• No results found

5.3 Themes and Sub-Themes

5.3.2 Theme two: Conceptualisation of children

5.3.2.2 Children autonomy versus Parental authority

A UFRN, assim como as demais instituições públicas, possui o desígnio de buscar sempre a excelência, tendo-se como base o esforço contínuo em aprimorar serviços, qualificar custos e produzir ações inovadoras, dedicando-se a atender com eficácia ao cidadão e alcançar melhoria gerencial. No entanto, para que a organização possa fornecer um serviço eficaz e eficiente, é necessário que os seus trabalhadores estejam qualificados e saudáveis. Ou seja, é fundamental que haja investimentos na qualidade de vida no trabalho desses profissionais, que são a chave para a excelência de qualquer organização.

Buscando uma melhor QVT para os seus trabalhadores, a UFRN concebeu o programa Viver em Harmonia, que foi o objeto de estudo dessa pesquisa, em que, por meio da análise da percepção dos coordenadores e participantes das atividades oferecidas no PQVT, construiu-se um cenário explicativo da inter-relação dos sujeitos com este programa, fornecendo elementos para a compreensão dos resultados obtidos.

O programa mostrou-se satisfatório no geral, e a presente pesquisa revelou alguns possíveis aprimoramentos para promover a qualidade de vida no trabalho. Uma das suas lacunas é não possuir atividades relacionadas às condições de trabalho, geralmente as principais responsáveis pelo crescente número de adoecimentos, afastamentos e absenteísmo no trabalho. Portanto, é primordial que haja a inserção de atividades dessa natureza. Além disso, verificou-se com esse estudo que no programa de QVT da UFRN não existem indicadores de gestão (indicadores de eficácia, eficiência e efetividade) que monitorem a quantidade e a qualidade dos serviços realizados, e os impactos para o público-alvo.

A baixa adesão e a evasão podem estar ocorrendo devido à ausência de uma sistemática de avaliação do programa, pela não construção coletiva do programa, falta de divulgação maciça e a importância em participar das atividades, disponibilidade reduzida de vagas e horários das atividades, descontinuidade de algumas ações, dentre outros motivos citados na discussão. A construção do programa acontecer de forma coletiva poderia trazer grandes benefícios ao programa e aos trabalhadores, que se sentiriam prestigiados, orgulhosos e motivados a participar das ações que eles ajudaram a desenvolver. Além disso, o apoio e envolvimento dos líderes e gestores às ações de qualidade de vida no trabalho são fundamentais para se atingir os objetivos propostos. Essa construção coletiva traz responsabilidades aos trabalhadores e também desafios para a coordenação do programa, que deverá gerenciar da melhor forma essa situação.

Por vezes, as estratégias de gestão de pessoas que são postas em prática nas organizações possuem a finalidade de gerar uma melhor qualidade de vida no trabalho, no entanto, nem sempre o sucesso é obtido, pois aquele que é o principal ator do trabalho, o trabalhador, não é consultado, não é ator participante da construção dessas estratégias. Como já bem disse Ferreira et al. (2009), a concepção e implantação de programas de qualidade de vida no trabalho quando acontecem com a participação dos trabalhadores da organização proporcionam bem-estar no trabalho, além de propiciar maior eficiência e eficácia dentro da organização. Portanto, é de grande importância que sejam realizadas pesquisas que possam verificar a percepção do trabalhador com o programa, envolvendo-o, oportunizando o trabalhador de emitir suas queixas, necessidades e sugestões e com isso, melhorar e divulgar ainda mais o Viver em Harmonia. Como já dizia o cantor Raul Seixas em sua canção intitulada Prelúdio: “Sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, sonho que se sonha junto é realidade.”

A fim de melhorar a motivação e adesão ao programa e diminuir a desistência das atividades, foi proposta a inserção de ações voltadas a mudanças de hábitos, que poderão vir a modificar toda a vida dos trabalhadores, caso as alterações sejam incluídas em suas rotinas diárias. A pesquisadora sugere ainda que a UFRN adote para seu PQVT a abordagem da ergonomia da atividade aplicada à qualidade de vida no trabalho, por possuir caráter preventivo. Conforme Ferreira (2008, 2011, 2012a), quando adotada na concepção e implantação de programas de qualidade de vida no trabalho, a EAA_QVT pode auxiliar na obtenção de resultados positivos para os gestores atuarem em situações que inviabilizam ou dificultam a implementação de PQVTs, como a solução de continuidade do programa, o apoio da alta administração, a capacitação gerencial e a cultura organizacional.

Além dessas, foram mencionadas algumas outras sugestões dos trabalhadores envolvidos nas ações do PQVT, coordenadores e usuários das atividades que, se implementadas, poderão contribuir em muito para a melhoria do Programa Viver em Harmonia e, consequentemente, irão colaborar para a melhoria da qualidade de vida no trabalho, que é a finalidade máxima do programa.

O estudo mostra alguns dos desafios e expectativas a serem repensados por aqueles que possuem função estratégica nas ações de QVT, que são dirigentes e gestores. É fundamental definir o papel desses sujeitos, que ocupam posição de comando e de liderança nas organizações, servindo como modelo para outros servidores. Portanto, é imprescindível que tanto os gestores quanto os chefes de setores e demais dirigentes da organização

participem de ações de QVT, pois, entre outras funções, eles poderão por um lado ser facilitadores e, por outro, barreiras à concepção e à implantação de PQVTs.

Essa pesquisa contribuiu para a consolidação da abordagem da Ergonomia da Atividade Aplicada à Qualidade de Vida no Trabalho (EAA_QVT), que é uma abordagem “contra-hegemônica” de QVT e preconiza uma perspectiva preventiva em relação à saúde do trabalhador. Os resultados aqui encontrados fornecem uma contribuição acadêmica sobre como os trabalhadores de uma instituição pública federal, UFRN, percebem o PQVT nela desenvolvido. Esses resultados fornecem subsídios para os gestores atuarem junto a promoção da QVT na universidade, especialmente na formulação da Política e do Programa de Qualidade de Vida no Trabalho de viés preventivo.

Em relação às limitações dessa pesquisa, é importante esclarecer que apesar de os resultados encontrarem semelhança com outros estudos, eles não autorizam generalizações, mas permitem formular hipóteses quanto a serem específicos da organização estudada ou um traço da postura gerencial no setor público. Os resultados mostraram uma visão panorâmica sobre como os participantes percebem o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho da UFRN. Para compreender os indicadores revelados pela pesquisa é necessário aprofundar a investigação, com a realização da Análise Ergonômica do Trabalho, metodologia utilizada na etapa microdiagnóstico da abordagem adotada.

Uma das limitações encontradas na pesquisa dá-se pelo instrumento adotado que, por vezes, intimida os respondentes. Com o gravador desligado algumas sensações de angústia, medo e indignação puderam ser captadas pela pesquisadora na fala de alguns respondentes, que retrataram ter havido assédio moral e perseguição em seu ambiente de trabalho. Entretanto, nada foi feito até o momento para resolver o problema e, como o foco do estudo não foi as condições de trabalho em si, sugere-se que essa temática seja aprofundada em pesquisas futuras, para que se possa traçar um diagnóstico e propor estratégias para a melhoria da QVT dos trabalhadores da instituição. Essa é uma questão bastante complexa que merece um cuidado especial. Outra limitação do estudo encontrada refere-se à falta de critérios metodológicos para se mensurar os resultados das ações de QVT, especialmente os relacionados à produtividade que, no entanto, não era o objetivo do estudo, mas que a pesquisadora sugere para o tema de pesquisas mais aprofundadas sobre a qualidade de vida no trabalho a ser realizada na UFRN.

REFERÊNCIAS

ABRAHÃO, J. et al. Introdução à Ergonomia: da teoria à prática. São Paulo: Blucher, 2009. 240 p.

ALBUQUERQUE, L. G., LIMONGI-FRANÇA, A. C. Estratégias de recursos humanos e gestão da qualidade de vida no trabalho: o stress e a expansão do conceito de qualidade total.

Revista de Administração, São Paulo, v. 33, n. 2, p. 40-51, abr./jun. 1998. Disponível em:

<http://www.rausp.usp.br/busca/artigo.asp?num_artigo=144>. Acesso em 20 dez. 2014.

ALVES, E. F. Programas e ações em qualidade de vida no trabalho. Revista InterfacEHS, São Paulo, v. 6, n. 1, p. 60-78, abr. 2011. Disponível em: <http://www.revistas.sp.senac.br/ index.php/ITF/article/viewFile/168/180>. Acesso em: 22 out. 2014.

ANDRADE, R. M. Qualidade de Vida no Trabalho dos colaboradores da Empresa

Farben S.A. Indústria Química. 2012. 52 f. Trabalho de Conclusão de Curso

(Especialização em Gestão Empresarial)-Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, 2012. Disponível em: <http://repositorio.unesc.net/bitstream/handle/1/1077/ Rubia%20Manarim%20Andrade.pdf?sequence=1>. Acesso em: 20 fev. 2015.

ARAUJO, J. H. E. Ginástica Laboral e Ergonomia: considerações sobre essa temática. 2007. 31 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física)-Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2007. Disponível em:

<www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?down=000413643>. Acesso em: 31 mai.

2013.

ARAÚJO, J. P. Afastamento do trabalho: absenteísmo e presenteísmo em uma Instituição Federal de Ensino Superior. 2012. 109 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde)- Universidade de Brasília, Brasília, 2012. Disponível em: <http://repositorio.unb.br/ handle/10482/11239>. Acesso em: 10 dez. 2013.

ARELLANO, E. B. Avaliação dos programas de Qualidade de Vida no Trabalho – análise crítica das práticas das organizações premiadas no Brasil. 2008. 194 f. Tese (Doutorado em Nutrição Humana Aplicada)–Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/89/89131/tde-11082008- 110815/pt-br.php>. Acesso em 17 ago.2014.

BALDAN, C. et al. Avaliação dos aspectos pessoais ocupacionais e psicossociais, e sua relação no surgimento e/ou agravamento de lesões músculo-esqueléticas em um setor de trabalho. Revista Fisioterapia em Movimento, Curitiba, v. 14, n. 2, p. 37-42, 2002. Disponível em: <http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/

iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=315419&indexS earch=ID>. Acesso em: 20 jul. 2014.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. 2. reimp. 1. ed. São Paulo: Edições 70, 2011. 229 p.

BERGAMASCHI, E. C.; DEUTSCH, S.; FERREIRA, E. P. Ginástica Laboral: possíveis implicações para esferas física, psicológica e social. Revista Brasileira de Atividade Física e

Saúde, Rio Grande do Sul, v. 7, n. 3, p. 23-29, mar. 2002. Disponível em:

<http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/903>. Acesso em 31 mai. 2003.

BERTERO, C. O. Cultura organizacional e instrumentalização do poder. In: FLEURY, M. T. L; FISCHER, R. M., org. Cultura e poder nas organizações. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1996. p. 29-44.

BRASIL. Saúde e Segurança do Trabalho: Estudo da Previdência Social indica mudança nas causas de afastamento do trabalho. 2014. Disponível em: < http://www.previdencia.gov.br/noticias/saude-e-seguranca-do-trabalho-estudo-da-previdencia -social-indica-mudanca-nas-causas-de-afastamento-do-trabalho/>. Acesso em 20 mar. 2015.

BRASIL. Informações Estatísticas Relativas à Segurança e Saúde Ocupacional do

Ministério da Previdência Social. 2013. Disponível em:

<http://www.previdencia.gov.br/estatistic as/>. Acesso em: 10 dez. 2013.

BRASIL. Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho – NR17. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). 62. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 797 p.

BRASIL. Instrução Normativa INSS/DC nº 98, de 05 de dezembro de 2003. Disponível em: <http://www.prt21.mpt.gov.br/fepmat/inst_normativa.htm>. Acesso em: 29 nov. 2013.

BRASIL. Código Civil: Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8112cons.htm>. Acesso em 22 abr. 2015.

BRITTEN, N. Making sense of qualitative research: a new series (editorials). Medical

Education, Estados Unidos, v. 39, n. 1, p. 5-6, jan. 2005.

CAPPELLE, M. C. A.; MELO, M. C. O. L.; GONÇALVES, C. A. Análise de conteúdo e análise de discurso nas ciências sociais. Organizações Rurais e Agroindustriais - Revista Eletrônica de Administração da UFLA, v. 5, n. 1, 2003. Disponível em: <http://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/251/248>. Acesso em 18 mar. 2015.

CHACÓN, C. G. A. Estudo clínico e epidemiológico dos casos suspeitos de

L.E.R./D.O.R.T. na indústria de alimentos nutrimental: ginástica laboral como medida

preventiva. 1999. 51 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Saúde do Trabalho)-Setor de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 1999. Disponível em: <http://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-268858>. Acesso em: 17 out. 2014.

CHÁVEZ, R. C. Condiciones de trabajo y bienestar/malestar docente en profesores de enseñanza media de Santiago de Chile. Educação e Sociedade, Campinas, v. 30, n. 107, p. 409-426, mai./ago. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101- 73302009000200006&script=sci_arttext>. Acesso em 17 jun. 2015.

COUTO, H. A. Ergonomia Aplicada ao Trabalho: o manual técnico da máquina humana. Belo Horizonte: Ergo, 1995. 353 p.

DAVIS, K.; NEWSTROM, J. W. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem psicológica. 3. ed. São Paulo: Centage Learning, 2004. 194 p.

DEJOURS, C.; ABDOUCHELI, E.; JAYET, C. Psicodinâmica do trabalho: contribuições da escola dejouriana à análise da relação prazer, sofrimento e trabalho. São Paulo: Atlas, 1993. 152 p.

DESLAURIERS, J. P. Recherche qualitative: guide pratique. Collection Thema. Montréal: McGraw-Hill, 1991. 143 p.

DUHIGG, C. O poder do hábito: por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012. 407 p.

FALZON, P. Ergonomia. São Paulo: Edgard Blucher, 2007. 664 p.

FERNANDES, E. C. Qualidade de vida no trabalho: como medir para melhorar. Salvador, BA: Casa da Qualidade, 1996. 115 p.

FERREIRA, C. L. et al. Desenvolvimento e validação da versão brasileira do Diagnóstico do Trabalho (Job Diagnostic Survey) de Hackman e Oldham. Gestão e Produção, São Carlos, v. 21, n. 2, p. 285-301, 2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_ arttex&pid=S0104-530X2014000200006&lng=pt&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 14 fev. 2015.

FERREIRA, M. C. Qualidade de Vida no Trabalho: uma abordagem centrada no olhar dos trabalhadores. 2. ed. Brasília: Paralelo 15, 2012a. 344 p.

FERREIRA, M. C. Ergonomia da Atividade Aplicada à Qualidade de Vida no Trabalho: saúde e promoção do bem-estar dos trabalhadores em questão. Revista Tempus Actas de

Saúde Coletiva, v. 6, n. 6, p. 61-78, 2012b. Disponível em:

<http://www.ergopublic.com.br/arquivos/1361295898.52-arquivo.pdf>. Acesso em: 12 fev. 2015.

FERREIRA, M. C. A Ergonomia da Atividade pode Promover a Qualidade de Vida no Trabalho? Reflexões de Natureza Metodológica. Revista Psicologia: Organizações e

Trabalho, Florianópolis, v. 11, n. 1, p. 8-20, jan./jun. 2011. ISSN 1984-6657. Disponível em:

<http://submission-pepsic.scielo.br/index.php/rpot/index>. Acesso em: 06 ago. 2014.

FERREIRA, M. C. et al. Qualidade de Vida no Trabalho: a ótica da restauração corpo-mente e o olhar dos trabalhadores. In: FERREIRA, M. C. et al. (Org.). Dominação e resistência no

contexto trabalho-saúde. São Paulo: Makenzie, 2011. p. 159-182.

FERREIRA, M. C; ALVES, L.; TOSTES, N. Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) no Serviço Público Federal: o descompasso entre problemas e práticas gerenciais.

Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 25, n. 3, p. 319-327, 2009. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-37722009000300005&script=sci_abstract&tlng =pt>. Acesso em: 29 mar. 2014.

FERREIRA, M. C.; SEIDL, J. Mal-estar no Trabalho: Análise da Cultura Organizacional de um Contexto Bancário Brasileiro. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 25, n. 2, p. 245- 254, abr./jun. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ptp/v25n2/a13v25n2.pdf>. Acesso em: 29 mar. 2014.

FERREIRA, M. C. A ergonomia da atividade se interessa pela qualidade de vida no trabalho? Reflexões empíricas e teóricas. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, São Paulo, v. 11, n. 1, p. 83-99, 2008. Disponível em: <http://ergopublic.com.br/ arquivos/1252860601.97- arquivo.pdf>. Acesso em 10 dez. 2013.

FERREIRA, M. C. Custo Humano do Trabalho. In: CATTANI, A.D., HOLZMANN, L. (Org.). Dicionário de Trabalho e Tecnologia. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2006. p. 84- 88.

FERREIRA, M. C. Interação teleatendente-teleusuário e custo humano do trabalho em central de teleatendimento. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, São Paulo, 2004, v. 29, n. 110, p. 7-15. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbso/v29n110/02.pdf>. Acesso em: 01 jul. 2015.

FERREIRA, M. C.; MENDES, A. M. “Só de pensar em vir trabalhar, já fico de mau humor ”: atividade de atendimento ao público e prazer-sofrimento no trabalho. Revista Estudos de

Psicologia, Natal, v. 6, n. 1, p. 93-104, jan./jun. 2001. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/epsic/v6n1/5336.pdf>. Acesso em: 01 jul. 2015.

FERREIRA, R. R. et al. Concepção e Implantação de um Programa de Qualidade de Vida no Trabalho no Setor Público: o papel estratégico dos gestores. Revista de Administração, São Paulo, v. 44, n. 2, p. 147-157, abr./mai./jun. 2009. Disponível em: < www.rausp.usp.br/download.asp?file=V4402147.pdf> Acesso em: 29 mar. 2014.

FERRO, F. F. Instrumentos para medir a qualidade de vida no trabalho e a ESF: uma revisão de literatura. 2012. 90 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família)-Universidade Federal de Minas Gerais, Minas Gerais, 2012. Disponível em: <https:www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/pesquisa/simples/Instrume ntos%20para%20medir%20a%20qualidade%20de%20vida%20no%20trabalho%20e%20a%2 0ESF:%20uma%20revis%C3%A3o%20de%20literatur a/1030>. Acesso em: 18 fev. 2015.

FIGUEIREDO, F.; MONT’ALVÃO, M. Ginástica laboral e Ergonomia. Rio de Janeiro: Sprint, 2005. 192 p.

FOX, E.; MATHEWS, D. Bases Fisiológicas da Educação Física e dos Desportos. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. 488 p.

FUNDACENTRO. Lesão por Esforço Repetitivo (L.E.R.) ou Distúrbios

Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (D.O.R.T.). [s.d.] Disponível em:

<http://www.fundacentro.gov.br/conteudo.asp?D=CTN&C=499&menuAberto=0>. Acesso em: 25 mai. 2013.

GIL, A. C. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 216 p.

GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Record, 1997. 107 p.

GONDIM, K. M. et. al. Avaliação da prática de ginástica laboral pelos funcionários de um hospital público. Revista da Rede de Enfermagem de Fortaleza, Fortaleza, v. 10, n. 2, p.

95-102, abr./jun. 2009. Disponível em: <

http://www.revistarene.ufc.br/10.2/html/10_2_10.html>. Acesso em: 15 set. 2014.

GUÉRIN, F. et al. Compreender o trabalho para transformá-lo: a prática da ergonomia. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 201 p.

GUIMARÃES, A. C. A. et al. Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso praticantes e não praticantes de atividade física. Revista Brasileira de

Geriatria e Gerontologia, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p. 661-670, dez. 2012. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-98232012000400007&lng=p t&nrm=iso>. Acesso em: 05 mai. 2015.

KNOPLICH, J. Enfermidades da coluna vertebral. 2. ed. Rio de Janeiro: Panamericana, 1986. 175 p.

KUNSCH, M. M. K. Comunicação organizacional na era digital: contextos, percursos e possibilidades. Signo y Pensamiento, v. 26, n. 51, p. 38-51, jul./dez. 2007. Disponível em: < http://revistas.javeriana.edu.co/index.php/signoypensamiento/article/viewFile/3714/3379>. Acesso em: 20 jun. 2013.

LACAZ, F. A. C. Qualidade de vida no trabalho e saúde/doença. Ciência e Saúde Coletiva, v. 5, n. 1, p. 151-161, 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413- 81232000000100013&script=sci_arttext>. Acesso em 29 mai. 2015.

LAVILLE, A. Ergonomia. São Paulo: EPU. 1977. 99p.

LIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2005. 614p.

LIMONGI-FRANÇA, A. C.; SCHIRRMEISTER, R.; VELOSO, E. F. R. A influência da Qualidade de Vida no Trabalho em situações de transição profissional: um estudo de caso sobre desligamento voluntário. Revista Administração em Diálogo, São Paulo, v. 9, n. 1, p. 35-58, 2007. Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/rad/article/view/1511>. Acesso em: 10 jan. 2015.

LIMONGI-FRANÇA, A.C.; KANIKADAN, A.Y.S. A construção de um modelo de coleta de dados a partir dos modelos de indicadores Biopsicossocial e Organizacional – BPSO-96 e do Modelo de Competências do Bem-estar – BEO sobre Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho. Revista Eletrônica de Administração, 54 ed. , v. 12, n. 6, nov./dez. 2006. Disponível em: < http://www.seer.ufrgs.br/index.php/read/article/view/40282/25618>. Acesso em: 20 abr. 2015.

LIMONGI-FRANÇA, A. C. Qualidade de vida no trabalho: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial. São Paulo: Atlas, 2003. 189 p.

LIMONGI-FRANÇA, A. C.; ZAIMA, G. Gestão da qualidade de vida no trabalho – GQVT. In: Manual de gestão de pessoas e equipes: estratégias e tendências. São Paulo: Gente, 2002, v. 1. p. 78-87.

LIMONGI-FRANÇA, A. C. Interfaces da Qualidade de Vida no Trabalho na

administração de empresas: fatores críticos da gestão empresarial para uma nova

competência. 2001. 247 f. Tese de Livre-Docência, Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.

MARQUES, S. V. D.; MARTINS, G. B.; SOBRINHO CRUZ, O. Saúde, trabalho e subjetividade: absenteísmo-doença de trabalhadores em uma universidade pública. Cadernos

EBAPE.BR, Rio de Janeiro, v. 9, p. 668-680, 2011. Edição especial. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-39512011000600012>. Acesso em: 02 ago. 2014.

MARTINS, M. I. C.; MOLINARO, A. Reestruturação produtiva e seu impacto nas relações de trabalho nos serviços públicos de saúde no Brasil. Revista Ciências e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 18, n. 6, p. 1667-1676, jun. 2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232013000600018>. Acesso em: 03 mai. 2014.

MARTINS, J.; BICUDO, M. A. V. A pesquisa qualitativa em psicologia: fundamentos e recursos básicos. 2. ed. São Paulo: Moraes, 1994. 110 p.

MATOS, F. G. Fator QF – Quociente de Felicidade: ciclo de felicidade no trabalho. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 121 p.

MELLO, S. F. M. Comunicação e organizações na sociedade em rede: novas tensões,