6 Styring og oppfølging av salget av F-5 jagerfly i forsvarssektoren
7.7 Det endelige salget la ikke til rette for størst mulig økonomisk utbytte
A arquitetura da solução resume o modelo desenvolvido para o sistema de gestão de empréstimos e reservas das Bibliotecas da Universidade do Minho (solução SDUM). Tal como é ilustrado na Figura 3.7, a arquitetura global contempla dois blocos fundamentais: a aplicação móvel designada por SDUMApp e o servidor.
Aplicação Móvel – responsável pelo processamento de dados provenientes do servidor e oferecer as funcionalidades para a interação entre o utilizador e a aplicação.
Servidor – responsável por disponibilizar os serviços alojados, de modo a permitir o correto funcionamento da aplicação móvel.
Figura 3.7 - Arquitetura do sistema final
Esta arquitetura segue a paradigma cliente-servidor, em que o cliente é a aplicação SDUMApp desenvolvida para o sistema operativo móvel Android e o servidor é o Aleph X-server. A protocolo de comunicação entre estes blocos é o protocolo HTTP, o cliente efetua um pedido ao servidor a partir de um sintaxe URL e a resposta é devolvida em XML pelo servidor.
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3.4.1. Componentes da Arquitetura
3.4.1.1.
Aplicação
A aplicação é o componente fundamental de interação com o utilizador final, ou seja, permite aos utilizadores a interação com o sistema e utilizar as suas funcionalidades. A aplicação foi desenvolvida para dispositivos móveis com sistema operativo Android. O funcionamento do mesmo depende da conexão do dispositivo móvel à internet (Wi-fi ou Redes móveis), visto que é necessário efetuar pedidos ao servidor para que os utilizadores possam visualizar aos dados. As respostas dos pedidos efetuados ao servidor são rececionados em formato padrão XML e a aplicação antes apresentar os resultados efetua o tratamento destes dados e são armazenados temporariamente. Quando o utilizador efetuar o logout da aplicação, os dados armazenados são eliminados. Ao instalar a aplicação, o utilizador deverá aceitar um conjunto de permissões, de modo que a aplicação tenha acesso a alguns recursos do dispositivo móvel. A tabela representa a lista de permissões de utilização.
As funcionalidades mais pertinentes desta aplicação são: Pesquisa de publicações;
Reserva de publicações; Renovação de publicações; Visualização de dados pessoais;
Visualização das publicações em posse;
Visualização da lista de publicações reservadas;
Visualização de um calendário de eventos com os livros requisitados;
Sincronização de publicações requisitados com o calendário do dispositivo móvel.
3.4.1.2.
Servidor
O Aleph X-Services é o servidor onde são armazenadas todas as informações administrativas, bibliográficas, relativas aos leitores e empréstimos interbibliotecas das bibliotecas da Universidade do Minho. Desde modo, a aplicação interage diretamente com um servidor já existente e acede aos dados alocados no mesmo.
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3.4.1.2.1. Aleph WebServices
O Aleph WebServices fornece APIs que suportam interações diretas com outras aplicações via HTTP utilizando mensagens em XML que seguem o padrão SOAP.
As descrições das operações oferecidas pelo Aleph WebService são escritas em WSDL (WEB Services Description Language).
O X-Server é um componente da estrutura Multi tier Core dos produtos Ex Libris e permite a conetividade com o sistema ALEPH a partir da interface do padrão XML [64].
Figura 3.8 - Aleph WEB Service [64]
A Tabela (consta em Anexo D – Lista de Serviços disponibilizados pelo Aleph X-Server) representa a lista de serviços disponibilizados pelo Aleph. Esta lista é atualizada para Aleph 20.
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3.4.1.2.1. X-Server
O X-Server é um componente da arquitetura multi-tier dos produtos do Ex Libris que permite a conectividade com o sistema Aleph, bem como os sistemas MetaLib e DigiTool a partir da interface do padrão XML.
A arquitetura multi-tier dos produtos do Ex Libris pode ser dividida nas seguintes camadas como mostra a Figura 3.9:
1. A camada Data Logic and Services (serviços e lógica dos dados) interage com a base de dados e fornece dados para os níveis mais elevados. Esta camada é composta pelo componente RDBMS, que lida com o acesso físico à base de dados, e também pelo I/O Engine, que permite a comunicação entre a camada da aplicação e os dados efetivos. 2. A camada Application Logic (lógica da aplicação) fornece serviços funcionais à camada
Lógica da apresentação, com base nos dados que ela acede a partir da camada Data Logic and Services. Esta camada é composta pelo componente Application Atomic Services (serviços atómicos da aplicação), que fornece serviços básicos, e pela camada X-Server. A camada X-Server fornece serviços compostos baseados na acumulação de vários serviços independentes numa operação funcional abrangente ou no pedido de informação [64].
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Figura 3.9 - Arquitetura multi-tier dos produtos do Ex Libris [64]
O componente X-Server tem as seguintes vantagens:
O X-Server permite que os produtos do Ex Libris sejam totalmente acessíveis por outros sistemas. A interação de entrada com o X-Server é efetuada a partir da sintaxe URL e de saída a partir do XML, como é ilustrada na Figura 3.9.
Os serviços fornecidos pelo X-Server são serviços compostos e completos que fornecem uma interação simples e direta com os sistemas Ex Libris. Não é necessário o conhecimento do formato interno, dos protocolos e da estrutura dos sistemas.
O X-Server permite que os componentes da Logica de apresentação dos produtos Ex Libris sejam independentes da Lógica da Aplicação. A Lógica da apresentação lida com as interações entre o utilizador e a apresentação dos dados [64].
O X-Server recebe a entrada em forma de uma sintaxe URL standard e responde em XML, como mostra a Figura 3.10 a seguir apresentada.
84 Figura 3.10 - Interação com o X-Server [64]
3.5. Conclusão
Neste capítulo foi aplicado o modelo de processo de engenharia de requisitos, de modo a identificar e especificar as características do produto a desenvolver e analisar os riscos associados. A engenharia de requisitos define, sem dúvida, um dos mais importantes conjuntos de atividades a serem realizadas em projetos de desenvolvimento de Software. Embora não garanta a qualidade dos produtos gerados, é um pré-requisito básico para que obtenhamos sucesso no desenvolvimento do projeto.
Deste modo, conclui-se que a engenharia de requisitos depende muito da interação entre os clientes e os engenheiros de requisitos, de modo que seja minimizado qualquer problema na definição de requisitos por parte do cliente. Por mais que não se deseje, os requisitos estão sempre em mudança durante o desenvolvimento de um sistema, e quão melhor for o processo de engenharia de requisitos desenvolvido, menores serão os problemas encontrados em função de toda a dificuldade que envolve esta importante parte da análise.
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