmnli ralos qu� pudessem mprom�t�r a "obra de reconstrução revoluiola". O tbunl Especlal trmsfor­ mou-

s

� �III Junta d� Sanç\cs. que. por sua vez.

seria substltulda.

em setembro de

1931.

pela Comlssâo de Coreição Administrativa. qu� findaria �m Jan�tro de

1933.

Criação do Mlntslcrlo do Trabalho. Indúslr!o � ComérciO.

(\4/10.

1931

Promu

l

goda a I de

Sldiao.

d� InspiraçAo

rl

sta

.

­ gulo a sindialo das css pal � a.

(19/3).

Ciado

em

maio o ConClho Nacional do

Cfe (CNC).

substituído �m ftiro de

1933 pelo Departamento

Nacional

do

e (DNCI.

que fedeava a poliUca feeia. O

le

ea o produto mais Importante da economia brasil�ira.

Fundado o

Clube 3

de Outubro. que olOUdou a Iniuencla dos "tenentes" loiclals revoluciOnáriOS) no Govemo ProvISÓio. Aas desta organlwção. de

f

endim 1 adoção de medidas autorllà!as. nacionalistas e trabalhistas. (fevereiro).

• • • • • • • • CNLGIA 193

Promulgado o Código dos Interventores. reforçando o controle do Governo federal sobre os estados. O decreto vedava aos Inteventores contrair empréslimos sem prévia consulta ao Exe· cutlvo e gastar mais de

10%

da despesa ordinária com as policias mIlUar.:s. (29/8).

1932

Promulgado o novo Códtgo Eleitora. regulamentando as elelçõcs em todo pais. Instituindo o voto secreto. o voto feminino e a Justiça Eleitoral. {24/21.

Concretizado um

Judig-n

(empréstimo pa rescalonamento da diida externa). práltca comum dos govenos brasileiros após a Independência.

Iniciou-se em São Paulo a Revolução Constltuclonalsta. pleiteando a redemocratlmção do <lis. rês dias depois. Vargas lançaia ma­ nifesto à nação denunclando o caráter "reacionáio· do movimento.

(9/7).

'undada. pelo Jonaista Plínio Salgado. a Ação Integralsta Brasi­ leira lB). núcleo ascista que defendia o Estado tntegral. autori­ tário. naclonallsta e antlcomuntsta.

1m

da guerra civil com a assinatura de um armlsliclo que conir­ mava a derrota dos paulistas. (2/ I

O).

Vargas suspendeu por ts anos os direitos Olitlcos dos lideres da Revolução Constltuctonallsta. (8/12).

1933

Reallzaram·se as elelçõcs para a Assembléia Nacional Constituinte

(3/5): os regulamentos eleitorais cont

e

mplavam os deputados profissionais. eleitos pelos sindicatos. como representantes classistas. num total de quarenta. ao passo que os demais de­ putados. como representantes do povo. foram eleitos em cada estado pelo valo dtreto. A Constituinte começou a deliberar em

• • • • • • • •

1934

i d� slndlcaltzaçlo cr1ava um pluraismo 31ndlcal limItado.

112{I.

Promulgada a nova ConstituIção da I(epública. que com:retl�avn tanto Id�als do liberalismo político quanto do refonnlsmo ccon6- mico.

116{I.

Vargas {oi eleito pela smbltla Ma indlr�tal para a preskltncla consitucional da República. terminando aJ3lm o pcriodo do Gover­ o ProvIsio.

{1 7/7I.

1935

Crinda, em março, a Aliança Nacional Ubertadora

NU.

fmento

nol

de esquerda que defendia a C3trattgla do . ope. Considerado o primeiro movImento nacional de mss com OJe­ tl5 sociaists. nacionalistas e refoml1sta8. pregava a suspens0 deflnia do pagamento das dividas do

sl,

proteção _ peque­ nos e médios propritáios de lerra e ampliação das IIberdade8 clvicas. No ano Cgulnte. luis Carlos Prestcs. lider comunista. foi escolhido para a p!ld:ncia de honm.

SanCionada a ei de Segurança Nacional. dcnnlndo os cr1mes con­ tra a m politlcn e dal. e que allngla. Inicialmente. mllltant(l e simpalUlntcs comunistas.

14/41.

Vargas decretou a dlS$Olução da

NL

por Cis mccs. após mUllfcsto de Prsts pedindo o nm do -govemo odioso de Vargas".

03/71.

"Intentona ComunIsta", insurreiçáo detlagrada em embro sob a direção do Partido ComunIsta. com levantes nas cidads "destl­ s de Natal e RecIfe. e no Rio de Janeiro. Facilmente suf:adn pelo goveo. ocasionou. s meses seguIntes. a prisão de vios lideres comunistas. entre eles Luis Carlos Prestcs. Sua mulhcr. a alemd Olga Benár1o. anos depois, foi cntregue à Ocstapo (policia nzista).

sendo xecutada em um campo de concentraçao na Alemanha, em

1942.

Declarado o stado de 8itlo e depois o lIado de guerra. Illlclou·C um o de fanca persguição poliUca.

• • • • • • • • •

1937

COLA 111

Após federallzar ai mtUcla� eS1adual�. Vargas empreendeu um gol:: de ES1ado. dissolvendo o Congresso e outorgando uma nova Constituição. O penado quc vai des ta data al: sua deposlçdo. em

1945.

conhecido como �tado Novo. ;aracterI71U-se pelo cunho dltatorta. ccntraUzador e pelo culto i personalidade.

/10/11).

Decretada oicialmente a dissolução s partidos politicos.

12/121.

Publcado o Código de lmpn:nsa. que tomava Ilegal qualqueT rermn­ da onsldcrada dcsrcspeltosa ls auttidades pôbllcas lcensuro).

1938

Repres�ão à� atividades da direita organi7lda: dissolução de nôclcos Intslas e proibição de Jomais e de propaganda do movimento.

IntegraHstas tentam golpe contra o goveno. invadindo a resld!ncla de Vargas. Dois dias depois. Vargas declorava que o pusch havia reeebldo "ouillo de foro", ou seja. da Alemanha.

( l 1 /5).

Criado ° Conselho NOClonal de Petróleo. com o objetivo de reduzir a dependência de combustivels e naclonall7.ar a exploração e o reino de petróleo.

Criado o Dcparla:nlo Admlnlstrallvo de Serviço Público (DAS'). órglo federal que obJeUvova a melhoria dos padrões administrati­ vos. c que representava para o goveno ulll controle maior sobre a burocracia federal.

1939

Lei de Sindicalização. ndo o sindicato único por eau�gorta pro­ flsslonal.

(5/).

Criado o Departamento de Imprensa c Propaganda (DlP). poria-voz autorizado da ditadura. encarrcgado da organl.1Ção de homena­ gens ao presidente. manifestações civlcIS e radladifuslo oRclal. Encarregava-se lnJXm da ccnsura aos meios de munlcaçâo.

'" AS NSÇ:s 4 A V4S

lnlndo·5C O órgLo coercitivo mxlmo da liberdade dc penmento e

p

ressão até 1945. (27/121.

1940

Anunclodo o estabelecImento da Lei do Salrio Mínimo. para tra� balhadores urbanos. ! l/5).

Instituído o Im

s

to SindIcal. atraves

o

qual cada trabalhador dontava um dlo de trabalho para inanciar a estrutura Sindical

corporativa. (8/7).

Criado o Serviço de Allmenlaç.o do rnd"ncia :Ial (SAPS). que organlwu uma rede de refeitórios populares nas principais cidads do pois e procurou garantir a09 Ira.11hadores em geral a oqulsição de géneros dc primeira nccessldnde por prcços mals bal;os.

1941

Depois de negoclaçóe8 com a Alcnmnha e com os "slados Unidos. o Brasil conseguiu um empresthno " longo prw.o de

U

SS 20 01-

Ihóes. :Incedldo pelo Exlmbank. destlnado

a

constução dn Com­

panhia Slderurgl::a Nacional (CSN). ratava-se de uma empresa de economIa mIsta locaizada em Volta Redonda. no estadl do Rio de Janeiro. primeira no Brasil a utlr o coque para a produção de ">.

Assinatur

a de

l0 a

fonecimento e annas nme·ameica­ nas ao Brasil. Um mb dep)ls. Vargas discursou em dcfl do pan­ amer1canlsmo.

e

dindo o fortalechnento militar do pais. ( 1 / 10). •

o goveno brasileirO concedeu penniâo para

que as forças aereas