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Chemistry Mathematics

4.4 Benchmark Discussion

BRITO, L.S.A.

A quinta zona é a continuidade da área co comercial e hoje se dest “o mais importante patrim mais as ricas caracterís Belém e da Amazônia” (B

A sexta e última comercial, e atualmen “Concentra a maior de conflitos”, tais como “g conservação precária d comercial descontrolada,

A partir da prom zoneamento do Centro governo federal, estadua ser elaborados e execut histórico, cultural, arquite

De acordo com o com vistas à preservaçã urbanísticos, o uso requalificação dentre ou compreender a proposta Segundo Vascon termos reabilitação e rev

Rea requ dest func resid cons estru da á oper da c aplic cara Para Maricato (2

A (Re)organização Sócio-espacial do Bairro

é a do Porto, cuja ocupação começa no sé omercial, foi originalmente marcada pelo staca pelo setor de serviços e comércio. A rimônio natural da cidade e dela inalienáve ísticas deste setor, transformando-o na p (BELÉM, 1999, p.73).

a zona é a do Comércio, cujo uso original nte, destacam-se os usos comercial ensidade de uso comercial do CH e “grande volume de ônibus que se dirig de passeios [...], interferência visual

a, [...] intervenção nas fachadas [...]” (BEL omulgação dessa Lei, da definição e c o Histórico de Belém, e, estimulados pe ual e municipal, alguns projetos de interve utados em Belém, com vistas a salvagua itetônico e urbanístico da cidade.

os objetivos propostos nos projetos de in ção do ambiente construído, pode-se iden

de diversos conceitos: revitalizaçã utros, que em alguns casos servem para ta metodológica adotada para a intervençã oncelos & Mello (2006, p. 59), na Carta de

vitalização urbana são assim descritos: abilitação urbana – É uma estratégia de gestão qualificar a cidade existente através de inte

stinadas a valorizar as potencialidades soci ncionais, a fim de melhorar a qualidade de v sidentes; isso exige o melhoramento das condiçõ nstruído pela sua reabilitação e instalação de e truturas, espaços públicos, mantendo a identidade área da cidade a que dizem respeito; revitalizaçã rações destinadas a relançar a vida econômica e cidade em decadência. Esta noção, próxima da lica-se a todas as zonas da cidade sem ou racterísticas marcadas. (VASCONCELOS & MELL (2001, p. 126),

ro da Cidade Velha 68

século XVIII, como lo uso residencial e A presença do rio, vel, aumenta ainda principal porta de al era residencial e l e de serviços. apresenta sérios rigem ao CH [...], al da propaganda LÉM, 1999, p.73). caracterização do elas iniciativas do enção passaram a ardar o patrimônio intervenção urbana entificar nos planos ção, reabilitação, a ajudar a melhor ção.

e Lisboa (1995) os

o urbana que procura ntervenções múltiplas ciais, econômicas e vida das populações ções físicas do parque equipamentos, infra- de e as características

ção urbana – engloba e social de uma parte a reabilitação urbana, ou com identidade e LLO 2006, p. 59)

ao c pres prop antig refo nece herd indis segu Para Vasconcelo o conceito de reabilitação com seu esse em econ A d man esse iden Partindo destes históricos, casarios, em que até pouco tempo, er (peixeiros, camelôs, feir em nível infra-estrutural mudança no papel a se necessidades e interesse Esse processo p mais especificamente, o cenário de ordem mund implantado em Belém, a instâncias administrativa com vistas a intervir nos Entende-se que responsabilidade do pod entanto, na maioria d administrativas não têm elas têm agido de form estaduais e municipais, que não abrangem uma

conceito de reabilitação (ou requalificação), atrib eserva, o mais possível, o ambiente construído opriedades, fragmentação no parcelamento d tigas) e dessa forma também os usos e a pop forma necessária na infra-estrutura existente par cessidades procura não descaracterizar o a rdado. Nos edifícios, busca-se fazer “inte dispensáveis para garantir conforto ambienta

gurança estrutural.

los & Mello (2006, p. 59 e 60), a Carta de ão

mo uma estratégia de gestão urbana, induzindo u significado como sinônimo de requalificação. Em se conceito da definição de revitalização. Tanto em outro, está explicita a importância de traze onômicas e, com elas, dar nova vida às áreas de diferença entre os dois termos é o fato de anutenção da identidade e das características, e o se mesmo procedimento possa ser adotado em entidade.

es princípios, em Belém, sítios urbano elevado grau de degradação; bem com eram em grande parte tomadas por trabalh irantes etc.), hoje, vêm passando por int ral quanto de sua funcionalidade, ou se ser desempenhado pelos mesmos, em ses da sociedade.

pelo qual o Centro Histórico de Belém o bairro da Cidade Velha vem passand ndial que só recentemente tem sido ma , a partir de uma série de ações por pa vas: federal, estadual e municipal; e da i

s centros históricos das cidades.

e os projetos de intervenção são, em p oder público em suas diversas esferas ad

dos casos, as ações desenvolvidas p m sido encadeadas coletivamente. Na m

rma isolada, sobretudo no que diz res s, acarretando ações intervencionistas p a política de intervenção para o Centro H

ribui-se uma ação que o existente (pequenas do solo, edificações opulação moradora. A ara adaptá-la a novas ambiente construído tervenções mínimas” tal, acessibilidade e e Lisboa apresenta do a compreensão de Em seguida, aproxima em um vocábulo como zer novas atividades decadentes da cidade. e o primeiro exigir a o segundo admitir que m zonas com ou sem

nos, monumentos mo praças e ruas, alhadores informais intervenções, tanto seja, tem ocorrido virtude de novas

m, e, nesse caso, do, insere-se num mais intensamente parte das diversas iniciativa privada,

primeira instância, administrativas. No por tais esferas maioria das vezes, espeito às esferas pontuais, ou seja, Histórico de Belém

BRITO, L.S.A.

como um todo, numa p apenas restaura-se um conseguindo desempenh

Dentre as divers Cidade Velha, destacar Brandão e no Instituto Hi Belém, cuja Prefeitura Projeto (UEP), e a inte governo do estado. 3.2.1. As intervençõe Monumenta Belém, no A partir da prom regulamentam os proces e, estimulados pelas in Cultura foi criado o P financiamento do Banco UNESCO, além de recur

Atualmente, o M 17 estados brasileiros, escolhidas através de c representantes da UNE estaduais e municipais d De acordo com Monumenta tem como ob

a) b) c)

O objetivo de econômica, cultural e soc p.10).

A (Re)organização Sócio-espacial do Bairro

perspectiva que leve em consideração o m ou outro patrimônio que, algumas ve nhar dinamicamente sua nova funcionalida

rsas ações intervencionistas implementa ar-se-á a intervenção realizada na Pra Histórico e Geográfico do Pará, pelo Progr

Municipal é a responsável pela Unida tervenção no Complexo Feliz Lusitânia,

ões do governo municipal através o bairro da Cidade Velha.

omulgação de leis federais, estaduais e essos de intervenções nos centros históri

iniciativas do governo federal, através Programa Monumenta, um programa co Interamericano de Desenvolvimento ( ursos federais, estaduais e municipais.

Monumenta se desenvolve em 26 cidade , conveniados ao referido programa. Ta critérios estabelecidos por especialistas ESCO, MINC e MEC, IPHAN, EMBR de patrimônio.

m seu Regulamento Operativo (2003, p. objetivos de longo prazo:

Preservar áreas prioritárias do patrimônio históri sob proteção federal;

Aumentar a conscientização da população bra patrimônio;

Aperfeiçoar a gestão desse patrimônio e o critérios para implementação de prioridades de c curto prazo do Programa é “aumen ocial das áreas do Projeto” (Regulamento

ro da Cidade Velha 70

o espaço urbano, vezes, acaba não dade.

tadas no bairro da raça Frei Caetano grama Monumenta ade Executora do ia, executada pelo

s do Programa

e municipais que óricos das cidades, s do Ministério da estratégico com (BID) e apoio da

es, localizados em ais cidades foram s em patrimônio e RATUR e órgãos

p.10), o Programa

órico e artístico urbano rasileira acerca desse o estabelecimento de

conservação.

entar a utilização to Operativo, 2003,

O Programa Mon determinada edificação abrangência de tombame

A área de abra definida a partir da aná investimentos do pode correspondente aos con da Igreja de Santana. D recursos do programa, a obras já foram concluída Histórico e Geográfico d ainda uma série de mon Paris N’América, Igreja Relógio, dentre outros.

Em relação aos do Programa Monume intervenção da Praça Fr do Pará, devido os me desta pesquisa, pois até financiamento.

Os demais monu nesse bairro, ainda não f e do Antigo Necrotério d feita com recursos da P Palácio Lauro Sodré, M Pedro II e Forte do Caste

O Conjunto Arq Caetano Brandão, ex-La 1964 e está registrado Antropológicos, além de correspondente ao Centr

onumenta (2002), visa prolongar o tempo o ou conjunto de edificações inserid mento do IPHAN.

rangência do Projeto Monumenta Belém nálise da concentração de monumentos

er público no Centro Histórico, confi njuntos do Ver-o-Peso, da Praça Frei Ca Dentre esses conjuntos, já foram conte a Praça Frei Caetano Brandão e a Praça das; a Igreja de Santana, o Mercado Bolo do Pará, que ainda estão em fase de re

numentos de interesse do projeto, como a das Mercês, o antigo Necrotério de Be

s monumentos contemplados com os rec enta Belém, dar-se-á destaque para Frei Caetano Brandão e do Instituto Histó esmos localizarem-se no bairro da Cida té o presente momento foram os únicos qu

numentos de interesse do programa, tamb o foram contemplados, como é o caso da de Belém; do Palácio Antônio Lemos, cu Prefeitura Municipal de Belém; além da Museu de Arte Sacra, Casa das Onze J telo, cuja intervenção foi feita com verbas rquitetônico, Urbanístico e Paisagístico Largo da Sé, foi tombado pelo IPHAN em do em seu Livro de Tombo de bens

e ser tombado pelo município, já que faz tro Histórico de Belém (Lei Nº 7.709/94).

po de vida de uma idas na área de ém (MAPA 05) foi os tombados e de figurando a área aetano Brandão e templados com os a Maranhão, cujas olonha e o Instituto restauração. Existe o é o caso da Loja Belém, a Praça do ecursos financeiros a os projetos de tórico e Geográfico dade Velha, cerne que já receberam o

bém concentrados a Praça do Relógio uja restauração foi a Catedral da Sé, Janelas, Praça D. s do Estado. co da Praça Frei em 28 de julho de s Arqueológicos e az parte do espaço