• No results found

4.2 Nye installasjoner energisparing

4.3.4 Tilbakebetalingstid frekvensomformere

Est am os int eressados em saber com o as pessoas reagem quando a condição de suas vozes não é norm al ou quando t êm um problem a de voz. Há diversos m odos de t ent ar lidar com essas sit uações e circunst âncias. No present e quest ionário pedim os que você indique o que você faz e com o se sent e. Evident em ent e, circunstâncias diversas produzem respost as de cert a form a diferent es, m as pense no que você geralm ent e faria quando sua voz não est á norm al. Há seis possibilidades de respost as apresentadas abaixo, circule

o núm ero que corresponde ao quant o você usa a respost a da frase.

Nunca Quase Nunca Vezes Às Freqüentemente Sempre Sempre Quase

1 Eu procuro buscar todas as inform ações possíveis sobre m eu problem a de voz 0 1 2 3 4 5

2 Eu acho m ais fácil lidar com m eu problem a de voz falando o que eu sinto 0 1 2 3 4 5

3 Eu acho m ais fácil lidar com m eu problem a de voz evit ando pensar nele 0 1 2 3 4 5

4 Eu guardo para m im qualquer preocupação sobre o m eu problem a de voz 0 1 2 3 4 5

5 Eu acho que há pouco que eu possa fazer para m eu problem a de voz 0 1 2 3 4 5

8 Ter um problem a de voz m e ajudou a com preender alguns fatos im portantes sobre m inha vida 0 1 2 3 4 5

9 Acho m ais fácil lidar com m eu problem a de voz quando faço perguntas aos m édicos 0 1 2 3 4 5

8 Eu acho m ais fácil lidar com m eu problem a de voz evitando estar com outras pessoas 0 1 2 3 4 5

9 Eu tento aceitar m eu problem a de voz porque não há nada que possa ser feit o 0 1 2 3 4 5

9 REFERÊNCIAS

Almeida AAF. Alterações Psicofisiológicas e vocais em indivíduos submetidos ao teste de simulação de falar em público. [tese] São Paulo: Universidade Federal de São Paulo; 2009.

Almeida AAF, Behlau M, Leite JR. Análises de Respostas Psicofisiológicas e Vocais em Situação de Falar em Público. In: 16º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia; 2009; Salvador. Anais. São Paulo: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia; 2009.

Anderson M, Elam G, Solarin I, Gerver S, Fenton K, Easterbrook P. Coping With HIV: Caribbean People in the United Kingdom. Qual Health Res 2009; 19:1060-75.

Andrade LHSG, Gorenstein C. Aspectos gerais das escalas de avaliação de ansiedade. Rev Psiq Clin 1998; 25:285-90.

Antoni MH, Lehman JM, Kilbourn KM, Boyers AE, Culver JL, Alferi SM, Yount SE, McGregor BA, Arena PL, Harris SD, Price AA, Carver CS. Cognitive-behavioral stress management intervention decreases the prevalence of depression and enhances benefit finding among women under treatment for early-stage breast cancer. Health Psychol 2001;20:20-32.

Antoniazzi AS, Dell’Aglio DD, Bandeira DR. O Conceito de Coping: uma revisão teórica. Estud psicol 1998; 3: 273-294.

Aronson AE. Clinical Voice Disorders. 3 ed. Stuttgart, New York: Georg Thieme Verlag, 1990.

Awan SN, Mueller PB. Speaking fundamental frequency characteristics of white, African American and Hispanic kindergartners. J Speech Hear Res 1996;39:573-77.

Battles, D.E. Communication disorders in multicultural populations. 2 ed. Boston: Butterworth-Heinemann, 2002.

Bauer HH. Zur Definition psychogener Stimmstörungen. Laryngo-Rhino-Otol 1991;70:102-4.

Baum A. Stress, Intrusive Imagery, and Chronic Distress. Health Psychol, 1990;6:653- 675.

Beck AT, Brown G, Epstein N, Steer RA. Na Inventory for Measuring Clinical Anxiety. J Consult Clin Psychol 1988; 56:893-97.

Behlau M, Azevedo R, Pontes P. Conceito de Voz Normal e Classificação das

Disfonias. In: Behlau M. Voz: O livro do Especialista Vol 1. Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001, pp 64-66.

Behlau M, Hogikyan ND, Gasparini G. Quality of life and voice: study of a brazilian population using the voice-related quality of life measure. Folia Phoniatr Logop. 2007; 59(6):286-96.

Behlau M, Madazio G, Feijó D, Pontes P. Avaliação de Voz. In: Behlau M. Voz: O livro do Especialista Vol 1. Ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001, pp 85-245.

Behlau M, Santos LMA, Oliveira G. Cross-cultural adaptation and validation of the voice handicap index into Brazilian Portuguese. J Voice 2009a /in press/.

Behlau M, Zambon F, Guerrieri AC, Roy N, GVP - Grupo Voz do Professor. Panorama Epidemiológico Sobre a Voz do Professor no Brasil. In: 17º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia; 1º Congresso Ibero-Americano de Fonoaudiologia; 2009; Salvador. Anais. São Paulo: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia; 2009b. pp-042.

Biaggio AMB, Natalício L. Manual para o Inventário de Ansiedade Traço-Estado

(IDATE). Centro Editor de Psicologia Aplicada-CEPA, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1979.

Bloch P. Neuropsychiatric aspects of spastic dysphonia. Folia Phoniatrica 1965; 17: 301–364.

Bolger N. Coping as a Personality Process: A prospective Study. J Pers Soc Psychol 1990;59:525-37.

Brodnitz FS. Spastic dysphonia. Ann Otolaryngol. 1976;85:210–214.

Bury M. The sociology of chronic illness: a review of research and prospects. Sociol Health Illn 1991;13:451-468.

Butcher P, Elias A, Cavalli L. Assessing Anxiety in Voice Patients. In: Butcher P, Elias A, Cavalli L. Understanding and Treating Psychogenic Voice Disorders: a CBT Framework. West Sussex: John Wiley & Sons Ltd, 1993, pp. 105-19.

Cannon WB. The emergency function of the adrenal medulla in pain and the major emotions. Am J Physiol. 1914;33(2):356-72.

Carver CS, Scheier MF, Weintraub JK. Assessing Coping Strategies: A theoretically based approach. J Pers Soc Psychol 1989;56:267-83.

Cassileth BR, Lusk EJ, Strouse TB, Miller DS, Brown LL, Cross PA, Tenaglia AN. Psychological status in chronic illness: A comparative analysis of six diagnostic groups. New Engl J Med 1984; 311:506-11.

Chesney MA, Chambers DB, Taylor JM, Folkman S. Coping Effectiveness Training for Men Living With HIV: Results from a Randomized Clinical Trial Testing a Group-Based Intervention. Psychosom Med 2003; 65:1038–1046.

Chun C, Moos RH, Cronkite RC. Culture: a fundamental context for the stress and coping paradigm. In: Wong, Wong. Handbook of Multicultural Perspectives on Stress and Coping. New York:Springer Science Business Media Inc; 2006. p 31.

Coelho MABC, Behlau M, Vasconcellos EG. Da relação entre stress e distúrbios da voz. In: Marchesan IQ, Zorzi JL, Gomes ICD. Tópicos em Fonoaudiologia. São Paulo: Editora Lovise; 1996. p 361-88.

Coelho MABC. Sinais psicofisiológicos e vocais de ativação por stress no telejornalismo ao vivo. [tese] São Paulo: Universidade de São Paulo; 2002.

Connor-Smith JK, Flachsbart C. Relation between personality and coping: A meta- analysis. J Pers Soc Psychol 2007; 93:1080-1107.

Côté J, Delmas P, Delpierre C, Sylvain H, Delon S, Rouleau G. Factors Related to Quality of Life in Treatment-Adherent, Successfully Treated HIV Patients in France. The Open Nursing Journal 2009; 3:10-17.

Coyne JC, MW Racioppo. Never the Twain Shall Meet? Closing the Gap between Coping Research and Clinical Intervention Research. Am Psychol 2000; 55:655-664.

Coyle MS, Weinrich BD, Stemple JC. Shifts in Relative Prevalence of Laryngeal Pathology in a Treatment-Seeking Population. J Voice 2001; 15:424-40.

Creed F. Psychological Disorders in rheumatoid arthritis: a growing consensus. Ann Rheum Dis 1990;49:808-12.

Cruess S, Antoni MH, Hayes A, Penedo F, Ironson G, Fletcher MA, Lutgendorf S, Schneiderman N. Changes in Mood and Depressive Symptoms and Related Change Processes During Cognitive–Behavioral Stress Management in HIV-Infected Men. Cogn Ther Res 2002; 26:373–392.

David JP, Suls J. Coping Efforts in Daily Life: Role of Big Five Traits and Problem Appraisals. J Personality 1999; 67:265-94.

Deary IJ, Wilson JA, Carding PN, Mackenzie K. The dysphonic voice heard by