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6.1 Data Source

A configuração e a partir do processo de e Desde o período colonia ruas do bairro da Cidad interior do território, o lar após a construção da Ca dos Jesuítas (FIG. 02).

FIGURA 02: Planta de Belém Na área em d a Praça Frei C FONTE: BELÉM, 2003, p. 10. De acordo com o Em não Na a fr séc nen

A Praça Frei Cae hoje, como elementos re e o monumento a Frei C gênese de sua construçã

espacial da Praça Frei Caetano Brandão expansão de Belém para a área não forti ial, na medida em que foram sendo abe ade Velha, e a cidade foi crescendo pa argo onde se localiza a praça foi sendo for Catedral da Sé, da Igreja de Santo Alexan

m (1791) - Theodosio Chermont

destaque, percebe-se o espaço onde posteriorme i Caetano Brandão.

0.

o projeto de intervenção da Praça (BELÉM

mbora o espaço do largo já estivesse defini ão existe nenhuma indicação relativa à praça a planta de 1791, existe apenas a marcação frente da Sé às construções junto ao litoral.

culo XIX mostram o largo como uma área enhum caminho ou vegetação.

aetano Brandão foi inaugurada em 1900, remanescentes, as bases de seu traçado Caetano Brandão, que demarcam a referê

ção. Outro elemento importante na compo

o foi sendo traçada rtificada da cidade. bertas as primeiras para a parte mais formado, sobretudo andre e do Colégio

mente seria construída

ÉM, 2003, p. 7),

inido nesse período, a propriamente dita. o de uma via ligando al. Fotos do final do a descampada sem

0, e mantêm, ainda o original (FIG. 03) erência histórica da posição da Praça é

BRITO, L.S.A. a vegetação, no entant tempos. FIGURA 03: Traç Im m FONTE: PARÁ, 2 A equipe técnica Caetano Brandão, baseo artigos 1º e 2º da Carta d Art. Art. Partindo deste p essencial no processo de ente com as e Alex Ess mom e En limit reco Sé junta pais

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nto, a mesma sofreu diversas alteraçõe

çado original da Praça Frei Caetano Brandão Imagem mostrando o desenho dos canteiros e mantidos ao longo dos tempos.

2006, p.117.

ica responsável pelo projeto de intervenç ou-se na concepção de Jardins Histórico de Florença (1981), que afirma:

t. 1º - Um jardim histórico é uma composição arq que, do ponto de vista da história ou da ar público. Como tal, é considerado como um t. 2º - O jardim histórico é uma composição arquit é primordialmente vegetal, portanto, vivo e e renovável. (IPHAN, 2004 apud BELÉM, 2 princípio, a referida equipe considerou de intervenção,

tender a praça não apenas como um elemento iso mponente do conjunto maior que é o Largo da Sé edificações de caráter monumental como a Sé exandre e Colégio dos Jesuítas, Hospital Real e

se conjunto, embora alterado por intervenções oc omentos, como a demolição do antigo Hospital Bo Enfermos, vizinho ao Hospital Real; a demolição d itado pelas ruas do Norte e dos Cavale construído e finalmente, o alargamento da passag

e a Praça Dom Pedro II, ainda na década ntamente com a praça propriamente dita o con

isagístico cuja permanência requer tanto a preserv

ro da Cidade Velha 74

ões ao longo dos

e caminhos da Praça,

ção da Praça Frei icos presentes nos

arquitetônica e vegetal arte, tem um interesse

m monumento. uitetônica cujo material

e, como tal, perecível , 2003 p. 253).

ou como condição

isolado, mas como um Sé, do qual participam Sé, a Igreja de Santo e o Forte do Castelo. ocorridas em diversos om Jesus dos Pobres de parte do quarteirão aleiros, recentemente agem entre o Largo da da de 60, compõem, onjunto arquitetônico-

arqu 200 Neste sentido, n manter o desenho do tra enquanto um marco do correções na sua geome

Com relação à in de coleta de águas plu passeios e o posicionam de iluminação foram rep mantendo-se, entretanto metros, com luminárias refletores que iluminam a

FOTO 08: Image Obser decor FONTE: BELÉM O monumento c (FOTO 9), recebeu ilumin não provocar ofuscamen

quitetônicos como da praça que promove a sua 03, p. 22).

no processo de intervenção, optou-se b raçado da praça, devido à confirmação de o período eclético no paisagismo de Belém

etria para corrigir pequenas distorções” (F infra-estrutura foi procedida uma readequ pluviais, “com a introdução de canaleta mento das caixas de coleta dotadas de gr eposicionados, adequando–se ao desenh

to, “o sistema de postes de altura méd ias de vapor metálico”, sendo mantid

a fachada da Catedral da Sé (BELÉM, 20

gem aérea da Praça Frei Caetano Brandão erva-se que a configuração espacial da Praça orrer dos anos

M, 2003, p.13.

central da Praça, a estátua do Frei C inação especifica com refletores posicion nto aos usuários” (BELÉM, 2003, p. 24).

a articulação (BELÉM, basicamente, por e sua originalidade lém, “com algumas (FOTO 08). quação do sistema tas ao longo dos grelhas”. Os postes nho dos canteiros, édia, cerca de 10 idos, também, os 2003, p. 24).

a foi mantida no

Caetano Brandão onados “de forma a

BRITO, L.S.A.

FOTO 09: Praça Fre Praça Fre FOTO: Lilian Brito, d Outro importante Programa Monumenta B Solar do Barão de Gu Geográfico do Pará. FOTO 10: Solar do B Fachada FOTO: Lilian Brito, d

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rei Caetano Brandão

rei Caetano Brandão após a intervenção , dezembro, 2006.

te projeto de intervenção que vem send Belém, no bairro da Cidade Velha, é a uajará (FOTO 10), atual sede do Inst

o Barão de Guajará - IHGP

a, em azulejo, do IHGP bastante deteriorada. , dezembro, 2006.

ro da Cidade Velha 76

ndo realizado pelo a restauração do stituto Histórico e

O prédio que de do Pará foi um dos pri pertenceu ao Barão de Ceará, da Paraíba e de ainda permaneceu com a comprada pelo prefeito A p. 5).

O Solar do Barão do século XIX, de autoria adquirido pela Prefeitura Instituto Histórico e Geo de Guajará foi um dos m (2002 apud BELÉM, 200 a do e a exem O s impr de e artis Ball Em 1950, devido região amazônica e par sobrevive das contribuiç recente auxílio anual da IPHAN, em 23 de maio Belas Artes, vol. 1, além As dificuldades d sua estrutura física, e extremamente comprome O projeto de inte Belém, tem como objetiv

resg forta Geo pesq (BE

eu origem à atual sede do Instituto Histó rimeiros erguidos no entorno da Praça de Guajará, que foi presidente das Pro

e São Paulo. “Após a morte do Barão, e a família por trinta anos, e em 1942, em Abelardo Condurú” (DERENJI, 2002 apu

rão de Guajará é um imponente edifício az ria do arquiteto italiano Antônio Landi. Em

ra Municipal de Belém, que o doou no ográfico do Pará, já que, no início do sé membros fundadores do referido instituto.

03, p. 6),

doação incluiu o imóvel e os bens móveis, constit a biblioteca do Barão. O Instituto possui uma emplares, muitos deles raros, a maioria sobre a r seu Arquivo, de grande valor documental, deve presso já elaborado. Possui, ainda, um valioso ac expressivos remanescentes de uma pinacoteca tistas como Benedicto Calixto, Theodoro Braga

lloni.

ido ao reconhecimento de sua importânci ara o país, o Solar do Barão de Guajará

ições de seus sócios, reduzidos a menos dado pelo Governo do Estado do Pará, io de 1950, e está registrado em seu Liv m de ser tombado pelo município (Lei Nº 7

de manutenção e conservação do IHGP e consequentemente, seu acervo cu

metidos, entrando em grave estágio de det ntervenção do IHGP, proposto pelo Progr tivo,

sgatar o valor material do prédio, e também o si rtalecendo sua natural vocação como Sede d eográfico, e fazendo dele um espaço aberto, dinâ

squisas, com recursos e instalações contemporân ELÉM, 2003, p.13)

tórico e Geográfico a Dom Pedro II, e rovíncias do Pará, , em 1912, a casa m 28 de janeiro, foi pud BELÉM, 2003, azulejado do início m 1942 o Solar foi o ano seguinte, ao éculo XX, o Barão o. Segundo Derenji

tituídos pelo mobiliário a biblioteca de 16000 região norte do país. verá receber um guia cervo fotográfico além a de valor que contém ga, Irineu e Armando

cia cultural para a rá, que atualmente os de 30, e de um , foi tombado pelo ivro de Tombo de 7.709/94).

P fizeram com que cultural, ficassem eterioração. grama Monumenta significado conceitual, do Instituto Histórico inâmico, referencial de âneos e de qualidade.

BRITO, L.S.A. De acordo com o no IHGP, fundamentam- na t unid entr nece ano Segundo Mártyre pelo “restabelecimento d uma falsificação artística do transcurso da obra atr Partindo deste p projeto (2003) decidiu m Sede do Instituto Históric

O prédio do IH biblioteca, para o desen bem como usos relacion uma loja, destinada à capacidade de 70 lugare outras atividades deste mobiliário e pictórico de retratos da nobreza bras de restauração, para o d conservação de livros, mirante, de onde se pod de salas ligadas ao setor Percebe-se, que na comunidade do bairr deste imponente patrimô belenense, do início do pouca conscientização patrimonial, testemunho enquanto construtora do edificação ter ficado fec

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o referido projeto, as bases filosóficas pa se

teoria de Cesare Brandi, especialmente no que s idade potencial da obra de arte, dentro de um tre a arquitetura remanescente e as intervençõ cessárias, considerando as transformações do p os. (BELÉM, 2003, p.13)

yres (2005, p. 71), para Brandi a restaura da unidade potencial da obra de arte, ca ou uma falsificação histórica, e sem a através do tempo”.

princípio, a equipe técnica responsável pe manter o uso atual do Solar do Barão de G rico e Geográfico do Pará.

IHGP alocará, após a conclusão da in nvolvimento de atividades ligadas à pesq ionados a lazer, abertos ao público em g

à venda, especialmente de livros; um res, onde poderão ser realizados congress te porte; um museu, onde será expos e época; uma galeria de retratos, onde asileira, que fazem parte do acervo do In

desenvolvimento de atividades de restau , bem como uma oficina de restauração derá ter uma bela vista de algumas áreas or administrativo.

ue a restauração do IHGP ainda não con irro da Cidade Velha a real importância mônio, que ajuda a compreender a histó o século XIX. Acredita-se que tal fato, d o da população paraense acerca os da história sócio-política e econômic do seu espaço geográfico, bem como, e

chada por muito tempo, e as obras aind

ro da Cidade Velha 78

para a intervenção

e se refere à busca da ma harmonia estética ções contemporâneas prédio ao longo dos

ração deve primar , [...] sem cometer apagar as marcas pela elaboração do Guajará enquanto intervenção, uma squisa documental, geral, como café; m auditório, com ssos, seminários e osto o acervo de e estarão expostos Instituto; uma sala auração, limpeza e ão de papel e um as da cidade; além onseguiu despertar ia da preservação tória da sociedade , deve-se, ainda, a da conservação ica da sociedade, , em função desta da estarem sendo

realizadas na parte inte processo de intervenção

Além da interve aspecto bastante releva financiamento para a pre recursos para os projeto público. Esses financia tombados, com vistas a juros.

De acordo com a Maria Eugênia Coimbr contemplado, é que “o p de concluídas as obras; até 20 anos para saldar salários mínimos, “sã independentemente da re Os proprietários investir os recursos na adequação da rede elétri

Para a arquiteta Patrimônio Histórico (DP projetos do DPHAC/SEC vez que o financiament pagamento das parcelas para o Fundo Municipal reinvestido na conservaç 2006, p. 4).

Em Belém, já for recuperação de imóveis da verificação dos imóve foram identificados

no p reab fach

terna do prédio, o que tem dado pouc o neste patrimônio histórico e cultural de B enção no patrimônio tombado pelo gov ante do Programa Monumenta é a abert reservação de bens imóveis privados, já q tos de intervenção estavam ligados apen iamentos são destinados aos proprietá a restaurar o prédio com financiamento s

a coordenadora da Unidade Executora d bra (15/10/2006), uma das vantagens

pagamento do empréstimo só começa se s; outra é que quem recebe até três salár ar a dívida”. Para as pessoas que recebe “são 15 anos. Já para os préd

renda, o prazo máximo é de 10 anos”. s que são contemplados com essa linha

a “recuperação de fachadas, cobertura trica” (Idem, 15/10/2006).

ta Filomena Longo, que já foi diretora do PH) da FUMBEL, e atualmente é direto CULT, “a iniciativa é lucrativa também pa nto é a fundo perdido”, pois o dinheiro las do financiamento “não volta para o b al de Preservação, de onde o recurso é

ação das obras históricas de Belém” (AM

foram lançados dois Editais do Programa is do bairro da Campina e alguns da Cidad

veis que poderiam ser contemplados com

primeiro edital [...], 236 imóveis de interesse e abilitação e renovação arquitetônica, quando pod chadas. Desses, 13 se inscreveram, 12 foram

uca visibilidade ao Belém.

verno federal, um ertura de linhas de á que até então, os enas ao patrimônio tários de imóveis sem cobrança de

do Projeto (UEP), s, para quem é seis meses depois lários mínimos terá bem acima de três édios comerciais, a de crédito devem ras e estruturas e o Departamento de tora da divisão de para a cidade, uma o arrecadado pelo banco, ele passa é retirado para ser AMAZÔNIA HOJE,

a Monumenta para ade Velha. A partir m o financiamento,

em 47 quadras para odem ser mudadas as m selecionados e 04

BRITO, L.S.A. venc Eco o ce distr pod sele Antes de o prim campanha para incentiva “infelizmente, a particip trabalho de sensibilizaçã convites para audiência cerca de 250 cartas [...] parte, há uma dificulda (DIÁRIO DO PARÁ, 2006

Algumas hipótes interesse por parte dos princípio de que grand tradicionais “com pendê consenso para reabilitaç imóveis para hipoteca” (D posse legal do prédio” (D

Para garantir a s Monumenta, no Municíp das exigências para a aplicar “os recursos finan cobrir os custos de cons No caso destes recursos na conservação de monu situados na Área de Pr Projeto sobre sua Área d Além dos financi e de bens imóveis priva promoção de atividades privadas, moradores e atividades culturais e tur

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nceram a etapa de aprovação da docume onômica. No segundo edital, foi ampliada a área centro histórico. O Monumenta elegeu 1.708 im stribuídos em 146 quadras. No total, 7.339 u

deriam ser atendidas. Dessas, 12 se candidatara lecionadas (DIÁRIO DO PARÁ, 2006, p. A 8). rimeiro edital ter sido lançado, foi feito ivar a participação dos proprietários. Apesa

ipação da sociedade foi muito pequen ção em 47 quadras entregando pessoal ia pública”, realizada em outubro de 200 ..] A gente vê que, mesmo o poder públic

ade de acolhida da proposta”, afirmou 06, p. A8).

ses têm sido suscitadas no afã de buscar s proprietários dos imóveis privados. Uma

de parte do acervo arquitetônico pert ências em inventários, ou são vários he ação do imóvel, ou perderam o poder aqu (DIÁRIO, 2006, p. A 8), ou ainda, porque (DIÁRIO, 2005, p. 3).

sustentabilidade dos projetos financiado ípio, foi criado o Fundo de Preservação,

aprovação dos projetos. O Fundo de P anceiros gerados direta ou indiretamente

servação dos Monumentos Nacionais na os gerarem excedentes, os mesmos “pode numentos considerados pelo IPHAN de ex Projeto”, e, havendo ainda excedente, “

de Influência” (BELÉM, 2003, 16).

ciamentos com vistas à preservação do p vados, o Programa Monumenta prevê o a s econômicas que incentivem a “participa e outros grupos não governamentais n turísticas voltadas para a intensificação d

ro da Cidade Velha 80

entação pela Caixa a do projeto para todo imóveis de interesse, unidades imobiliárias ram, e delas 11 foram

o uma espécie de sar desta iniciativa, ena. Fizemos um almente as cartas- 005. “Distribuímos

lico fazendo a sua u Filomena Longo ar explicar o pouco ma delas, parte do ertence à famílias erdeiros e não há quisitivo e usam os ue não possuem “a

dos pelo Programa o, sendo esta uma Preservação visa e pelo Projeto para a Área do Projeto”. derão ser aplicados excepcional valor e “na replicação do patrimônio público apoio financeiro à ação de empresas na promoção de do uso econômico

do patrimônio histórico”, cultura e turismo” e “prog 2003, 13-14).

Neste sentido, pe bastante ampla, não se patrimônio, mas abrang com vistas à uma maior importância da preserva ambiental e cultural de B

3.2.2. As ações interve Velha

No que diz resp bairro da Cidade Velha, Executiva de Cultura do Complexo Feliz Lusitânia

A revitalização d visibilidade desenvolvido volume de investimento, abrangência.

O projeto Feliz L século XVII, nos primór Santa Maria de Belém d sociais, econômicos e dimensões urbanísticas, representar a “Revitaliza Belém” (PARÁ, 2002, p.1 iniciadas em 1997 e conc De acordo com Complexo Feliz Lusitânia

o te

Lus

cida

”, além da “capacitação de artífices e de a rogramas educativos sobre o patrimônio h

percebe-se que o Programa Monumenta t e restringindo apenas à restauração e refu ge também outros setores ligados à aç ior capacitação e conscientização da popu

rvação e conservação do patrimônio hi Belém.

encionistas do governo do estado no b

speito aos projetos de intervenção no es , realizados pelo governo do estado, atrav o Pará (SECULT/DPHAC), destacar-se-á a

ia.

do Complexo Feliz Lusitânia, foi um dos p do no bairro da Cidade Velha, nos últimos o, à quantidade de monumentos envolvido

Lusitânia, denominação inspirada “naqu órdios da colonização, ao 1º povoado qu

do Grão-Pará”, busca “suscitar os refere e da ocupação territorial da Amazônia

s, paisagísticas e arquitetônicas da cida zação Urbana do Núcleo do Centro Histór

.1). As obras de execução do projeto de i ncluídas em dezembro de 2002.

om os responsáveis pelas obras de ia (FOTO 11),

território de intervenção para revitalização urban

sitânia tem como polígono definido o núcleo histó

dade, composto por múltiplos espaços const

agentes locais de histórico” (BELÉM,

a tem uma atuação funcionalização do ções patrimoniais, pulação acerca da histórico, artístico, bairro da Cidade espaço urbano do ravés da Secretaria á a revitalização do s projetos de maior os anos, devido ao os eà sua área de quela atribuída, no que deu origem à renciais históricos, ia e do Pará, as idade”, procurando órico da Cidade de intervenção foram revitalização do

ana do Projeto Feliz stórico de fundação da struídos, prédios da

BRITO, L.S.A. arqu luso cida tipo p.1)

FOTO 11: Vista aérea do FOTO: João Ramid.

De acordo com Lusitânia (PARÁ, 2002,

Sacra/Igreja de Santo Champagnat (2ª etapa)

etapa), Espaço Cultura Referência da Arte Conte

Castelo (5ª etapa9).

Todas estas edi e ocupação do espaço reconhecido valor cultur de um programa de pres

9 Esta etapa não foi realizada

em nenhum documento oficia

E F

Complexo Feliz Lusitân sacra, C - Casario da R das Onze Janelas, F - E

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quitetura colonial, arquitetura civil, religiosa e o so-brasileira. Espaços abertos com ecos da m dade, demonstrada pelo traçado das ruas da Cid

o de ocupação, suas praças e sua relação com 1).

do Complexo Feliz Lusitânia FONTE: PARÁ, 2006, p. 322

m o projeto da SECULT, a intervenção no , p. 1), foi subdividida em cinco etapas:

to Alexandre (1ª etapa), Casario

a), Forte do Presépio/Museu do Forte

ral Casa das Onze Janelas Antônio La

ntemporânea Brasileira (4ª etapa) e Casar

dificações remontam ao processo históric o belenense nos séculos XVII e XVIII, ural e histórico, que para a equipe técnic eservação auto-sustentável, dentro de um

da porque foi retirada, posteriormente, do projeto ial, os motivos que justifiquem tal procedimento.

A B

C D

ânia: A - Igreja de Santo Alexandre, B - Museu Rua Padre Champagnat, D - Forte do Presépio, E

Esplanada do Guamá.

ro da Cidade Velha 82

oficial com influência memória colonial da idade Velha, pelo seu m o rio (PARÁ, 2002, no Complexo Feliz : Museu de Arte da Rua Padre te do Castelo (3ª Landi – Centro de ario da Ladeira do rico de apropriação I, monumentos de ica, são “passíveis ma perspectiva de

o e não se encontram, u de arte

desenvolvimento urban recuperação do patrimôn O projeto de in aproximadamente 50.00 norteado por agre préd alter com com as e prop equ seu pres estr A primeira etapa Santo Alexandre e o ant de Arte Sacra do Pará inaugurados em setembr O conjunto form Jesuítas, antigo Palácio 1941 e está registrado e ser tombado pelo municí A igreja de Sant início da sua construção 1719.

O Palácio Episc 1698, mas só foi conc Marquês de Pombal, n fachada ficou sob a resp

Estas duas edific ação dos jesuítas no arquitetônico de Santo espacial de Belém um g de pilão, típicas da cidad

no direcionado ao social, ao turism ônio edificado” (PARÁ, 2002, p. 2).

intervenção no Complexo Feliz Lusitân 000 m², do núcleo inaugural da cidad

r dois princípios básicos: a retirada de todos rediam e descaracterizavam as instalações ma édio; e a preservação – às vezes até mesm terações promovidas em diversas épocas, e que mo contributivas à artisticidade do conjunto. As mo fundamentação pesquisas e prospecções, ev