4.2 Datagrunnlag intervjuer
4.2.4 Eksperimentering
horizontal.
Para os dentes homólogos foram determinadas as linhas de referência horizontal e vertical, seguindo-se o mesmo princípio de construção.
2.5.3. Obtenção das medidas cefalométricas
O programa Dentofacial Planner Plus 4.0 foi adaptado para permitir as digitalizações e a leitura dos pontos referenciais acima mencionados. Esse programa construiu as coordenadas X e X’, direcionadas pela linha de referência horizontal e Y e Y’ pela linha vertical e calculou todas as distâncias dos pontos, perpendicularmente a essas linhas de orientação estabelecidas.
5 5 4 4 3 3 2 2 1 1 8 8 7 7 6 6 11 11 10 10 9 9
1- Linha de referência horizontal, 2- Linha de referência vertical, 3- Linha vertical oclusal do segundo molar superior, 4- Linha horizontal do segundo molar superior, 5-Linha vertical oclusal do primeiro molar superior, 6- Linha horizontal do primei- ro molar superior, 7- Linha vertical oclusal do segundo pré-molar superior, 8- Li- nha horizontal do segundo pré-molar superior, 9- Linha vertical oclusal do pri- meiro pré-molar superior, 10- Linha horizontal do primeiro pré-molar superior, 11- Linha vertical da cúspide do canino superior, 12- Linha horizontal do canino su- perior e 13- Linha vertical do incisivo central superior.
12
12
13
13
Considerando-se a linha de referência horizontal, obtiveram-se as alterações ântero-posteriores, distribuídas nos quadrantes direito e esquerdo do arco dentário superior. Essas distâncias foram medidas perpendicularmente do ponto de referência dentário à linha de referência horizontal, sendo as seguintes (Figura 70):
1- Distal. 11- distância do ponto vestibular do incisivo central direito à linha de referência horizontal;
2- Distal. 13 – distância do ponto mesial do canino direito à linha de referência horizontal;
3- Distal. 14 – distância do ponto mesial do primeiro pré-molar direito à linha de referência horizontal;
4- Distal. 15 – distância do ponto mesial do segundo pré-molar direito à linha de referência horizontal;
5- Distal. 16 – distância do ponto mesial do primeiro molar direito à linha de referência horizontal;
6- Distal. 17 – distância do ponto mesial do segundo molar direito à linha de referência horizontal;
7- Distal. 21 – distância do ponto vestibular do incisivo central superior esquerdo à linha de referência horizontal;
8- Distal. 23 – distância do ponto mesial do canino à linha de referência horizontal;
9- Distal. 24 – distância do ponto mesial do primeiro pré-molar esquerdo à linha de referência horizontal;
10- Distal. 25 – distância do ponto mesial do segundo pré-molar esquerdo à linha de referência horizontal;
11- Distal. 26 – distância do ponto mesial do primeiro molar esquerdo à linha de referência horizontal;
12- Distal. 27 – distância do ponto mesial do segundo molar à linha de referência horizontal.
As distâncias ântero-posteriores dos segundos pré-molares, primeiros e segundos molares foram expressas com sinal negativo, pois localizam-se no quadrante inferior da coordenada X X’ e, portanto, considerou- se apenas o valor numérico.
Empregando-se a linha de referência vertical obtiveram-se as medidas das alterações transversais dos molares e dentes da unidade de ancoragem diante da distalização dos molares superiores. Essas distâncias foram avaliadas perpendicularmente do ponto dentário a essa linha de referência, sendo as seguintes medidas (Figura 71):
1- Expans. 13 – distância do ponto vestibular do canino direito à linha de referência vertical;
2- Expans. 14 – distância do ponto do sulco central do primeiro pré- molar direito à linha de referência vertical;
3- Expans. 15 – distância do ponto do sulco central do segundo pré- molar direito à linha de referência vertical;
4- Expans. 16 – distância do ponto do sulco central do primeiro molar direito à linha de referência vertical;
5- Expans. 17 – distância do ponto do sulco central do segundo molar direito à linha de referência vertical;
6- Expans. 23 – distância do ponto vestibular do canino esquerdo à linha de referência vertical;
7- Expans. 24 – distância do ponto do sulco central do primeiro pré- molar esquerdo à linha de referência vertical;
8- Expans. 25 – distância do ponto do sulco central do segundo pré- molar esquerdo à linha de referência vertical;
9- Expans. 26 – distância do ponto do sulco central do primeiro molar esquerdo à linha de referência vertical e
10- Expans. 27 – distância do ponto do sulco central do segundo molar esquerdo à linha de referência vertical.
As medidas do quadrante superior direito foram expressas com sinal negativo, pois localizam-se no lado esquerdo da coordenada YY’ e consideraram-se apenas os seus valores numéricos.
Os valores obtidos foram dispostos em quadros do programa Excel e encaminhados para a análise estatística.
1 1 12 12 6 6 5 5 4 4 3 3 2 2 8 99 8 7 7 11 11 10 10
1- Distal-11; 2- Distal-13; 3- Distal-14; 4- Distal-15; 5- Distal-16; 6- Distal-17; 7- Distal-21; 8- Distal-23; 9- Distal-24; 10- Distal-25; 11- Distal-26 e 12- Distal-27
2.6. CONTROLE DE ERRO
Como forma de padronização, a seleção dos pacientes foi executada com o rigor de se obedecer ao critério estabelecido nessa pesquisa, ou seja, eles deveriam apresentar as mesmas características das más oclusões.
Após a definição do grupo de pacientes, as telerradiografias foram obtidas sempre pelo mesmo operador, no Centro de Diagnóstico Bucal de
5 5 4 4 3 3 2 2 1 1 9 9 8 8 7 7 6 6 10 10
1- Expans-13; 2- Expans-14; 3- Expans-15; 4- Expans-16; 5- Expans-17; 6- Expans-23; 7- Expans-24; 8- Expans-25; 9- Expans-26 e 10- Expans- 2 7
Bauru, na Clínica de Radiologia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo e na Clínica de Ortodontia.
A fase de execução dos tratamentos ortodônticos foi realizada pelo mesmo operador com o objetivo de se padronizar a construção e a ativação do aparelho Pendulum. Durante a fase experimental, todos os pacientes foram avaliados mensalmente para se verificar a magnitude da força distalizadora remanescente, conferindo-se se a mola permanecia com a morfologia de ativação inicial, paralela à linha média do palato e, mesmo, observar se havia ocorrido algum acidente de quebra do aparelho que poderia comprometer os resultados finais da pesquisa.
Na elaboração dos cefalogramas, os traçados foram realizados sempre pelo mesmo operador, empregando-se uma lapiseira com grafite preto 0,3 mm, que permitia a definição de contornos mais precisos. Foi utilizado também o recurso da sala obscurecida, para melhor visualização das estruturas de interesse. Para a obtenção de valores mais fiéis, durante os procedimentos de digitalização, a mesa digitalizadora foi calibrada previamente.
A validade e a precisão do processo de mensuração foram examinadas mediante a repetição de 30% da amostra do estudo para cada uma das análises empregadas na pesquisa (telerradiografias em norma lateral convencional e de 45º e modelos de estudo). Dessa forma obtiveram-se dois conjuntos de medidas, a primeira contendo os valores da amostra total e a segunda com as medidas de apenas 30 % da amostra e que foram comparadas estatisticamente para a verificação da presença de diferenças significantes ou não.
2.7. ANÁLISE ESTATÍSTICA
A análise estatística foi realizada empregando-se o “Software Statistica”, v 5.0 e foi dividida em duas etapas: na primeira procurou-se observar