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Conclude the Open Day discussions and make recommendations as

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2. Quiz: o comércio local

*Contatar, observar e descrever diferentes locais de comércio: -onde se abastecem; -como se transportam os produtos; -como se conservam os

Apresentação de um Power Point sobre a temática;

Apresenta aos alunos a atividade;

Visualizam atentamente a apresentação; Escutam atentamente; Computador; Slide show; Quadro; Giz; Folha branca para registo das respostas; Cartões com questões;

produtos alimentares; -como se vendem (condições de armazenamento e manuseamento…); -reconhecer menções obrigatórias nos produtos (composição, validade, modo de emprego); -reconhecer a importância do recibo e/ou factura.

Divide a turma em grupos de 5/6 elementos;

Distribui uma folha branca para registo das respostas;

Lê as questões; Recolhe as folhas;

Entrega um certificado à equipa vencedora.

Organizam-se em grupos;

Recebem a folha e escrevem o nome dos elementos de cada equipa; Escutam atentamente e registam as respostas;

Entregam as folhas;

Reflexão.

Levar os alunos a quererem aprender foi o nosso principal objetivo para esta segunda semana de prática pedagógica. O professor é visto como um líder na sala de aula, pois influencia os alunos para que se interessem pelas aulas, estejam atentos, sejam empenhados, apresentem bons comportamentos e obtenham bons resultados escolares.

Se no passado os alunos aceitavam, pacificamente, o estatuto do professor por o considerarem competente a nível de conhecimentos e por reconhecerem que este detinha o poder de punir ou de recompensar, atualmente, isso já não acontece (Jesus, 1996). Neste contexto, quando iniciámos a nossa prática pedagógica era frequente ouvirmos a expressão “São estagiárias!”, o que, consequentemente fazia com que os alunos olhassem para nós como professoras “sem experiência”. Como tal, no primeiro dia de prática pedagógica para além de colocarem, algumas vezes, em causa a nossa competência também contestavam algumas das nossas decisões. Para além destes aspetos, não pudemos descartar o facto de a maioria destes alunos evidenciar uma significativa ausência de valores que afetam todo o ambiente educativo, bem como o desinteresse pela escola por parte de alguns alunos. Ora, uma vez que não estamos perante uma população de risco, procurámos compreender se estes comportamentos advinham das inter-relações que se estabelecem com os alunos. De modo a colmatar esta situação, e após termos refletido sobre estas questões, tentámos, já no segundo dia, estabelecer uma relação de empatia com os alunos, com o intuito de criarmos uma atmosfera que fosse propícia à aprendizagem. Segundo Deci (1975), os professores privilegiam mais os aspetos cognitivos dos alunos, enquanto os alunos privilegiam os aspetos relacionais e afetivos dos professores. Neste sentido, considerámos importante nos aproximarmos das necessidades relacionais e de desenvolvimento dos alunos, com

o intuito de conseguirmos influenciá-los e motivá-los a alcançar objetivos, constantes nas nossas planificações, no que diz respeito ao plano cognitivo.

Ao contrário do primeiro dia, que se pautou por um certo distanciamento e neutralidade afetiva, neste segundo dia conseguimos fomentar uma relação de

aprazimento com os alunos. Apesar de, nos últimos anos, os professores terem perdido algum estatuto, o que dificulta a sua influência sobre os alunos, continuam, a meu ver, a possuir um instrumento fulcral que lhes permite criar laços com os alunos. Sendo este, a linguagem utilizada na relação pedagógica, quer verbal, quer não-verbal. Como tal, importa referir algumas das frases que utilizámos para conseguirmos estabelecer uma relação de agrado com os alunos: “Continua, eu sei que tu consegues!” (levando-os a aperfeiçoar e a se esforçar no trabalho que estavam a desenvolver); “Se tiverem alguma dúvida não hesitem em levantar o dedo” (promovendo a participação dos alunos e a compreensão das nossas explicações). Para além destas estratégias, e para conseguirmos contornar com sucesso situações de desinteresse, criámos experiências em que os alunos tivessem um papel ativo na construção do seu próprio saber e aproveitámos as

diferenças existentes entre os alunos, levando a que os alunos que já haviam

compreendido as nossas explicações apresentassem os conteúdos aos alunos com mais dificuldades. Promovemos também a realização de tarefas de nível intermédio, pois as tarefas demasiado fáceis ou demasiado difíceis não fomentam o envolvimento dos alunos. Tentámos também evidenciar sempre que possível o esforço e a capacidade dos alunos. Neste sentido, elogiávamos sempre os trabalhos destes alunos, estimulando-os sempre pelo que faziam corretamente e não pelo que faziam de errado, pois

consideramos que é importante promover situações em que o sucesso supere sempre o fracasso. Julgamos ser assim fundamental criar uma relação com os alunos baseada em atitudes de confiança, compreensão, valorização e respeito levando-os a mobilizar todas

as suas capacidades ao serviço de um determinado objetivo que os conduza ao sucesso em todas as vertentes da vida. É muito fácil “deixarmo-nos levar” pelos alunos que estão sempre a querer participar e que, em certa parte, dominam a turma. Contudo, consideramos que foi fundamental estimularmos os alunos que estão constantemente distraídos e que provocam sempre distúrbios. Acreditamos que desistir destes alunos não é a melhor opção, a verdade é que estes necessitam da nossa atenção e constituem um verdadeiro desafio para nós, enquanto futuros docentes.

Comprovou-se assim, que as inter-relações entre professor/aluno são as que mais favorecem a aprendizagem de conteúdos, bem como a motivação dos alunos para a sua aprendizagem, devendo estas serem próximas e intensas o suficiente para permitirem um processo de ensino-aprendizagem que os conduza ao sucesso.

3ª Semana de estágio.

Planificação.

Plano de Português Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-escolar da Ajuda

Professora Cooperante: Marta de Freitas Turma: 3ºB Nº de alunos: 26

Data: 03/12/2012 (segunda-feira)

Nome das Estudantes Estagiárias: Ana Jarimba e Andreia Rodrigues Orientadora das atividades: Ana Jarimba

Momentos de Trabalho Objetivos Específicos Papéis Material

Do professor Dos alunos

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