5 Modification of Correlations to Match Measured Bottomhole Pressures
5.2 Effect of Tuning Correlations to Test Data
Após visitas à área e definições preliminares, foi produzida uma maquete da fração urbana na escala de 1:250 com a representação da volumetria do entorno e sobre a qual todos os alunos da turma puderam realizar seus estudos e propostas.
4.3.1.1 Primeira fase Problematização
O Modelo Físico de Análise foi confeccionado a partir do levantamento planialtimétrico. As curvas de níveis foram cortadas manualmente com serra tico-tico em compensado de 4 mm de forma que, na escala, a espessura do material se aproximou de 1,00 m. Como base o levantamento cartográfico foi produzido o modelo geométrico das edificações do entorno utilizando programa CAD. Os volumes modelados em 3D foram planificados com o auxílio do programa PEPAKURA11, impressos com impressora jato de tinta em papel kraft e cortados
com estilete para montagem (Figura 74).
Figura 74 – Construção do modelo físico das edificações do entorno
Fonte: Fotografado pelo autor.
Sobre cada curva de nível foi colada a impressão da fotografia aérea em cores na mesma escala de forma a evitar deformações. Com isso ficou registrado na maquete todo sistema viário do entorno assim como a locação das edificações orientando a superposição dos volumes (Figura 75).
Figura 75 – Modelo Físico de Análise da área de abrangência do projeto da estação
Fonte: Fotografado pelo autor.
Na fase de análise os alunos realizaram estudos das condicionantes de conforto ambiental para verificar as possibilidades de orientação das propostas. Nesse momento foram utilizados modelos volumétricos posicionados sobre o
Modelo Físico de Análise no simulador solar (Figura 76). Inicialmente o estudo das
propostas foi realizado utilizando-se os recursos de desenho em croqui, simulação com cubos de madeira e maquete volumétrica. A utilização da modelagem física facilitou a compreensão das possibilidades de proteção solar e a orientação mais adequada para as fachadas.
Figura 76 – Verificação de sombreamento
Fonte: Fotografado pelo autor.
4.3.1.2 Segunda fase Proposição
Na fase Proposição a orientação passada foi a de que as equipes produziriam Modelo Físico de Estudo (planos de massa) na escala de 1:250, os quais seriam superpostos ao Modelo Físico de Análise. O modelo deveria ressaltar principalmente os aspectos formais do sistema estrutural adotado. Nesse sentido os detalhes de configuração dos painéis de fechamentos foram abstraídos (Figura 77 a Figura 76).
Figura 77 – Modelo Físico de Estudo: avaliação das soluções adotadas
Fonte: Fotografado pelo autor.
Na simulação da ocupação com Modelo Físico de Estudo foi possível avaliar o nível de impacto que a edificação proposta causava na sua relação com o entorno residencial.
Figura 78 – Avaliação das relações espaciais entre o existente e o proposto
Fonte: Fotografado pelo autor.
Figura 79 – Modelos Físicos de Estudo abstraindo os detalhes dos fechamentos
Fonte: Fotografado pelo autor.
No seminário de apresentação dos estudos, cada equipe expôs os princípios estruturantes que fundamentam o partido adotado e recebeu críticas e sugestões dos professores do período e dos demais estudantes (Figura 80).
Figura 80 – Seminário de apresentação dos estudos preliminares
4.3.1.3 Terceira fase Documentação
Na disciplina de Informática Aplicada 02 os alunos receberam treinamento para a utilização do software Revit da AutoDesk. As propostas foram então modeladas e todos os ajustes sugeridos foram testados no modelo geométrico. Dessa fase em diante o Modelo Físico de Estudo deixou de ser utilizado. Os equipamentos de prototipagem rápida ainda não estavam disponibilizados para serem utilizados pelos alunos. Dessa forma, na fase de apresentação da proposta a experiência priorizou a utilização da modelagem geométrica 3D.
No seminário final da disciplina os grupos apresentaram seus trabalhos em seis painéis, e, dessa forma, foi possível realizar uma exposição dos trabalhos não só para a avaliação final, mas também visando expor para o coletivo do curso os resultados alcançados (Figura 81 a Figura 92). O conteúdo dos painéis foi definido pelos professores responsáveis pelos componentes curriculares que participaram da integração.
Figura 81 – Exemplo 01: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 01
Fonte: Alunas Giulia Macêdo e Patrícia Barbosa.
Figura 82 – Exemplo 01: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 02
Figura 83 – Exemplo 01: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 03
Fonte: Alunas Giulia Macêdo e Patrícia Barbosa.
Figura 84 – Exemplo 01: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 04
Figura 85 – Exemplo 01: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 05
Fonte: Alunas Giulia Macêdo e Patrícia Barbosa.
Figura 86 – Exemplo 01: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 06
Figura 87 – Exemplo 02: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 01
Fonte: Alunas Cláudia Salviano e Isadora Nunes.
Figura 88 – Exemplo 02: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 02
Figura 89 – Exemplo 02: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 03
Fonte: Alunas Cláudia Salviano e Isadora Nunes.
Figura 90 – Exemplo 02: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 04
Figura 91 – Exemplo 02: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 05
Fonte: Alunas Cláudia Salviano e Isadora Nunes.
Figura 92 – Exemplo 02: Trabalho apresentado ao final da disciplina – Painel 06
4.3.2 Discussão dos resultados da experiência
Ao final dessa experiência foi possível avaliar, através das observações sobre o desempenho dos alunos, que na fase inicial o Modelo Físico de Análise auxiliou de forma decisiva para a compreensão do entorno edificado, na leitura e definição do sistema de circulação de pedestres e veículos, e no entendimento da configuração do relevo do terreno e nas definições do partido arquitetônico quanto à orientação, geometria da edificação, utilização de níveis de pisos e acessos e conexões.
Na fase de desenvolvimento o Modelo Físico de Estudo foi o instrumento inicial de análise e definição da geometria do perfil estrutural adotado na estação. Depois, a modelagem geométrica auxiliou no desenvolvimento de detalhes de estrutura e fechamentos. A visualização do modelo geométrico no computador e a possibilidade de refinamento da proposta no Revit foram diferenciais que potencializaram o processo de ensino e aprendizagem.
Foram identificados os seguintes pontos a amadurecer para as próximas experiências: os exercícios iniciais com modelagem física precisavam ser estruturados e direcionados para objetivos bem definidos; estudar formas de melhor integrar a sequência de desenhos e modelagens.