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Elektronisk pasientjournal

8. TILTAK FOR Å FORBEDRE PASIENTSIKKERHETEN

8.2 T EKNOLOGISK VERKTØY

8.2.3 Elektronisk pasientjournal

A idéia de separar as palavras em classes remonta às gramáticas gregas e latinas. Dentro desta idéia, a distinção entre nomes e verbos é a mais antiga e ainda continua central nas classificações atuais.

Para estas classificações, as gramáticas se baseiam em vários tipos de critérios complementares, principalmente semânticos e gramaticais. Os critérios semânticos são vistos como mais intuitivos e permitem definir nomes e verbos com base em categorias universais. Tradicionalmente, os nomes são usados para denotar entidades, em especial objetos concretos. Entretanto, a classe semântica dos nomes é muito mais abrangente, incluindo abstrações e nomes próprios. De outro lado, os verbos são utilizados para dizer algo sobre as entidades que os nomes denotam, tendo uma função predicativa. Eles denotam eventos, especialmente ações, mas também incluem referências a estados, atividades mentais ou atitudes.

Embora as propriedades semânticas apareçam para formar a base dessas classes de palavras, as categorias de nomes e verbos não podem ser definidas de forma completa sem o uso de um critério gramatical, o qual envolve propriedades distribucionais e morfológicas das palavras. O critério gramatical enfatiza que as classes de palavras ocorrem em posições particulares nas sentenças, são marcadas morfofonemicamente de modos particulares ou concordam com morfemas particulares.

Maratsos (1982) defende a visão de que as classes de palavras são formadas e moldadas por um conjunto de operações gramaticais nas quais seus membros participam, mais do que por suas denotações semânticas. Entretanto, a maioria dos lingüistas concorda que uma teoria puramente gramatical da classificação das palavras pode não ser suficiente, porque as propriedades distribucionais e morfossintáticas muitas vezes refletem opções de língua específica, enquanto as classes de palavras parecem ser universais lingüísticos.

Estudos realizados com dados referentes às primeiras palavras faladas pelas crianças têm mostrado que as palavras de conteúdo são adquiridas antes das palavras gramaticais e que, dentro das palavras de conteúdo, os nomes,

principalmente as palavras que denotam objetos, aparecem mais cedo e com uma maior freqüência do que os verbos e outros termos predicativos, os quais se desenvolvem mais tarde. Esta preferência inicial por nomes nos vocabulários infantis já se estabeleceu em diversos estudos sobre crianças falantes do inglês (Nelson, 1973; Gentner, 1982; MacNamara, 1982; Bates et al., 1988; Goldfield, 1993; Bates et al., 1994), do italiano (Caselli et al., 1995), do hebreu (Dromi, 1987), do alemão

(Kauschke e Hofmeister, 2001), do espanhol (Jackson-Maldonado et al., 1993) e do

português brasileiro (Bastos, Ramos e Marques, 2004).

Essa prevalência empírica levou os autores a propor a hipótese do viés nominal, segundo a qual os nomes são a categoria de palavra dominante durante a aquisição lexical inicial. Segundo a versão forte desta hipótese, (1) nomes são adquiridos mais cedo do que verbos ou outra classe de palavras; (2) nomes formam a maioria do vocabulário inicial das crianças; (3) no vocabulário infantil inicial os nomes são predominantemente rótulos de objetos; (4) uma preferência por nomes promove um maior desenvolvimento da linguagem.

Nelson (1973) relata que os nomes formam mais do que a metade das primeiras 50 palavras produzidas pelas crianças. Bates et al. (1994) conduziram um

estudo transversal com 1803 crianças com idades entre 0:08 e 2:06 utilizando o MacArthur CDI, e os nomes apareceram como predominantes, ocupando uma média de 55% do léxico das crianças com vocabulário entre 100 e 200 palavras, enquanto que os predicativos (verbos e adjetivos) perfizeram menos do que 15%. Estudos do inglês sugerem que a relação entre nomes e verbos no período inicial de aquisição seja de 3:1. Nelson, Hampson e Kessler Shaw (1993) encontraram 38% de uso de verbos na idade de 1:8. Em um estudo longitudinal, Bloom et al. (1993) encontraram

que os nomes que se referem a objetos perfazem 30% dos types e tokens durante o

estágio das primeiras palavras e das 50 palavras. Lieven, Pine e Dresner Bames (1992) determinaram que a proporção de nomes era de 33,2% no estágio das 50 palavras e de 37,5% no estágio das 100 palavras. Em estudo posterior (Pine, Lieven e Rowland, 1997) estes números subiram para 42,5 e 46,1%, respectivamente.

Estudos semelhantes realizados em outras línguas também comprovaram a assincronia em favor dos nomes em relação aos verbos durante a aquisição inicial do léxico.

Gentner (1982) analisou as primeiras palavras de crianças em seis línguas (inglês, alemão, japonês, mandarim, turco e kaluli) e não encontrou evidência de

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nenhuma diferença interlingüística, sugerindo que a predominância de nomes no vocabulário inicial é universal e independe da língua específica que a criança está adquirindo. A partir disso, estabeleceu a hipótese da partição natural, segundo a qual a diferença entre nomes e verbos é primeiramente baseada na distinção percepto-conceitual pré-existente entre conceitos concretos como pessoas ou coisas e conceitos predicativos de atividade, mudança de estado ou relações causais. Sendo assim, os nomes seriam conceitualmente mais simples, mais básicos, mais tangíveis e, portanto, mais fáceis de compreender do que os verbos e outros predicativos. Não tendo encontrado nenhuma diferença clara na análise de seus dados interlingüísticos, a autora concluiu que nenhum fator de língua específica (tais como freqüência, ordem das palavras, transparência morfológica ou padrões culturais de ensinamento de linguagem) é forte o suficiente para mudar o efeito da pré-disposição conceitual.

Posição similar é defendida por Caseli et al. (1995; 1999). Os autores

realizaram um estudo com crianças falantes de inglês e de italiano e evidenciaram a predominância inicial dos nomes em relação aos verbos. Como não encontraram diferenças entre o desenvolvimento lexical dessas duas línguas, concluíram que as diferenças estruturais entre elas – incluindo uma maior saliência dos verbos em italiano do que em inglês – não afeta a emergência e o crescimento das categorias lexicais.

Resultados semelhantes foram encontrados para as crianças falantes do espanhol (Jackson-Maldonado et al., 1993) e do hebreu (Dromi, 1987).

Bassano (1998) e Bassano, Maillochon e Eme (1998) investigaram o desenvolvimento lexical inicial no francês em um estudo longitudinal (de 1:2 a 2:6) e um transversal (focalizando as idades de 1:8 e 2:6) em produções espontâneas das crianças. Esses estudos indicaram que, entre as quatro categorias identificadas na fala das crianças, os substantivos e aquelas palavras chamadas de elementos lexicais (incluindo interjeições, preenchedores, partículas sociais e expressões convencionais) foram predominantes até 1:8 e decresceram depois disso, enquanto os predicativos (incluindo os adjetivos e verbos) e as palavras gramaticais foram menos freqüentes no início, mas aumentaram fortemente mais tarde.

Bassano (2000) analisou, em seu estudo, o desenvolvimento da aquisição de verbos e nomes por uma menina falante de francês entre 1:2 e 2:6, através de coleta de fala espontânea realizada quinzenalmente na casa da criança, filha caçula de

uma família de classe média. Os resultados da análise apontaram que os substantivos predominam sobre os verbos nas primeiras produções da criança, tanto em número de tipos como de ocorrências15, até a idade de 1:8. Ao redor dos dois anos, os verbos equalizam com os substantivos em termos de tipos e os superam em termos de ocorrências. A predominância inicial de nomes e o desenvolvimento tardio dos verbos observado nesse estudo estão de acordo com os resultados de um estudo transversal de dois grupos de 12 crianças com idades de 1:8 e 2:6, respectivamente, no qual os nomes foram, em média, duas vezes mais freqüentes do que os verbos na fala das crianças de 1:8, enquanto os verbos foram quase tão freqüentes quanto os nomes em relação aos tipos e superam esses em relação às ocorrências na fala das crianças de 2:6 (Bassano, 1998). Ao comparar seus resultados com outros estudos, a autora enfatiza que a assincronia no desenvolvimento de nomes e verbos encontrada na aquisição do francês está de acordo com os padrões obtidos para crianças falantes de inglês, italiano e espanhol (Jackson-Maldonado et al., 1993; Bates et al., 1994; Caselli et al., 1995; 1999).

Sendo assim, conclui que esse padrão pode ser estendido, pelo menos, para a maioria das línguas indo-européias.

Kauschke e Hofmeister (2001), para investigar o desenvolvimento lexical inicial em alemão, coletaram dados espontâneos, de caráter longitudinal, de 32 crianças, em faixas etárias determinadas (1:1; 1:3; 1:9 e 3:0) e concluíram que os nomes, ao lado das palavras sociais, aparecem desde as coletas iniciais, aumentando sua proporção durante o segundo ano de vida, para após sofrerem um decréscimo. Segundo os dados dos autores, os verbos só começam a aparecer aos 1:3.

Para o português brasileiro, Bastos, Ramos e Marques (2004) observaram uma maior expressão de substantivos por parte das quarenta crianças estudadas entre 1:0 e 2:6, pelo menos até 1:10. A partir desta idade é que as demais categorias ganharam força, sendo a ordem de freqüência das categorias no corpus

analisado assim postulada: substantivos – verbos – adjetivos – advérbios – termos sociais.

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Por tipo de entende-se aqui cada item lexical diferente dito pela criança durante a entrevista (em inglês, type). Ocorrências referem-se às repetições de cada tipo realizadas no âmbito da mesma entrevista (em inglês, token)

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Apesar dessa prevalência inicial dos substantivos sobre os verbos, os autores acreditam que os dados de sua pesquisa não permitem afirmar ou negar a atuação da hipótese do viés nominal definida como existência de categorias lingüísticas ou cognitivas ativas desde o início da aquisição. Segundo eles, esses dados somente reforçam a importância do social no modo de construção do conhecimento lexical por parte da criança, indicando a influência do adulto na extensão do vocabulário infantil.16

Por outro lado, a assincronia em favor dos nomes em relação aos verbos nas produções iniciais foi desafiada por estudos de línguas como o japonês, o coreano, o mandarim e o tzetal, as quais diferem substancialmente do inglês (e das demais línguas estudadas), tanto em termos de estrutura como a nível pragmático.

Trabalhos envolvendo o estudo do coreano (Choi e Gopnick, 1995; Gopnick, Choi e Baumberger, 1996) atestaram que as crianças que adquirem essa língua usam verbos mais cedo do que as crianças falantes de inglês, ao mesmo tempo em que utilizam uma menor variedade de nomes. Os autores informam que, em coreano, a aquisição das categorias de nomes e verbos parece ser síncrona no estágio holofrásico, sendo que a explosão verbal freqüentemente precede a explosão nominal. Em estudos a respeito da aquisição lexical do mandarim (Tardif, 1996; Tardif, Shatz e Naigles, 1997; Gelman e Tardif, 1998) as crianças produziram mais verbos do que nomes entre 1:8 e 1:10.

Brown (1998), pesquisando sobre a aquisição dos verbos em tzetal (língua maia) atestou que os falantes desta língua também adquirem verbos precocemente, antes de qualquer explosão em termos de nomes, sendo os tipos dessa categoria equivalente aos desta última no vocabulário produtivo inicial das crianças.

Os autores que defendem a hipótese do viés nominal (Gentner, 1982, Caselli

et al., 1995; 1999) afirmam que as diferenças encontradas no desenvolvimento

lexical em relação a nomes e verbos nesses estudos se devem a diferenças entre a metodologia empregada na coleta de dados. No caso do italiano, por exemplo, Caselli et al. (1995), usando a metodologia de listas, encontraram um padrão de

prevalência de nomes no vocabulário inicial dos falantes, enquanto Camaioni e Longobardi (1995), usando dados naturalísticos, encontraram que os nomes são

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Embora tal aspecto não seja discutido aqui, um trabalho prévio da autora, apresentado como requisito parcial para obtenção do título de doutorado, discute as questões da influência do input na aquisição lexical inicial das categorias gramaticais de nomes e verbos, com base em diversos estudos a respeito do input dirigido às crianças realizado em outras línguas: Vidor, 2004.

menos freqüentes do que o esperado no vocabulário entre 30 e 89 palavras das crianças italianas.

Entretanto, embora se admita que os procedimentos utilizados possam afetar os dados, é improvável que as diferenças interlingüísticas encontradas se devam somente a isso. Na verdade, tais resultados podem apontar para a possibilidade da interferência de fatores lingüísticos e pragmáticos na aquisição de categorias gramaticais.

Kim, McGregor e Thompson (2000), a fim de dirimir essas dúvidas, propuseram um estudo que examina a composição do vocabulário produtivo de oito crianças falantes de inglês e oito crianças falantes de coreano, entre 1:4 e 1:9, analisando as características morfo-sintáticas, semânticas e pragmáticas do input de

seus cuidadores, a fim de determinar paralelos entre este e o desenvolvimento lexical inicial. Os dados foram coletados pelo examinador, em áudio e vídeo, durante a primeira visita do estudo e checados bimestralmente por telefone, até a última visita, quando as crianças e seus cuidadores foram novamente gravados. Os resultados da pesquisa demonstraram que tanto falantes do inglês como do coreano produziram um número maior de nomes do que de verbos na marca das 50 primeiras palavras. No entanto, ao se comparar o vocabulário produtivo das crianças nas duas línguas, percebe-se que as crianças coreanas adquiriram um número significativamente maior de verbos do que as crianças americanas neste período. Os autores atribuem esta diferença a características do input fornecido a cada um dos

grupos. Enquanto os cuidadores falantes de coreano tendem a enfatizar os verbos, os cuidadores falantes de inglês tendem a enfatizar os nomes em sua fala dirigida à criança. Segundo as autoras, o fato de ambos os grupos apresentarem um maior número de nomes do que de verbos em sua produção, independentemente a língua que estão adquirindo, revela que existem padrões gerais de linguagem, tal como uma disposição ou capacidade maior de mapear os nomes dos objetos. Por outro lado, a diferença na proporção de nomes e verbos nos diferentes grupos pode ser atribuída a padrões específicos de cada língua, como freqüência e saliência dos verbos, apontando para a existência de pontos comuns entre as características do

input e os padrões de crescimento do vocabulário. As autoras concluem que a

composição e o crescimento do léxico inicial é multi-fatorialmente determinada, através da interação complexa entre as capacidades e estratégias da criança e o

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Essa nova postura pode ser analisada em vários níveis. Do ponto de vista da Lingüística Teórica, as propriedades estruturais e formais da própria língua devem ser examinadas, enquanto do ponto de vista de uma abordagem mais empiricista, encontrada em alguns estudos mais recentes (Choi e Gopnick, 1995; Gopnick et al.,

1996; Tardif et al., 1997; Naigles e Hoff-Ginsberg, 1998), a fala do adulto dirigida à

criança deve ser investigada, pois ela geralmente reflete esses traços. Camanioni e Longobardi (2001), através dos seus achados em estudo posterior (1995), propõem a análise da ênfase de substantivos e verbos na fala das mães dirigida às crianças em italiano. Brown (1998) também infere que as diferenças encontradas no tzetal se devem a propriedades específicas do input dirigido à criança naquela comunidade

lingüística, argumentando contra a partição natural proposta por Gentner (1982). Segundo Bassano (2000), quatro são os principais fatores que devem ser levados em conta a respeito do input das línguas no que se refere à aquisição de

nomes e verbos: a freqüência, a saliência ou posição que a classe ocupa na oração, a transparência morfológica e a saliência pragmática. Todos esses fatores certamente têm um papel no desenvolvimento de nomes e verbos. Entretanto, seus efeitos na linguagem da criança não podem ser mostrados diretamente, visto que não há uma correspondência simples entre o vocabulário inicial das crianças e os modelos adultos. Além disso, os efeitos de cada um desses fatores provavelmente são o resultado de certas combinações específicas nas quais nem todos os fatores têm o mesmo peso.

Resumindo os relatos apresentados até aqui, os autores colocam que, ao lado da hipótese de que inicialmente as crianças preferem nomes e predominantemente os referem a objetos, encontram-se proponentes da visão de que a composição do vocabulário inicial é mais heterogênea. Os trabalhos apresentados lançam dúvidas sobre a hipótese de que os nomes são a categoria de palavras preferida universalmente durante a aquisição lexical inicial. A preferência pelo uso de nomes neste período pode estar relacionada a características específicas da língua e a influências de foco pragmático da fala dirigida à criança em certas línguas. Em especial nas línguas ocidentais estudadas, os nomes são freqüentemente adquiridos antes dos verbos, mas nem sempre são a primeira categoria a aparecer: palavras relacionais, expressivas ou interativas são categorias igualmente importantes neste período. Padrões desenvolvimentais de línguas asiáticas, do tzetal e até mesmo do italiano mostram que os verbos não são

necessariamente precedidos pelos nomes. Além disso, qualquer preferência por nomes neste período também não indica um melhor desenvolvimento da linguagem.

Os autores concluem que o papel dado aos nomes durante o desenvolvimento lexical inicial não deve ser tão proeminente como se tem assumido. No entanto, parece razoável testar-se uma versão fraca da hipótese do viés nominal: a de que os nomes podem ter prioridade sobre os verbos na seqüência desenvolvimental de certas línguas.

Um modo complementar de abordar a assincronia do aprendizado de nomes e verbos seria, então, investigar não somente o aspecto conceitual, mas também o aspecto formal de como as categorias de verbos e nomes se desenvolvem na produção da criança e o aspecto pragmático da distribuição dessas duas categorias, através da análise da fala dirigida à criança. Dessa forma, poder-se-ia responder a uma das razões para o interesse dos pesquisadores sobre este tema: a de que as classes dos nomes e dos verbos servem como pontes para investigações cruciais, tais como o papel desempenhado pelos processos universais e pelos específicos de cada língua durante os estágios iniciais de aquisição da linguagem. Pesquisar sobre a existência da hipótese do viés nominal é refletir sobre o papel dos fatores

cognitivos e dos fatores de input específicos da língua. Além disso, através do

estudo dessas classes, é possível estabelecer relações entre o desenvolvimento léxico-semântico e o gramatical.