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Effect of Different Types of SMS

In document Essays in Development Economics (sider 94-101)

4 Data Collection

5.4 Effect of Different Types of SMS

Trabalho a ser enviado para Pesquisa Veterinária Brasileira.

Os trabalhos para submissão devem ser enviados por via eletrônica, através do e-mail <[email protected]>, com os arquivos de texto na versão mais recente do Word. Havendo necessidade (por causa de figuras “pesadas”), podem ser enviados em CD pelo correio, com uma via impressa, ao Dr. Jürgen Döbereiner, Revista PESQUISA VETERINÁRIA BRASILEIRA, Caixa Postal 74.591, Seropédica, RJ 23890-000. Devem constituir-se de resultados de pesquisa ainda não publicados e não considerados para publicação em outra revista. Para abreviar sua tramitação e aceitação, os trabalhos sempre devem ser submetidos conforme as normas de apresentação da revista (www.pvb.com.br) e o modelo em Word (PDF no site). Os originais submetidos fora das normas de apresentação serão devolvidos aos autores para a devida adequação. Apesar de não serem aceitas comunicações (Short communications) sob forma de “Notas Científicas”, não há limite mínimo do número de páginas do trabalho enviado, que deve, porém, conter pormenores suficientes sobre os experimentos ou a metodologia empregada no estudo. Trabalhos sobre Anestesiologia e Cirurgia serão recebidos para submissão somente os da área de Animais Selvagens. Embora sejam de responsabilidade dos autores as opiniões e conceitos emitidos nos trabalhos, o Conselho Editorial, com a assistência da Assessoria Científica, reserva--se o direito de sugerir ou solicitar modificações aconselháveis ou necessárias. Os trabalhos submetidos são aceitos através da aprovação pelos pares (peer review).

NOTE: Em complementação aos recursos para edição da revista (impressa e online) e distribuição via correio é cobrada taxa de publicação (page charge) no valor de R$ 250,00 por página editorada e impressa, na ocasião do envio da prova final, ao autor para correspondência.

1. Os trabalhos devem ser organizados, sempre que possível, em Título, ABSTRACT, RESUMO, INTRODUÇÃO, MATERIAL E MÉTODOS, RESULTADOS, DISCUSSÃO, CONCLUSÕES (ou combinação destes dois últimos), Agradecimentos e REFERÊNCIAS:

a) o Título do artigo deve ser conciso e indicar o conteúdo do trabalho; pormenores de identificação científica devem ser colocados em MATERIAL E MÉTODOS.

b) O(s) Autor(es) deve(m) sistematicamente encurtar os nomes, tanto para facilitar sua identificação científica, como para as citações bibliográficas. Em muitos casos isto significa manter o primeiro nome e o último sobrenome e abreviar os demais sobrenomes: Paulo Fernando de Vargas Peixoto escreve Paulo V. Peixoto ou Peixoto P.V.; Franklin Riet-Correa Amaral escreve Franklin Riet-Correa ou Riet-Correa F.; Silvana Maria Medeiros de Sousa Silva poderia usar Silvana M.M.S. Silva, inverso Silva S.M.M.S., ou Silvana M.M. Sousa- Silva, inverso, Sousa-Silva S.M.M., ou mais curto, Silvana M. Medeiros-Silva, e inverso, Medeiros-Silva S.M.; para facilitar, inclusive, a moderna indexação, recomenda-se que os trabalhos tenham o máximo de 8 autores;

c) o ABSTRACT deverá ser apresentado com os elementos constituintes do RESUMO em português, podendo ser mais explicativos para estrangeiros. Ambos devem ser seguidos de “INDEX TERMS” ou “TERMOS DE INDEXAÇÃO”, respectivamente;

d) o RESUMO deve apresentar, de forma direta e no passado, o que foi feito e estudado, indicando a metodologia e dando os mais importantes resultados e conclusões. Nos trabalhos em inglês, o título em português deve constar em negrito e entre colchetes, logo após a palavra RESUMO;

e) a INTRODUÇÃO deve ser breve, com citação bibliográfica específica sem que a mesma assuma importância principal, e finalizar com a indicação do objetivo do trabalho;

f) em MATERIAL E MÉTODOS devem ser reunidos os dados que permitam a repetição do trabalho por outros pesquisadores. Na experimentação com animais, deve constar a aprovação do projeto pela Comissão de Ética local; g) em RESULTADOS deve ser feita a apresentação concisa dos dados obtidos. Quadros devem ser preparados sem dados supérfluos, apresentando, sempre que indicado, médias de várias repetições. É conveniente, às vezes, expressar dados complexos por gráficos (Figuras), ao invés de apresentá-los em Quadros extensos;

h) na DISCUSSÃO devem ser discutidos os resultados diante da literatura. Não convém mencionar trabalhos em desenvolvimento ou planos futuros, de modo evitar uma obrigação do autor e da revista de publicá-los;

i) as CONCLUSÕES devem basear-se somente nos resultados apresentados no trabalho;

j) Agradecimentos devem ser sucintos e não devem aparecer no texto ou em notas de rodapé;

k) a Lista de REFERÊNCIAS, que só incluirá a bibliografia citada no trabalho e a que tenha servido como fonte para consulta indireta, deverá ser ordenada alfabeticamente pelo sobrenome do primeiro autor, registrando-se os nomes de todos os autores, em caixa alta e baixa (colocando as referências em ordem cronológica quando houver mais de dois autores), o título de cada publicação e, abreviado ou por extenso (se tiver dúvida), o nome da revista ou obra, usando as instruções do “Style Manual for Biological Journals” (American Institute for Biological Sciences), o “Bibliographic Guide for Editors and Authors” (American Chemical Society, Washington, DC) e exemplos de fascículos já publicados (www.pvb.com.br).

2. Na elaboração do texto deverão ser atendidas as seguintes normas:

a) os trabalhos devem ser submetidos seguindo o exemplo de apresentação de fascículos recentes da revista e do modelo constante do site sob “Instruções aos Autores” (www.pvb.com.br). A digitalização deve ser na fonte Cambria, corpo 10, entrelinha simples; a página deve ser no formato A4, com 2cm de margens (superior, inferior, esquerda e direita), o texto deve ser corrido e não deve ser formatado em duas colunas, com as legendas das figuras e os Quadros no final (logo após as REFERÊNCIAS). As Figuras (inclusive gráficos) devem ter seus arquivos fornecidos separados do texto. Quando incluídos no texto do trabalho, devem ser introduzidos através da ferramenta “Inserir” do Word; pois imagens copiadas e coladas perdem as informações do programa onde foram geradas, resultando, sempre, em má qualidade;

b) a redação dos trabalhos deve ser concisa, com a linguagem, tanto quanto possível, no passado e impessoal; no texto, os sinais de chamada para notas de rodapé serão números arábicos colocados em sobrescrito após a palavra ou

frase que motivou a nota. Essa numeração será contínua por todo o trabalho; as notas serão lançadas ao pé da página em que estiver o respectivo sinal de chamada. Todos os Quadros e todas as Figuras serão mencionados no texto. Estas remissões serão feitas pelos respectivos números e, sempre que possível, na ordem crescente destes. ABSTRACT e RESUMO serão escritos corridamente em um só parágrafo e não deverão conter citações bibliográficas. c) no rodapé da primeira página deverá constar endereço profissional completo e todos os autores e o e-mail do autor para correspondência, bem como e- mails dos demais autores (para eventualidades e confirmação de endereço para envio do fascículo impresso);

d) siglas e abreviações dos nomes de instituições, ao aparecerem pela primeira vez no trabalho, serão colocadas entre parênteses e precedidas do nome por extenso;

e) citações bibliográficas serão feitas pelo sistema “autor e ano”; trabalhos de até três autores serão citados pelos nomes dos três, e com mais de três, pelo nome do primeiro, seguido de “et al.”, mais o ano; se dois trabalhos não se distinguirem por esses elementos, a diferenciação será feita através do acréscimo de letras minúsculas ao ano, em ambos. Trabalhos não consultados na íntegra pelo(s) autor(es), devem ser diferenciados, colocando-se no final da respectiva referência, “(Resumo)” ou “(Apud Fulano e o ano.)”; a referência do trabalho que serviu de fonte, será incluída na lista uma só vez. A menção de comunicação pessoal e de dados não publicados é feita no texto somente com citação de Nome e Ano, colocando-se na lista das Referências dados adicionais, como a Instituição de origem do(s) autor(es). Nas citações de trabalhos colocados entre parênteses, não se usará vírgula entre o nome do autor e o ano, nem ponto-e-vírgula após cada ano; a separação entre trabalhos, nesse caso, se fará apenas por vírgulas, exemplo: (Christian & Tryphonas 1971, Priester & Haves 1974, Lemos et al. 2004, Krametter- Froetcher et. al. 2007);

f) a Lista das REFERÊNCIAS deverá ser apresentada isenta do uso de caixa alta, com os nomes científicos em itálico (grifo), e sempre em conformidade com o padrão adotado nos últimos fascículos da revista, inclusive quanto à ordenação de seus vários elementos.

3. As Figuras (gráficos, desenhos, mapas ou fotografias) originais devem ser preferencialmente enviadas por via eletrônica. Quando as fotos forem obtidas través de câmeras digitais (com extensão “jpg”), os arquivos deverão ser enviados como obtidos (sem tratamento ou alterações). Quando obtidas em papel ou outro suporte, deverão ser anexadas ao trabalho, mesmo se escaneadas pelo autor. Nesse caso, cada Figura será identificada na margem ou no verso, a traço leve de lápis, pelo respectivo número e o nome do autor; havendo possibilidade de dúvida, deve ser indicada a parte inferior da figura pela palavra “pé”. Os gráficos devem ser produzidos em 2D, com colunas em branco, cinza e preto, sem fundo e sem linhas. A chave das convenções adotadas será incluída preferentemente, na área da Figura; evitar-se-á o uso de título ao alto da figura. Fotografias deverão ser apresentadas preferentemente em preto e branco, em papel brilhante, ou em diapositivos (“slides”). Para evitar danos por grampos, desenhos e fotografias deverão ser colocados em envelope. Na versão online, fotos e gráficos poderão ser publicados em cores; na versão impressa, somente quando a cor for elemento primordial a impressão das figuras poderá ser em cores.

4. As legendas explicativas das Figuras conterão informações suficientes para que estas sejam compreensíveis, (até certo ponto autoexplicatívas, com independência do texto) e serão apresentadas no final do trabalho.

5. Os Quadros deverão ser explicativos por si mesmos e colocados no final do texto. Cada um terá seu título completo e será caracterizado por dois traços longos, um acima e outro abaixo do cabeçalho das colunas; entre esses dois traços poderá haver outros mais curtos, para grupamento de colunas. Não há traços verticais. Os sinais de chamada serão alfabéticos, recomeçando, se possível, com “a” em cada Quadro; as notas serão lançadas logo abaixo do Quadro respectivo, do qual serão separadas por um traço curto à esquerda.

Trabalho ...

Avaliação clínica, laboratorial e anatomopatológica do sistema

urinário de ovinos confinados com e sem suplementação de

cloreto de amônio

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Bianca P. Santarosa*2; Danilo O.L. Ferreira2; Marcela M. P. Rodrigues2; Gabriela N. Dantas2; Soraya

R. Sacco2; Raimundo Souza Lopes2; Adriano Dias3; Roberto C. Gonçalves2

ABSTRACT.- Santarosa B.P., Ferreira D.O.L., Rodrigues M.M.P., Dantas G.N., Sacco S.R., Lopes R.S., Dias A., Gonçalves R.C. 2015. [Clinical, laboratory and anatomopathological evaluation of the urinary system of feedlot sheep with and without ammonium chloride supplementation.] Avaliação clínica, laboratorial e anatomopatológica do sistema urinário de ovinos confinados com e sem suplementação de cloreto de amônio. Pesquisa Veterinária Brasileira 00(0):00-00. Departamento de Clínica Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista, Campus de Botucatu. Distrito de Rubião Júnior s/n, Botucatu, SP 18618-970, Brazil. E-mail: [email protected].

The incidence of obstrutive urolithiasis is high in sheep, especially in raised under intensive management males. The urinary acidification with ammonium chloride (AC) is an effective method for preventing the disease. The objectives of this study were to investigate the relationship between the given diet rich in concentrate, clinical and renal function changes, measured by serum urea and creatinine and urinalysis, macroscopic and histopathological features of the urinary system, among sheep receiving or non-ammonium chloride. 60 male lambs were used, feedlot, crossbred Ile de France X White Dorper, with three to four months old, divided into two groups: CA group (n=40) received 400mg/kg of ammonium chloride/animal/day orally, for 42 consecutive days; Control group (n=20), not treated with ammonium chloride. The feed consisted of 85% concentrate, 15% hay, mineral salt and water ad libitum. For experimental safety, nutritive value and mineral analyzes of the total ration were performed. After 14 days of adaptation to the environment and food, moments (M) of clinical evaluation, blood collection and urine to serum urea and creatinine, and urinalysis were determined as: M0, just before the start of the experiment and at intervals of seven days in moments M1 to M6, totaling 56 days of confinement. After the feeding period the animals were sacrificed and necropsy was performed, and the urinary system was collected for macroscopic and microscopic examination. The animals were observed daily for the incidence of urolithiasis in both groups throughout the experimental period, but no animal showed symptoms of obstructive urolithiasis. In urinalysis, the control group showed no cylinders any time, while in the CA Group the predominant was the grainy. The cylinders appeared from M3 in CA Group, with feedlot 35 days. The triple phosphate was the most crystal found in the samples. The control group had a higher number of animals with crystalluria along time, compared to Group CA. Only the control group of animals also showed four crosses crystals in their urine samples from M2. The serum creatinine concentration values were below the normal range. The above results were urea, which is due to the high protein concentration in the diet. However, the lambs showed no clinical signs of alteration of renal function. It was found in the renal pelvis small uroliths five animals in both groups. In addition, other macroscopic changes were found to congestion of the renal medulla and hydronephrosis. Microscopic lesions and kidney greater prevalence and relevance were tubular necrosis and vascular congestion in both experimental groups, and synechia glomerular, tubular degeneration and dilatation presence of protein in the tubular lumen, infiltration of mononuclear inflammatory cells. Histopathological analysis revealed only bladder

10 Recebido em ...

Aceito para publicação em ...

Dissertação de mestrado da primeira autora. Bolsa de Mestrado (Proc. 2012/24985-4) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

2 Departamento de Clínica Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ),

Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Botucatu, Distrito de Rubião Júnior s/n, Botucatu, SP 18618-970, Brasil. *Autora para correspondência: [email protected].

3 Departamento de Saúde Pública, Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), Universidade

Estadual Paulista (Unesp), Campus de Botucatu, Distrito de Rubião Júnior s/n, Botucatu, SP 18618- 970, Brasil.

congestion and inflammatory infiltration in a few animals. It was concluded that a diet high in concentrated caused renal injury in both groups, although not alter renal function proven by laboratory tests of urea and creatinine. Ammonium chloride provided to CA Group of animals did not affect the development of obstruction of the urinary tract without preventing urolith formation. Animals of control group, not supplemented with ammonium chloride, had increased kidney damage, resulting in higher incidence of crystalluria (25.7%) and tubular necrosis (80%), induced by consumption of a diet rich in grains.

INDEX TERMS: bladder, histopatholgy, kidneys, small ruminants, urinary acidifiers, urolithiasis. RESUMO.- Na ovinocultura, a incidência da urolitíase obstrutiva é elevada, principalmente em machos criados sob manejo intensivo. A acidificação urinária com cloreto de amônio (CA) é um método eficiente para prevenção dessa doença. Os objetivos deste estudo com ovinos confinados recebendo dieta concentrada com elevado teor proteico, suplementados ou não com cloreto de amônio, foram: verificar o efeito da dieta fornecida no confinamento, rica em concentrado, sobre a formação de urólitos e desenvolvimento de urolitíase obstrutiva; analisar as características macroscópicas e histopatológicas do sistema urinário; relacionar os achados clínicos, os exames laboratoriais de função renal (ureia e creatinina séricas, e urinálise) e necroscópicos com a presença de urólitos. Utilizaram-se 60 ovinos machos, mestiços Ile de France X White Dorper, com três a quatro meses de idade, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Grupo CA (n=40), que recebeu 400mg/Kg de cloreto de amônio/animal/dia, por via oral, por 42 dias consecutivos; Grupo Controle (n=20), não tratado com cloreto de amônio. A alimentação de ambos os grupos constituiu- se de 85% de concentrado, 15% de feno, sal mineral e água à vontade. Após 14 dias de adaptação ao ambiente e à alimentação, momentos (M) de avaliação clínica, colheita de sangue para dosagem sérica de ureia e creatinina, e urina para urinálise, foram determinados como: M0, imediatamente antes do início do experimento e em intervalos de sete dias nos momentos M1 a M6, totalizando 56 dias de confinamento. Após o período de confinamento, os animais foram sacrificados, realizou-se necropsia e, o sistema urinário foi colhido para exame macro e microscópico. Os animais foram observados diariamente para verificar a incidência de urolitíase nos dois grupos, durante todo o período experimental, porém nenhum animal apresentou sintomatologia de urolitíase obstrutiva. Na urinálise, o Grupo Controle não apresentou cilindros em nenhum momento, enquanto no Grupo CA o tipo predominante foi o granuloso. Os cilindros apareceram a partir de M3 no Grupo CA, com 35 dias de confinamento. O fosfato triplo foi o cristal mais encontrado em todas as amostras de ambos os grupos. O Grupo Controle apresentou maior quantidade de animais com cristalúria ao longo dos momentos, em relação ao Grupo CA. Apenas os animais do Grupo Controle mostraram quatro cruzes de cristais nas suas amostras de urina a partir do M2. As medianas dos valores da concentração sérica de creatinina estiveram abaixo do padrão de normalidade em todos os momentos em ambos os grupos. Os resultados de ureia ficaram acima dos valores de referência para ovinos, o que se deve à alta concentração proteica da dieta. No entanto, os cordeiros não demonstraram sintomatologia clínica de alteração de função renal ou obstrução. Encontraram-se microcálculos na pelve renal em cinco animais de ambos os grupos. Além disso, outras alterações macroscópicas foram encontradas como congestão da região medular renal e hidronefrose. As lesões renais microscópicas com maior predominância e relevância foram congestão vascular e necrose tubular em ambos os grupos experimentais, além de sinéquias glomerulares, degeneração e dilatação tubular, presença de proteína na luz tubular, infiltração de células inflamatórias mononucleares. A análise histopatológica da bexiga revelou apenas congestão e infiltrado inflamatório em poucos animais. Concluiu-se que a dieta rica em concentrado provocou lesão renal em ambos os grupos, embora sem alterar a função renal comprovada pelos exames laboratoriais de ureia e creatinina. O cloreto de amônio fornecido aos animais do Grupo CA não impediu a calculogênese, embora tenha diminuído sua prevalência em relação ao Grupo Controle. Os animais do Grupo Controle, não suplementados com cloreto de amônio, tiveram maior comprometimento renal, comprovado pela alta incidência de cristalúria e necrose tubular, induzidos pelo consumo da dieta rica em grãos.

TERMOS DE INDEXAÇÃO: acidificante urinário, bexiga, histopatologia, pequenos ruminantes, rins, urolitíase.

A intensificação da produção, aliada à comercialização de animais de alto valor genético, acarretou profundas alterações no manejo alimentar dos ovinos, desencadeando o aumento da ocorrência de doenças nutricionais e metabólicas, e entre as principais se destaca a urolitíase (Riet-Correa et al. 2008, Kannan & Lawrence 2010). Considerada como enfermidade de maior importância do trato urinário de ruminantes, afeta particularmente machos, e causa sérios prejuízos econômicos relacio- nados à saída prematura dos animais da reprodução, gastos com tratamento, morte dos animais afetados e condenação da carcaça em abate emergencial (Antonelli et al. 2012, Guimarães et al. 2012).

Os melhores resultados são obtidos com a prevenção da doença, antes que se inicie a formação do cálculo, visando à integridade produtiva do animal (Van Metre & Fubini 2006, Ewoldt et al. 2008, Kinsley et al. 2013). Para isso, deve-se conhecer a composição química dos urólitos e corrigir todos os possíveis fatores que podem estar relacionados com sua formação (Freeman et al. 2010, Sun et al. 2010). Dentre os métodos de prevenção, a acidificação urinária com cloreto de amônio é uma alternativa eficiente (Stewart et al. 1991, Mavangira et al. 2010, Ferreira et al. 2014a). Pode-se utilizá-lo na dieta total, na proporção de 0,5% a 1%, ou 2% do concentrado (Stratton-Phelps & House 2004), ou em doses individuais de 5 a 10g/animal/dia (Navarre 2007). Mavangira et al. (2010) obtiveram pH urinário menor 6,5 em caprinos com dose de 450mg/kg/PV de cloreto de amônio/dia, ou 2,25% da ingestão de matéria seca (MS). Ferreira et al. (2014a) atingiram o pH urinário 6,1 em ovinos e a acidez foi mantida enquanto houve administração do cloreto de amônio, fornecendo 400mg/kg/PV/dia junto com a dieta total.

Na literatura, a vitamina C (ácido ascórbico) também é classificada como acidificante urinário satisfatório quando administrada na dose de 3 a 4mg/kg/dia (Belknap & Pugh 2005,

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