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Edwards Deming

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W. Edwards Deming

ATHAYDE, Tristão de. Policialismo pedagógico. Jornal do Brasil, 22 de setembro de 1956

_____. Novas esperanças. Jornal do Brasil, fevereiro de 1963 _____. Estado de guerra. Jornal do Brasil, abril de 1963 _____. Seráficos. Jornal do Brasil, abril de 1963

_____. Suicídio e renascimento da burguesia. Jornal do Brasil, maio de 1963 _____. O distributismo. Jornal do Brasil, agosto de 1963

_____. Golpismo à vista. Jornal do Brasil, agosto de 1963 _____. Três grandes gestos. Jornal do Brasil , agosto de 1963 _____. Penso, logo hesito. Jornal do Brasil, setembro de 1963 _____. Encontro inesperado. Jornal do Brasil, outubro de 1963 _____. O que é democracia. Jornal do Brasil, novembro de 1963 _____. Felipe II ou Paulo VI? Jornal do Brasil, novembro de 1963 _____. Interpelações. Jornal do Brasil, novembro de 1963

_____. A Igreja, o socialismo e o comunismo. Jornal do Brasil, novembro de 1963 _____. Diálogo da Igreja com o mundo moderno. Jornal do Brasil, dezembro de 1963 _____. A cortina da fome. Jornal do Brasil, janeiro de 1964

_____. Os cupins. Jornal do Brasil, janeiro de 1964

_____. Convivência ou morte. Jornal do Brasil, janeiro de 1964 _____. Apelo ao bom senso. Jornal do Brasil, fevereiro de 1964 _____. As revoluções invisíveis. Jornal do Brasil, fevereiro de 1964

_____. O indiferentismo. Jornal do Brasil, março de 1964 _____. 30 de março. Jornal do Brasil, 16 de abril de 1964 _____. Polarizações. Jornal do Brasil, 17 de abril de 1964 _____. Métodos de luta. Jornal do Brasil, abril de 1964 _____. A revolução branca. Jornal do Brasil, abril de 1964 _____. Terrorismo cultural. Jornal do Brasil, 7 de maio de 1964 _____. Deus ao alto. Jornal do Brasil, maio de 1964

_____. A voz do alto. Jornal do Brasil, maio de 1964 _____. O silêncio do povo. Jornal do Brasil, maio de 1964 _____. O ceptismo eleitoral. Jornal do Brasil, maio de 1964 _____. Contrastes. Jornal do Brasil, junho de 1964

_____. Da esquerda à direita. Jornal do Brasil, junho de 1964 _____. Para lá da encruzilhada. Jornal do Brasil, junho de 1964

_____. Revolução dos bem-pensantes. Jornal do Brasil, 25 de junho de 1964 _____. Liberdade em crise. Jornal do Brasil, 10 de julho de 1964

_____. À luz de Minas. Jornal do Brasil, setembro de 1964 _____. Peleguismo estudantil. Jornal do Brasil, outubro de 1964 _____. Protesto impertinente. Jornal do Brasil, novembro de 1964 _____. Os dois Natais. Jornal do Brasil , dezembro de 1964 _____. 1964. Jornal do Brasil , 31 de dezembro de 1964 _____. 1965. Jornal do Brasil , janeiro de 1965

_____. Eleições. Jornal do Brasil, 22 de janeiro de 1965

_____. Vita Nuova. Jornal do Brasil, 29 de janeiro de 1965

_____. Provincianismo e decepção. Jornal do Brasil, 25 de fevereiro de 1965 _____. Consagração da espionagem. Jornal do Brasil, 18 de março de 1965 _____. O novo Estado Novo. Jornal do Brasil, março de 1965

_____. O manifesto. Jornal do Brasil, 8 de abril de 1965 _____. Clama, ‘ne cesses’. Jornal do Brasil, 9 de abril de 1965 _____. Pontos nos II. Jornal do Brasil, 21 de maio de 1965 _____. Protestos. Jornal do Brasil, maio de 1965

_____. Os pequenos partidos. Jornal do Brasil, junho de 1965 _____. SSSS. Jornal do Brasil, 8 de julho de 1965

_____. Vitória de pirro. Jornal do Brasil, 22 de julho de 1965 _____. Justiça e autonomia. Jornal do Brasil , 30 de julho de 1965 _____. Obscurantismo cultural. Jornal do Brasil, julho de 1965 _____. Cigarras na berlinda. Jornal do Brasil, julho de 1965 _____. O trigo e o joio. Jornal do Brasil, 5 de agosto de 1965 _____. Quanto pior melhor?. Jornal do Brasil, 12 de agosto de 1965 _____. Quanto melhor, melhor. Jornal do Brasil, 13 de agosto de 1965 _____. Jogo de cartas marcadas. Jornal do Brasil, agosto de 1965

_____. Revisão da disponibilidade. Jornal do Brasil, 9 de setembro de 1965 _____. A indisponibilidade fanática. Jornal do Brasil, 10 de setembro de 1965 _____. No vértice do triângulo. Jornal do Brasil, 16 de setembro de 1965 _____. À esquerda. Jornal do Brasil, 17 de setembro de 1965

_____. Revolução de nervos. Jornal do Brasil, setembro de 1965 _____. Vote. Jornal do Brasil , 31 de setembro de 1965

_____. Mas vote bem. Jornal do Brasil, 1 de outubro de 1965 _____. A voz das urnas. Jornal do Brasil, 15 de outubro de 1965

_____. O mineirinho do Pomba. Jornal do Brasil, 22 de outubro de 1965 _____. Lembrai-vos de 37. Jornal do Brasil, 28 de outubro de 1965 _____. Novo Estado Novo. Jornal do Brasil, 29 de outubro de 1965 _____. À brasileira ou não?. Jornal do Brasil , outubro de 1965 _____. Um homem. Jornal do Brasil, 5 de novembro de 1965 _____. AI-II. Jornal do Brasil, 11 de novembro de 1965

_____. Textos que falam. Jornal do Brasil, 12 de novembro de 1965

_____. Extremismo antibrasileiro. Jornal do Brasil, 18 de novembro de 1965 _____. Democracia semântica. Jornal do Brasil, novembro de 1965

_____. As contradições de 65. Jornal do Brasil, 30 de dezembro de 1965 _____. Cara ou coroa. Jornal do Brasil, dezembro de 1965

_____. O ativo. Jornal do Brasil, 6 de janeiro de 1966 _____. O passivo. Jornal do Brasil, 7 de janeiro de 1966

_____. Ainda o passivo. Jornal do Brasil, 13 de janeiro de 1966 _____. Sonho ou antevisão. Jornal do Brasil , 14 de janeiro 1966

_____. O estudante, esse inimigo. Jornal do Brasil, 10 de fevereiro de 1966 _____. Pedagogia negativa. Jornal do Brasil, 11 de fevereiro de 1966

_____. Peça em três atos e um epílogo. Jornal do Brasil, 3 de março de 1966 _____. Volta a 1910. Jornal do Brasil, 10 de março de 1966

_____. A demagogia antipovo. Jornal do Brasil, 13 de maio de 1966 _____. Os caminhos noturnos. Jornal do Brasil, 1º de julho de 1966

_____. Ariel e Caliban. Jornal do Brasil, 11 de agosto de 1966

_____. A ofensiva dos entorpecentes. Jornal do Brasil, 16 de setembro de 1966 _____. Da UNE à MUDES. Jornal do Brasil, 23 de setembro de 1966

_____. Misereor Supra Turbam. Jornal do Brasil, 30 de setembro de 1966 _____. A insegurança nacional. Jornal do Brasil, 13 de abril de 1967 _____. O medo da liberdade. Jornal do Brasil, 25 de maio de 1967 _____. Direitismo e neofascismo. Jornal do Brasil, 8 de junho de 1967 _____. O terceiro mundo. Jornal do Brasil, 16 de junho de 1967 _____. As implacáveis verdades. Jornal do Brasil , 12 de julho de 1967 _____. O novo Júlio Maria. Jornal do Brasil, 13 de julho de 1967 _____. Tecnologia e humanismo. Jornal do Brasil, 27 de julho de 1967 _____. O taciturno. Jornal do Brasil, 3 de agosto de 1967

_____. Dos dragões aos DOPSES. Jornal do Brasil, 11 de agosto de 1967 _____. Os santos e os heróis. Jornal do Brasil, 26 de outubro de 1967

_____. A nova ‘questão religiosa’. Jornal do Brasil, 21 de dezembro de 1967 _____. Não queremos, mas... Jornal do Brasil, 22 de dezembro de 1967 _____. A censura censurada. Jornal do Brasil, 3 de março de 1968

_____. O estudante, esse subversivo. Jornal do Brasil, 19 de abril de 1968 _____. O porta-voz do terceiro mundo. Jornal do Brasil, 9 de maio de 1968 _____. A nova independência. Jornal do Brasil, 1 de agosto de 1968

_____. O descalabro de duas revoluções. Jornal do Brasil, 5 de dezembro de 1968 _____. Volta à república velha. Jornal do Brasil, 6 de dezembro de 1968

_____. Os novos bárbaros. Jornal do Brasil, 29 de fevereiro de 1969 _____. Os novos horizontes. Jornal do Brasil, abril de 1969

_____. Pela correção da nossa imagem. Jornal do Brasil, 13 de agosto de 1970 _____. Os três grandes. Jornal do Brasil, 8 de outubro de 1970

_____. A inversão semântica. Jornal do Brasil

_____. Peça em três atos e um epílogo. Jornal do Brasil _____. A guerra revolucionária. Jornal do Brasil _____. A missão da JOC. Jornal do Brasil _____. Aviso aos cegos. Jornal do Brasil _____. A direita católica. Jornal do Brasil _____. A esquerda católica. Jornal do Brasil

BETTO, Frei. Vida Cristã e Compromisso Político em Alce u Amoroso Lima – Entrevista a Frei Betto. In: Encontros com a Civilização Brasileira, vol. 6, 6 de dezembro de 1978 CARNEIRO. M. Luiza Tucci. Sob a mascara do nacionalismo - Autoritarismo e anti- semitismo na Era Vargas (1930-1945). In: Estudios Interdisciplinarios de America Latina y el Caribe. Instituto de Historia y Cultura de América Latina. Enero-Junio 1990

HOLLANDA. Heloisa Buarque de. Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ. Entrevista de Alceu Amoroso Lima a Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro, janeiro de 1977

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BARBOSA, Francisco de Assis. Intelectuais na encruzilhada – Correspondência de Alceu Amoroso Lima e Antônio de Alcântara Machado (1927-1933). Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 2002

BARBOSA, Francisco de Assis. Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde) – Memorando dos 90. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984

BOBBIO, Norberto. Os intelectuais e o poder. São Paulo: Editora Unesp, 1996

AMADO, Janaína; FERREIRA, Marieta de Moraes (coord.). Usos & abusos da história oral. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1996

CARDOSO, Pe. José. Traição à Igreja. Nordica: Rio de Janeiro, 1989 CARPEAUX, Otto Maria. Alceu Amoroso Lima. Rio de Janeiro: Graal, 1978

CASTRO, Marcos de. A Igreja e o autoritarismo. Jorge Zahar Editor: Rio de Janeiro, 1985 COSTA. Marcelo Timotheo da. Um itinerário no século: mudança, disciplina e ação em Alceu Amoroso Lima. São Paulo/Rio de Janeiro: Loyola/PUC-Rio, 2006

Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2001

FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930: historiografia e história. São Paulo: Brasiliense, 1972

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GOMES, Ângela de Castro (org.). Escrita de Si. Escrita da História. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2004

KUSHNIR, Beatriz. Cães de guarda. Jornalistas e censores, do AI -5 à Constituição de 1988. São Paulo: Boitempo, 2004

LIMA, Alceu Amoroso. Cartas do Pai – De Alceu Amoroso Lima para sua filha madre Maria Teresa, São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2003

LIMA, Alceu Amoroso. Os Direitos do Homem e o Homem sem Direitos. Petrópolis: Editora Vozes, 1999

LIMA, Alceu Amoroso. Revolução, Reação ou Reforma? Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1964

LIMA, Alceu Amoroso. A experiência reacionária Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1968 LIMA, Cláudio Medeiros. Memórias Improvisadas. Petrópolis: Editrora Vozes, 1973 LOBO, Claudia dos Santos Lagame. Na corda bamba – o Jornal do Brasil em tempos de abertura 1977-1985. Rio de Janeiro, 2005 (tese de mestrado UERJ)

PILETTI, Nelson; PRAXEDES, Walter. Entre o poder e a profecia. São Paulo: Ática, 1997 REIS FILHO, Daniel Aarão (org.). Intelectuais, história e política (séculos XIX e XX). Rio de Janeiro: 7 Letras, 2000

RÉMOND, René. Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora UFRJ/Editora FGV, 1996

SERBIN, Kenneth. Diálogos na sombra: Bispos e militares, torturas e justiça social na ditadura. São Paulo: Companhia das Letras, 2001

SOUZA, Luiz Alberto Gómez de. A JUC – Os estudantes católicos e a política. Petrópolis: Vozes, 1984

SYDOW, Evanize; FERRI, Marilda. Dom Paulo Evaristo Arns – Um homem amado e perseguido. Petrópolis: Vozes, 1999

VILLAÇA, Antonio Carlos. O desafio da liberdade: A vida de Alceu Amoroso Lima. Rio de Janeiro: Editora Agir, 1983

ANEXOS

Cronologia – Alceu Amoroso Lima178

11 de dezembro de 1893 Alceu Amoroso Lima nasce na Rua Cosme

Velho, filho de Camila da Silva e Manoel José Amoroso Lima (industrial)

27 de janeiro de 1894 Batizado de Alceu. Recitados versinhos

escritos por Machado de Assis para o batizado de Alceu

1898 Alfabetizado pela mãe pelo método do

professor João Köpke179, com quem Alceu vai estudar nos anos seguintes

1900 Na Europa com a família, é matriculado em

uma escola de Paris para aprender francês

1902 Estuda com Alexandre Barreto e João Köpke

para prestar exame para o Ginásio Nacional (hoje Colégio Pedro II), no qual entra, aos 9 anos, no curso de Humanidades.

1908 É bacharel em Ciências e Letras pelo

Ginásio Nacional

1909 Entra para a Faculdade de Ciências Jurídicas

e Sociais, aos 15 anos. Viaja para a Europa

1910 Primeiro contato com Silvio Romero, aos 17

anos

1911 Estágio em advocacia com João Carneiro de

Souza Bandeira

178 Fontes: Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade e LIMA, Alceu Amoroso. Cartas do Pai – De Alceu Amoroso Lima para sua filha madre Maria Teresa, São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2003

179 João Köpke ficou conhecido como defensor do método analítico para o ensino da leitura, mas a utilização desse método foi motivo de divergência entre os republicanos. Köpke, então, o readaptou e o divulgou em livros escolares.

1912 Diretor da Revista A Época, da Faculdade de Direito. Publica seus primeiros contos. Viaja para a Europa

1913 Freqüenta, na Europa, cursos de Henri

Bérgson (também freqüentados por Charles Péguy e Jacques Maritain em 1903). Recebe o diploma de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Viaja para a França. Encontra-se com Graça Aranha

1914 Quando começa a Primeira Guerra Mundial,

volta ao Brasil e trabalha no escritório de Souza Bandeira

1916 Viaja a Minas Gerais, onde fica sabendo da

morte de Afonso Arinos, o qual homenageia com um artigo publicado no Jornal do Commercio. Visita Ouro Preto, cidade que o fascina. A visita rende o texto “Pelo passado nacional”, publicado na Revista do Brasil, no qual defende o patrimônio histórico e artístico brasileiro

1917 Adido no Ministério das Relações

Exteriores. Conhece sua futura esposa, Maria Thereza, filha de Alberto de Faria e Maria Thereza Almeida Faria

1918 Diretor da Companhia Cometa, tecelagem de

seu pai. Primeiro encontro com Jackson de Figueiredo. Casa-se com Maria Tereza de Faria no dia 27 de agosto

17 de junho de 1919 Nasce Tristão de Athayde, em O Jornal, na

coluna “Bibliografia”

1922 Publica o primeiro livro, Afonso Arinos. Nasce sua segunda filha, Silvia

1923 Morre o pai, Manuel José Amoroso Lima

1924-1928 Corresponde-se com Jackson de Figue iredo

1927 Conhece o Padre Leonel Franca. Publica

Estudos, 1a. série

15 de agosto de 1928 Conversão ao catolicismo, que muda o rumo

de sua vida. Nesse mesmo dia, publica o artigo “Adeus à disponibilidade: carta a um amigo”, endereçado ao historiador Sérgio Buarque de Holanda

1928 Jackson de Figueiredo morre num acidente

1928 Com a morte de Jackson de Figueiredo,

Alceu o substitui à frente do Centro Dom Vital e da revista A Ordem

30 de março de 1929 Nasce sua filha Lia, que depois torna-se

Madre Maria Teresa

1929 Publica Freud e Estudos, 2a série

1929 Conhece dom Sebastião Leme, arcebispo do

Rio de Janeiro

1929 Vota em Clóvis Monteiro para a vaga de

professor de literatura brasileira pela Escola Normal, concorrente de Cecíla Meirelles, no que desde logo se manifestava forte incompatibilidade de espírito, pois a tese de Meirelles era “um trabalho francamente liberal”, diz Valéria Lamego. Cecília guarda tristeza por Alceu ter votado em seu adversário.180

1930 Publica o livro Introdução à Economia Moderna e Estudos, 3a série

1930 Manifesta-se publicamente contra o

movimento revolucionário deflagrado pela Aliança Liberal, sob a liderança de Getúlio Vargas

17 de julho de 1931 Nasce seu filho Jorge Alceu

1931 Publica o livro Preparação à Sociologia ,

Estudos, 4a série e Debates pedagógicos

1932 Instalação do Centro Dom Vital na Praça

XV. Publica O problema da burguesia , coletânea de conferências, e As repercussões do catolicismo. Classifica-se em segundo lugar no concurso para a cátedra de Economia Política da Faculdade Nacional com a tese “Economia pré-política”

1933 Torna-se secretário-geral da Liga Eleitoral

Católica

1933 Classifica-se em terceiro lugar no concurso

para a cátedra de Introdução à Ciência do Direito da Faculdade Nacional de Direito com a tese “Introdução ao Direito Moderno”

1934-1945 Presidente da Ação Católica

1934 Publica Fragments de Sociologie

Chrètienne, com prefácio de Jacques Maritain

1935 Publica os livros No limiar da Idade Nova ,

Da tribuna e da imprensa e Pela Ação Católica. Nasce Alceu Filho.

1935 Nomeado membro do Conselho Nacional de

29 de agosto de 1935 Eleito para a Academia Brasileira de Letras na vaga de Miguel Couto (cadeira no. 40)

1936 Publica o livro O espírito e o mundo e

Indicações po líticas

1937 Nasce seu filho Paulo Alceu. Alceu

Amoroso Lima vibra com a vitória de Franco na Espanha181. Recebe o título de doutor honoris causa da Universidade do Chile. Nomeado membro da Academia Argentina de Letras. Recebe e recusa convite para assumir o Ministério do Trabalho.

1938 Publica o livro Idade, Sexo e Tempo

1938 Nomeado Reitor da Universidade do Distrito

Federal/Catedrático interino de Sociologia na Faculdade de Sociologia da Universidade do Distrito Federal

1938 Publica o livro Elementos da Ação Católica.

Nasce seu filho Luiz Alceu.

1939 Eleição do Papa Pio XII

1939 Morre sua mãe, Camila da Silva Amoroso

Lima. Publica o livro Contribuição à história do Modernismo – Vol. 1: Pré- Modernismo

1940 Catedrático interino de Literatura Brasileira

na Faculdade Nacional de Filosofia / Catedrático de Literatura Brasileira na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Colabora com a filha Mari ahelena na tradução de Damião, o leproso (John

Farrow)

1941 É um dos fundadores da Universidade

Católica do Rio de Janeiro e lá torna-se professor de Literatura Brasileira

1942 Morre, no Rio de Janeiro, Dom Sebastião

Leme.

1942 Publica Meditação sobre o mundo moderno

e Pela união nacional. Traduz O Cristo , de Georges Goyau

1943 Em 3 de julho, Dom Jaime Câmara assume a

Arquidiocese do Rio de Janeiro, após esta ficar um ano sem um líder, desde a morte de Dom Sebastião Leme

1943 Publica o livro O cardeal Leme e Mitos de

nosso tempo

1944 Participa da fundação da Livraria Agir, com

o objetivo de ampliar as publicações católicas182

1945 Tomou parte no I Congresso Brasileiro de

Escritores, marco decisivo na redemocratização do país. Pede demissão da Junta Nacional da Ação Católica

1946 Publica Pela cristianização da ação

católica: teoria e Pela cristianização da idade nova

1947 Início da colaboração no Diário de Notícias,

com a seção Letras e Problemas Universais / 1o lugar no Concurso para Catedrático de Literatura Brasileira na Faculdade Nacional

de Filosofia. Membro da Academia Nacional de Letras do Uruguai. Participa da fundação do Movimento Democrático Cristão na América Latina. Publica O problema do trabalho

1948 Publica Primeiros estudos: contribuição à

história do modernismo literário – O Pré- Modernismo, de 1919 a 1920

1949 Publicada sua tradução de O santo cura

da’Ars (Henri Gheón)

1950 Publica Mensagem de Roma e Manhãs de

São Lourenço

1949-1953 Viveu na França e nos Estados Unidos

1951-1953 Diretor do Departamento Cultural da União

Pan-Americana em Washington (hoje, OEA)

1952 É agraciado com o Sierra Award da

Academia Franciscana de História Americana, de Washington. Publicada sua tradução de O homem e o Estado (Jacques Maritain)

1953 Recebe o título de doutor honoris causa da

The Catholic University of Washington

1954 Publica os livros A realidade americana e

Meditação sobre o mundo interior

1955 Publica o livro Pela América do Norte – Vol.

1

1956 Participa da Reunião do Conselho Cultural

Americano, no México. Publica Introdução à literatura brasileira, Quadro sintético da literatura brasileira e A vida sobrenatural e o mundo moderno

1958-1959 Professor visitante no Brazilian Institute da New York University

1958 Eleição do Papa João XXIII

1958 Início da colaboração no Jornal do Brasil e

na Folha de S. Paulo

1958 Publica o livro Integração econômica, social

e política na América Latina

1959 Publica o livro O trabalho no mundo

moderno, O espírito universitário e O teatro claudeliano. Recebe o Prêmio Moinho Santista de Literatura

1960 Publica o livro A família no mundo moderno ,

O jornalismo como gênero literário, Problemas de estética e Visão do Nordeste

1961 Traduz Diário secular, de Thomas Merton

1962 Começa o Concílio Vaticano II, em Roma

1962 Participou, como representante brasileiro, do

Concílio Vaticano II. Publica A missão de São Paulo, Cultura interamericana , Da inteligência à palavra, Europa e América: duas culturas e O gigantismo econômico

1963 Aposenta-se como professor. Publica suas

traduções de Marta, Maria e Lázaro (Thomas Merton) e Tratado de filosofia moral (Jacques Maritain). Escreve a introdução da encíclica Pacem in terris, de João XXIII, para um volume que inclui também Mater et magistra

1963 Eleição do Papa Paulo VI

31 de março de 1964 Alceu se mostrava descontente com Jango e

com propósitos “continuístas”.183 Acontece o golpe militar.

1o de abril de 1964 Alceu lamentava o rompimento da

continuidade civil do governo e a transferência para a área militar184

9 de abril de 1964 Instituído o Ato Institucional 1

7 de maio de 1964 Publica o artigo “Terrorismo Cultural” no

Jornal do Brasil. O artigo é um marco em sua nova postura contra o regime militar185

31 de dezembro de 1964 Alceu publica o artigo “1964” no Jornal do

Brasil, dizendo que de abril a dezembro a atmosfera escureceu186

1964 Eleito “Intelectual do Ano”, recebe o troféu

Juca Pato, da União Brasileira de Escritores. O jornalista Carlos Heitor Cony pede a

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