A estrutura de capital das empresas é um freqüente objeto de estudos em finanças e não há um consenso entre os estudiosos em relação aos fatores que determinam a dinâmica do endividamento a mercado ou contábil das empresas. A análise foi direcionada para fatores comportamentais como determinantes do endividamento, além de fatores como a rentabilidade e tamanho das empresas, oportunidades de crescimento, singularidade e tangibilidade. Os resultados mostram evidencias para teoria de trade off e para teoria de pecking order.
Após o estudo realizado nessa pesquisa verificou-se que a hipótese de que gestores fundadores ou herdeiros de empresas são relevantes na estimação do endividamento das firmas não foi rejeitada. Observou-se que a presença de fundadores ou herdeiros de empresas na alta administração (presidentes de conselho ou diretores-presidentes) é positivamente correlacionada com o nível de endividamento das empresas analisadas.
Quando a empresa é administrada por um gestor empreendedor (que não seja fundador ou herdeiro) suas características pessoais também se mostraram relevantes como fatores para decisões que são tomadas em relação ao endividamento das empresas. A presença desse gestor empreendedor é positivamente correlacionada com o nível de endividamento, ou seja, se um empreendedor for da alta administração da empresa, o nível de endividamento será maior do que naquelas que não são administradas por empreendedores, ceteris paribus.
Os resultados sugerem que as decisões de financiamento das empresas são influenciadas por características do gestor que esta na administração da empresa. Contudo, para o caso dos gestores de empresas brasileiras, algumas informações não são divulgadas (como o salário e bônus). Para pesquisas futuras, recomenda-se uma busca por uma proxy alternativa referente ao excesso de confiança/otimismo, que também podem revelar questões comportamentais dos gestores, influenciando a estrutura de capital das empresas.
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APÊNDICE A – EMPRESAS Tabela 10 – Lista de Empresas
Empresa Código Bovespa Empresa Código Bovespa
ANHANGUERA AEDU3 HYPERMARCAS HYPE3
ALL AMER LAT ALLL3 JBS JBSS3
AMBEV AMBV4 KLABIN S/A KLBN4
AMIL AMIL3 LOJAS AMERIC LAME4
BR BROKERS BBRK3 LIGHT S/A LIGT3
BRF FOODS BRFS3 LLX LOG LLXL3
BRASKEM BRKM5 LOJAS RENNER LREN3
BRASIL TELEC BRTO4 MMX MINER MMXM3
B2W VAREJO BTOW3 MPX ENERGIA MPXE3
CCR AS CCRO3 MARFRIG MRFG3
CESP CESP6 MRV MRVE3
CEMIG CMIG4 MULTIPLAN MULT3
CONFAB CNFB4 IOCHP-MAXION MYPK3
CPFL ENERGIA CPFE3 NATURA NATU3
COPEL CPLE6 ODONTOPREV ODPV3
SOUZA CRUZ CRUZ3 P.ACUCAR-CBD PCAR4
COSAN CSAN3 PDG REALT PDGR3
COPASA CSMG3 PETROBRAS PETR3
SID NACIONAL CSNA3 PETROBRAS PETR4
CYRELA REALT CYRE3 PARANAPANEMA PMAM3
DASA DASA3 MARCOPOLO POMO4
DURATEX DTEX3 POSITIVO INF POSI3
ECORODOVIAS ECOR3 RANDON PART RAPT4
ELETROBRAS ELET3 LOCALIZA RENT3
ELETROBRAS ELET6 ROSSI RESID RSID3
ELETROPAULO ELPL4 SABESP SBSP3
EMBRAER EMBR3 SUZANO PAPEL SUZB5
ENERGIAS BR ENBR3 TAM S/A TAMM4
EVEN EVEN3 TRACTEBEL TBLE3
VALEFERT FFTL4 TIM PART S/A TIMP3
FIBRIA FIBR3 TELEMAR N L TMAR5
AES TIETE GETI4 TOTVS TOTS3
GAFISA GFSA3 ULTRAPAR UGPA4
GERDAU GGBR3 USIMINAS USIM3
GERDAU GGBR4 USIMINAS USIM5
GERDAU MET GOAU4 VALE VALE3
GOL GOLL4 VALE VALE5
CIA HERING HGTX3 WEG WEGE3
APÊNDICE B – ESTATÍSTICAS DESCRITIVAS Tabela 11 – Estatísticas descritivas
Variáveis Independentes Média Mediana
Desvio Padrão Observações Rentabilidade a mercado 0,1394 0,1235 0,0928 663 Rentabilidade contábil 0,1456 0,1367 0,0932 663 Crescimento 1,5841 1,2804 1,0209 663 Tamanho da Empresa 1,5140 1,5063 1,5457 663 Tangibilidade a mercado 0,5785 0,4803 0,4583 663 Tangibilidade contábil 0,4819 0,4912 0,1899 663 Singularidade 0,0784 0,0548 0,0824 663
APÊNDICE C – RESULTADOS REGRESSÕES
Tabela 12 – Resultados Regressões – Presidente do Conselho (endividamento a mercado)
Variáveis
Estimações - Endividamento a mercado
Efeitos
Fixos Aleatórios Efeitos
GMM- variáveis instrumentais
Coeficiente
(p-valor) Coeficiente (p-valor) Coeficiente (p-valor) Rentabilidade a mercado (0,01**) -0,2776 (0,00***) -0,2530 (0,05**) -0,4972 Crescimento (0,00***) -0,0072 (0,00***) -0,0751 (0,00***) -0,0638 Tamanho da Empresa (0,02**) -0,0003 (0,44) 0,008 0,0006 (0,54) Tangibilidade a mercado (0,00***) 0,026 (0,00***) 0,1287 (0,00***) 0,2089 Singularidade (0,11) 0,047 0,4390 (0,13) -0,1196 (0,41) Presidente do Conselho - Fundadores e Herdeiros (0,01**) 0,0043 (0,79) 0,031 (0,006***) 0,0637 Presidente do Conselho - Pós graduação -0,046 (0,22) (0,08*) -0,036 0,0068 (0,78) Presidente do Conselho - Empreendedores (0,02**) 0,040 (0,01**) 0,056 (0,082*) 0,0587
Dummies de ano Sim Sim Sim
Estatística F 0,00% -
Teste Breusch Pagan 0,00% -
Teste de Hausman 0,13% -
Estatística J de Hansen
Prob>chi2 0,4315
p-valor; ***, ** e *: significativo a 1%, 5% e 10%, respectivamente
O teste F tem como hipótese nula é a não há heterogeneidade não observada.
O teste de Breusch Pagan a hipótese nula é que o modelo de efeitos fixos é preferível ao modelo de efeitos aleatórios.
O teste de Hausman tem hipótese nula que os efeitos aleatórios são validos.
A estatística J de Hansen possui como hipótese nula de que os instrumentos são válidos Fonte: a autora, dados analisados no E-views 7
Tabela 13 - Resultados Regressões – Presidente do Conselho (endividamento contábil)
Variáveis
Estimações - Endividamento contábil Efeitos
Fixos Aleatórios Efeitos
GMM- variáveis instrumentais
Coeficiente
(p-valor) Coeficiente (p-valor) Coeficiente (p-valor) Rentabilidade contábil (0,00***) -0,4913 (0,00***) -0,4139 (0,04**) -0,4395
Crescimento -0,0041 (0,21) (0,02**) -0,0272 (0,08*) -0,045 Tamanho da Empresa (0,00***) 0,0650 (0,00***) 0,0467 (0,02**) 0,006 Tangibilidade contábil 0,0002 (0,54) 0,0237 (0,61) (0,02**) 0,3119 Singularidade (0,067*) 0,3432 0,3120 (0,11) -0,0321 (0,92) Presidente do Conselho - Fundadores e
Herdeiros 0,0009 (0,87) 0,0191 (0,62) (0,04**) 0,0811 Presidente do Conselho - Pós graduação -0,0057 (0,12) (0,08*) -0,005 -0,0871 (0,11) Presidente do Conselho - Empreendedores (0,00***) 0,0663 (0,00***) 0,0627 (0,01**) 0,1320
Dummies de ano sim sim sim
Estatística F 0,00% -
Teste Breusch Pagan 0,00% -
Teste de Hausman 0,05% -
Estatística J de Hansen
Prob>chi2 0,7823
p-valor; ***, ** e *: significativo a 1%, 5% e 10%, respectivamente
O teste F tem como hipótese nula é a não há heterogeneidade não observada.
O teste de Breusch Pagan a hipótese nula é que o modelo de efeitos fixos é preferível ao modelo de efeitos aleatórios.
O teste de Hausman tem hipótese nula que os efeitos aleatórios são validos.
A estatística J de Hansen possui como hipótese nula de que os instrumentos são válidos Fonte: a autora, dados analisados no E-views 7
Tabela 14 - Resultados Regressões – Diretor Presidente (endividamento a mercado)
Variáveis
Estimações - Endividamento a mercado Efeitos Fixos Aleatórios Efeitos variáveis GMM-
instrumentais
Coeficiente
(p-valor) Coeficiente (p-valor) Coeficiente (p-valor) Rentabilidade a mercado (0,00***) -0,2747 (0,00***) -0,2447 (0,03**) -0,4548 Crescimento (0,00***) -0,0065 (0,00***) -0,0747 (0,00***) -0,0794 Tamanho da Empresa -0,0002 (0,24) (0,43) 0,009 0,0006 (0,54) Tangibilidade a mercado (0,00***) 0,1173 (0,00***) 0,1386 (0,00***) 0,2115 Singularidade 0,2768 (0,17) 0,4150 (0,11) -0,0496 (0,37) Diretor Presidente - Fundadores e Herdeiros (0,06*) 0,0071 0,0184 (0,43) 0,0179 (0,55) Diretor Presidente - Pós graduação (0,68) 0,012 -0,004 (0,42) 0,0008 (0,82) Diretor Presidente - Empreendedores 0,0286 (0,28) 0,0177 (0,49) -0,0261 (0,70)
Dummies de ano Sim Sim Sim
Estatística F 0,00% -
Teste Breusch Pagan 0,00% -
Teste de Hausman 0,06% -
Estatística J de Hansen Prob>chi2
0,3239
p-valor; ***, ** e *: significativo a 1%, 5% e 10%, respectivamente
O teste F tem como hipótese nula é a não há heterogeneidade não observada.
O teste de Breusch Pagan a hipótese nula é que o modelo de efeitos fixos é preferível ao modelo de efeitos aleatórios.
O teste de Hausman tem hipótese nula que os efeitos aleatórios são validos.
A estatística J de Hansen possui como hipótese nula de que os instrumentos são válidos Fonte: a autora, dados analisados no E-views 7
Tabela 15 - Resultados Regressões – Diretor Presidente (endividamento contábil)
Variáveis
Estimações - Endividamento contábil Efeitos
Fixos Aleatórios Efeitos
GMM- variáveis instrumentais
Coeficiente
(p-valor) Coeficiente (p-valor) Coeficiente (p-valor) Rentabilidade contábil (0,00***) -0,3490 (0,00***) -0,3036 (0,04***) -0,6733 Crescimento (0,01***) -0,073 (0,02**) -0,0346 0,0646 (0,13) Tamanho da Empresa (0,00***) 0,0294 (0,00***) 0,0264 0,0001 (0,89) Tangibilidade contábil 0,0409 (0,43) 0,0591 (0,20) (0,08*) 0,095 Singularidade (0,06*) 0,4726 (0,05*) 0,4457 -0,1754 (0,37) Diretor Presidente - Fundadores e Herdeiros 0,0352 (0,35) 0,0221 (0,50) 0,0091 (0,82) Diretor Presidente - Pós graduação 0,0091 (0,97) -0,0012 (0,42) -0,0871 (0,11) Diretor Presidente - Empreendedores 0,0404 (0,17) 0,0329 (0,26) (0,58) 0,054
Dummies de ano sim sim sim
Estatística F 0,00% -
Teste Breusch Pagan 0,00% -
Teste de Hausman 0,08% -
Estatística J de Hansen
Prob>chi2 0,9672
p-valor; ***, ** e *: significativo a 1%, 5% e 10%, respectivamente
O teste F tem como hipótese nula é a não há heterogeneidade não observada.
O teste de Breusch Pagan a hipótese nula é que o modelo de efeitos fixos é preferível ao modelo de efeitos aleatórios.
O teste de Hausman tem hipótese nula que os efeitos aleatórios são validos.
A estatística J de Hansen possui como hipótese nula de que os instrumentos são válidos Fonte: a autora, dados analisados no E-views 7