• No results found

Buckling resistance of a column towards compression

3 Column design according to Eurocodes

3.3 Ultimate limit state (ULS)

3.3.5 Buckling resistance of a column towards compression

A atividade miotóxica induzida por peçonhas de B. erythromelas e B. jararaca (Figuras 21A e 21B, respectivamente), foi avaliada no tempo de três horas após o protocolo de pré-tratamento com o extrato. Todas as doses inibiram a atividade miotóxica induzidas por ambas as peçonhas significativamente (p < 0,05) com todas as doses testadas.

Figura 21: Inibição da atividade miotóxica das peçonhas de B. erythromelas e B. jararaca, com o extrato de J. mollissima

(A) B. erythromelas e B) B. jararaca

Inibição da miotoxicidade induzida pelas peçonhas de (Ber) B. erythromelas e (Bja) B. jararaca com o extrato aquoso das folhas de Jm (J. mollissima) (50, 100 e 200 mg/Kg, i.p.) e (Dexa) dexametasona (2 mg/Kg, i.p.). Valores expressos como média ± erro médio padrão com n=5. *p < 0,05, **p < 0,01 e ***p < 0,001 quando comparados ao grupo controle (injeção das peçonhas), após teste de Tukey (ANOVA).

UFRN/CCS – PPGCF DISCUSSÃO

PÁGINA 55 GOMES, J.A.S.

6 DISCUSSÃO

É importante se estudar os extratos obtidos a partir de plantas, em especial J. mollissima, uma vez que o conhecimento popular indica uma série de usos possíveis e alguns estudos farmacológicos já vêm demonstrado a veracidade de seus usos tradicionais (ABREU et al., 2003; MARIZ, 2007; LEAL; AGRA, 2005; VEIGA, 2008). Com relação ao uso como antiofídico dessa espécie, no entanto, há escassez de trabalhos com este enfoque, o que impulsionou o estudo dessa planta nesse trabalho. A carência dos estudos fitoquímicos sistematizados, que revelem as principais classes de constituintes e compostos majoritários presentes em extratos de folhas de J. mollissima, ainda não publicado, torna difícil o controle de qualidade do extrato preparado em virtude da falta de padrões de referência.

A partir da análise por CCD e a co-CCD sugere-se a presença dos flavonóides como compostos majoritários, a julgar pelo número, intensidade e tamanho das manchas quando reveladas com Reagente A Natural. Por meio do CLAE, quatro compostos tiveram sua presença confirmada como sendo a isoorientina, orientina, vitexina e isovitexina.

Segundo Veiga (2008), os flavonóides podem ser considerados os compostos majoritários das folhas de J. gossypiifolia, podendo servir como indicadores de controle de qualidade. Tal observação também foi feita de acordo com os resultados obtidos nesse estudo, onde se encontrou um perfil cromatográfico de J. mollissima semelhante por CCD. Estudos mostram que vários flavonóides inibem as fosfolipases e hialuronidases das peçonhas ofídicas, possuem potente atividade quelante com os metais e que o flavonóide luteolina apresentou atividade antiofídica, ao inibir hialuronidases da peçonha da serpente Crotalus adamenteus (CARVALHO et al., 2013; MORS et al., 2000; SANTHOSH et al., 2013). A presença desses possíveis flavonóides no extrato de J. mollissima e a possibilidade de serem analisados in vivo em busca de sua atividade antiofídicas é de extrema importante, uma vez que iria ajudar a complementar a soroterapia, principalmente nas regiões onde a soroterapia é quase nula.

A inibição da atividade edmatogênica foi avaliada, e observou-se que o extrato das folhas de J. mollissima inibiu o efeito edematogênico induzido tanto pela peçonha de B. erythromelas como do B. jararaca após 120 minutos, como observado nas Figuras 14A e B. Várias toxinas podem ser responsáveis pelo efeito edematogênico produzido pela peçonha botrópica entre elas as fosfolipases A2 e as metaloproteases hemorrágicas e não- hemorragicas. A literatura descreve que os sintomas locais (principalmente o edema), são mais difíceis de neutralizar isto porque as peçonhas botrópicas atuam rapidamente e muitos

PÁGINA 56 GOMES, J.A.S.

desses efeitos são causados por mediadores endógenos da resposta inflamatória liberado pelo tecido lesado, em resposta a lesão das peçonhas (GUTIÉRREZ et al., 1995; PICOLO et al., 2002)

Quanto à atividade anti-edematogênica apresentada pelo extrato de J. mollissima pode-se sugerir que o extrato apresenta atividade anti-inflamatória que reduz a inflamação provocada pelos mediadores químicos endógenos liberados pelas toxinas presentes nessas peçonhas. Estudos mostram que o gênero Jatropha apresenta atividade anti-edematogênica e isso foi comprovado por um dos trabalhos desenvolvidos pelo nosso grupo de pesquisa, que mostrou que o extrato das folhas de J. gossypiifolia reduziu o edema de pata induzido por B. jararaca, nas mesma doses utilizadas no presente trabalho (FÉLIX-SILVA, 2014).

Após a formação de edema, a reação local subsequente é o recrutamento de leucócitos circulantes – neutrófilos, eosinófilos, linfócitos e monócitos – que migram, seletivamente, para o local da inflamação (ALBELDA et al., 1994; ZAMUNER; TEIXEIRA, 2003). No início da resposta inflamatória aguda, há acúmulo predominantemente de neutrófilos. Essas células representam a primeira linha de defesa no organismo e apresentam uma capacidade fagocítica para a eliminição do agente agressor alta. Nas fases mais tardias da resposta inflamatória, são observadas as células mononucleares (KUMAR et al., 2008)

No presente estudo, foi avaliada a capacidade do extrato aquoso das folhas de J. mollissima em inibir a migração leucocitária para a cavidade peritoneal induzida pelas peçonhas de B. erythromelas e B. jararaca. Os resultados demonstraram que o extrato foi capaz de reduzir significativamente a migração celular induzida por ambas as peçonhas em todas as doses testadas (Figuras 15A e B). O presente estudo demonstra ainda, que o extrato aquoso de J. mollissima também reduziu significativamente o número das células mononucleares e polimorfonucleares que migraram para a cavidade peritoneal induzida pela peçonha de B. erythromelas e B. jararaca em todas as doses testadas (Figuras 16A e B).

Estudos anteriores mostram que as metaloproteases presente na peçonha de B. asper, quando injetado na cavidade peritoneal de camundongos induziu um aumento dos níveis de IL-1, acompanhado de aumento da expressão de moléculas de adesão de leucócitos. Essas metaloproteases também são responsáveis pela ativação do sistema complemento, resultando em um aumento de migração celular (TEIXEIRA et al., 2003). Segundo Farsky et al., (1997) o sistema complemento também é ativado pela peçonha de B. jararaca possivelmente pela ação de metaloproteases. Além de possuir as metaloproteases, a peçonha de Bothrops possui atividade das fosfolipases A2 que são importantes para a indução da migração de leucócitos,

UFRN/CCS – PPGCF DISCUSSÃO

PÁGINA 57 GOMES, J.A.S.

provavelmente por induzir de forma mais potente a indução de mediadores importantes para a migração. Isto se dá devido à fosfolipases A2 Asp49 que são mais potentes que as fosfolipazes Lys49 em induzir mediadores inflamatórios como a IL-1, IL-6, TNF-α além de ativar moléculas de adesão importantes para a migração das células (CASTRO et al., 2000; ZULIANI et al., 2005). Por outro lado, estudos mostram que produtos derivado da via de lipoxigenase participam da migração induzida pelas peçonhas B. erythromelas e B. alternatus (FLORES et al, 1993). Outro achado importante em acidentes causados pelas serpentes botrópicas é a hemorragia local produzida pela ação de metaloproteases hemorrágicas (GUTIÉRREZ; LOMONTE, 1989; ESCALANTE et al., 2011). Como observado na Figura 20, o extrato foi capaz de inibir a hemorragia causada pela peçonha de B. jararaca nas três doses testadas. Através do aspecto morfológico dos halos hemorrágicos, pode-se observar que houve uma diminuição da hemorragia consoante o aumento da dose do extrato. Sendo assim, sugere-se que o extrato aquoso possa estar inibindo a ação das metaloproteases hemorrágicas. O dano do tecido muscular, que pode muitas vezes levar a perda definitiva de tecido e consequentemente a amputação do membro, devido à ação direta da fosfolipases A2 ou das metaloproteases (ação indireta). Após a lesão muscular, a perda desordenada do íon cálcio, causa a ruptura da membrana celular liberando desta forma, marcadores citosólicos (GUTIÉRREZ; LOMONTE, 1989). O extrato foi capaz de inibir os níveis de creatina quinase (um dos marcadores citosólicos) de ambas as peçonhas em estudo o que mostra que possivelmente o extrato esteja inibindo a ação dessas toxinas.

É possível sugerir que possivelmente o extrato aquoso das folhas de J. mollissima possuem substâncias capazes de inibir direta ou indiretamente as toxinas presentes nas peçonhas de B. erythromelas e B. jararaca. Os resultados obtidos mostram que o extrato aquoso de J. mollissima possui potencial ação contra os efeitos locais causado por serpentes botrópicas.

UFRN/CCS – PPGCF CONCLUSÕES

PÁGINA 59 GOMES, J.A.S.

7 CONCLUSÕES

 Por meio do CLAE quatro compostos tiveram sua presença confirmada como sendo a isoorientina, orientina, vitexina e isovitexina.

O extrato aquoso das folhas de J. mollissima nas doses 50, 100 e 200 mg/kg, administrado por via intraperitoneal, apresentou atividade anti-edematogênica frente ao edema de pata induzido por B. erythromelas e B. jararaca. J. mollissima revelou um efeito anti-edematogênico estatisticamente semelhante ao efeito induzido pela dexametasona (p > 0,05), o que mostra a potencialidade do extrato como anti- inflamatório.

O extrato aquoso das folhas de J. mollissima nas doses 50, 100 e 200 mg/kg, administrado por via intraperitoneal, promoveu a inibição da migração celular induzido por B. erythromelas e B. jararaca (p < 0,05).

O extrato aquoso das folhas de J. mollissima nas doses 50, 100 e 200 mg/kg, administrado por via intraperitoneal, promoveu a inibição das células mononucleares e das células polimorfonucleares induzidos por B. erythromelas (p < 0,05).

O extrato aquoso das folhas de J. mollissima nas doses 50, 100 e 200 mg/kg, administrado por via intraperitoneal, promoveu a inibição da atividade hemorrágica induzidos por B. jararca (p < 0,05).

O extrato aquoso das folhas de J. mollissima nas doses 50, 100 e 200 mg/kg, administrado por via intraperitoneal, promoveu a inibição da atividade miotóxica induzido por B. erythromelas e B. jararaca (p < 0,05).

PÁGINA 61 GOMES, J.A.S.

REFERÊNCIAS

 ABREU, I. C. et al. Hypotensive and vasorelaxant effects of ethanolic extract from Jatropha

gossypiifolia L. in rats. Fitoterapia, v. 74, p. 650-657, 2003.

 AGRA, M. F. et al. Medicinal and poisonous diversity of the flora of “Cariri Paraibano”,

Brazil. Journal of Ethnopharmacology, v. 111, p. 383-395, 2007.

 ALBANO, M. N. et al. Anti-inflammatory and antioxidant properties of hydroalcoholic crude

extract from Casearia sylvestris Sw. (Salicacaeae). Journal of Ethnopharmacology, v. 147,

p. 612-617, 2013.

 ALBELDA, S. M. et al. Adhesion molecules and inflammatory injury, v. 8, p. 504-12, 1994.  ALBUQUERQUE, U. P. et al. Medicinal plants of the caatinga (semi-arid) vegetation of NE

Brazil: A quantitative approach. Journal of Ethnopharmacology, v. 114, p. 325-354, 2007.

 ANTUNES, T. C. et al. Comparative analysis of newborn and adult Bothrops jararaca snake venoms. Toxicon, v. 56, p. 1443-1458, 2010.

 ARAÚJO, S. D. Associação de anti-inflamatórios à soroterapia no tratamento do edema de pata induzido pelo veneno de Bothrops jararaca em camundongos. 2006. 63 f. Dissertação (Mestrado em Ciências)-Programa de Pós Graduação em Ciências, Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, São Paulo, 2006.  ARAÚJO, S. D. et al. Effect of dexamethasone associated with serum therapy on treatment of

Bothrops jararaca venom-induced paw edema in mice. Inflammation Research, v. 56, n. 10, p. 409-413, 2007.

 BERNARDE, P. S. Mudanças na classificação de serpentes peçonhentas brasileiras e suas implicações na literatura médica. Gazeta Médica da Bahia, v. 81, n. 1, p. 55-63, 2011.  BOCHNER, R.; STRUCHINER, C. J. Acidentes por animais peçonhentos e sistemas

nacionais de informação. Caderno de Saúde Pública, v. 18, n. 3, p. 735-746, 2002.

 BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Secretaria de Vigilância em Saúde. 2005. 815p.

 BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 816 p.

 BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. 786 p.

 BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes

por animais peçonhentos. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001. 120 p.

 BRAUD, S.; BON, C.; WISNER, A. Snake venom proteins acting on hemostasis. Biochimie, v. 82, n. 9-10, p. 851-859, 2000.

 CARRASCO, P.A. et al. Morphology, phylogeny and taxonomy of South American Bothropoid pitvipers (Serpentes, Viperidae). Zoologica Scripta, v.41, 109–124, 2012.

 CARVALHO, B. M. A. et al. Snake venom PLA2s inhibitors isolated from Brazilian plants: synthetic and natural molecules. BioMed Research International, v. 2013, n. 153045, p. 1- 8, 2013.

 CARVALHO, J. C. T.; GOSMANN, G.; SCHENKEL, E. P. Compostos fenólicos simples e heterosídeos. In: SIMÕES, C. M. O.; SCHENKEL, E. P.; GOSMANN, G.; MELLO, J. C. P.; MENTZ, L. A.; PETROVICK, P. R.; Farmacognosia - da Planta ao Medicamento, 6ª ed., Editora da UFSC: Santa Catarina, 2007.

PÁGINA 62 GOMES, J.A.S.

 CASTRO, R. C. et al. Leukocyte recruitment induced by type II phospholipase A2 into the rat pleural cavity. Toxicon, v. 38, p. 1773-1785, 2000.

 CHIPPAUX, J. P.; GOYFFON, M. Venoms, antivenoms and immunotherapy. Toxicon, v. 36, n. 6, p. 823-846, 1998.

 COSTA, J. O. et al. Structural and functional comparison of proteolytic enzymes from plant latex and snake venoms. Biochimie, v. 92, n. 12, p. 1760-1765, 2010.

 DE PAULA, R. C. Antiophidian properties of plant extracts against Lachesis muta venom.

Journal of Venomous Animals and Toxins Including Tropical Diseases, v. 16, n. 2, p.

311-323, 2010.

 ESCALANTE, T. et al. Key events in microvascular damage induced by snake venom hemorrhagic metalloproteinases. Journal of Proteomics, v. 74, n. 9, p. 1781-1794, 2011.  FARSKY, S. H. P. et al. Leukocyte response induced by Bothrops jararaca crude venom. In

vivo and in vitro studies. Toxicon, v. 35, p. 185-193, 1997.

 FÉLIX-SILVA, J. et al. Systemic and local anti-inflammatory activity of aqueous leaf extract from Jatropha gossypiifolia L. (EUPHORBIACEAE). International Journal of Pharmacy

and Pharmaceutical Sciences, vol. 6, 2014.

 FÉLIX-SILVA, J.et al. Aqueous Leaf Extract of Jatropha gossypiifolia L. (Euphorbiaceae)

Inhibits Enzymatic and Biological Actions of Bothrops jararaca Snake Venom. Plos one, v. 9,

2014.

 FERNANDES, R. S. et al. Neutralization of pharmacological and toxic activities of Bothrops jararacussu snake venom and isolated myotoxins by Serjania erecta methanolic extract and its fractions, v. 7, p. 85-93, 2011.

 FERREIRA JÚNIOR, W. S. F.; LADIO, A. H.; ALBUQUERQUE, U. P. Resilience and adaptation in the use of medicinal plants with suspected anti-inflammatory activity in the

Brazilian Northeast. Journal of Ethnopharmacology, v. 138, p. 238-252, 2011.

 FLORES, C. A.; ZAPPELLINI, A.; PRADO-FRANCESCHI, J. Lipoxygenase-derived mediators may be involved in in vivo neutrophil migration induced by Bothrops erythromelas and Bothrops alternatus venoms. Toxicon, v. 31, n. 12, p. 1551-1559, 1993.

 FONSECA, Z. A. A. S. et al. Levantamento epidemiológico dos acidentes por animais peçonhentos no semi-árido do Rio Grande do Norte, Brasil: 2000 a 2008. Acta Veterinária

Brasílica, v.3, n.3, p.127-131, 2009.

 FOX, J. W.; SERRANO, S. M. T. Insights into and speculations about snake venom metalloproteinase (SVMP) synthesis, folding and disulfide bond formation and their contribution to venom complexity. FEBS Journal, v. 275, p. 3016-3030, 2008.

 GOMES, A. et al. Herbs and herbal constituents active against snake bite. Indian Journal of

Experimental Biology, v. 48, p. 865-878, 2010.

 GUTIÉRREZ, J. M. A. et al. Skeletal muscle necrosis and regeneration after injection of BaH1, a hemorrhagic metalloproteinase isolated from the venom of the snake Bothrops asper (Terciopelo). Experimental and Molecular Pathology, v. 62, n. 1, p. 28-41, 1995.

 GUTIÉRREZ, J. M. Comprendiendo los venenos de serpientes: 50 Años de investigaciones en América Latina. Revista de Biologia Tropical, v. 50, n. 2, p. 377-394, 2002.

 GUTIÉRREZ, J. M.; LEÓN, G.; BURNOUF, T. Antivenoms for the treatment of snakebite envenomings: the road ahead. Biologicals, v. 39, n. 3, p. 129-142, 2011.

PÁGINA 63 GOMES, J.A.S.

 GUTIÉRREZ, J. M.; LOMONTE, B. Local tissue damage induced by Bothrops snake venoms. A review. Memorias do Instituto Butantan, v. 51, n. 4, p. 211-223, 1989.

 GUTIÉRREZ, J. M.; RUCAVADO, A. Snake venom metalloproteinases: their role in the pathogenesis of local tissue damage. Biochimie, v. 82, n. 9–10, p. 841-850, 2000.

 JANUARIO, A. H. et al. Neo-clerodane diterpenoid, a new metalloprotease snake venom inhibitor from Baccharis trimera (Asteraceae): anti-proteolytic and anti-hemorrhagic properties. Chemico-Biological Interactions, v. 150, p. 243-251, 2004.

 KANG, T. S. et al. Enzymatic toxins from snake venom: structural characterization and mechanism of catalysis. FEBS J, v. 278, n. 23, p. 4544-4576, 2011.

 KINI, R. M. The intriguing world of prothrombin activators from snake venom. Toxicon, v. 45, n. 8, p. 1133-1145, 2005.

 KUMAR, V. et al. Robins, Patologia Básica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, cap. 2. p. 33-42, 2008.

 LALLOO, D. Venomous bites and stings. Medicine, v. 38, n. 1, p. 52-55, 2010.

 LEAL, C. K. A.; AGRA, M. F. Estudo farmacobotânico comparativo das folhas de Jatropha

molissima (Pohl) Baill. e Jatropha ribifolia (Pohl) Baill. (Euphorbiaceae). Acta Farmacêutica Bonaerense, v. 24, n.1, p. 5-13, 2005.

 LYRA, D. H. et al. Pollen viability and germination in Jatropha ribifolia and Jatropha

mollissima (Euphorbiaceae): species with potential for biofuel production. African Journal of Biotechnology, v.10, p. 368-374, 2011.

 MAGALHÃES, A. et al. Inhibition of the inflammatory and coagulant action of Bothrops

atrox venom by the plant species Marsypianthes chamaedrys. Journal of

Ethnopharmacology, v. 134, n. 1, p. 82-88, 2011.

 MARCUSSI, S. et al. Snake Venom Phospholipase A2 Inhibitors: Medicinal Chemistry and Therapeutic Potential. Current Topics in Medicinal Chemical, v. 7, p. 000-000, 2007.  MARIZ, S.R. Estudo toxicológico pré-clínico de Jatropha gossypiifolia L. 2007. Tese

(Doutorado em Prodtuso Naturais e Sintéticos Bioativos). Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2007.

 MARKLAND, F. S. Snake venoms and the hemostatic system. Toxicon, v. 36, n. 12, p. 1749-1800, 1998.

 MEBS, D.; EHRENFELD, M.; SAMEJIMA, Y. Local necrotizing effect of snake venoms on skin and muscle: relationship to serum creatine kinase. Toxicon, v. 21, n. 3, p. 393-404, 1983.

 MELIM, L. I. D. S. H. Estudo das interações entre fosfolipases A2 e o inibidor vegetal, ácido rosmarínico de Cordia verbenacea (Boraginaceae) por cocristalização e modelagem molecular. 2009. f. Tese (Doutorado em Toxicologia)-Programa de Pós-Graduação em

Toxicologia, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2009.

 MELO, J. G. et al. Antiproliferative activity, antioxidant capacity and tannin content in plants of semi-Arid Northeastern Brazil. Molecules, v. 15, p. 8534-8542, 2010.

 MORS, W. B. et al. Plant natural products active against snake bite - the molecular approach.

Phytochemistry, v. 55, n. 6, p. 627-642, 2000.

 PIMENTEL, L. A. et al. Poisoning by Jatropha ribifolia in goats. Toxicon, v. 59, p. 587-591, 2012.

PÁGINA 64 GOMES, J.A.S.

 PINHO, F. M.; PEREIRA, I. D. Ofidismo. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 47, n. 1, p. 24-29, 2001.

 PLETSCH, M.; CHARLWOOD, B.V. Accumulation of Diterpenoids in Cell and Root-organ.

Journal of Plant Physiology, v. 150, p. 37-45, 1997.

 ROODT, A. R. et al. A comparison of different methods to assess the hemorrhagic activity of Bothrops venoms. Toxicon, v. 38, n. 6, p. 865-873, 2000.

 SANTHOSH, M. S. et al. Snake venom induced local toxicities: plant secondary metabolites as an auxiliary therapy. Mini-Reviews in Medicinal Chemistry, v. 13, n. 1, p. 106-123, 2013.

 SANTOS, M. J.; MACHADO, I. C.; LOPES, A. V. Biologia reprodutiva de duas espécies de Jatropha L. (Euphorbiaceae) em Caatinga, Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de

Botânica, v. 28, n. 2, p. 361-373, 2005.

 SELLS, P. G. Animal experimentation in snake venom research and in vitro alternatives.

Toxicon, v. 42, p. 115-133, 2003.

 SERRANO, S. M. T.; MAROUN, R. C. Snake venom serine proteinases: sequence homology vs. substrate specificity, a paradox to be solved. Toxicon, v. 45, n. 8, p. 1115-1132, 2005.  TAKEDA, S.; TAKEYA, H.; IWANAGA, S. Snake venom metalloproteinases: structure,

function and relevance to the mammalian ADAM/ADAMTS family proteins. Biochimica et

Biophysica Acta - Proteins and Proteomics, v. 1824, n. 1, p. 164-176, 2012.

 Teixeira C. F. P. et al. Inflammatory effects of snake venom myotoxic phospholipases A2.

Toxicon, v.42, p. 947–962, 2003.

 VEIGA, A. A. S. Isolamento e quantificação de flavonóides e abordagem das atividades antioxidante e antimicrobiana de Jatropha gossypiifolia L. 2008. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas). Universidade Federal do Pará, Belém, 2008.

 VILAR, J. C. Ofidismo em Sergipe: Epidemiologia e plantas da caatinga utilizadas popularmente como antiofidicas. 2004. Dissertação (Mestrado em Meio Ambiente). Universidade Federal de Sergipe, 2004.

 WAGNER, H.; BLADT, S.; ZGAINSKY, E. M. Plant drug analysis: a thin layer chromatography atlas. Berlin: Springer, 1984. 320 p.

 ZAMUNER, S. R. et al. Bothrops asper and B. jararaca shake venoms trigger microbicidal functions peritoneal leukocytes in vivo. Toxicon, v. 39, p. 1505-1513, 2001.

 ZYCHAR, B. C. et al. Contribution of metalloproteases, serine proteases and phospholipases A2 to the inflammatory reaction induced by Bothrops jararaca crude venom in mice.