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En supplerende rekrutteringsvei?

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institucional, tais como o de informatização administrativa das unidades acadêmicas, custeado pelo CESPE.

Observa-se, entretanto, que o crescimento da comunidade universitária, a ampliação e diversificação dos serviços prestados pela Universidade - fenômenos característicos do período 1993-97 - tornaram ainda mais agudas as dificuldades relacionadas à ocupação das áreas existentes no Campus. Novo diagnóstico realizado em novembro de 1997, junto aos recém-empossados gestores universitários, identificou o agravamento do problema relacionado à insuficiência do espaço físico e à possibilidade de comprometimento de atividades essenciais. Naquela ocasião, grande número de entrevistados respondeu que a ampliação do

espaço físico era condição indispensável não mais à ampliação das atividades, mas à manutenção, em níveis de qualidade adequados, do ensino, da pesquisa e da extensão.

Assim a importância da área física construída no Campus Universitário Darcy Ribeiro foi corroborada quando da elaboração da proposta de planejamento estratégico para o período 1998-2002. Nesse último diagnóstico, a insuficiência de espaço físico é apresentada como uma das maiores dificuldades a serem enfrentadas pelos integrantes da UnB no final do século.

Os resultados do processo de mudança organizacional implementado no período de 1993-97 conduziram a alterações nas perspectivas e projetos da comunidade universitária. Assim, foi necessário ANOS Pessoal,

Encargos e Diárias

Outros Custeios e Capital

Outros custeios Capital Total

Orçamento Total Valor % Valor % Valor % Valor % Valor % 1 Tesouro 9 9 Próprios 3 Total 59.784 100 6.144 21 3.422 41 9.566 25 63.407 69 34 0 23.125 79 4.879 59 28.004 75 29.081 31 54.818 100 29.269 100 8.301 100 37.570 100 92.488 100 1 Tesouro 9 9 Próprios 4 Total 82.605 99 6.017 21 344 6 6.361 18 83.268 74 569 1 22.790 79 5.392 94 28.182 82 29.796 26 83.174 100 28.807 100 5.736 100 34.543 100 113.064 100 1 Tesouro 9 9 Próprios 5 Total 160.174 100 17.387 32 300 3 17.687 28 160.887 77 67 0 36.828 68 9.387 97 46.215 72 48.377 23 160.241 100 54.215 100 9.687 100 63.902 100 209.264 100 1 Tesouro 9 9 Próprios 6 Total 160.608 100 16.735 26 3.107 55 19.842 28 163.716 75 250 0 48.816 74 2.509 45 51.325 72 54.053 25 160.858 100 65.551 100 5.616 100 71.167 100 217.769 100 1 Tesouro 9 9 Próprios 7 Total 182.056 100 17.957 37 5.514 49 23.471 40 187.571 84 - - 30.115 63 5.650 51 35.765 60 36.471 16 182.056 100 48.072 100 11.164 100 59.236 100 224.042 100 Tabela4.1

que se desse início a um novo ciclo de planejamento da Instituição, com o objetivo de melhor adequá-la às perspectivas e demandas tanto de sua comunidade quanto da população do Distrito Federal.

4.4.2 – PERSPECTIVAS DO PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL A segunda etapa do planejamento da UnB, iniciada em 1997, compreendeu a revisão da missão e dos objetivos definidos originalmente e estabeleceu como estratégica a consolidação do processo de planejamento universitário.

As bases do planejamento universitário para os anos de 1998 a 2002 foram definidas em seminários ocorridos em fevereiro de 1998. Participaram desse encontro todos os membros da administração superior da Universidade e representantes da comunidade universitária

especialmente convidados. Na ocasião foram redefinidos a missão e os objetivos estratégicos; além dessa atividade, foram discutidos e selecionados as principais diretrizes e programas a serem seguidos no período.

A metodologia adotada na redefinição das bases do planejamento compreendeu também a realização de novas reuniões em unidades acadêmicas e administrativas autônomas ou de natureza estratégica, nas quais devem ser programados formalmente os objetivos específicos e as metas a serem atingidas no quadriênio. A etapa de elaboração do planejamento de áreas específicas deverá ter por base a proposta global de planejamento universitário. Assim sendo, novos objetivos, programas e projetos deverão ser adicionados à proposta global da Universidade.

TIPOS DE RECEITAS R$ % 1993 R$ % 1994 R$ % 1995 R$ % 1996 R$ % 1997 CESPE HUB EDU Aluguéis/ Taxas Outras Receitas Aplicação financeira TOTAL 4.588 22 3.457 16 316 1 1.075 5 2.932 14 8.945 42 21.313 100 7.161 34 5.061 24 289 1 852 4 1.963 9 5.633 27 20.959 100 11.03 44 5.910 23 695 2 2.125 8 4.822 19 656 3 25.273 100 18.619 51 7.568 21 512 1 4.447 12 4.591 13 933 3 36.670 100 24.987 60 6.354 15 738 2 3.883 9 5.794 14 78 0 41.834 100 Tabela4.2

CAPÍTULO 5 – ASPECTOS COMUNITÁRIOS

5 – ASPECTOS COMUNITÁRIOS

Por aspectos comunitários deve-se compreender, do ponto de vista do planejamento físico, o conjunto de temas relacionados à população que trabalha, estuda e reside no Campus Universitário Darcy Ribeiro – e que, não menos importante, o visita, em termos de suas atividades e necessidades. Essa abordagem é importante fundamento para a programação arquitetônica e para o projeto físico do Campus.

A especial ênfase dada aos aspectos comunitários nasce da intenção de tornar o Campus Universitário lugar urbano que privilegie o encontro das pessoas em torno da produção acadêmica, dos eventos e do cotidiano universitários. Os lugares urbanos e as edificações, ajustados às necessidades dos usuários e como expressão da instituição universitária, são indicadores de civilidade e gregarismo.

5.1 – O CONHECIMENTO DA COMUNIDADE

“A Universidade de Brasília é uma comunidade integrada por mais de 17.000 estudantes de graduação e de pós-graduação, 1.249 professores e 2.360 funcionários” (Um Salto Rumo à Qualidade de Vida – Decanato de Assuntos Comunitários – DAC, da UnB, 1997). Essa declaração inicial de que a Universidade de Brasília é uma comunidade, é excelente expressão que bem nos conduz a importante grupo de premissas para um projeto físico do Campus.

Contudo, essa comunidade somente existe se consideramos a organização universitária, seu trabalho agregador nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, bem como seus serviços e facilidades que trazem conforto e atraem as pessoas. Para o planejamento físico é fundamental o conhecimento da comunidade: quem e quantos são, o que fazem, quais suas faixas etárias, de renda, entre outras informações que permitam a formação de perfis dos membros da comunidade universitária e a análise de suas necessidades específicas como usuários dos espaços construídos do Campus. A maioria dessa comunidade (se aceitarmos a definição proposta pelo DAC) é temporária: são estudantes, mantendo

uma freqüência média de algumas horas diárias no Campus, ao longo de três a seis anos.

Contudo, outras demarcações de comunidade devem ser oferecidas, visando ao debate das premissas de planejamento físico. Podemos ser mais inclusivos, ao examinarmos, por exemplo, os grupos de ex-alunos, de professores e funcionários aposentados; de visitantes que nos vêm com variada freqüência (até mesmo os incidentais turistas, para os quais há programa de visitação do Campus); os estudantes secundaristas que também realizam visitação, freqüentando a Biblioteca Central, como tantas outras pessoas da comunidade do Distrito Federal e dos municípios vizinhos, de Goiás e Minas Gerais. Ainda que as inclusões possam considerar o mais eventual dos freqüentadores, não se pode esquecer dos trabalhadores que prestam serviços no Campus (das agências bancárias às lanchonetes, e mesmo os poucos trabalhadores informais, em alguns pontos dos estacionamentos, etc.); e ainda: do corpo de policiais militares, dos pacientes internados ou em tratamento no Hospital Universitário, dos professores e pesquisadores visitantes, dos bolsistas estrangeiros, que peregrinam entre as instituições de ensino superior; e ainda: das famílias dos professores e funcionários que residem na Colina, das crianças e adolescentes que participam das atividades do Programa Infanto-Juvenil (PIJ) e do Centro Olímpico, entre diversas outras possibilidades.

Como avalia o Decanato de Assuntos Comunitários, considerando-se essa comunidade ampliada, cerca de 30.000 pessoas acorrem diariamente ao Campus, ao longo dos seus períodos vespertino, matutino e noturno, por toda a semana e por semestres – e mesmo nas férias letivas, período em que se tem registrado paulatino crescimento de atividades universitárias. Mesmo desprovido de atrações para o lazer e com limitada infra-estrutura para a realização de eventos, o Campus da

UnB é atrativo, o que se associa à imagem positiva da instituição -

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA / GABINETE DO REITOR / PREFEITURA DO CAMPUS

PLANO DIRETOR FÍSICO DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DARCY RIBEIRO

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