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Definisjon av varig lavlønte

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reunidas com base em adaptação da técnica de codificação orientada por dados, de DeCuir-Gunby et al. (2011), tratando-se as teorias como dados, a fim de chegar a um “nível de significado”. O quadro de codificação reuniu, na coluna da esquerda, os temas, subtemas e desafios relacionados às teorias sobre gestão do conhecimento, e na direita, as proposições sobre marketing interno e comunicação interna que sugerem atender àquela coluna. O quadro 16 apresenta os resultados.

Quadro 16 – Proposições teóricas sobre GC, MI e CI Proposições Teóricas Sobre

Gestão do Conhecimento (GC) Proposições Teóricas Sobre Marketing Interno (MI) e Comunicação Interna (CI)

1. PRO MOÇ ÃO DE G C IN TE RN AMENTE

“Vender” GC internamente. O MI como agência de propaganda interna; colaboradores são clientes; comunicação e persuasão; venda para a alta gerência; 4Ps internos.

Disseminação ampla de processos e novos conhecimentos.

Campanhas de marketing interno para divulgar e envolver os colaboradores. Criar receptividade; predisposição

à criação, uso, compartilhamento do conhecimento.

MI é um conjunto de práticas e “processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas” (AMA, 2013) de valor para clientes internos. Material de comunicação que gere

acordos, adesões; venda os benefícios do conhecimento.

Abordagem de marketing; implementação das “estratégias corporativas e funcionais” (RAFIQ; AHMED, 1993).

Definir claramente o escopo da iniciativa.

Informação; campanhas de MI devem esclarecer como as mudanças afetam os usuários.

Gerar identificações, reciprocida- des.

A maneira de implementar afeta percepções. 2. CU LTUR A O RG AN IZA C IO NA L

Cultura é um dos pilares de GC. O MI pode apoiar a construção da cultura interna.

Tornar o conhecimento parte da cultura; cultura do conhecimento.

A comunicação favorece a cultura corporativa.

Lideranças criam culturas; maneira “de perceber, pensar e sentir, compartilhada e transmitida entre os membros" (CEN, 2004).

“Uso de evangelizadores” (PRASAD; STEFFES, 2002); ontologias para adoção de linguagem comum na organização.

Incorporar processos e métodos, tornando a utilização natural; internalizar filosofias e princípios.

Capaz de formar a “identidade corporativa” e a “mente coletiva” (AHMED; RAFIQ, 2002).

Ambiente que facilite o uso do

conhecimento e processos SECI. Atmosfera de comunicação aberta. Modificação de comportamento;

valor ao conhecimento.

"Esforço planejado para superar a resistência organizacional à mudança” (RAFIQ; AHMED, 1993). Conhecimento socialmente incor-

porado; utilizado no cotidiano. Valores não são comunicados por meio de discursos anuais, mas por práticas cotidianas.

Proposições Teóricas Sobre

Gestão do Conhecimento (GC) Proposições Teóricas Sobre Marketing Interno (MI) e Comunicação Interna (CI)

3. ALI NH A MENTO ES TRA TÉG IC O Alinhamento estratégico;

conhecimento como parte dos negócios.

Planejamento estratégico; alinhar objetivos, capacidades e habilidades internas; 4Ps no planejamento interno; implementação de estratégias corporativas.

GC integrada à filosofia, estratégia,

objetivos e práticas da empresa. Definição de objetivos e metas; criação de identidade corporativa. Incorporar o conhecimento no

"tecido" das empresas (DALKIR, 2005), rotinas, produtos.

Orientação de MI, planejamento, promoção, feedback, pesquisas de satisfação e compartilhamento de valores; posicionamento. 4. G ES TÃO DE P ES SO AS Ênfase em GP, liderança, motivação, comportamento e atitude de comprometimento com GC.

“Alinhar, motivar e integrar os funcionários” (RAFIQ; AHMED, 1993); motivação e satisfação; comunicação para incentivos mútuos. Pessoas como inerentes aos outros

pilares (DUBOIS; WILKERSON, 2008).

O MI põe as pessoas como centrais; marketing do conhecimento a ser utilizado internamente.

GC baseada em tecnologias não tem se mostrado eficaz; ênfase no papel do elemento humano.

Definição da audiência; “marketing do espírito humano” (KOTLER; KARTAJAYA; SETIAWAN, 2010), orientado a valores e à cultura. Investir em motivações e

incentivos, despertar interesses, participações.

Função motivacional do MI envolve comunicação explicativa e persuasiva, programas, premiações. Obstáculos ao compartilhamento:

falta de tempo, de definições, ausência de benefícios pessoais (MORESI; MENDES, 2010).

A comunicação favorece a coordenação de pessoas; comunicação é a base da cooperação nas organizações (HOLÁ, 2012). Atrair e reter talentos; desenvolver

capacidades e aprendizagem.

Estrategismo em contratações e treinamentos; atenção ao sentimento de capacidade e pertencimento. Trabalhadores estimulados a pensar

inovativamente (WIIG, 2004).

Gerentes de produto na GP, implementando ações de marketing (SASSER; ARBEIT, 1976).

Proposições Teóricas Sobre

Gestão do Conhecimento (GC) Proposições Teóricas Sobre Marketing Interno (MI) e Comunicação Interna (CI)

5.

LID

ERA

A

Apoio das lideranças e gerências é

sublinhado em implementações. “Evangelizadores”; gerências como “internal marketers”(JOSEPH,1996). Gerência de nível médio; middle-

up-down (NONAKA; TAKEUCHI, 1997).

Definição estratégica sobre os papéis das lideranças, pelo uso do marketing mix e segmentação.

A confiança como motivadora ou inibidora de ações e adesões, sendo relacionada à liderança e cultura.

Ações isoladas são insuficientes; envolvimento das lideranças e cons- trução de clima de confiança; a comunicação gera conscientizações e confiança (HOLÁ,2012). 6. PRO CES SO S E TECN O LO G IA S

SECI – Socialização, Explicitação, Combinação, Internalização (NONAKA; TAKEUCHI, 1997).

Compreensão dinâmica da comunicação: feedback, reações, troca de papel entre emissor e receptor (MILLER, 2005); comunica- ção para trocar conhecimentos. Processos e tecnologias são pilares

de GC. Arquitetura integrada de governança de CI, com estruturas, processos. Interação humano-material gera

novas infraestruturas tecnológicas e rotinas (LEONARDI, 2011).

Tecnologias de comunicação afetam o ambiente, com comunicação em duas vias, padrões comportamentais; estruturas não hierárquicas.

Processo de longo prazo; desenvolvimento de organização, controle, normas e métricas.

A comunicação é um processo, contínuo, interativo e transacional (MILLER, 2005); feedback; comuni- cação gerenciada sistematicamente. O uso de tecnologias não é

automático; ação coordenada. Processo demorado de divulgação, pois não se obtém adesão imediata.

7. IN TERD ISCIPLI NA R ID AD

E Reúne diferentes especialistas: comportamentais, estrategistas (NAIR; PRAKASH, 2009).

Domínios similares: MI, GP, cultura e clima; diminuição de conflitos interdepartamentais.

Postura de convocação, de integração de conhecimentos (DIXON, 2012).

O MI é Multifuncional, holístico, integrador de funções; convite a alianças; comunicação e sinergia. Construção de conhecimentos de

forma conjunta e plural (DIXON, 2012).

Coordenação e integração interfuncional como um dos focos de abordagem.

Barreiras: falta de definição de papéis, e compreensão de GC como um trabalho adicional (ZHAO; PABLOS; QI, 2012).

Convencer média gerência sobre benefícios de seu apoio; esforço consciente, uso de tempo e de recursos.

Proposições Teóricas Sobre

Gestão do Conhecimento (GC) Proposições Teóricas Sobre Marketing Interno (MI) e Comunicação Interna (CI)

8. G ES TÃO , CO MUNI CA ÇÃ O , AÇ ÃO

Poucos sabem gerenciar o

conhecimento (DALKIR, 2005). Planejamento; 4Ps como ferramenta; treinamento/recrutamento estratégico. GC deve iniciar pela revisão da

comunicação, canais, hábitos, frequências (LUGGER; KRAUS, 2001); barreiras e oportunidades.

Desconhecimento sobre a comunica- ção em apoio à mudança; uso das mídias sociais, interatividade, feedback, fluxos de mensagens. A comunicação é recurso de

difusão e de fluxos de conhecimento.

Comunicação formal e informal como práticas do MI; a CI permeia gestão, favorece conexões.

Práticas de GC são observáveis; conhecimento gera ação, relações e criação de novos conhecimentos.

Visibilidade pelo MI e gestão da comunicação; 4Ps; comunicação gera produtividade.

Redundância, sobreposição de in- formações (NONAKA; TAKEUCHI, 1997), atividades, práticas e obrigações, para envolvimento.

Paralelo com a Qualidade Total, que, com apoio do MI, criou o paradigma do cliente interno, encorajando à participação (VAREY, 1995). Fonte: Elaborado pela autora (2014), com base na revisão sistemática da literatura.

Os principais focos de análise para construção da explanação (YIN, 2010) foram oito: 1) Promoção de GC Internamente; 2) Cultura Organizacional; 3) Alinhamento Estratégico; 4) Gestão de Pessoas; 5) Liderança; 6) Processos e Tecnologias; 7) Interdisciplinaridade; 8) Gestão, Comunicação, Ação. Os resultados dos estudos empíricos são apresentados a seguir, de forma concomitante ao foco de análise, com o principal objetivo de verificar como o marketing interno pode apoiar as práticas de GC em organizações de base tecnológica.

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